Parreira, Dunga, Luxemburgo, Dorival Júnior, Leão. Técnicos na prateleira: esperando a melhor oferta…

 Parreira, Dunga, Luxemburgo, Dorival Júnior, Leão. Técnicos na prateleira: esperando a melhor oferta...

De todos os estilos, personalidades, salários.

Treinadores desempregados à vontade no mercado.

Poucas vezes os dirigentes puderam comparar quem possuem comandando suas equipes.

Pensar se são melhores dos muitos que estão por aí, esperando apenas um telefonema.

Alguns exemplos e características marcantes.

Vanderley Luxemburgo: trocou os títulos por rescisões saláriais.

Ótimo currículo.

Péssimo presente.

Salário: nunca menos do que R$ 500 mil.

Exigência: um ônibus para transportar a enorme Comissão Técnica mais cara do Brasil.

Perspectiva: vitórias não são garantidas, mas presença garantida nas manchetes.

Jornalistas cobrem os clubes que ele trabalha pensando que estão olhando o treinador de dez anos atrás.

Se souberem jogar pôquer, terão melhores entrevistas.

Emerson Leão: tratamento de choque para qualquer clube.

Motivação garantida por um mês.

Depois expira a validade.

E a sanidade de todos que trabalham no clube.

Do presidente ao cozinheiro.

Salário: nada menos do que R$ 250 mil.

Exigência: seu sobrinho Fernando Leão para treinar o time nas muitas vezes em que estiver suspenso.

Perspectiva: brigas com adversários, com imprensa, com repórteres mulheres, com o presidente do próprio clube.

Visitas garantidas ao STJD e a delegacias.

Jornalistas que cobrem o clube onde ele for trabalhar devem praticar vale tudo para se prevenir.

Dorival Júnior: formador de grupos vencedores e dedicado professor de creche.

Suporta quase tudo das crianças, menos palavrões.

Salário: valorizado, de R$ 400 mil para cima.

Exigência: seu auxiliar e bedel de crianças mimadas, atiradoras de isotônicos, Ivan Izzo.

Perspectiva: trabalho sério e sem conchavos com presidentes que ficam reféns de patrocinadores.

Jornalistas não podem folgar ou dormir, as melhores notícias são depois dos treinos, na concentração.

Ricardo Gomes: zen, paciente, amigo dos inimigos.

Não há confusão nos grupos que forma.

Até porque é democrático ao extremo.

Todos os palpites são bem-vindos.

Salário: R$ 250 mil e não se fala mais nisso.

Ou melhor, se os dirigentes quiserem falar, baixa a pedida.

Exigência: arroz integral e suco de maracujá para todos.

Inclusive durante os jogos.

Perspectiva: trabalho honesto.

Mas é melhor não se iludir...

Se os jornalistas tiverem brigado com a esposa ou com os chefes, Ricardo Gomes os acalma...

Mário Sérgio: pensa que toda equipe que assume é a Seleção da Holanda de 1974 renascida.

E os jogadores devem atuar em todas as posições.

Ao mesmo tempo.

Não tem um esquema tático.

Tem 15.

Salário: R$ 150 mil e ' vamos que vamos'.

Exigência: ter o direito de afastar quem bem entender.

Colocar para treinar em separado até o presidente do clube.

Perspectiva: duas primeiras partidas excelentes.

O problema é depois, quando briga com metade do elenco.

E a outra metade não entende seu esquema tático.

Jornalistas precisam saber profundamente estratégia de futebol.

De xadrez, basquete e corrida de cavalos.

Tite: consegue empolgar a todos com a promessa do grupo que vai formar.

A esperança de ter o melhor time de todos os tempos costuma durar um mês.

Salário: aceita R$ 250 mil mensais sem impostos.

Exigência: dicionários sempre à mão.

Só é feliz quando fala pelo menos três palavras que ninguém entende, muitas vezes ele mesmo, nas suas surreais entrevistas.

(E foi assim, sem entender o que ele falava, que empresários o levaram para o Al Wahda, dos Emirados Árabes.

Lá não haverá problemas. Ninguém entende ninguém.)

Perspectiva: muita empolgação no começo do campeonato e quase certa desilusão no final.

