13 de março | às 16h07

divulgacao5 Toda homenagem será pequena a Menotti. O técnico mais corajoso que pisou na Argentina...
O grande pecado da sua carreira foi não ter chamado Maradona para o Mundial de 1978.

Acreditou que ele estivesse novo demais.

Fechou os olhos para o talento absurdo do garoto de 17 anos.

Apostou que precisasse de homens feitos para ganhar a Copa da ditadura.

E assim foi.

Com resultados questionados até hoje, Menotti deu a primeira sonhada Copa aos argentinos.

Sua grande contribuição ao futebol foi ter apostado sempre no ataque.

Adorava o toque de bola envolvente dos brasileiros.

E colocou uma pitada no já habilidoso futebol argentino.

Suas equipes eram extremamente ofensivas.

Magoado com o esquecimento, Maradona ficou do lado de quem lhe deu mais atenção.

Mesmo sendo mais pragmático, adepto do futebol de marcação e contragolpes, Carlos Bilardo também foi campeão do mundo.

E teve em don Diego seu fiel escudeiro.

Desde então, o continente argentino se dividiu em uma linha imaginária.

Os adeptos de Menotti de um lado e de Bilardo do outro.

Os dois viraram rivais, fraternos inimigos.

Cada um deles sabia o quanto era favorável a briga.

Trazia moral a ambos.

Eles dominaram os noticiários do país vizinho por 20 anos.

Mas o tempo passa para todos.

E passou para Menotti.

Aos 72 anos, ele trava o seu jogo mais difícil.

Na UTI, tenta sobreviver.

O cigarro, companheiro inseparável, o levou à beira da morte.

A situação está complicada.

Uma pena.

Menotti revolucionou o futebol argentino e graças ao seu gênio difícil, nunca foi tão homenageado quanto deveria.

Teve a coragem de se negar de comemorar a conquista de 78 com os militares.

Poderia ter ganho muito dinheiro caso se vendesse ao regime.

Homem de princípios, disse não.

Durante toda a carreira, os dirigentes foram seus maiores adversários.

Ele não cedia.

E perdeu empregos importantíssimos.

De uma forma quixotesca até, foi fiel aos seus princípios.

Sua paixão por marcar e não evitar gols...

Agora, na UTI, todos se lembraram dele.

Talvez seja tarde.

Tomara que não.

Mas fica sempre a lição mais importante que Zagallo sempre diz.

"Façam festa para mim enquanto estiver vivo.

Depois de morto, eu dispenso."

Que Menotti supere mais essa luta.

E consiga receber o reconhecimento em vida por tudo que fez na história do futebol argentino.

Depois de morrer, não adianta...

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17 de novembro | às 17h44

gettyimages345 Dói demais perder para a Argentina. Mas aproveite bem a sua primeira derrota, Mano Menezes...

É...

Quem queria ver Ronaldinho Gaúcho, Robinho e Neymar juntos, bateu palmas para Messi.

A jogada foi sensacional, linda.

Faltando um minuto para acabar o jogo no Qatar, Messi foi Messi.

Invadiu a intermediária brasileira driblando, escapou do pontapé de Lucas e chutou rasteiro.

A bola passou no meio das pernas de Thiago Silva e fugiu para o cantinho esquerdo de Victor.

O que sobrou além do gosto amargo da primeira derrota de Mano Menezes?

Do Qatar ficou algumas certezas.

O Brasil precisa ter um atacante de referência.

Alguém fixo na área para além das conclusões.

Neymar precisa de um atacante para tabelar.

Hoje esteve muito isolado.

Pena a ausência de Pato, de Luís Fabiano.

Robinho não pode jogar na posição de Ronaldinho Gaúcho.

Ele mostrou que ainda tem talento, pode ser útil.

Só que a equipe não pode se sacrificar para que ele fique esperando bolas.

Quis avisar ao mundo ainda estar vivo, avisou.

Se tivesse feito o gol de calcanhar no primeiro tempo estaria na capa do jornal Olé.

