Dorival Junior acordou Diego Souza. E o Atlético Mineiro descobriu que pode trabalhar de manhã. Agora sim, o time merece confiança…

holding the sun Dorival Junior acordou Diego Souza. E o Atlético Mineiro descobriu que pode trabalhar de manhã. Agora sim, o time merece confiança...

O Atlético Mineiro já tirou os aparelhos para respirar.

Que bom poder escrever isso, depois de quase um Brasileiro inteiro vendo o clube brincar com o suicídio.

O time é outro nas mãos de Dorival Júnior.

Uma equipe mais confiante, vibrante, comprometida.

Que descobriu que o dia se divide em duas partes.

Sim, existe a manhã também para os jogadores trabalharem.

E não para a Comissão Técnica ficar dormindo, cansada de 'resenhas' e carteados.

Com Dorival Júnior se trabalhar sério.

Muito sério.

Mais do que os oportunistas gols de Obina, no jogo contra o Santa Fé, pela Sul-Americana, vale a partida de Diego Souza.

É como ele tivesse acordado da hibernação.

Ele e seu preparo físico.

O traseiro avantajado, pesado, diminuiu.

Emagreceu, está recuperando a forma física de um atleta, de um jogador profissional de elite.

Dorival Júnior usou com ele a mesma estratégia que salvou a carreira de Carlos Alberto no Vasco.

"Tive uma conversa franca, sincera com o Carlos Alberto.

Mostrei que ele estava jogando sua carreira fora.

Seu talento.

Muito dinheiro.

E que iria se arrepender para sempre da sua falta de empenho em jogar como poderia."

Assim, simples, direto como uma cotovelada de Anderson Silva.

Não se engane, Diego Souza é tão mimado quanto Carlos Alberto, que também tinha um traseiro enorme.

A estratégia deu certo com os dois jogadores.

E todos perceberam em Belo Horizonte a mudança.

O meia atleticano ainda não é o grande jogador que pode ser.

Mas está tendo lampejos e mostrando muito mais vontade em campo.

Ele é fundamental para a última tentativa de sobrevivência do Atlético Mineiro na Série A.

"Melhorei porque o diálogo voltou por aqui com a chegada de Dorival Júnior", revela Diego.

Ainda está muito magoado com Vanderlei Luxemburgo que havia desistido dele.

Mas o que interessa é que hoje o atleticano tem orgulho ao acordar.

Está vendo em campo jogadores que podem não fantásticos, mas com gana, vontade de vencer.

Com preparo físico.

Há uma razão em acreditar no que parecia impossível com Luxemburgo e sua Comissão Técnica.

A vergonha começa a ir embora.

Sem a necessidade de torcedores agredirem ninguém na noite.

Ou os jogadores ficarem trancados, como em um campo de concentração.

Bastou trabalhar.

Ter um treinador focado e competente.

E afastar quem deveria ser afastado.

Por mais que tenha custado caro.

Já há motivo para tirar a camisa do armário, mesmo tendo um cheirinho de naftalina.

E mostrar que em Minas Gerais não existe apenas um clube, não...

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A decadência do Corinthians não tem fim…E agora, Andres Sanches? Cadê o técnico? Segurança dobrada no aeroporto, com medo da torcida. Esse era o centenário que você prometeu?

AgenciaEstado28 A decadência do Corinthians não tem fim...E agora, Andres Sanches? Cadê o técnico? Segurança dobrada no aeroporto, com medo da torcida. Esse era o centenário que você prometeu?

Adilson Batista e Thiago Heleno foram dormir mais tranqüilos nesta madrugada.

Viram que estão longe de ser os únicos vilões nesta queda livre, na decadência corintiana no Brasileiro.

Seis jogos, 18 pontos disputados.

Dois meros empates, quatro derrotas.

Dois pontos conquistados.

Dezesseis perdidos.

A apatia com que o time acaba de aceitar a derrota em São Januário foi revoltante.

PC Gusmão conseguiu travar os paulistas não dando espaço para a armação no nascedouro das jogadas.

