Silvio Santos avisa que, apesar da quebra do Panamericano, vai pagar o Corinthians…

divulgação993 Silvio Santos avisa que, apesar da quebra do Panamericano, vai pagar o Corinthians...

Entre as inúmeras pendências que obrigaram o banco Panamericano a tomar R$ 2,5 bilhões de empréstimo, está o Corinthians.

Silvio Santos resolveu investir R$ 7 milhões na camisa do clube durante o ano do centenário.

O contrato vale até fevereiro de 2011.

Os dirigentes corintianos ficaram muito preocupados quando souberam das dificuldades do banco.

Não sabiam se teriam trabalho para receber o que haviam combinado com os representantes de Silvio Santos.

Mas receberam do próprio comunicador a certeza de que cumprirá o acordo.

Continuará pagando os cerca de R$ 580 mil mensais até fevereiro.

Inteligente, Silvio sabe muito bem o quanto seria uma propaganda negativa dever ao Corinthians, a Ronaldo.

Mas há enorme chance de o contrato não ser renovado.

Silvio Santos não gosta de futebol, mas foi convencido de que deveria investir no clube no ano do seu centenário.

Sonhava com a conquista da Libertadores e convocação de Ronaldo para a Copa.

Nada deu certo.

Então, chegou a hora apenas de cumprir a palavra.

Pagar o que deve, esquecer o Corinthians e tratar dos inúmeros problemas do Panamericano...

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Diego, sinônimo de falta de personalidade e prejuízo a clubes europeus…

divulgação832 Diego, sinônimo de falta de personalidade e prejuízo a clubes europeus...

Em 2002, o Santos atropelou de maneira absoluta o ótimo Corinthians montado por Parreira.

E ganhou o Campeonato Brasileiro.

Muito além das 16 pedaladas de Robinho, quem acompanhou aquela final tinha uma certeza: se Diego não estivesse machucado e deixado o campo cedo, seria muito mais fácil a conquista santista.

Em uma analogia tosca, Diego e Robinho em 2002 estavam para Neymar e Ganso em 2010.

Muita gente apostava todas as fichas no meia.

Ele iria muito mais longe do que o habilidoso atacante.

Seria um jogador completo.

Muito melhor preparado para as exigências européias.

Mas bastou pisar fora da Vila Belmiro, que vieram, ao mesmo tempo, dinheiro e decepção.

Foi assim logo de primeira, quando o Porto aceitou pagar 7 milhões de euros, cerca de R$ 16,5 milhões, no jovem meia.

Bastaram duas temporadas e a desagradável sensação da desilusão.

Ele não se firmou sequer como titular.

Mostrou em Portugal a característica que é seu principal defeito como jogador: falta de personalidade.

Ao longo dos anos, Diego vem sempre se omitindo nos momentos decisivos.

A direção do Porto não se perturbou em perder um milhão de euros na hora de revendê-lo.

Foi ao Werder Bremen por 6 milhões de euros, cerca de R$ 14 milhões.

Os portugueses ficaram felizes da vida em se livrarem dele.

Seu fraco rendimento era fraco de avaliar.

Ele não era o meia artilheiro e tão habilidoso como os dirigentes esperavam.

Em dois anos de Porto, foi titular apenas 22 vezes e marcou só oito gols.

No Werder, Diego viveu seu melhor momento na Europa.

Em um bom time e com total apoio dos dirigentes, se transformou em jogador de referência.

Era responsável por ditar o ritmo da equipe em campo.

Mas tinha bons jogadores para dividir a cobrança da diretoria, da torcida e da imprensa.

Acabou até marcando 38 gols em 84 partidas.

Sua moral era enorme.

Várias equipes grandes européias quiseram contratá-lo.

A Juventus da Itália resolveu pagar mais.

Nada menos do que 24,5 milhões de euros.

Quantia assustadora: R$ 57,5 milhões.

Na Itália, a sua participação foi um fracasso.

Não mostrou nem sombra do futebol objetivo do Werder Bremen.

Intimidado, tenso, inseguro, Diego não suportou a pressão.

Ele foi comprado para ser o maestro da equipe.

Sucumbiu.

Logo caiu para a reserva e lá ficou.

Suportou apenas uma temporada.

E marcou míseros cinco gols.

Um, dois, três, quatro, cinco...

Lógico que a Juventus iria repassá-lo.

Duro foi encontrar interessados.

A saída foi o futebol alemão.