Jornalistas e jogadores não devem se espantar se não entendem o que ele fala.

Milhares já viveram essa situação e sobreviveram.

Antônio Lopes: elencos que aos poucos vão perdendo a confiança, graças às broncas do delegado.

Salários: R$ 150 mil, sem impostos.

Perspectiva: trabalho raivoso, clima tenso, todos desconfiados de todos.

Jornalistas preparados para longas discussões e acostumados a proibições costumam se destacar.

Se entenderem o linguajar de uma delegacia, aí se dão bem.

Mas não podem ser X9.

Parreira: quer trabalhar com grupos fortes.

Sofreu muito na África do Sul.

Cansado de sofrer, pretende agora só se divertir com futebol.

Recusou o Flamengo.

Está de olho no Barcelona.

Quer ensinar Guardiola que o gol é um detalhe.

Salário: bem acostumado, R$ 400 mil, sem impostos.

Perspectiva: liberdade para o elenco, esquema tático simples: oito jogadores se desdobrando para que dois atacantes consagrados andem em campo.

Jornalistas que tenham lido o livro Formando Equipes Vencedoras, lançando às vésperas da Copa de 2006 serão melhor tratados....

Dunga: prepara grupos de jogadores que enxergam na imprensa o grande mal da existência na Terra.

Salário: R$ 250 mil, sem impostos.

Perspectiva: muita concentração, muita raiva acumulada do mundo.

Jogadores dispostos a resolver no kung fu uma partida que estejam perdendo.

Jornalistas carecas parecidos com Alex Escobar devem trabalhar com máscara de futebol americano.

E dois seguranças...

http://www.youtube.com/watch?v=g2j2JXiuNhk

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Quem te viu, quem te vê, demitido Vanderlei Luxemburgo…

agenciaestado23 Quem te viu, quem te vê, demitido Vanderlei Luxemburgo...

Os olhos vermelhos.

A voz embargada.

A demissão por telefone.

O senhor de 58 anos encarou a realidade.

A goleada por 5 a 1.

Os R$ 6 milhões da multa rescisória não mudarão sua vida: é milionário.

Talvez não paguem a tristeza de ser apontado como derrotado, decadente.

Ele envergonhou não só a torcida do Atlético Mineiro, mas quem o viu por décadas ser um vencedor.

Foi um homem que trabalhou muito.

Conseguiu ter o respeito do Brasil todo.

Quem não sonhou ter Wanderley Luxemburgo de treinador.

Antes era assim: com w e com y.

Sua idade era outra.

Tudo mudou por causa da CPI do futebol.

Ele tinha a Seleção Brasileira principal e a olímpica nas mãos.

Foram tantas as acusações, a pressão.

O escárnio, as gozações...

Renata Alves...

Depois de um vexame na Olimpíada de Sydney foi demitido.

Perdeu a chance de levar a Seleção para a Coreia e o Japão.

Felipão levou e foi pentacampeão.

Enquanto isso, Luxemburgo depois de uma grande depressão tentou se reerguer.

Fez um trabalho brilhante no Cruzeiro.

Outro no Santos.

Foi para o Real Madrid e foi traído pelo despreparo e pela fraca Comissão Técnica que escolheu para acompanhá-lo.

Sim, sua cara Comissão Técnica sempre foi fraca.

Mas era formada por homens que não o questionavam, pelo contrário, insistiam que ele é o melhor técnico do mundo.

Fora outros funcionários que só têm duas funções na vida: a primeira bajulá-lo.

A segunda vigiar quem ousa falar mal de Luxemburgo.

Não bastasse o fracasso no Real Madrid, ele resolveu criar um instituto de futebol.

Por videoconferências, ele ensinaria como trabalhar nos quatro cantos do Brasil.

O Instituto Wanderley (sim, ele estava com saudade do w e do y) Luxemburgo foi um fracasso.

Envolvido em mil atividades, não teve como acompanhar o trabalho dos seus sócios no instituto.

Outra decepção.

Depois surgiu Palmas.

E a proposta para sair candidato a senador.

Outra situação mal encaminhada que não deu em nada, a não ser expor sua ambição.

Veio o Palmeiras, da Traffic, do seu irmão Jota Hawilla.