Na intermediária corintiana.

E ainda ganhou na megasena sozinho.

Quem não queria ter pela frente a defesa corintiana marcando em linha.

Os lentos Chicão e William com a colaboração de Alessandro e Roberto Carlos.

Os quatro formando a reta suicida.

Zé Roberto e Éder Luís se aproveitaram e pareciam clones de Usain Bolt.

Sim, caro leitor.

O primeiro gol do Vasco, estava impedido.

Não precisa fazer vodu contra este jornalista.

Zé Roberto estava 30 centímetros à frente.

Mas os vascaínos dominaram a partida e poderiam ter marcado até mais se tivessem ambição.

O incrível gol perdido por Iarley chamou atenção por dois aspectos.

O primeiro, Iarley estava em campo.

O segundo, Danilo, também.

Ele que deveria ser o armador, estava mais escondido que Bin Laden.

Omisso, sem personalidade.

O corintiano deve pegar as fotos de Dentinho, Jorge Henrique e Bruno César, colocar debaixo do travesseiro e chorar de saudade.

Ficou claro que Fabio Carille precisa muito mais do que conselhos de Mano Menezes.

Ele e os veteranos escalaram o Corinthians.

O que parecia perfeito, simples.

Só que futebol de verdade não é como um jogo de botão.

Não adianta espalhar os jogadores como se deveria em campo.

Um time sem alma, sem confiança, sem ousadia e técnica não resolve.

Ou não foi de envergonhar Paulo Maluf o que fez Souza antes e depois da sua substituição.

Primeiro tropeçou nas próprias pernas dentro da grande área e caiu.

Depois, saiu, foi vaiado e mostrou o dedo médio e cruzou os punhos, símbolo da torcida flamenguista.

Sem noção.

A hora é agora de Andres Sanches mostrar a que veio.

Como o presidente conseguiu um estádio para o Corinthians e não tem capacidade de contratar um técnico?

Quando demitiu Adilson Batista, que foi treinador e não retirou a ação de R$ 1,5 milhão contra o próprio clube, o presidente apostava no seu charme.

No poder de convencimento.

Tinha certeza de que dobraria Carlos Alberto Parreira ainda na segunda-feira.

Perdeu, playboy...

Não, nem pense.

O diretor Mário Gobbi, já afirmou textualmente que não entende de futebol ao assumir o cargo,  não conta.

Ele é o último a saber.

O homem do "ah é?"

O Corinthians espera por Andres.

E ele já está pensando em buscar soluções mais fáceis, que estão se oferecendo ao Corinthians.

Os veteranos Antônio Lopes e Joel Santana têm dormido com seus celulares no volume máximo.

O dirigente precisa de uma solução rápida.

Ele precisa da Libertadores.

E ela pode escorregar pelos dedos.

Ah, e Ronaldo postou no twitter que vai jogar contra o Guarani.

A melhor resposta para a expectativa que cerca o retorno do jogador foi de Roberto Carlos.

"A que ele volte feliz, bem e quem sabe também o Ralf se recupere..."

Estava claro seu maior interesse no retorno do volante do que do atacante de dois gols e apenas três jogos no Brasileiro...

Para completar o vexame, a direção resolveu dobrar a segurança no desembarque das 14h30 dos jogadores em São Paulo.

E há a ordem de o ônibus apanhar os jogadores na pista do aeroporto.

Há um enorme medo do encontro com os torcedores corintianos revoltados.

O Corinthians não venceu o Paulista, a Libertadores e agora esta situação no Brasileiro.

Que centenário, hein, presidente Andres Sanches?

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Cota de sofrimento de Parreira já foi demais em 2010…Por isso o ‘agora não’ ao Corinthians…

Runaway Bride by pacsaman Cota de sofrimento de Parreira já foi demais em 2010...Por isso o agora não ao Corinthians...

O que está por trás do não de Parreira ao Corinthians?

Apenas dez jogos no Brasileiro...

Apoio total dos líderes do elenco: Ronaldo e Roberto Carlos, jogadores que lhe devem favores...