E a direção do Wolfsburg, impressionada com a passagem dele no Werber Bremen, aceitou pagar 15 milhões de euros.

Para a nossa moeda: R$ 35 milhões.

Ou seja: a Juventus teve um prejuízo de nove milhões e meios de euros e, tudo bem.

R$ 22 milhões que o clube italiano jogou no ralo.

Tudo os dirigentes não desejavam era seguir pagando um salário milionário ao decepcionante brasileiro.

Para variar, Diego embolsou mais uma vez uma porcentagem da venda e luvas.

Está mais do que milionário, aos 25 anos.

Só que suas fracas atuações o fizeram ser esquecido pela Seleção Brasileira.

Perdeu moral, deixou de ser visto como um meia talentoso, completo, como quando surgiu no Santos.

Se tornou um jogador comum, esforçado e com alguns lampejos de talento.

E se transformou em um atleta triste.

Aquela empolgação, os sorrisos constantes ao lado do seu 'irmão' Robinho ficaram no passado.

Diego é apenas mais um jogador brasileiro rico que decepcionou dirigentes e levou prejuízo ao Porto e à Juventus.

Embora apenas jovem, seu nome é 'queimado' entre os empresários europeus.

A imagem que conseguiu firmar no Exterior é péssima.

A de atleta sem coragem de se impor no grupo.

Alguém que não nasceu para ser protagonista, apenas coadjuvante.

Uma pena.

Principalmente pelo jogador que parecia que iria se transformar...

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Gordo, R$ 600 milhões na conta, Juliana Paes nos braços. E a certeza que roubará a cena contra o Cruzeiro. Esse é e sempre foi Ronaldo…

gettyimages1111 Gordo, R$ 600 milhões na conta, Juliana Paes nos braços. E a certeza que roubará a cena contra o Cruzeiro. Esse é e sempre foi Ronaldo...

Ninguém no mundo soube aproveitar os holofotes como Ronaldo.

Ninguém.

Nem mesmo Beckham, com suas tatuagens, pose de galã e voz de Pato Donald...

Nem com o reforço da mais danada das Spice Girls...

Ou Cristiano Ronaldo, aquele que não pensa ser filho de Deus, mas, na verdade,o Próprio...

Aos 34 anos, gordo, cansado, cheio de dores, ele que é a estrela da partida de amanhã entre Corinthians e Cruzeiro.

E não abre mão disso.

Sente necessidade de atenção, de estar no foco dos comentários.

Isso lhe nutre.

Parece um vampiro de manchetes.

O seu ex-assessor de imprensa, Rodrigo Paiva, e o staff da Nike lhe ensinaram como se comportar.

Usar a criatividade, ir além.

Nos cerca de dois anos que viveu contundido, Ronaldo precisava estar em cena.

E dá-lhe viagens como representante da Unicef.

Passando por áreas massacradas pela guerra.

Dando pontapés em amistosos de países inimigos.

Na ativa,fez de tudo.

Até ser o homem da Copa de 1998.

Quem não relaciona aquele Mundial à convulsão de Ronaldo?

Quatro anos depois foi cruel, se vingou do mundo.

Cortou o cabelo igual Cascão, para judiação de milhares de crianças que o imitaram em 2000.

Até mesmo quando não quis, o mundo falou de Ronaldo.

Tornou Daniela Cicarelli a inimiga númerlo um do País com seu tumultuado casamento em um castelo francês.

E ainda mais ao final dele, quando ela resolveu levar o namorado para as águas espanholas.

Daniela se tornou vítima não só do machismo como dos admiradores de Ronaldo.

Sua carreira como apresentadora perdeu toda a força por causa de sua inesquecível indiscrição.

Todos os homens se sentiram como Ronaldo observado a ex-esposa se esfregando no namorado na praia espanhola.

Impossível não olhar para Daniela e não pensar na situação.

Ronaldo quando estava para acertar com o Flamengo se envolveu na estranha história com os três travestis.

O mais atrevido deles, não pode ser mais ouvido porque morreu.

Vale a pena recordar o Pops Drinks, bordel em Presidente Prudente, que ele tornou mais do que conhecido?

Não, chega de mundo cão.

Vale a pena citar as novidades de Ronaldo.

Pela primeira vez ele escancarou que seu patrimônio gira em torno de R$ 600 milhões.

E confirmou que está propenso a trabalhar como vilão de um filme que Márcio Garcia.