A Libertadores, o fracasso.

A demissão por insubordinação por causa de Keirrison.

Belluzzo o desmoralizou dizendo que queria mandar no clube mais do que o presidente.

Voltou para o Santos prometendo a Libertadores.

Outro retumbante fracasso.

Foi tentar ser cabo eleitoral de Marcelo Teixeira.

Com a derrota na eleição do seu presidente, Luís Álvaro o baniu da Vila Belmiro.

Nenhum clube paulista, carioca ou gaúcho se manifestou.

Só o Atlético Mineiro do empolgado Alexandre Kalil.

Se encantou com a possibilidade financeira do banco BMG.

Montou o time que quis.

Escolheu jogadores rodados, vividos.

Mas vaidosos e sem a menor ligação com os clubes que defenderam.

Para eles tanto fazia jogar de preto e branco, amarelo, roxo, verde.

O importante era o alto salário no final do mês.

Luxemburgo ganhou de presente o Campeonato Mineiro, quando Adílson Batista resolveu escalar um Cruzeiro reserva nas semifinais.

Ele estava preocupado com a Libertadores.

O resultado óbvio foi a conquista do Campeonato Mineiro, competição de dois clubes.

Depois de toda a festa, veio o Brasileiro.

E a verdade cruel.

O Atlético Mineiro é caro, formado por jogadores que detestam marcar e adoram ser tratados como estrelas.

E com péssimo preparo físico.

Luxemburgo fazia de conta que não via os sinais.

Ele nunca mexeria no seu preparador físico de confiança, Antônio Mello e sua caixa de areia.

O time foi perdendo, perdendo, perdendo.

A cada derrota, a confiança dos jogadores foi diminuindo.

Luxemburgo parecia ter perdido o encanto.

Sua neurolinguística não funcionava.

Ele gritava na hora errada e conversava quando não deveria.

Responsável pelos jogadores caros que trouxe, ele não tinha como sacá-los do time.

O Atlético Mineiro de Luxemburgo foi a equipe que mais perdeu no Brasileiro.

Conseguiu a façanha de vencer seis vezes, empatar três.

E ser derrotado 15 vezes.

A última, ontem, que culminou com sua demissão foi deprimente.

O time se escancarou contra o Fluminense.

Tomou gols infantis, típicos de equipes mal orientadas.

Jogadores experientes corriam como se estivessem em uma excursão pela praia e não lutando para salvar o Atlético Mineiro.

O Fluminense misturou piedade com falta de pontaria.

5 a 1 foi um placar acanhado demais para quem viu a partida.

Para quem não viu foi uma goleada vergonhosa.

O placar é mesmo chocante: o milionário Atlético Mineiro de Luxemburgo goleado por 5 a 1.

Depois, o telefonema de Alexandre Kalil ao diretor de futebol Eduardo Maluf.

Por telefone, Luxemburgo estava na rua.

Envergonhado, se despediu dos jogadores.

A demissão virou uma constante na sua carreira.

Cruzeiro, Real Madrid, Palmeiras, Atlético Mineiro.

É um profissional em plena decadência.

Suas palestras não funcionam, não motivam mais ninguém.

Parece um mágico amador em um congresso de mágicos profissionais.

Só durou tanto tempo no Atlético Mineiro por causa do seu passado vitorioso.

Mas o último título importante que ganhou foi em 2004, o Brasileiro com o Santos.

Depois alguns estaduais e só.

O pior em tudo isso é que existe uma pessoa muito iludida.

Ele mesmo.

A amigos, nos seus jantares com gente importante da imprensa, ele dizia que ainda seria o treinador do Brasil na Copa do Mundo de 2014.

Muita gente concordava apenas para não perder o amigo que aprendeu a escolher vinhos tão bem.

A paixão pelo pôquer também o complicou.

Perdia horas importantes jogando quando poderia estar estudando o que fazer com seu time.

Mas quem ousaria questioná-lo.

O que é mais lamentável é que Luxemburgo tem uma visão privilegiada de futebol.

Deus lhe deu esse dom.

Mas infelizmente não lhe deu a visão para se cercar de pessoas competentes.

Nem a humildade.