Mas não tem energia para ficar mais do que 45 minutos em um futebol rápido, envolvente que Mano Menezes pretende ver na seleção do meio para a frente.

Mas Ganso e Kaká ainda se encaixam muito bem nesse time.

Principalmente Paulo Henrique, talentoso e com dribles, toques e lançamentos inesperados.

Os laterais foram bem.

Principalmente Daniel Alves no início da partida, inclusive com um chute na trave de Romero.

A zaga também.

Os volantes deram muito espaço.

Marcaram de longe.

Ramires principalmente chegou atrasado em vários lances e se o jogo fosse sério poderia até ser expulso por excesso de faltas.

Lucas não pode nem sonhar em largar um meia como Messi com a bola dominada.

Tanto que deu no que deu.

Não há como culpar ou o que reclamar de Victor: ele inspira confiança.

O pecado brasileiro foi a indefinição de ataque.

Muita gente boa para driblar, tabelar, envolver, mas faltou alguém para chutar ao gol.

E olha que os argentinos tinham os veteranos Zanetti e Heinz facilitando as coisas.

Dói perder o jogo.

Ainda mais para os nossos rivais.

Mas tem a função de um colírio ácido.

Abre os olhos, não deixa ninguém se empolgar.

O palavrão de Mano Menezes quando Douglas perdeu a bola dominada mostrou que ele antevia a tragédia, no gol de Messi.

O jogo foi interessante.

A derrota, proveitosa.

Dói, mas amistoso para valer é isso.

Serve para trazer à tona os problemas.

Parabéns para a Argentina de Batista, que sabe ter muito para corrigir até a Copa América de 2011...

E palmas, de pé, para Messi.

Pena que ele não nasceu um pouquinho mais para cá...

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17 de novembro | às 03h32

divulgação93 Sua chance dos sonhos, Ronaldinho Gaúcho. Mostre aos argentinos, e para nós, quem é você...

Melhor chance para o retorno em alto estilo para a Seleção Brasileira não existe.

Enfrentar a Argentina.

Ainda mais com um esquema ofensivo, capaz de explorar o seu talento.

E lhe dando todo o espaço para jogar o que sabe.

Como diria o locutor anunciando facas Guinsu:

"Você pensou que acabou? Pois ainda tem mais"

Convocação garantida para o amistoso contra a França em fevereiro.

Tudo isso é oferecido para o Brasil ter novamente uma estrela de primeira grandeza.

Alguém que seja uma grife.

E ele é.

Ronaldinho Gaúcho tem tudo isso hoje com Mano Menezes.

Ele só terá de mostrar que aquele jogador com talento acima do normal ainda existe.

Apesar das evidências.

No Milan atual ele não é unânimidade, titular absoluto.

Desprezado por Dunga por sua atração irresistível pela noite, pelas festas, deu sorte.

Mano Menezes é apaixonado por seu futebol.

E inteligente, além de renovar a Seleção, a mando de Ricardo Teixeira, o treinador está dando um tiro certo chamando Ronaldinho.

Se o jogador não render, não será novidade para ninguém.

A sério, ele nunca foi um atleta sensacional com a camisa da Seleção.

O último jogo importante que todos lembram foi a vitória contra a Inglaterra, em 2002.

2002!

Agora, se Ronaldinho Gaúcho conseguir colocar em prática tudo o que sabe hoje, o mérito será dado a Mano.

Por ter encontrado um lugar para ele.

Por ter a coragem de chamá-lo.

Ele foi o jogador mais procurado na delegação brasileira em Doha.

A estrela do amistoso do nosso lado.

Alguém para rivalizar com Messi, como os organizadores do jogo queriam.

Como sempre fez, Ronaldinho prometeu humilde, que vai aproveitar a chance.

A esperança é vê-lo em ação ao lado de Neymar.

No futebol de botão ou no videogame seria um ataque dos sonhos.

Basta torcer para que a realidade seja lúdica também.