Salário de R$ 550 mil líquidos, sem impostos...

Possibilidade de orientar ou até assumir todo o futebol de base do clube...

E manter o mesmo salário...

Contrato até o final do mandato de Andres Sanches, no final de 2011...

O treinador recusou o Corinthians por um motivo muito simples: medo do fracasso.

A sua África do Sul não conseguiu sequer passar da primeira fase da Copa do Mundo.

Mesmo sendo anfitriã.

No seu Fluminense fez campanha pífia em 2009 e passou pela vergonha de ser demitido.

Antes, teve de abandonar a mesma África do Sul, já por perspectivas fracas e problemas familiares.

Para chorar, olhando para trás, a trágica Copa do Mundo de 2006, na Alemanha.

Ou seja:  a última passagem vitoriosa de Parreira foi no próprio Corinthians.

Em 2002, ganhou o Rio-São Paulo e a Copa do Brasil.

Foi vice do Brasileiro, perdendo para o Santos de Robinho e suas pedaladas.

No Corinthians, Parreira redescobriu a alegria de treinar.

Formou um time forte, compacto, veloz.

Dida, Rogério, Anderson, Fábio Luciano e Kléber; Vampeta (Fabinho), Fabrício e Ricardinho; Gil, Deivid e Leandro (Renato).

A torcida o apoiou do início ao final.

Saiu para substituir Felipão, pentacampeão do mundo.

Até o bisneto do pão-duro Parreira estará milionário.

Seu problema não é dinheiro.

Pelo contrário.

É mesmo uma aversão à pressão, ao fracasso.

Ele tem modernas televisões de plasma na sua casa no Rio.

E de lá ele acompanhou os corintianos de pé, pressionando os jogadores no ônibus do Corinthians.

Soube que Adilson Batista caiu por vários motivos, entre eles não receber os chefes das organizadas.

Parreira não tem paciência agora para torcedores, depois do cansativo assédio dos apaixonados pela Bafana Bafana.

Como já tem convite de Andres para organizar as categorias de base corintiana, ele não quer o desgaste agora.

Esperto, sabe que se fracassar para levar o Corinthians ao título ou à Libertadores, não teria prestígio para assumir o posto.

Parreira não quer dor de cabeça até o final deste ano.

Organizar a sua tradicional fórum de futebol no Rio, em dezembro.

E de lá, pensar no seu novo trabalho.

Possivelmente no próprio Corinthians.

Andres Sanches vai observar com muito cuidado o trabalho de Fábio Carille hoje contra o Vasco.

São apenas dez jogos.

Talvez ele possa esperar por Parreira, o homem que não quis arriscar o seu prestígio...

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Os veteranos que estão justificando. E os que estão enganando…

carmenmiranda Os veteranos que estão justificando. E os que estão enganando...

Ronaldo, Deco, Roberto Carlos, Sávio, Fred, Fernandão, Deivid, Maldonado, Felipe, Marcos Assunção, Belletti...

Jogadores com a vida resolvida.

Voltaram do exterior milionários.

No estágio final de suas carreiras.

Podem se dar ao luxo de parar na hora que quiserem.

Em alguns, a sensação é de que jogam por divertimento.

Outros por ego.

Mas são atletas calejados, combalidos.

Suas articulações e músculos já se submeteram a um tremendo desgaste.

Não bastasse o massacrante calendário mundial, surge o alucinado Brasileiro.

Com rodadas em seguida.

Parece feito por um garçom de churrascaria de rodízio perto de fechar, que deixa todas as carnes em cima da mesa.

Por isso, tantas contusões, decepcões...

Planos táticos fracassam porque fazem desses jogadores fundamentais...

O resultado do custo benefício varia.

E muito...

Você acha que ainda vale a pena gastar tanto com veteranos milionários?

Que proveito eles trazem ao futebol brasileiro?

Quem é o melhor?

E o pior?

Quem engana os torcedores?

Quem faz pior e se engana?

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Santos e Internacional. Quem é mais insaciável?

artwork images 89028 360706 ruth orkin Santos e Internacional. Quem é mais insaciável?
Os invejados Santos e Internacional subverteram a ordem natural das coisas.