Ele vive de afagos diários no seu ego.

É uma compensação pela vida dura que teve como jogador ruim.

"Só ficou tanto tempo no Flamengo porque era um craque no carteado", revelou Zico.

Luxemburgo saiu do Engenhão prometendo fazer uma reciclagem, ver onde está errando.

Se ele tiver coragem de se livrar de muita gente que o cerca ele estará dando o primeiro passo certo.

Depois, largar o pôquer.

Não usar nunca mais a palavra com que se enrolou nos últimos anos: manager.

Parar também de apelar para esse tal de 'projeto'.

Viver o dia a dia do futebol.

Voltar a ter fome de conquistas.

Parar de arrotar vinho de R$ 5 mil a garrafa.

Querer mostrar para o mundo o quanto é sofisticado com seus ternos importados.

Esquecer o botox.

E se voltar para o dom que Deus lhe deu.

Se preocupar apenas em treinar uma equipe.

Comer de bandejão com os jogadores.

Não querer calar cada crítico seu.

E sim não dar motivos para crítica.

Ter uma vida mais espartana.

Eu pessoalmente tenho saudade do homem apaixonado por futebol que conheci no Bragantino.

Às vésperas da final do Campeonato Paulista de 1990, contra o Novorizontino de Nelsinho Baptista.

Entusiasmava a todos que fossem entrevistá-lo.

Queria vencer na vida, decorar cada plano tático dos melhores times do mundo.

Sonhava que as suas equipes seriam as mais ofensivas do Brasil sem serem vulneráveis.

Tanta dedicação se refletia em campo.

Foi um técnico brilhante.

Pena no que se transformou: alguém sem foco, sem conteúdo, sem paixão pelo futebol.

Envelhecer lhe fez muito mal.

Ainda mais cercado de inúteis sanguessugas.

Os mesmos que hoje de manhã estão lhe dizendo o quanto foi injustiçado no Atlético Mineiro.

Fazem isso com medo de perder a sua melhor fonte de renda.

Mas fica o conselho de um ácido crítico do homem em quem você se transformou, Vanderlei.

Volte a olhar as fotos amareladas do homem de cabelo black power, camisa aberta e medalhão no peito.

Esqueça a breguice das roupas.

Preste atenção no brilho dos olhos.

Aquele homem sabia o que queria da vida.

Bem diferente desse que saiu demitido por telefone do Engenhão...

Depois de uma humilhante goleada por 5 a 1 para o Fluminense.

E passou esta madrugada em claro, de tanta vergonha...

http://www.youtube.com/watch?v=a62maWloQHQ

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Por doença cardíaca, a família de Belluzzo o proíbe de tentar a reeleição no Palmeiras…

gettyimages34 Por doença cardíaca, a família de Belluzzo o proíbe de tentar a reeleição no Palmeiras...

No Palmeiras não se fala em outra coisa.

A família do presidente Belluzzo não vai permitir, 'nem em sonho' que ele concorra à reeleição.

O dirigente estava indeciso.

Mas muito pressionado por sua ala política.

Ele não poderia passar para a história com o dirigente que não conseguiu nenhum título.

Com Belluzzo na presidência, o Palmeiras não venceu um campeonato.

Apaixonado pelo clube ele se preparava para a sonhada volta por cima no novo mandato.

Só que o dirigente andava nervoso demais.

O clube endividado, contratações caríssimas com a de Kléber, Valdívia e Felipão.

Dificuldade para liberar a reforma do Palestra Itália.

Time não rendendo em campo.

E veio o cateterismo e a internação no hospital Sírio Libanês para a revascularização do miocárdio.

Não há previsão para alta.

Os familiares decidiram: Belluzzo não concorre à reeleição de jeito algum.

Essa tomada de posição provocou uma corrida eleitoral.

Salvador Hugo Palaia garante que será canditato na vaga de Belluzzo.

Gilberto Cipullo também quer a chance de representar a situação.

Seraphim del Grande também se mostra interessado.

Paulo Nobre também quer ser presidente.

Assim como Roberto Frizzo, representante de Mustafá Contursi.

A situação mais preocupante é com Luiz Felipe Scolari.