Que Ronaldinho Gaúcho jogue o que todos esperam dele na Seleção há pelo menos oito anos.

Esse amistoso é seu.

Ou você é um atacante que só rende mesmo é nos clubes?

E não tem personalidade para render na Seleção Brasileira?

Mostra para los hermanos quem é você...

Eles, e nós, já esquecemos, Ronaldinho Gaúcho...

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29 de outubro | às 12h28

reuters13 Ronaldinho Gaúcho convocado para valorizar o amistoso contra a Argentina. Ele não é o meia de Mano...

Hotel Intercontinental. Rio de Janeiro.

Mano Menezes acaba a coletiva da convocação da seleção brasileira que enfrentará a Argentina.

O jogo será no dia 17 de novembro, em Doha, Qatar.

Ronaldinho Gaúcho já é manchete no mundo inteiro por seu retorno.

Sua última convocação foi em março de 2009.

Perdeu a Copa do Mundo por falta de comprometimento.

Apesar de haver prometido a Dunga que se afastaria de confusões, o treinador não o convocou depois de ter a confirmação de uma festa que ele organizou.

A festa teria levado três dias e três noites.

Ronaldinho não estava de férias.

Acabou sendo riscado do grupo de Dunga sem dó.

O seu retorno à seleção foi necessária.

Com Ganso machucado, Mano não tinha um meia efetivo para a seleção.

Isso ficou claro como esse jogador fez falta diante do Irã e da Ucrânia.

Tanto que convocou também Douglas do Grêmio.

A convocação de Ronaldinho Gaúcho chega em ótima hora por um motivo comercial também.

Neste processo de renovação, o Brasil não tem uma grande estrela internacional.

Para os organizadores dos jogos do Catar, o Brasil não tinha quem rivalizar com Messi.

Agora sim os cartazes terão um contra o outro e a certeza de que o estádio estará cheio.

Ninguém por lá ainda sabe quem é Neymar.

E Robinho não chegou ao quilate que acha que tem.

De acordo com gente ligada à CBF, Ronaldinho Gaúcho foi muito receptivo a Mano Menezes.

Não guardou mágoa da seleção.

Apenas de Dunga.

Chega na seleção tentando mostrar que tem potencial para estar no grupo em 2014.

A sua posição é de Paulo Henrique Ganso.

A sua convocação foi conveniente para Mano e melhor ainda para a organização do jogo.

É uma enorme chance de provar que tem sangue nas veias, vontade de atuar pela seleção.

Dunga também havia detectado no meia uma postura de 'tanto faz' em relação à Copa do Mundo.

Ronaldinho Gaúcho não cedeu, não mandou recado, não pediu nova chance.

Perdeu a Copa do Mundo e tudo bem.

Nem desabafar, protestar, xingar ele teve vontade.

Ricardo Teixeira deixou Mano completamente à vontade em relação a Ronaldinho Gaúcho.

Ele é baladeiro, mas na seleção nunca levou ninguém para suas noitadas.

Foi levado.

Não é um líder negativo.

Não é líder.

Mano vai deixar que jogue como gosta.

Lucas, Ramires e Elias deverão correr por ele para que possa mostrar o seu talento.

Aí por diante é com ele.

Quando der o primeiro toque na bola, os caros ingressos já terão sido vendidos.

E a cota de US$ 2 milhões livres (R$ 3,4 milhões) já estará nos cofres da CBF.

O principal, os organizadores do amistoso estarão sorrindo satisfeitos.

Messi contra Ronaldinho Gaúcho ainda é atração no mundo todo.

Santa convocação...

Se ele chegará à Copa do Mundo de 2014?

Meia titular com 34 anos?

Aí a história será bem diferente.

Mas vamos deixar isso para lá...

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7 de setembro | às 17h32

divulgação871 Uma derrota para a Argentina que valeu a pena aplaudir...

Ver o Brasil perder de uma Seleção Argentina e ainda sorrir?