Embora tenham conseguido o maior objetivo dos clubes brasileiros, a classificação para a Libertadores, os dois se mostram insaciáveis.

Querem o Campeonato Brasileiro também.

Os discursos das duas diretorias em relação à competição nacional não foram levados a sério.

O Santos perdeu Ganso, Dorival Júnior.

Deveria estar preocupado apenas em se reestruturar.

Não expor Neymar.

Já o Internacional tem o Mundial de Clubes chegando por aí.

O recomendável seria poupar seus principais atletas.

Colocar os reservas dos reservas no Brasileiro e focar já no que terá de fazer para buscar o bi mundial.

Só que Luís Álvaro e Vitorio Piffaro quiseram mais.

O interino Marcelo Martelotte e o veterano Celso Roth perceberam que os elencos podem mais.

Até pela aguda incompetência alheia.

E estão brigando a sério pelo Brasileiro.

O confronto entre o campeão da Libertadores e o da Copa do Brasil e do Paulista é para valer.

Os jogadores vão mesmo se esfolar em campo.

É na verdade uma enorme chance para, quem vencer, colar nos líderes.

O Santos assume a postura ofensiva, do time que atuará em casa.

Que tem Neymar fazendo muito bem  o que só o que é pago para fazer: jogar.

A proposta de Martellote, que sonha em ser fixado como treinador, é atacar.

Ganhar os três preciosos pontos do campeão da Libertadores.

E lutar com surpreendente moral pelo título.

Já Roth, que leva seu Inter desfalcado para a Vila Belmiro, armou o que aprendeu na vida: um time para contragolpear.

Com jogadores que deverão disputar as últimas rodadas do Brasileiro, para os titulares brigarem pelo Mundial.

Marquinhos, Derley, Edu e Ilan.

Eles fazem parte do desafogo colorado.

Em compensação o talento de Allan Patrick e Neymar deverão tentar desestabilizar a fortíssima defesa gaúcha.

Dando assistências ao iluminado Zé Eduardo.

O jogo provoca ansiedade até em quem não torce para nenhum dos dois clubes.

Basta gostar um pouquinho de futebol...

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A sutil ajuda do fantasma de Mano Menezes ao Corinthians…

ghost movie A sutil ajuda do fantasma de Mano Menezes ao Corinthians...

O Corinthians tem técnico de seleção brasileira ao seu lado hoje, contra o Vasco.

Não, não é Carlos Alberto Parreira.

É Mano Menezes.

Foi do Parque São Jorge, pelas mãos de Andrés Sanchez, que Mano alcançou o cobiçado cargo.

Além de se sentir em dívida com o clube, ele deixou no Parque São Jorge seu auxiliar de confiança.

Fábio Carille se tornou membro efetivo da Comissão Técnica corintiana.

Foi ele quem observou como Adilson Batista trabalhava.

Bem ao contrário da maneira convencional de Mano.

Não respeitava posições.

Gostava improvisar sem treinar.

Espalhava a insegurança.

Os jogadores já não escondiam seu descontentamento.

E o demonstravam claramente.

A bronca do ex-treinador em Bruno César foi o marco do rompimento.

Diante de todo o grupo, Adilson tirou satisfações com o jovem meia que havia reclamado nos jornais.

Seu pecado: gostaria de jogar onde rende mais.

Do meio para a frente.

A bronca foi tão desmoralizante que Roberto Carlos teve de animar o jogador.

O tiro na têmpora de Adilson saiu do seu punho ao escalar Thiago Heleno contra o Atlético Goianiense.

Dirigentes já haviam pedido para ele não o colocar em campo.

A pressão dos conselheiros e das torcidas organizadas estava enorme.

Além do fraco futebol nos treinamentos.

O treinador quis mostrar personalidade e foi mandado embora.

Fábio só olhou, não podia fazer nada.

Não era o homem de confiança de Adilson

Mas de Mano, sempre foi.