Seu contrato altíssimo de R$ 700 mil mensais foi fechado por dois anos e meio com Belluzzo.

O sonho era que ele permanecesse treinando a equipe enquando durasse o segundo mandato do presidente.

Mas a doença cardíaca mudou toda a cena.

A eleição deve acontecer logo no início de 2011.

Uma perigosa guerra política se avizinha do Palmeiras...

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Neymar: o castigo de Mano. E o medo do seu empresário da desvalorização…

reuters241 Neymar: o castigo de Mano. E o medo do seu empresário da desvalorização...

Da mesma maneira qe o blog acertou sobre a não convocação de Neymar hoje, há duas outras certezas.

A primeira é a de que o jovem jogador tem a ordem de mudar.

Não dos seus familiares.

Não dos dirigentes do Santos.

A eles, o jogador não escuta, não obedece.

Mas de Wagner Ribeiro.

Seu empresário sentiu o baque.

Ele trabalha com o empresário israelense Pini Zahavi.

Graças a ele, que foi braço direito de Kia Joorabchian, Ribeiro entra com facilidade no mercado inglês.

Eles levariam Neymar para o Chelsea.

A dupla tem a noção da enorme desvalorização de Neymar com o episódio Dorival Júnior.

A repercussão foi imensa.

Nem tanto entre a imprensa, já que Neymar é apenas uma jovem promessa brasileira, mas entre os dirigentes europeus.

Passou  o tempo do interesse em bad boys.

Contratar jogador que xinga treinador e time inteiro por não bater um pênalti não vale a pena investir.

Seja a reencarnação de Pelé misturado com Maradona e Garrincha.

Contratar um jogador que faz um treinador dizer 'ou eu ou ele' não compensa.

Tudo que era ruim ficou pior com a não convocação de Mano Menezes.

Mais desgaste da imagem.

Que adianta ser o melhor e ficar no Brasil vendo embarcar jogadores piores para a Seleção?

Neymar teve uma conversa séria, definitiva de Ribeiro.

E ficou claro que ou ele muda ou o seu futuro será, no máximo, times pequenos da Europa.

Vendido por muito, mas muito abaixo da absurda multa de R$ 101 milhões do novo contrato.

O garoto percebeu que pode perder a vida de rei.

Para que isso não aconteça, mudará seu comportamento.

A começar com o twitter.

Com a superexposição.

Ele que só gosta de falar quando tudo está bem, vai se calar mais ainda.

Será 'blindado'.

Só dará entrevistas para órgãos de imprensa nos quais confia e que não lhe criticam.

Os demais que aproveitem coletivas.

A outra certeza vem da CBF.

Se Neymar se comportar de verdade e só jogar futebol, estará na próxima convocação.

A que realmente valerá algo: o amistoso de novembro diante da Argentina no Catar.

A não convocação de hoje foi apenas um leve castigo.

Um aviso do que pode vir pela frente.

Mano Menezes também não está disposto a ficar penteando o cabelo moicano do garoto rebelde.

Castigo que, para Wagner Ribeiro, pode ser traduzido como desvalorização, prejuízo...

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Andrés Sanchez: Dorival Júnior não merecia essa insinuação…

gettyimages221 Andrés Sanchez: Dorival Júnior não merecia essa insinuação...

Como é bom jogar as coisas no ar...

Falar sem se expor.

Andrés Sanchez resolveu entrar na delicada e cansativa questão entre Dorival Júnior e Neymar.

Disse que os jornalistas não sabem 20% do que aconteceu de verdade.

E respondeu com toda a convicção que há um clube por trás do "endurecimento" do treinador em relação à punição do jogador.

Ao afastamento do atacante contra o Corinthians.

"É claro que tem."

Perguntado se era o São Paulo, o dirigente sorriu, não falou nada e se afastou.

Pronto.

Essa é a fórmula.

Andrés Sanchez não falou nada.

Mas comprometeu a todos.

Se Dorival Júnior realmente assinar o contrato com o São Paulo ficará eternamente a dúvida.

Teria o treinador recebido um convite e arrumou uma briga para sair do Santos?

Pela índole do técnico, isso é inconcebível.

Até porque a equipe foi campeã paulista, da Copa do Brasil e estava classificada para a Libertadores.

