divulgação212 Se não fosse Sandro Meira Ricci, o Fluminense não estaria tão desesperado agora...
Sandro Meira Ricci mudou mesmo o Campeonato Brasileiro.

Se ele não tivesse marcado o pênalti inexistente em Ronaldo, aos 42 minutos do segundo tempo de ontem, Cruzeiro e Corinthians teriam empatado em 0 a 0.

Acontece que Sandro errou, marcou e pênalti.

Relembrando, Ronaldo recebeu a bola no peito, de frente para o árbitro.

Gil entrou para a disputa pelo alto.

O atacante mal sentiu a presença do zagueiro e se desmanchou no gramado gritando.

Intimidado, o juiz assinalou a penalidade.

Ronaldo fez gol.

O lance refletiu não só no Pacaembu, mas também no Engenhão.

O Fluminense passou a não poder empatar contra o Goiás para não ceder a liderança ao Corinthians.

Por obra e conta de Sandro Meira Ricci.

O time de Muricy Ramalho entrou pressionado.

E esteve abominável, irreconhecível.

Afobada, tensa.

Como se não tivesse meio de campo.

A bola tinha de chegar a Fred e Washington da maneira mais rápida possível.

Chutões e chuveirinhos.

Chuveirinhos e chutões.

Nem sombra de estratégia.

Muricy Ramalho só sabia reclamar de laterais, faltas não marcadas no meio de campo.

Ele não tentou nenhuma reengenharia tática.

Uma velha acusação de parte dos conselheiros são-paulinos que defendem até hoje sua demissão: a insistência nas bolas aéreas.

Faltou infiltrações, trocas de posições, tabelas, ataques em bloco.

Marcação por pressão.

O empate contra o vice lanterna e virtual rebaixado mostrou bem o que foi o jogo.

Ponto final?

Não.

Porque graças ao erro de Sandro Meira Ricci essa partida grotesca do Fluminense não teria o peso que teve.

A dor foi maior.

A decepção, mais profunda.

Largou a liderança para o Corinthians, o time que ganhou de presente um pênalti.

Sandro Meira Ricci.

Esse nome se tornou muito importante neste centenário coritiano...

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