Como sua estrela é absurda, terá a dura missão de contracenar com Juliana Paes.

Foi revelado também que ele usa meias de compressão embaixo do meião.

Aquelas meias que as avós costumam colocar para diminuir a terrível dor das varizes.

Quanto mais seguros estiverem os músculos das pernas do gordo atacante, melhor.

Ajuda a prevenir contusões.

Ronaldo sabe que 2011 será o último ano de sua carreira.

E quer aproveitá-lo da melhor maneira possível.

A começar por dar o Brasileiro no ano do centenário, ainda em 2010...

Por enquanto, aquele que deveria ser o ano da festa, está sendo o ano da frustração.

Amanhã ele sabe que o Brasil inteiro estará de olho nele.

Mais do que ninguém, Ronaldo de obrigação de decidir a partida.

Ainda mais porque há a possibilidade de ter Dentinho e Jorge Henrique correndo por ele.

O time jogará mais uma vez para que possa mais uma vez ser o personagem principal de um jogo.

Por isso, a inovadora coletiva que deu no Corinthians.

Com a câmera do seu computador voltada para ele mesmo, sendo transmitida para milhares.

Ronaldo não vive sem a luz de uma câmera.

E tem aproveitado como ninguém esses momentos para roubar a cena.

Posa como quem sabe que sua missão amanhã é destroçar o Cruzeiro diante da torcida corintiana.

E não perturba com a tarefa.

Pelo contrário, procura posar para as fotos.

Quer é estar nas manchetes.

E isso ele terá a vida inteira.

Trabalhou e conseguiu: é o maior jogador midiático da história.

Para o bem e para o mal.

Impossível gostar de futebol e não falar de Ronaldo.

Dá-lhe, Gordo...

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Cuca cansou de seus medos. E quer provar. Contra o Corinthians de Ronaldo, no caldeirão do Pacaembu…

gettyimages12 Cuca cansou de seus medos. E quer provar. Contra o Corinthians de Ronaldo, no caldeirão do Pacaembu...

Cuca se segurou.

Traumatizado por suas tumultuadas, complicadas passagens pelos clubes cariocas.

Lá mostrou uma inconstância assustadora.

Passava de vilão a herói como quem trocava de camisa.

Neurótico, supersticioso, cismado.

Inteligente, psicólogo, ousado.

Chorão, incompreendido.

Os adjetivos e as campanhas se altervavam em uma constância nunca vista.

Conversando com vários jornalistas cariocas é impossível chegar a alguma conclusão.

Alguns o amam.

Outros nutrem uma severa restrição: a tensão exagerada na hora da decisão.

Cuca seria possuído pelo medo da derrota e só por isso ganhou um campeonato em 12 anos de carreira: o Carioca de 2009, com o Flamengo.

Sua postura exageradamente passiva irritava os dirigentes.

Sempre deu espaço até demais para os líderes das equipes que treinou.

Que deponha a diretoria do Fluminense.

Depois do milagre nos jogos finais de 2009, quando o time foi salvo do rebaixamento, os créditos não foram dados a Cuca.

Ficaram para Fred.

Foi como se o atacante tivesse comandado o time e Cuca assistido de longe.

Uma enorme injustiça.

Tanto que foi demitido sem dó quando os dirigentes tiveram a chance de contratar Muricy.

Foi uma surpresa enorme entre empresários e mesmo dirigentes do próprio Cruzeiro, quando Zezé Perrella resolveu apostar nele para comandar o clube mineiro.

O elenco já era forte e havia a promessa de novas contratações.

Assim, Cuca teve nas mãos um time extremamente técnico, ofensivo por natureza.

Montillo mostrou como é gostoso comandar atacar, dominar o adversário jogar para marcar gols...

O treinador sempre adorou montar times para contragolpes em velocidade.

Ao chegar em Belo Horizonte, ele foi tratado com tanto respeito que não esperava.

E se deu conta da sua importância.

Acentuada com o fracasso de Vanderlei Luxemburgo no rival Atlético Mineiro.

E Cuca foi mudando.

Parece ter aprendido a se valorizar, a exercer o papel reservado a quem é treinador do Cruzeiro.

Não um técnico que caiu no folclore popular por proibir que o ônibus que carregue o time que treine dê marcha ré, 'para não trazer má sorte'.

Nem parece ele ao falar sobre o Cruzeiro para a imprensa paulista.