Por isso que recebeu alguns conselhos informais de como escalar a equipe hoje contra o Vasco.

De como se comportar.

Quem cobrar.

Quem incentivar.

A volta pela simplicidade.

Cada um na sua posição.

Sem invenções.

Com muitas trocas de ideias com os líderes do grupo.

Principalmente William.

Os jogadores estão muito aliviados, confiantes.

Sentem o espírito de Mano Menezes presente.

Até na estrutura tática da equipe.

É como se acontecesse um resgate à maneira com que todos gostam de jogar.

E querem ganhar a fundamental partida até para tentar manter Fábio na reta final do Brasileiro.

A experiência com Adilson Batista foi traumática.

Enquanto isso, Andrés está perdendo a paciência com Parreira.

Muito gentil, o ex-treinador da África do Sul está enrolando o presidente corintiano.

A contratação pode ainda sair.

Mas Andres está a ponto de desistir.

Chance para Mano Menezes, perdão, Fábio Carille ficar até o final do Brasileiro.

Hoje, em São Januário, uma prova de fogo.

Para mostrar que apenas a sombra de um ex-treinador é capaz de fazer milagres...

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Dorival Júnior: nome proibido na Vila Belmiro… Para não constranger Abel Braga…

angelina jolie filhos11 Dorival Júnior: nome proibido na Vila Belmiro... Para não constranger Abel Braga...

Chegou até Paulo Henrique Ganso um discreto recado.

Para não elogiar Dorival Júnior.

De preferência nem tocar no assunto sobre o treinador.

Para não expor o presidente Luís Álvaro.

O dirigente não gostaria que a imprensa e a torcida soubessem quanto os jogadores estavam envolvidos com Dorival.

Mesmo Neymar não cansa de repetir para amigos próximos que o maior erro que cometeu foi xingar o técnico, provocar a sua demissão.

Dorival tinha um relacionamento que ia além dos padrões com os garotos.

Os convenceu que mesmo sem Robinho, André e Wesley, o Santos continuaria com o melhor time do Brasil.

Ele via dois problemas com seus melhores jogadores: confiança para Ganso e humildade para Neymar.

Com Ganso ele já havia conseguido enormes progressos.

Com o "Garoto Enxaqueca", ainda não.

Foi ele quem indicou para a diretoria a contratação de Zé Roberto para 2011.

Sua experiência e exemplo deveriam ser fundamentais para a Libertadores.

Os perdões constantes de Dorival Júnior viravam conversas produtivas e incentivo nos bastidores.

Ganso não cansa de dizer que ele foi "um pai", o "melhor treinador que já teve".

Só que o presidente Luís Álvaro quer apagar todo o traço do ex-treinador na Vila Belmiro.

Esquecer que ele foi o treinador no Paulista, na Copa do Brasil.

E ainda mais depois que deixou acertada a vinda de Abel Braga no início do ano.

Mas o dirigente pode fazer o que quiser, não é só Ganso que deseja a volta do treinador.

Se os jogadores pudessem assumir publicamente, o tapete vermelho não estaria esticado para Abel.

Tanto que vários deles conversam longamente por telefone com Dorival.

Um deles é Ganso.

Aí é se percebe toda a falta de sensibilidade do dirigente santista.

O que deseja que não se toque mais no nome de Dorival Júnior...

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Luxemburgo não vai mudar nem com 100 anos…

narciso caravaggio Luxemburgo não vai mudar nem com 100 anos...

Vanderlei Luxemburgo não pode viver sem sarna.

Para compensar os cinco anos em que não vence um título importante, ele vive de promessas.

Sonhou com Belluzzo a conquista da Libertadores no Palmeiras.

Fracassou e acabou demitido.

Voltou para o seu abrigo, o Santos de Marcelo Teixeira.

Prometeu classificar a equipe para a Libertadores.

Foi um vexame sua campanha.

E acabou ajudando na derrota do seu amigo/irmão Marcelo Teixeira na busca pela reeleição.

Foi para o Atlético Mineiro.

Falou em um título nacional.