Acompanhar os brasileiros sendo eliminados de um mundial e ainda aplaudir de felicidade?

Isso acaba de acontecer comigo e com quem assistiu a eletrizante partida entre Brasil e Argentina.

Em Istambul, pelo Mundial de Basquete.

Os brasileiros caíram nas oitavas-de-final.

A derrota custou caro.

Foi vendida com o time suando sangue.

Em pouco tempo de trabalho, o argentino, sim argentino!, Rubén Magnano transformou o nosso basquete.

Conseguiu a união entre os milionários da NBA com os lutadores atletas que atuam no País.

Passou a importãncia do jogo coletivo, da defesa mais forte.

O tempo da Seleção se matar para um virtuose como Oscar desfilar seu talento nos arremessos acabou.

Como também, ainda bem, passou o tempo da instabilidade emocional.

Da marcação frouxa.

O Brasil é capaz de enfrentar de igual para igual qualquer seleção do mundo.

Ainda está meio degrau abaixo dos hermanos campeões olímpicos e vice mundiais.

Assim como do renovado Estados Unidos.

Mas o caminho está aberto, escancarado.

E com o detalhe que o Brasil perdeu o pivô Nene Hilário, cortado graças um estiramento no amistoso contra a França.

Justo hoje Luis Scola fez 37 pontos, na sua melhor atuação no Mundial...

Leandrinho forçou arremessos de três pontos e deixou a bola escorregar de sua mão em momentos fundamentais...

O técnico argentino Sérgio Hernadez catimbou, pressionou os juízes e mesários como quis...

Mas nenhuma desculpa importa.

Vale o choro de Marcelinho Huertas, outra vez fantástico, com seus 32 pontos.

O choro foi de raiva.

Ele sabia que o Brasil poderia ter vencido, ter ido mais longe.

Isso já consola.

A Seleção Masculina de Basquete não consegue sequer ir para uma Olimpíada desde 1996.

É muito triste, para um país com tanto potencial, com tanta tradição no basquete.

Novos tempos chegaram, aleluia.

A derrota de hoje dói muito.

Mas finalmente há esperança.

O basquete brasileiro está nas mãos certas.

De um santo argentino chamado Rubén Magnano.

Que Londres em 2012 se prepare...

Verá um time brasileiro que dará orgulho nas suas quadras...

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7 de setembro | às 11h46

reuters89 Sem TV, nem torcida: Brasil e Barcelona B. Enquanto isso, o mundo assiste Argentina e a campeã mundial Espanha...Não tem algo errado, não?

No campo 7 do Barcelona, na Espanha, o jovem Brasil de Mano Menezes fará seu jogo treino.

Sem transmissão pela TV, a Globo não quis mudar sua programação por este jogo.

E ela tem exclusividade nas partidas do Brasil.

Já não mostrou a estréia de Mano no comando, contra os Estados Unidos.

Também não terá torcida.

O Brasil jogará na clandestinidade.

Enfrentará o Barcelona B.

Luis Henrique, treinador rival não está disposto nem a colocar todos os titulares.

O time teve uma partida dura no domingo (5) à noite, pela segunda divisão do Campeonato Espanhol.

O desgaste não seria necessário apenas por um jogo treino.

Diego Alves, Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e André Santos; Lucas, Ramires, Philippe Coutinho e Carlos Eduardo; Robinho e Alexandre Pato.

Essa será a equipe brasileira, formada por atletas que só atuam no exterior.

Vale lembrar: o Brasil não está enfrentando um adversário de verdade por dinheiro.

A empresa Kentaro, que negocia as partidas do Brasil, não encontrou quem pagasse US$ 2 milhões por esse time.

Como há o envolvimento de muito dinheiro, os adversários exigem saber se as seleções levarão suas estrelas.

Não era o plano de Mano.

Então, não houve quem estivesse disposto a bancar o imberbe Brasil.

Enquanto isso...

No Monumental de Nuñez, a Argentina enfrenta hoje a Espanha, campeã do mundo.