"Nem venham com essa conversa de que o meu time estará satisfeito só com a Libertadores.

Vamos para o Pacaembu para ganhar do Corinthians.

O meu time é o que mais vence fora de casa em todo Campeonato Brasileiro.

Não aceito que venham falar que a Libertadores é o nosso grande prêmio.

De jeito nenhum.

O Cruzeiro não fica nada a dever para Corinthians, Fluminense, meu filho.

É um dos maiores times do Brasil, é preciso respeitar.

Sobre o meu trabalho?

Eu posso dizer que peguei o Cruzeiro em 11º lugar, havia acabado de ser eliminado da Libertadores.

Onde está agora?

Brigando a cada ponto pelo título.

Respeito o Corinthians, ainda mais jogando no Pacaembu, mas é bom que nos respeite.

Vamos para decidir o título sabemos o quando vale a vitória.

E é isso que vamos buscar em São Paulo.

Repito: o Cruzeiro é um clube grande, não fica nada a dever ao Corinthians.

Nada..."

Quem te viu, quem te vê, Cuca...

É essa postura que os dirigentes, a mídia e os torcedores querem.

Indecisão não combina com treinador de um dos maiores clubes da América Latina.

Que venha o Corinthians de Ronaldo, amanhã...

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Mano Menezes vai disputar a Copa América da Argentina para ganhar. E se livrar da sombra de Felipão…

gettyimages23 Mano Menezes vai disputar a Copa América da Argentina para ganhar. E se livrar da sombra de Felipão...

O sempre perigoso futebol paraguaio.

O equatoriano evoluindo de forma intensa, puxado pela organização e pelo dinheiro da LDU.

E os franco-atiradores venezuelanos.

Esse é o grupo B, o do Brasil na Copa América de 2011, na Argentina.

Será o primeiro compromisso oficial de Mano Menezes.

O teste inicial para a avaliação pública, e de Ricardo Teixeira, de quem interessa.

Ele terá de provar ter estrutura psicológica para levar o Brasil para a Copa de 2014.

Ficarão escancarados os seus critérios de convocação.

E o seu discurso de resgatar o futebol brasileiro é para valer.

As suas palavras e os primeiros amistosos contra equipes fracas foram animadores.

Teixeira e a opinião pública se mostram aliviados depois do furacão Dunga e Jorginho no comando da seleção brasileira na Copa.

Enquanto Dunga está exilado no interior do Rio Grande do Sul, Jorginho sente a dor de um fracasso mais recente, no Goiás, com um pé e meio rebaixado para a Série B.

Nas coletivas que deu, Mano evitou se aprofundar em relação à Copa América.

Ele não quis valorizar antecipadamente a competição.

Espera estar valendo o salvo-conduto para voltar de terras argentinas até sem o título.

Confiou em Teixeira, com fez Falcão em 1991, na Copa América do Chile.

Ele também foi obrigado pelo presidente da CBF a reformular a seleção, depois do fracasso na Itália.

Não pôde chamar nenhum dos jogadores que envergonharam o Brasil com Lazaroni.

Só que o seu assessor de imprensa colocou fogo no ambiente não dando privilégios a conhecidos órgãos que se sentem até hoje donos da Seleção.

O vice campeonato foi a desculpa perfeita para a demissão do insubordinado Falcão.

Mano é muito mais esperto, político.

Mostrou no Parque São Jorge o quanto sabe compor com quem manda.

Sua proximidade com Andres Sanches foi assustadora.

A ponto do presidente corintiano chorar ao cedê-lo para a Seleção.

O irônico foi que Andres o indicou pensando até no futuro.

Ele já está articulando como pode para assumir a CBF, com a saída anunciada de Teixeira em 2014.

Mano é tão esperto que levará uma seleção renovada para a Argentina.

Mas pontuada com jogadores experientes, rodados.

Júlio César, Maicon, Kaká, Robinho, Lúcio e até Ronaldinho Gaúcho poderão ser chamados.

Basta Mano querer.

Ele vai para ganhar, tirar o doce da boca do argentinos.

Sabe que permissão para o Brasil perder competições oficiais é balela.

Enquanto estiver disputando amistosos, as convocações seguirão por um caminho.

Depois, quando for para valer, elas seguirão por outro.

Por isso, Mano se tornou um dos treinadores que mais conversam com Ricardo Teixeira.

O técnico joga aberto e passa horas mostrando o porquê das suas decisões.

Teixeira está encantado.