O que esteve perto de dar certo, se não fosse demitido por Kalil, o rebaixamento para a Série B teria chegado.

Foi mandado embora por telefone, depois da derrota por 5 a 1 para o Fluminense.

Disse que iria se reciclar.

Depois de 12 dias, fechava com o Flamengo.

Bastou o time ganhar uma partida e empatar outra e já choveram promessas de sua boca.

Garantiu que o time será campeão brasileiro de 2011.

Suas promessas já não comovem mais ninguém.

Foi além, botou banca, dizendo que Milton Cruz o procurou para abandonar o Atlético Mineiro e ir para o São Paulo.

Todos no Morumbi negam essa versão.

O discurso de Vanderlei não empolga.

Ele deveria ter aproveitado a demissão do Atlético Mineiro e realmente se reciclar.

Não teve a recepção que esperava na Gávea.

A imprensa carioca questiona demais a sua fórmula de trabalhar.

Suas promessas.

As referências que faz a ele mesmo como vencedor.

O Flamengo empolgou Vanderlei Luxemburgo.

Mas a recíproca não é verdadeira.

Ele recebeu várias críticas na diretoria pelo empate de 2 a 2 com o Avaí.

Seu encanto acabou.

Assim como os títulos relevantes, os nacionais.

O que resta a Vanderlei para estar nas manchetes dos jornais?

O velho truque de prometer uma conquista.

De preferência no final do próximo ano.

Assim assegura o contrato até lá.

Infelizmente para ele, hoje são pouquíssimas pessoas que acreditam nas suas promessas.

Talvez nem ele...

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O entusiasmo e o pacto secreto de Carpegiani com os líderes do São Paulo…

loteria O entusiasmo e o pacto secreto de Carpegiani com os líderes do São Paulo...

Quem o conhecia, como Milton Cruz, está de queixo caído.

Paulo César Carpegiani está feliz como uma criança no seu retorno ao São Paulo.

Ele mudou muito com os anos de ostracismo, de decepções.

Milton Cruz e aqueles mais próximos do novo técnico percebem o quanto ele sabe de futebol.

É impressionante quando se propõe a discutir estratégias, táticas, conceitos de futebol.

"O Carpegiani foi o cérebro do melhor time que o Flamengo montou.

O que foi campeão mundial."

O elogio é de ninguém menos do que Zico.

Foi essa visão privilegiada que o transformou no treinador que levou o rubro-negro à sua maior conquista.

E uma operação mal sucedida no menisco do joelho esquerdo.

Aos 31 anos, ele abandonou o futebol, atuando pelo Flamengo.

Em seguida assumiu o time.

Ganhou a Libertadores e o Mundial Interclubes.

Depois, resolveu ir ganhar dinheiro na Arábia Saudita.

Rodou por vários clubes no país, até ir para o Cerro Portenho do Paraguai.

Fez tanto sucesso que assumiu a seleção do Paraguai na Copa de 1998.

A campanha, excelente.

Eliminado nas oitavas-de-final para a França.

Voltou, teve uma breve passagem pelo São Paulo.

Sempre de fisionomia fechada, guardou enorme distância dos jogadores.

Não havia intimidade entre o treinador e o time.

Faltava amizade.

Não fez sucesso.

Voltou a rodar como um nômade.

Até que o mercado não aceitou mais os seus insucessos.

Ficou dois anos de molho.

De 2007 a 2009.

A principal queixa dos clubes era a falta de diálogo entre ele e os jogadores.

E os inúmeros esquemas táticos que gostava de adotar em uma mesma partida.

Orecesso lhe fez bem.

Voltou mais simples, objetivo.

Foi assim no Vitória, no Atlético Paranaense.

Ele tem muito bem a visão mercantilista.

Trocou a equipe de Curitiba, que lhe pagava R$ 100 mil pelo São Paulo.

Acertou pelo triplo, incluído o filho.

Mas desta vez, chegou mudado.

Mais humano.

Próximo dos atletas.

Suas conversas com os jogadores têm impressionado.

Ele quer resgatar não só o São Paulo, mas a sua própria carreira.