A retidão da carreira de jogador e de treinador de Dorival desmente Andrés.

O presidente do Corinthians tem uma profunda e escancarada mágoa do São Paulo.

Desde a história dos 10% dos ingressos destinados à torcida do Corinthians em um clássico no Campeonato Paulista.

Aliás, isso já vem de antes.

Ele nunca se conformou com a postura, de acordo com ele, "arrogante" da direção do São Paulo.

Ouvir que por muitos anos o clube foi o mais moderno do país.

Faz questão de dizer entre amigos que rivais são Palmeiras e Santos.

O São Paulo é inimigo.

Além disso, é amigo pessoal de Luís Álvaro.

Agindo como agiu, ele preservou o presidente santista.

O que o dirigente corintiano fez ontem na Vila Belmiro foi desnecessário.

Colocou sob suspeita a carreira de Dorival.

E buscou estremecer a relação entre Santos e São Paulo.

Ele não afirmou claramente nada.

Apenas jogou no ar.

Insinou.

Se as pessoas entenderam o óbvio que Dorival teria conversado antes com o São Paulo e provocou a briga com Neymar porque quis, é problema das pessoas.

Uma postura absurda.

Inaceitável.

Se ele sabe de algo concreto, fale abertamente.

Caso Andrés tenha um mínimo de consciência, vai perceber que sua atitude não foi a de um presidente do Corinthians.

Foi apenas o comentário de um torcedor, sem a menor responsabilidade.

E que pode refletir por toda a carreira de um profissional sério como Dorival Júnior...

Por que será também que Andrés não comentou nada sobre o terceiro gol corintiano de ontem?

Aquele, irregular...

Ele sabe qual...

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Os indícios estão em todos os lugares: Dorival cada vez mais perto do São Paulo…

kassab Os indícios estão em todos os lugares: Dorival cada vez mais perto do São Paulo...

Há indícios de todos os lados.

Conselheiros ligados a Juvenal Juvêncio.

Pessoas ligadas a Sérgio Baresi.

Confidentes de Dorival Júnior.

Os contatos estão avançados e são muito favoráveis.

Na próxima semana, o São Paulo deve ter novo comandante.

Rogério Ceni, voz fundamental para tudo acontecer no Morumbi, já deu o seu aval.

Dorival Júnior abriu mão de uma briga pelos R$ 2 milhões da rescisão contratual do Santos para ficar livre.

Para qualquer clube que aparecesse.

Muito inteligente, mesmo no ápice da crise com Neymar, ele soube ler o cenário atual.

Credenciado como atual campeão paulista e da Copa do Brasil, seu nome seria mais do que óbvio para assumir o São Paulo.

Com salário compatível com o clube.

Livre, leve, solto e campeão.

Bem ao contrário do pretendido Paulo Autuori.

A postura firme de Dorival em relação a Neymar agradou muito Juvenal Juvêncio.

Ele não quer um treinador refém de jogadores.

Sejam eles quem forem.

O São Paulo deve agir rápido.

As sondagens estão mais do que fortes.

Baresi, amigo particular de Dorival Júnior, sabe que deverá fazer parte da Comissão Técnica.

Sendo seu auxiliar e homem de ligação entre a categoria de base e o time principal.

Tendo por isso um bom aumento.

Apesar de Dorival manter seu auxiliar e amigo fraterno Ivan.

O mesmo que teve de ser contido por três seguranças para não agredir Neymar por desrespeitar Dorival.

Empresários já levaram ao ex-treinador santista a possibilidade de trabalhar no Japão.

Ele disse não.

E outro, famoso em São Paulo, disse para ficar atento a um time que capenga em Belo Horizonte.

Cujo treinador tão famoso quanto decadente pode perder o emprego nesta sexta-feira.

Mas Dorival Júnior tem um alvo fixo: o Morumbi.

Ele quer definir essa situação o mais rápido possível.

A atração é mútua.

O caminho está aberto.

Talvez até nas próximas horas aconteça a definição.

O início de um novo ciclo na vida de Dorival Júnior e na do São Paulo.

Há a esperança de classificação ainda este ano para a Libertadores.

E para isso, o clube precisa de um treinador de verdade...