Toda vez que encontra Andres Sanches agradece pela indicação de Mano.

Para começar a reconquistar os torcedores que perdeu com a Copa da África, a Copa América de 2011.

Paraguaios, equatorianos e venezuelanos que se cuidem.

O Brasil será Brasil na Argentina.

Com a permissão de Ricardo Teixeira, em um trabalho magistral de amarração feito por Mano Menezes, o político.

Até porque ninguém pode treinar a Seleção e dormir tranquilo, sabendo que Felipão estará livre da Silva em 2012...

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Valdivia: a previsão é que jogará apenas nas finais da Sul-Americana. Ou apenas em 2011. Contra o Goiás, o time não precisa dele…

divulgação92   Valdivia: a previsão é que jogará apenas nas finais da Sul Americana. Ou apenas em 2011. Contra o Goiás, o time não precisa dele...

Por ordem do presidente em exercício, Salvador Hugo Palaia, os médicos do Palmeiras se calaram.

Felipão também recomendou: primeiro a ressonância magnética, avisar à Federação Chilena de Futebol que Valdivia não enfrentará o Uruguai na próxima quarta-feira, se reunir para analisar o prazo de recuperação.

E só falar para a imprensa amanhã.

Palaia e Felipão estão juntos na revolta pela situação do meia chileno.

Por que ele consegue fazer todos os testes, chutar, driblar, dividir no dia anterior e no jogo envergonha toda a Comissão Técnica pedindo para sair nos primeiros minutos da partida?

Contra o Atlético Mineiro ontem foi o recorde, apenas nove minutos para sentir a contusão na coxa esquerda.

O choro de Valdivia já denunciava algo de que se suspeitava.

A lesão piorou.

Se transformou em estiramento.

A preocupação dos médicos hoje à noite era imensa.

Porque o trabalho deles está sendo colocado em xeque.

O Palmeiras gastou cerca de R$ 14 milhões para ter o meia.

Ele, Kléber, Marcos Assunção, Marcos e Deola são os jogadores com maior potencial no clube.

Com ninguém confirmando oficialmente, a previsão é que o meia só deverá estar recuperado para as finais da Copa Sul-Americana.

Se o Palmeiras se classificar.

Vai jogar contra o Goiás, que acaba de eliminar o Avaí, vencendo por 1 a 0.

O chileno não é considerado fundamental nestas semifinais contra o time de Arthur Neto.

Há a certeza de que o clube chegará à decisão da Sul-Americana.

O problema é o adversário, que pode ser a forte LDU.

Aí, Valdivia seria fundamental.

Se falou muito sobre o meia hoje no Palmeiras.

Inclusive se ele estaria se cuidando como deveria – aos 27 anos e com um contrato de cinco.

Os médicos palmeirenses não suportam mais tanto vexame.

Foram três as vezes em que Valdivia sentiu sua contusão e deixou os jogos mais cedo.

Ele se contundiu no dia 15 de outubro, contra o Universitario de Sucre.

Saiu com 36 minutos de jogo.

Se submeteu ao tratamento para cuidar da distensão na coxa esquerda.

E depois passou a conseguir jogar cada vez menos.

34 minutos contra o Corinthians, 18 diante do Atlético Mineiro em Minas Gerais e 16 ontem, no Palestra Itália, diante novamente do Atlético Mineiro.

Felipão já adiantou aos médicos que Valdivia deve parar o tempo que for necessário.

Inclusive se tiver de voltar no próximo ano, não haverá problema.

Tudo que ele não quer é um novo vexame.

A ressonância já foi feita, mas o pacto entre os médicos e Felipão é claro.

Diagnóstico oficial, só amanhã.

Mas conselheiros importantes garantem que Valdivia, só nas finais da Sul-Americana...

Ou talvez nem isso...

Sobre escalar time misto no restante do Brasileiro, Scolari foi direto.

"Não me encham o saco com isso.

Todos sabem quem prejudicou quem nos anos passados.

Eu tenho a língua grande, sou capaz de falar.

Vou fazer o que for melhor para o Palmeiras.

O resto não me interessa."

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Armero roubado em R$ 94 mil na Itália. Está apavorado, quer voltar ao Brasil ou à Colômbia. A Europa não é um pedaço do céu na Terra…

divulgação Armero roubado em R$ 94 mil na Itália. Está apavorado, quer voltar ao Brasil ou à Colômbia. A Europa não é um pedaço do céu na Terra...
Em 2006, a Seleção estava em Weggis, na Suíça.