Messi contra seus companheiro de Barcelona.

É para dar água na boca...

Mais de cem países acompanharão a partida ao vivo.

Inclusive, o Brasil.

O que dizer?

Como comparar o planejamento?

Só perguntando para quem manda no futebol brasileiro há 21 anos.

O senhor Ricardo Terra Teixeira...

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15 de junho | às 00h32

ladygaga pokerface O ataque de cegueira dos jornalistas. Para a Argentina acabar com o jejum de 24 anos sem Copa...

Já são 24 anos sem a conquista de uma Copa do Mundo.

Isso pesa para qualquer seleção tradicional, com grandes talentos.

Com o melhor jogador do mundo.

Tudo fica ainda pior quando o time representa o país chamado Argentina.

Assistir a festa alheia trouxe um efeito nas Eliminatórias.

A imprensa pressionou, cobrou, reclamou, derrubou o desorientado Alfio Basile.

Com a entrada de Maradona, os jornalistas foram à loucura.

Virou missão nacional derrubar o treinador.

Se ele não caísse, a Seleção Argentina ficaria de fora da Copa da África.

Aos trancos e barrancos, a classificação veio

Maradona mandou todos a imprensa chupar não sei o que.

A Fifa até o suspendeu pela reação constrangedora.

Mas agora a Argentina está aqui na Argentina,

E a postrua da imprensa portenha mudou completamente.

Acabaram os questionamentos.

É como se houvesse um pacto silencioso.

Em nome dos 24 anos sem títulos, o tom de cobrança sumiu.

Há um respeito até exagerado por parte dos repórteres.

Maradona está mais tranquilo, mais leve.

Há boa vontade de todas as partes.

A Argentina continua sendo uma equipe que lembra uma linda moça com o corpo horroroso.

Do meio para a frente, o time é muito bom.

Com toques sutis na bola, que lembram carinho de namorado novo, Messi desequilibrou a partida contra a Nigéria.

Fez do goleiro nigeriano o melhor homem em campo.

Se a Argentina perdeu vários gols, na defesa, um sofrimento,.

Zagueiros lentos, confusos, goleiro que não merece confiança e volantes que não conseguem proteger a zaga.

Mas os jornalistas argentinos resolveram parar de enxergar tão bem.

E como se todos estivessem vivendo naquele filme "Ensaio sobre a Cegueira", baseado no livro de José Saramago.

Lá, de repente, todos ficam cegos.

É o que acontece na Argentina.

A seleção vizinha é a mais protegida, blindada da Copa.

Vinte e quatro anos vendo festas alheias mudaram as mais profundas convicções...

Esse surto momentâneo de cegueira tem dada marcada para acabar.

Dia 11 de julho.

A partir desta data os periodistas argentinos talvez voltem a enxergar.

E não vão gostar de ver que seu futebol está entregue a um ídolo que não é treinador e espera ganhar todos os jogos com o seu carisma.

O melhor jogador do mundo precisa ser tratado como Michael Jackson portenho para render.

Até sua mãe admite que sem carinho não joga o que pode.

E que Julio Grondona já está cansado e com idéias ultrapassadas para segurar os craques que surgem no seu país.

Fortalecer seus tradicionais clubes que estão a caminho da falência.

Mas isso deixa para depois.

A cegueira continua valendo.

É melhor continuar cantando e tocando o bumbo...

'Vamos, vamos Argentina,
Vamos, vamos a ganar,
Que esta barra quilombera,
No te deja, no te deja de alentar'

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6 de junho | às 05h19

inusitado12 A maior ameaça terrorista da Copa da África: fazer sexo com Bilardo...

Que tipo de água os argentinos estão bebendo?

Branco devolveu a água batizada que tomou na Copa de 1990?

E o problema está sempre envolvendo sexo.

E digamos, nada convencional.

Tudo começou com a ameaça às retinas alheias.

Maradona prometeu comemorar nu se a Argentina for campeã mundial da Copa da África.

Ele deveria ser preso só pela ameaça.