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O melhor ataque do Brasileiro agradece a ausência de Ronaldo. Aquele atacante dos dois gols no Brasileiro…

 

ronaldocomcaradebobo O melhor ataque do Brasileiro agradece a ausência de Ronaldo. Aquele atacante dos dois gols no Brasileiro...

O Corinthians é líder disparado e o time com o melhor ataque do Brasileiro.

Marcou 43 gols.

Quantos marcou Ronaldo?

Dois.

Esses singelos números explicam que o time já está mais do que acostumado a atuar sem ele.

Outra vez ontem na Vila Belmiro.

Todos mandaram parabéns pelos seus 34 anos.

Mas ninguém lamentou sua ausência.

O Corinthians aprendeu, não depende e, silenciosamente, torce para que Ronaldo não jogue.

O time veloz, de toque de bola, deslocamento no ataque, muda completamente.

Com ele parado na frente, a defesa adversária tem muito menos trabalho.

Os jogadores e Adilson Batista sabem disso.

Mas não irão confirmar nunca.

Ou melhor, quando encerrarem suas carreiras.

O importante hoje é fazer o melhor supermercado possível ao final do mês.

E Ronaldo significa mídia, dinheiro de patrocinador.

Ele que continue fazendo seu papel: treinando bastante e jogando muito pouco.

O melhor ataque do Brasileiro agradece.

Bem baixinho, para ele não ouvir, mas agradece...

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Convite para você, Zezé Perrela. Vamos protestar na CBF hoje? O Ceará foi prejudicado contra o Cruzeiro…

divulgação32 Convite para você, Zezé Perrela. Vamos protestar na CBF hoje? O Ceará foi prejudicado contra o Cruzeiro...

Caro presidente do Cruzeiro, Zezé Perrella.

Espero que o senhor me acompanhe até a CBF hoje.

Vamos protestar contra a arbitragem de Cláudio Francisco de Lima e Silva.

Como o senhor disse na semana passada, após os erros de Héber Roberto Lopes, tudo que quer é o Brasileiro sem influência dos juízes.

E ontem em Sete Lagoas, o senhor sabe que o Cruzeiro foi favorecido.

Vou dar até o benefício da dúvida no pênalti para o seu time.

O chute de Henrique estava indo para o gol quando a bola parou o braço de Oziel.

Montillo, o melhor jogador do campeonato bateu com grande talento e marcou.

Mas o gol do Ceará, aos 42 minutos do segundo tempo, foi absolutamente legal.

Marcelo Nicácio veio livre, de trás da zaga, e empatou a partida.

Só que o árbitro resolveu anular o lance.

Inventou um impedimento.

O senhor bem sabe que esse impedimento foi absurdo.

Conhecendo tão bem as regras do futebol, lógico que o senhor não pode acordar feliz.

Nem o segundo gol argentino do seu time, de Farias, vai deixar sua consciência em paz.

Vamos para a CBF.

O Cruzeiro foi favorecido.

Pode ter ganho dois pontos a mais do que merecia.

E tenho certeza de que o senhor está disposto a devolver esses dois pontos que vieram com a vitória.

Espero uma ligação para confirma o encontro na sede da CBF...

Lógico que esse convite é irreal.

Serve apenas para lembrar Zezé Perrella que o nível dos árbitros brasileiros é muito baixo.

O prejudicado de ontem é o favorecido de hoje.

Basta reconhecer.

Ou só vale lembrar do árbitro quando é prejudicado?

Quando é favorecido o melhor é se calar?

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Taí Luís Álvaro, Neymar jogou como você queria. Valeu perder o técnico, só para mostrar que é você quem manda?

mickey rourke in sin city mickey rourke 3549360 800 600 Taí Luís Álvaro, Neymar jogou como você queria. Valeu perder o técnico, só para mostrar que é você quem manda?

Enquanto se recuperava da operação plástica, Luís Álvaro assistiu ontem ao clássico.

Já sem as bolsas embaixo dos olhos que lhe envelheciam, o presidente viu a derrota do seu Santos.

Mas teve o prazer de se certificar que, quem manda é ele.

Neymar esteve na Vila Belmiro.