Era a preparação antes do Mundial da Alemanha.

Um grupo de cerca de 50 jornalistas brasileiros da imprensa escrita a acompanhava.

Eu estava entre eles.

Trabalhávamos em uma improvisada sala de imprensa.

Estávamos na Suíça.

De onde escrevíamos era impossível ver os treinamentos.

Tínhamos de ir para a arquibancada acompanhar os treinamentos.

A bagunça foi absurda.

Cansamos de mostrar o quanto foi errada a decisão de deixar uma empresa promover uma feira brasileira em Weggis.

Os treinamentos da Seleção eram um show à parte.

Tinham seus ingressos cobrados.

A torcida gritava tanto que Parreira não conseguia se fazer ouvir pelos atletas.

Um circo.

Com direito a torcedora invadir o treino para agarrar Ronaldinho Gaúcho.

E jogadores frequentando boates até 5 da manhã.

Mas em Weggis aconteceu algo que não importou ao mundo.

O jornalista Zé Gonzales, que trabalhava no Lance e o fotógrafo André Feltes acreditaram que a Suíça era a Suíça, país perfeito com que sonhamos.

E deixaram seus computadores no centro de imprensa.

Foram acompanhar de perto as cenas da invasão da ávida torcedora brasileira.

Quando voltaram, perceberam que seus computadores haviam sido roubados.

Foi um golpe em todos nós, jornalistas brasileiros, que acreditávamos estar em pedaço do céu na Terra.

Me lembrei da situação ao saber de Pablo Armero.

Sim, aquele lateral da Seleção Colombiana que foi uma enorme decepção no Palmeiras.

E que será lembrado apenas pelo 'Armeration', triste variação do já terrível Rebolation.

Armero parecia alguém sendo eletrocutado comemorando os gols palmeirenses.

Ele foi atuar na Udinese.

Está há dois meses na Itália.

Um colombiano saiu do Brasil e foi para Udine, que deveria ser mais um pedacinho do céu na Terra.

E lá teve a sua casa invadida por ladrões.

Foi roubado em 40 mil euros.

Cerca de R$ 94 mil.

Chocado com o que aconteceu, ele pretende voltar para a América do Sul.

Brasil e Colômbia para Armero são lugares muito mais seguros do que a Itália.

Empresários garantem que vários casos parecidos já aconteceram com jogadores brasileiros de renome.

Mas eles resolveram se calar para não se 'queimarem' nos seus clubes.

Só um deus inca poderá explicar porque atletas deixam sempre grandes quantias nas suas casas.

Fica a lembrança para quem acredita que saindo do Brasil tudo é diferente.

Que a a violência e a desonestidade resolveram parar aqui.

Suíça, Itália, Brasil, Colômbia, Estados Unidos, Haiti...

O problema é o mesmo: a oportunidade faz o ladrão...

(Uma empresa fabricante de máquinas de café decidiu dar novos computadores aos jornalistas em 2006.

Poucas vezes na vida vi colegas tão constrangidos na foto oficial da reposição das máquinas...)

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Desta vez, Luxemburgo não tem culpa. A torcida atleticana deveria cobrar de quem o manteve como técnico: Alexandre Kalil…

gettyimages254 Desta vez, Luxemburgo não tem culpa. A torcida atleticana deveria cobrar de quem o manteve como técnico: Alexandre Kalil...

A torcida do Atlético Mineiro está preparando várias manifestações contra Luxemburgo.

Na partida de sábado, o foco das organizadas está em tentar humilhar o ex-treinador.

Pela Internet a combinação.

A promessa de chamá-lo de mercenário.

Escrever faixas lembrando o seu hobby, o carteado.

E ofensas mais fortes, que não valem a pena serem mencionadas.

Desta vez os torcedores estão errados.

Não é culpa de Luxemburgo se com ele o Atlético Mineiro conseguiu apenas 29% dos pontos que disputou.

Se por 16 rodadas esteve na zona do rebaixamento.

E faltando quatro rodadas para o Brasileiro acabar, ainda está perigosamente ameaçado.

Ou Dorival Júnior teve de abrir mão da Sul-Americana para poupá-los.

Precisam ganhar as quatro partidas que terão pela frente e ainda estão desgastados fisicamente.

Não.

Nada disso é culpa de Luxemburgo.

Ele era o técnico do time.

Um funcionário.

