3reproducao10 Palmeiras bipolar vence o Peñarol em pleno Uruguai. Quando foi covarde, perdia por 2 a 0. Bastou ter coragem, respeitar a sua camisa e virou o jogo por 3 a 2. Esta instabilidade de Eduardo Baptista não tem cabimento. Ao final da partida, uma pancadaria premeditada pelos uruguaios...
O Palmeiras foi dois no Uruguai. O primeiro tempo foi de um time acovardado, montado sem a menor estrutura tática, com os jogadores desorientados. Não por acaso, o time de Eduardo Baptista saiu perdendo do Peñarol por 2 a 0. Sem dar sequer um chute a gol.

No segundo tempo, o treinador palmeirense corrigiu seus erros absurdos. Colocou o time como muitas vezes treina, com coragem, no 4-3-3. Com William e Tchê Tchê. Resultado: virou a partida para 3 a 2.

Conseguiu vitória fundamental que o deixou praticamente classificado para as oitavas de final da Libertadores. O clube está disparado na liderança do grupo 5, com dez pontos em quatro partidas. Já é possível até em conseguir a melhor campanha na fase de grupos.

Foi uma das vitória mais bipolares dos últimos anos.

No final do jogo, os uruguaios correram para cima de Felpe Melo. Queriam agredi-lo por sua promessa de dar tapa na cara de uruguaios no Uruguai, quando foi apresentado no Palmeiras. Todo o elenco do Peñarol, praticamente eliminado da Libertadores, correu para cima do volante. Os jogadores palmeirenses o defenderam. Mas houve troca de socos, pontapés. O portão de acesso ao vestiário do time brasileiro estava fechado no estádio "Campeão do Século". AS seguranças do Palmeiras tiveram de arrebentar a tranca.

A direção do Palmeiras havia previsto a confusão.

E acertaram ao levar 19 seguranças.

Foram eles que evitaram algo muito pior.

Willian e Fernando Prass foram agredidos.

Felipe Melo acertou socos no reserva Mier.

O clima de guerra no gramado contaminou a arquibancada.

E a torcida do Peñarol tentou de todas as formas pegar a minúscula torcida do Palmeiras que estava no estádio. Sem a proteção da polícia, os torcedores conseguiram proteger o portão. E os uruguaios não conseguiram invadir o espaço dos torcedores palmeirenses.

Foi lamentável...

521 Palmeiras bipolar vence o Peñarol em pleno Uruguai. Quando foi covarde, perdia por 2 a 0. Bastou ter coragem, respeitar a sua camisa e virou o jogo por 3 a 2. Esta instabilidade de Eduardo Baptista não tem cabimento. Ao final da partida, uma pancadaria premeditada pelos uruguaios...

"Começou lá na nossa arena. Depois do jogo eles foram para cima, chamaram o Felipe, o Keno, de macaco. O capitão foi, pediu desculpas para o Felipe, falou que não ia acontecer mais. Eu até falei: 'Felipe, eles só estão disfarçando. No Uruguai, o pau vai quebrar", havia previsto e avisado os companheiro e a diretoria, Fernando Prass.

O clima seguiu tenso na coletiva de Eduardo Baptista.

O técnico do Palmeiras fez um grande desabafo, com direito a vários socos na mesa, palavrões. Era a pura imagem do descontrole. Deixando claro que não suportava mais tanta pressão por sua demissão.

"Algumas coisas colocaram sobre a minha pessoa que vão além do campo, além da parte tática. Eu escutei de uma pessoa importante, um cara de que sou fã, que o Róger Guedes jogou contra a Ponte porque o Mattos escalou, que eu era um treinador maleável. Eu sou um cara sério, batalhei para estar aqui e exijo respeito. Essa pessoa não falou a fonte. O Willian não jogou contra a Ponte porque ele ficou uma semana sem treinar, foi treinar quatro horas antes.

"Se cobrou tanto em 2014 que os treinadores estudassem, e estou vendo um monte de treinador surgindo. As pessoas têm de ter responsabilidade. Se tiver a fonte, fala a fonte, fala quem falou. Você pode questionar uma substituição, uma escalação, eu respeito. Mas vocês conhecem a minha família, me conhecem como homem, conhecem meu pai, e eu respeito vocês.