O mundo levou na galhofa, afinal, mais uma fanfarronice do técnico que já passou por problemas bem mais sérios.

Depois chegou a revelação de que no grupo que a Argentina trouxe para disputar o Mundial, um jogador apenas tem o privilégio de ficar sozinho no quarto.

Todos os outros ficam em dois.

Ele não é a grande estrela do time.

Não, não é Messi.

É Carlitos Tevez.

O motivo para a regalia não poderia ser mais estranho.

Ele gosta de ficar nu no quarto.

As palavras foram dele.

Realmente, encontrar Carlitos Tevez nu no quarto não deve ser das visões mais divinas.

O pior surgiu agora com a promessa de Carlos Bilardo.

Ele foi o treinador campeão do mundo com a Argentina em 1986.

E é o diretor técnico do time de Maradona.

Também o seu guru na escolha da melhor tática para a equipe.

Bilardo prometeu um prêmio inédito e talvez não desejado para o autor do gol de um possível título argentino aqui na África.

Ele prometeu sexo.

Disse que deixaria fazer com ele.

Avisou que fez exame de próstata e sabe como é.

E mesmo assim está disposto...

Falou para a TV.

Está gravado.

Que tipo de brincadeira é essa?

Com que respeito Bilardo quer ser tratado?

O cargo de diretor técnico da seleção argentina pode ser assim tão exposto, ridicularizado?

Conta a lenda que Bilardo e Maradona combinaram dar água com calmante diluído para os jogadores brasileiros em 1990.

Só Branco pediu e Diego entregou a garrafa com o líquido batizado.

Só que passados 20 anos, os dois resolveram tomar outro tipo de água.

Muito mais perigosa.

E deram goles a Tevez.

O que acontece com los hermanos?

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7 de abril | às 09h01

ronni Messi. A Argentina morre de inveja do Barcelona...

Lionel Messi.

Apenas 22 anos.

O mundo o reverencia novamente nesta manhã.

Até no Brasil não se fala de outro jogador.

Quatro gols contra o Arsenal.

Carregou o Barcelona para a seminal da Liga dos Campeões.

Sua história parece telenovela mexicana.

Com direito a lágrimas, injeções misteriosas e muito arrependimento de clubes argentinos.

Ele sempre mostrou um talento diferenciado, espantoso, desde os cinco anos.

Foi treinar no Newell's Old Boys.

Já era criativo, habilidoso, mas tinha também uma característica estranha.

Ele não crescia.

Já tinha 11 anos e seu tamanho era de um garoto de oito.

Os pais procuraram os médicos e foi detectado um grave disturbio hormonal.

Ele impedia o desenvolvimento, o crescimento dos seus ossos.

O tratamento era caro.

A diretoria do Newell's disse que era problema da família.

E ele abandonou o clube.

Tentou o River Plate que lhe disse não.

Graças a contatos de seu pai na Espanha, conseguiu um teste no Barcelona.

Passou com méritos e teve o seu tratamento médico assegurado.

Daí, não há necessidade de contar o resto.

Ou melhor, só um detalhe.

A rejeição histórica da Argentina em reconhecer o melhor jogador do mundo atualmente.

Como ele nasceu para o futebol no clube catalão, nunca atuou profissionalmente em um clube portenho.

Desde o início houve restrições ao argentino do Barcelona.

E o irônico é que Messi é extremamente nacionalista.

Quando despontava para o futebol teve proposta para se naturalizar espanhol, não quis nem ouvir a sugestão.

Vieram as convocações para a Seleção Argentina.

E até hoje ele vive um fenômeno igual ao de Ronaldinho Gaúcho, no mesmo Barcelona.

A cada partida espetacular pelo clube catalão, raiva dos argentinos.

Na seleção do país em que nasceu, ele não consegue jogar 10% do que faz no Barça.

As teses são muitas.

As principais: a falta de companheiros à altura, não há entrosamento, joga de outra maneira no time de Maradona.