Se ele vendeu o seu famoso 'planejamento', a culpa é de quem comprou.

Quem não teve coragem de perceber que o projeto fracassava.

Que a presença do treinador não era tão efetiva quanto prometera.

Que a sua gigantesca Comissão Técnica discutia bobagens e o time não rendia.

A sua paciência infinita com jogadores pouco comprometidos com o Atlético Mineiro.

Luxemburgo hierarquicamente não era a peça mais alta do clube.

A situação chegou onde chegou por culpa do centralizador presidente Alexandre Kalil.

Ele fez de tudo para não trocar o comando do clube.

Chegou até a sugerir aos seus torcedores caçarem jogadores na atraente noite mineira.

Pensou em trancar os jogadores por 15 dias para começarem a ganhar.

Barateou os ingressos.

Fez de tudo, menos o óbvio.

A falta de atitude de Alexandre Kalil colocou o Atlético Mineiro à beira do abismo.

Luxemburgo não pediu demissão porque acreditava mesmo que o time iria reagir.

Fora a sua excessiva e inexplicável confiança, ele ganhava bem demais para isso.

A vingança dos torcedores atleticanos tem alvo errado.

Luxemburgo era um subalterno.

Poderia ter sido mandado embora bem antes, quando a falta de reação do time era explícita.

Por isso, é injusta a humilhação que os torcedores programam para sábado.

Tudo que aconteceu no Atlético Mineiro sob o seu comando foi permitido.

Quem errou tem nome e sobrenome.

Alexandre Kalil.

Por que os torcedores o poupam?

É mais um enorme mistério entre tantos no futebol brasileiro...

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Robertão, Taça Brasil e Taça de Prata foram mesmo campeonatos brasileiros? Ajude Ricardo Teixeira a se decidir…

Agencia Estado 24 Robertão, Taça Brasil e Taça de Prata foram mesmo campeonatos brasileiros? Ajude Ricardo Teixeira a se decidir...
Um dos assuntos mais controversos do futebol brasileiro.

E, como sempre, quando tem dúvida sobre o que fazer, Ricardo Teixeira vai adiando a decisão.

Um bom exemplo é a famigerada Taça das Bolinhas.

Teixeira fala, fala e não a entrega para o São Paulo como havia prometido.

E nem a dá para o Flamengo.

Só vai deixando o tempo passar.

O mesmo acontece em relação ao Palmeiras, Santos, Cruzeiro, Bahia, Fluminense e Botafogo.

Dirigentes desses clubes pagaram jornalistas para levantar um dossiê.

Neste documento estaria provada a relevância da Taça Brasil, Robertão e Taça de Prata, competições disputadas antes da oficialização do Campeonato Brasileiro, em 1971.

Os clubes querem que essas competições nacionais sejam consideradas e os títulos somados aos atuais.

A Taça Brasil foi disputada entre 59 a 68.

Reunia os campeões estaduais.

O Santos de Pelé a conquistou cinco vezes.

O Palmeiras, duas.

Bahia, Botafogo e Cruzeiro, uma.

Um pouco maior do que o extinto torneiro Rio-São Paulo era o Robertão, Roberto Gomes Pedrosa.

Foi disputado entre 1967 e 1969.

O Palmeiras venceu duas vezes e o Santos, uma.

Em 1970, o Fluminense foi campeão da Taça de Prata, ampliação do Robertão.

No dossiê levantado pelos jornalistas, os clubes campeões eram tratados como campeões do Brasil.

Em 1971, a CBD resolveu zerar o futebol em termos nacionais.

E só levar em consideração o Campeonato Brasileiro.

Haverá uma enorme valorização, principalmente internacional, se esses títulos antes de 1971 passarem a ser reconhecidos pela CBF.

O assunto é discutível, quando se analisa que, para ganhar a Taça Brasil, foram necessárias, em algumas edições, apenas quatro partidas.

Em 1967, o Palmeiras ganhou a Taça Brasil e o Robertão.

Então é bicampeão brasileiro no mesmo ano?

O presidente da CBF pediu um estudo mais aprofundado sobre o polêmico tema.

Ou seja: não resolveu nada.

Adiou a sua decisão.

Deverá anunciá-la quando decidir o que fará com a Taça das Bolinhas...

Ajude Ricardo Teixeira.

Para você, esses títulos devem ser incorporados aos clubes como campeonatos brasileiros?

Não peça para fazer um "estudo aprofundado", por favor...