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"Falar mentira, falar que eu sou maleável, isso é ofender o homem. Você não foi leal! Fala quem foi a fonte! Quando você dá uma notícia, fala a fonte, fala de onde veio! Porque você está falando com um cara sério aqui dentro, que dá a vida trabalhando. E não tem mimimi, não tem briga, não tem porra nenhuma! Pode falar o que for, pode criticar o que for.

"Futebol hoje está parecendo revista de fofoca. O futebol está acima e eu procuro estar acima. Chega uma hora que ofende o homem, e eu sou homem para caralho. Escutar isso, e ainda mais de pessoa que eu respeito e sou fã, machuca para caramba. O Willian não jogou contra a Ponte Preta porque não treinou, por isso eu escalei o Róger Guedes.

"Se eu cair, se amanhã eu sair, eu saio de cabeça erguida, saio olhando no olho de cada um. Eu não tenho fontes que não posso informar, minha fonte é o dia a dia, é o trabalho. É muita gente que fala de futebol e não sabe o que diz, aí ataca um homem, ataca um cara como o Felipe, um exemplo como Felipe Melo, um cara profissional. Pode até me criticar, mas eu vou falar, é o momento que tenho para falar. A partir de hoje não adianta perguntar de pressão, se o Róger brigou... Quer falar comigo, pergunta de futebol, senão vai queimar pergunta."

Entre o longo desabafo de Eduardo Baptista e a tocaia premeditada dos uruguaios, por incrível que pareça, houve uma partida de futebol. No primeiro tempo, o Palmeiras acovardado, com três zagueiros, seis jogadores na intermediária e apenas Borja à frente, entregou o controle do jogo para os uruguaios. Tomou um sufoco incrível, desnecessário.

O Peñarol criou oito chances de gol. Marcou dois, Affonso e Arias. Os uruguaios atuavam em um previsível 4-4-2, com marcação alta. Os brasileiros abdicaram de buscar o ataque. E terminaram a primeira etapa com a façanha de não dar sequer um chute a gol. Nenhum, zero. Uma vergonha tanta covardia. Invenção de Eduardo Baptista. Ele não teve tempo para treinar o Palmeiras atuando tão recuado.

No intervalo, fez o simples. Tirou Vitor Hugo e colocou Willian. Enquanto Tchê Tchê entrou no lugar de Egídio, passando Michel Bastos para a lateral. Os papéis foram invertidos. Com o Peñarol atrás, sonhando com contragolpes. O Palmeiras foi muito efetivo. E bastaram 27 minutos. Willian fez dois gols e Mina um.

Outra vez, o Palmeiras vencia o Peñarol por 3 a 2.

O time da casa, praticamente eliminado na fase de grupo, colocaram em ação a tocaia preparada para os palmeirenses. Armada para pegar Felipe Melo, o homem que bateria na cara dos uruguaios, no Uruguai.

Houve uma rápida troca de agressões no gramado após o jogo.

Inclusive com Felipe Melo agredindo Mier.

Graças aos 19 seguranças do Palmeiras não houve uma tragédia.

Inclusive na arquibancada.

 Palmeiras bipolar vence o Peñarol em pleno Uruguai. Quando foi covarde, perdia por 2 a 0. Bastou ter coragem, respeitar a sua camisa e virou o jogo por 3 a 2. Esta instabilidade de Eduardo Baptista não tem cabimento. Ao final da partida, uma pancadaria premeditada pelos uruguaios...

Foi uma vergonha!

Resta torcer para que a corrupta Conmebol se posicionar.

Ao Palmeiras, a torcida que a briga tenha unido o elenco e técnico.

A qualidade dos jogadores pode unir o elenco e o técnico de vez.

Basta Eduardo Baptista não colocar o Palmeiras como time pequeno.

Nunca foi, não é e nunca será...

2reproducao5 Palmeiras bipolar vence o Peñarol em pleno Uruguai. Quando foi covarde, perdia por 2 a 0. Bastou ter coragem, respeitar a sua camisa e virou o jogo por 3 a 2. Esta instabilidade de Eduardo Baptista não tem cabimento. Ao final da partida, uma pancadaria premeditada pelos uruguaios...

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