Sabe que o clube do Morumbi é uma das últimas oportunidades de ele mostrar quem é.

E largou aquela bobagem de só ser chamado de senhor.

No Paraguai, ele adorava ser o "'mister" Carpegiani.

Inteligente, fez uma aliança com Rogério Ceni, Fernandão e Ricardo Oliveira, as principais lideranças do time.

Querem o máximo.

Buscar o milagre da Libertadores.

Sem prometer nada a ninguém.

Sem alardear para a própria diretoria.

Depois das duas vitórias seguidas, há luz no horizonte.

A oito pontos de distância do Corinthians, terceiro do Brasileiro.

O grande teste será atropelar o Santos, no clássico de domingo, no Morumbi.

Os jogadores estão entusiasmados.

Mas Carpegiani está muito mais...

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Cuca: esqueça a insegurança. O Cruzeiro é o líder merecido do Brasileiro…

Mudancas Quem mexeu no meu Queijo Cuca: esqueça a insegurança. O Cruzeiro é o líder merecido do Brasileiro...

E o Cruzeiro chegou.

Não de forma empolgante.

Mas pelas beiradas.

Enquanto os holofotes mais poderosos iluminavam Corinthians e Fluminense, por fora os mineiros chegaram ao primeiro lugar.

A arrancada foi impressionante.

Mesmo com Cuca precavido demais, o toque de bola do time se impôs.

O time foi crescendo, ganhando jogos importantes, jogando fora como se estivesse em casa.

Tropeçou.

Mas tropeçou menos neste Brasileiro dos tombos inesperados.

Com rodadas em seqüência devido à Copa do Mundo.

Sem descanso.

A partida de ontem contra o Fluminense foi com gosto de final.

E com o gostinho doce e temperatura fria da vingança.

Ou Cuca não tomou um chute nos fundilhos para que 'limpasse' a área para Muricy Ramalho assumir?

Edcarlos não foi considerado pelos dirigentes como a pior contratação feita nos últimos anos?

Roger não foi a promessa que nunca se firmou.

E Wellington Paulista foi oferecido duas vezes às Laranjeiras e não interessou...

Muricy tinha de fazer seu time reagir.

A goleada sofrida diante do Santos no Rio, desacreditou seu trabalho.

E ofereceu a chance ao Cruzeiro de Cuca lhe roubar a liderança.

Em um dos jogos que serão responsabilizados por haver decidido o Brasileiro, os mineiros foram superiores.

O toque de bola, a troca constante de posição, a sutileza.

Mesmo com o argentino Montillo nos seus melhores dias, o Cruzeiro mostrou que merecia tomar a liderança.

Apesar de sua defesa titubear algumas vezes, criou as melhores chances.

Venceu com mérito.

Com o oportunismo do imprevisível Wellignton Paulista.

Não vale nem a pena comentar o incrível gol perdido por Rodriguinho, quando o Flu tentou o empate na empolgação, mas faltou estratégia.

O Cruzeiro tem elenco e fôlego para seguir líder.

Apenas alguém precisa avisar Cuca que ele é o comandante do elenco.

E passar mais confiança.

Seu discurso é muito inseguro.

Venceu ontem a razão dos seus traumas,o Fluminense, mas continua parecendo com medo de vencer.

Receio de assumir o fortíssimo time que tem nas mãos.

E líder por todo o mérito do Brasileiro.

Depois de tanto sofrimento e descaso da mídia de São Paulo e do Rio, está na hora de o técnico do Cruzeiro bater no peito e assumir com prazer o primeiro lugar.

E não envergonhado, tímido, como se devesse favor a alguém.

O Cruzeiro chegou ao sonhado primeiro lugar.

O sacrifício foi imenso.

Até com incríveis erros da arbitragem, como contra o Botafogo.

Agora precisa de um líder conduzindo a equipe.

Acorda, Cuca.

Deixe de melindres.

Esqueça os traumas.

Ninguém vai lhe dar um inesperado chute nos fundilhos como aconteceu nas Laranjeiras...

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