Diego Armando não é estúpido.

Tenta fazer dar o mesmo privilégio tático que ele tem na Espanha.

Mas o meia não consegue render.

Jornalistas argentinos já perderam a paciência, assim como muitos brasileiros com Ronaldinho Gaúcho.

E dizem abertamente que ele não nasceu para a Seleção Argentina.

Não tem personalidade suficiente para a camisa azul e branca.

Não dribla, não faz gols, é uma sombra, uma caricatura feia do que é na Espanha.

Há enormes possibilidades de o Barcelona ser campeão novamente da Liga dos Campeões.

E Messi ser o melhor do mundo no final do ano.

Nada mais justo.

Só que para os argentinos o que interessa será em junho e julho na África do Sul.

Lá é que Messi terá de provar que é Messi.

Os hermanos estão esperando.

E por isso aplaudem de má vontade todos os lances espetaculares que Messi apronta com a camisa do Barcelona.

Assim como os brasileiros fizeram com Ronaldinho Gaúcho.

Será que o enredo de Glória Magadan reserva um final surpreendente?

Uma reviravolta triunfal?

Ou será que Messi nasceu para encantar 'apenas' o mundo?

E  não o país em que nasceu?

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30 de dezembro | às 07h09

bubu Guiñazu e Maxi Lopes foram seduzidos como jovens e ingênuas virgens argentinas?

Quem ousar vestir uma camisa do São Paulo e passar em frente ao Beira-Rio...

Ou colocar uma da Lázio e colocar o pé no Olímpico terá o mesmo destino...

Correr.

Correr para escapar de apanhar.

As diretorias do Internacional e do Grêmio resolveram eleger os clubes que desejam seus jogadores como monstros, inimigos, fascínoras.

O problema é simples.

Guiñazu e Maxi Lopes querem trocar de clubes.

Os dois deixaram de ser crianças há muito tempo.

Colocar a culpa em uma maléfica sedução é querer jogar para a torcida.

Fingir que tudo estava bem, os argentinos estavam felizes, atuavam nos clubes que sempre sonharam e o amor seria para sempre.

Pura hipocrisia.

Se ambos estivessem jogando mal estariam longe de Porto Alegre há muito tempo, despachados juntos, em um cargueiro cheio de cebolas para Buenos Aires.

Nunca houve santos no futebol profissional.

Guiñazu chegou a dizer que se ficar no Internacional nao irá se esforçar.

E falou aos dirigentes, sem intermediários.

A resposta do comando do Inter foi que ele teria de se ver com os torcedores se fizesse corpo mole.

Com que clima o volante disputará a Libertadores?

Maxi Lopes tem o Campeonato Gaúcho e a Copa do Brasil para atuar no primeiro turno pelo Grêmio.

Ele quer o Campeonato Italiano pela Lázio.

É um pecado?

Os dirigentes do Grêmio depositaram em juízo o dinheiro que assegura ao clube gaúcho 50% dos direitos federativos da Barbie, como é conhecido.

Mas pouco importa ao atacante.

Ele já afirmou que sua mulher deseja viver na Itália.

Clássica desculpa esfarrapada.

Jogador fica onde quer, a mulher o acompanha.

As duas diretorias rivais tomam a mesma postura.

Querem romper com o São Paulo e com a Lázio.

Dizem que foram traídas porque os clubes negociaram direto com os jogadores.

E isso é pecado mortal.

Ainda mais com o contrato vigente.

Os clubes cansam de romper contratos todos os dias.

Ninguém é bandido, traidor.

O futebol e a vida seguem o mesmo caminho.

Acabou o amor ou surgiu alguém mais interessante é melhor ir embora.

A época de casar com a primeira namorada acabou.

Grêmio e Inter precisam analisar se vale a pena manter jogadores descontentes no elenco.

E se foram mesmo traídos de nada adianta queimar o sofá.

O melhor é se livrar de quem os traiu.

E cobrando o preço mais caro possível.

Aí sim é a hora do troco...

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