Não interessa se não alterou o destino da derrota santista.

E, apesar do gol, teve uma participação tímida no jogo.

Nem que se recusou a comemorar o gol com a torcida, já que foi vaiado ao entrar no gramado.

Muito menos se detonou o planejamento que estava dando certo com Dorival Júnior.

Ganhar o Campeonato Paulista, a Copa do Brasil.

Muito menos garantir a vaga do Santos na Libertadores de 2011.

O interessa é quem manda no clube.

E essa pessoa é Luís Álvaro

O Santos perdeu.

Neymar tomou uma punição insignificante: multa salarial e ficar de fora da partida contra o Guarani.

Ele xingou o treinador, o capitão do time, desrespeitou o clube.

A única lição que tirou é que faz o que quer no clube.

É tão forte que um técnico foi mandado embora.

Como o recauchutado Luís Álvaro queria, Neymar jogou contra o Santos.

O time perdeu a partida.

Deixou o rival Corinthians escapar na liderança.

A briga pela Tríplice Coroa, ganhar o Paulista, a Copa do Brasil e o Brasileiro.

Mas isso não importa.

Não tem mais Dorival Júnior.

Isso não conta.

O que vale é a vontade de Luís Álvaro.

Como diria Geninho, técnico do Sport, analisando a demissão de Dorival Júnior.

"Que agora venha um palhaço ou um marionete para dirigir o time.

É isso que o Santos quer..."

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Mano Menezes. Na sua primeira saia justa, a tendência é não convocar Neymar para a Seleção amanhã…

 

reuters331 Mano Menezes. Na sua primeira saia justa, a tendência é não convocar Neymar para a Seleção amanhã...

A demissão de Dorival Júnior por causa de Neymar refletiu diretamente na CBF.

Mais precisamente na sala de Mano Menezes.

O treinador da Seleção termina a lista de jogadores que convocará amanhã.

Chamará 23 atletas para amistosos ou treinos, não há definição ainda.

Só em relação ao período: a Seleção Brasileira ficará entre os dias 6 e 13 de outubro na Europa.

Mano havia condicionado a convocação de Neymar a uma conversa que teria com Dorival Júnior.

O treinador do Selecionado tinha a certeza de que Dorival poderia reclamar, mas avaliaria a chamada do atacante.

E tudo terminaria bem.

Só que, com a demissão de Dorival Júnior e a postura lamentável de Neymar contra o Atlético Goianiense, a situação mudou de figura.

O técnico ficou mesmo chocado com os palavrões que o garoto dirigiu ao treinador.

Ao capitão do time, Edu Dracena.

E com sua reintegração ao elenco para o clássico contra o Corinthians pela diretoria.

Mano sabe que a opinião pública está contra o jogador mimado pelos dirigentes santistas.

Se ele convocar Neymar, como gostaria, pode estar avalizando esse tipo de comportamento.

Algo que Ricardo Teixeira deixou muito claro que não gostaria que acontecesse na Seleção.

Ainda o trauma de Ronaldo, Adriano e Roberto Carlos na Copa de 2006...

Mano já foi aconselhado a se poupar e a poupar a própria Seleção não levando Neymar.

Seria um desgaste desnecessário.

O amistoso importante no calendário do Brasil é contra a Argentina, em novembro, no Catar.

Até lá tudo deve estar muito mais calmo.

E Neymar menos exposto.

A convocação acontecerá amanhã às 11 horas no hotel Intercontinental, no Rio.

A tendência, hoje, quarta-feira, às 19 horas, é a de que Mano não chamará Neymar.

Até para servir como uma lição ao jovem atacante.

A de que tudo que ele fizer de errado no clube  refletirá na Seleção Brasileira.

A tendência é essa.

Para valer, a situação é a primeira saia justa de Mano.

O técnico sabe que se não convocar o jogador será questionado.

Se chamá-lo também terá de dar inúmeras explicações.

E fingir que não viu o que o jogador fez com Dorival Júnior.

Com o argumento de preservar o menino de 18 anos...

E o ambiente da própria Seleção...

Mano está pendendo para a não convocação.

Talvez seja uma lição que Dorival quis dar ao menino, mas os dirigentes santistas não deixaram...

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