Vale muito a pena relembrar, ou ver pela primeira vez (clique aqui para ver o vídeo)

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Com Luiz Felipe Scolari é sempre assim, no sufoco. E o que acontece com Valdivia? Não se brinca com R$ 14 milhões…

gettyimages28 Com Luiz Felipe Scolari é sempre assim, no sufoco. E o que acontece com Valdivia? Não se brinca com R$ 14 milhões...
Com Luiz Felipe Scolari é assim mesmo.

A única competição na sua carreira que ganhou sem sofrimento foi a Copa do Mundo.

Gremistas e palmeirenses lembram bem das Libertadores que venceram com ele.

Suspense e tensão a cada jogo.

Foi o que acabou de acontecer no Pacaembu.

Os reservas do Atlético Mineiro provocaram um sufoco no Palmeiras.

Mas perderam por 2 a 0 e foram eliminados da Copa Sul-Americana.

Será o time de Scolari que seguirá na competição, está na semifinal.

Apenas a quatro partidas da Libertadores de 2011.

Dorival Júnior fez questão de levar para São Paulo 22 jogadores.

Estava disposto a colocar seus titulares.

Só que percebeu que os atletas estão no seu limite físico.

Perto da saturação, de contusões.

Resolveu tentar a sorte com os reservas.

E poupar a equipe para o Campeonato Brasileiro, onde a herança de Luxemburgo é maldita.

O time está à beira do rebaixamento.

Aliás, vai encontrar o responsável pelo projeto mais frustrante do país no fim de semana.

O Atlético Mineiro estava muito mais preocupado com a partida contra o Flamengo.

O Palmeiras, não.

A Sul-Americana é a saída para salvar o ano.

Luiz Felipe colocou o que tinha de melhor.

E até quem não deveria por.

Sim, ele mesmo: Valdivia.

Novamente, o chileno sentiu a misteriosa contusão na coxa esquerda.

E logo aos nove minutos do primeiro tempo.

Depois de dar um passe excelente para Tinga desperdiçar o gol, colocou a mão na coxa apontando que a contusão não estava curada.

Transtorno no banco de reservas.

Valdivia ainda ficou se arrastando por sete minutos, esperando por um milagre.

Ele não veio.

O reflexo da bobagem de ter jogado 90 minutos contra o Universitário de Sucre.

Foram 34 minutos diante do Corinthians.

Depois, 16 minutos contra o Atlético Mineiro.

E a briga de Felipão com os "palhaços" jornalistas.

Pois bem, Valdivia sentiu de novo ontem e foi substituído.

Inacreditável o que estão fazendo com um jogador cuja transação custou R$ 14 milhões.

Entrou Lincoln.

O Palmeiras marcou forte a saída de bola do adversário.

Sem talento, mas com garra, força e competitividade.

E foi assim que achou o primeiro gol.

Marcos Assunção bateu escanteio, a bola desviou em Alê, do Atlético Mineiro, e a bola entrou.

Era o Palmeiras saindo em vantagem.

Na primeira partida, em Minas Gerais, havia ocorrido o empate de 1 a 1.

Mesmo contra reservas, a defesa do Palmeiras teve sorte em não sofrer o gol do empate.

Deola fez ótimas defesas, e os atacantes atleticanos perderam chances claras.

No segundo tempo, Dorival Júnior colocou Serginho e Tardelli.

E o pior: o Atlético Mineiro marcando o Palmeiras no seu campo.

Os mais de 35 mil torcedores passaram a respirar com medo.

Os palmeirenses viam assustados a pressão que o time sofria.

A equipe estava perto de sofrer o gol, quando houve um contragolpe.

E a bola caiu no pé do até então improdutivo Luan.

Ele teve tempo de ajeitar a bola, o corpo e bater cruzado: 2 a 0.

Festa verde no Pacaembu.

Outra vitória chorada na vida de Felipão.

Ele poupará seus jogadores no Brasileiro.

Contra o Atlético Goianiense, seus reservas voltarão a campo.

O que importa é preparar seus titulares para os dois jogos da semifinal da Sul-Americana, contra Avaí ou Goiás.

E resolver de vez o estranho problema chamado Valdivia.

É só citar o seu nome para manchar o sorriso aberto do palmeirense.

Alguém está sendo por demais incompetente.

E vai pagar por isso...

Luiz Felipe Scolari sabe o quanto precisa desse chileno...

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