No Flamengo e no Grêmio a reação veio com o fim da prolixa democracia de Silas. Viva os ditadores Luxemburgo e Renato Gaúcho…

pinochet No Flamengo e no Grêmio a reação veio com o fim da prolixa democracia de Silas. Viva os ditadores Luxemburgo e Renato Gaúcho...

Uma grande lição para Silas e os novos treinadores do Brasil.

Para agradar Vanderlei Luxemburgo, que desta vez não é culpado de nada, os jogadores o elogiavam.

Nas loas ao trabalho do novo técnico, uma crítica escancarada a Silas.

O maior elogio ao técnico atual é uma facada nas costas de quem foi demitido.

Williams fala em aberto sobre o quanto é bom ter um técnico de comando.

Não esconde de ninguém, não disfarça.

Vários outros jogadores, como Renato e Juan, foram no mesmo caminho.

Ou seja: o Flamengo estava indo mal por falta de liderança de Silas.

Os atletas do Grêmio também já haviam deixado claro a mesma situação.

Estão entusiasmados com os gritos de Renato Gaúcho.

Dois times que caminhavam para o rebaixamento respiram hoje graças ao fim do excesso de democracia.

Conversas em demasia têm o mesmo efeito de namorados viciados em discutir a relação.

Não convencem o atleta, cansam, desgastam.

"No Brasil, o jogador gosta de quem mostra o caminho.

Não quer ajudar a escolher junto.

Querem um líder.

Democracia demais atrapalha.

E eu acho que estão certos.

Treinadores ganham para isso."

O resumo é do saudoso Oswaldo Brandão.

Silas, Oswaldinho de Oliveira, Tite, Ricardo Gomes e tantos outros prolixos professores deveriam aprender com o mestre Brandão.

Para evitar constrangimentos, arrependimentos.

Nada de conversa ao pé do ouvido.

Afagos, carinhos.

O que funciona são os gritos, palavrões.

De preferência na frente do grupo.

Passa força, firmeza.

É coisa de macho, não de um teórico fresco.

A lição foi dada.

Tanto na Gávea como no Olímpico.

Renato Gaúcho e Luxemburgo têm mais é que mostrar quem manda no galinheiro.

E viva a ditadura...

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Mano Menezes, o diplomata. Muito além de Ronaldinho Gaúcho, Kaká… Pensa no seu próprio futuro…

4649119 Mano Menezes, o diplomata. Muito além de Ronaldinho Gaúcho, Kaká... Pensa no seu próprio futuro...

Para a opinião pública, Mano Menezes está na Europa com a missão de observar Ronaldinho Gaúcho.

A jornalistas italianos abriu a possibilidade de convocá-lo para o amistoso contra a Argentina, em novembro.

Mas o técnico da seleção está seguindo a cartilha de Luiz Felipe Scolari.

Mano sempre sonhou em ser treinador do Brasil.

E para conseguir ter uma passagem marcante na CBF, ele decidiu seguir vários caminhos que deram certo.

Um dos principais foi o mostrado por Luiz Felipe Scolari.

Felipão conseguiu lotar três passaportes antes da Copa de 2002.

Voou para todos os lados.

Parecia um comissário de bordo.

A fórmula foi simples e eficaz.

Felizes com a observação dos seus jogadores pelo treinador do Brasil, os dirigentes europeus abriam a guarda em jantares, almoços.

E justamente quando estava reunido com a cúpula dos grandes clubes, Felipão jogava seu charme e uma amizade produtiva.

Produtiva porque o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, não é um diplomata.

Tem interesses maiores do que ficar implorando a liberação de atletas no exterior.

Felipão deitou, rolou e teve os jogadores que quis, antecipadamente.

Mesmo fora de data Fifa.

Esse é o caminho de Mano Menezes.

Ele começa agora a construir as alianças que serão importantes até para a sua sobrevivência como técnico do Brasil.

Ela será facilitada com a liberação sem problemas de atletas-chave da seleção.

Não para amistosos sem sentido.

Mas para competições como a Copa América na Argentina.

Olimpíadas de Londres.

Copa das Confederações no Brasil.

Ou ainda os jogos preparativos para o Mundial...

E também, vamos combinar, não faz mal algum para o futuro.

Felipão saltou do Brasil para a seleção portuguesa e para o Chelsea.

Os contatos antes da Copa do Mundo de 2002 ajudaram muito seu progresso como técnico.

O esperto Mano Menezes está indo pelo mesmo caminho.

Há muito mais por trás da conversinha sobre Ronaldinho Gaúcho do que é possível enxergar...

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Souza: nem ameaças de morte o fazem virar as costas para R$ 175 mil por mês…

cutting money Souza: nem ameaças de morte o fazem virar as costas para R$ 175 mil por mês...

Quem, em sã consciência, abriria mão de um salário acima de suas capacidades?

Esse é o dilema mais longo do futebol paulista.

O de Souza.

Desde janeiro de 2009, a oposição corintiana descobriu e fez alarde sobre o seu salário.

Por contrato até o final de 2012, ele tem direito a R$ 175 mil mensais.

Só recebe menos do que Ronaldo e Roberto Carlos no Parque São Jorge.

Sua contratação é tratada como escândalo nacional desde que chegou do Panathinaikos da Grécia.

Ele estava acertado com o Santos.

Mas o Corinthians, a mando de Mano Menezes, atravessou a transação.

E aceitou pagar 3 milhões de euros.

Empresários não entenderam tanto empenho ou tanto dinheiro.

Souza não iria e não disse não.

Seu desempenho foi péssimo no Parque São Jorge.

Mesmo nos treinamentos, ele se mostrou fraco demais.

Muitas vezes não conseguia nem mesmo um lugar entre os reservas.

Quando isso acontecia, ele não se rebelava.

Lembrava do dinheiro depositado na sua conta no final do mês.

Andrés Sanchez tentou de todas as maneiras diminuir o prejuízo.

E há mais de um ano oferece Souza.

Basta a equipe interessada aceitar pagar R$ 87,5 mil mensais: a metade do salário.

O Corinthians paga a outra parte.

Só que cadê interessado a pagar tanto por ele?

Andrés acreditava que Vasco, Goiás ou o seu amado Flamengo aceitaria o negócio.

Estava errado.

E para ficar claro, Souza nunca negou seu amor pelo clube da Gávea.

Assim c0mo Ronaldo.

Ele não merece ser crucificado, acusado de flamenguista.

O atacante cruzou os punhos imitando a torcida organizada do rival do Vasco por pura falta de inteligência.

Quis atingir quem o vaiava e não pensou em quem o pagava.

Repito, ele é tão flamenguista quanto Ronaldo.

Não há mal nisso.

Ou Marcos um dia não gostava do Corinthians?

E Ceni não adorava o Internacional?

O que interessa é que Souza não consegue jogar bem.

Não merece as ameaças de morte que está recebendo.

Ele está em licença, no Rio de Janeiro, com medo de voltar para São Paulo.

Com a enorme agravante que seu pai está se recuperando de um enfarto.

O atacante conversará com Tite e com os dirigentes amanhã.

Há a possibilidade de rescindir seu contrato, ficar livre dos torcedores, do Corinthians.

Mas...

E os R$ 175 mil até dezembro de 2012?

Como virar as costas para esse dinheiro?

Nem mesmo pelas ameaças de morte...

Esse é o dilema de Souza.

O atacante que sabe que ganha demais pelo que pode fazer em campo...

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O abraço em Dorival para limpar a imagem de Neymar. E atrair as empresas que não querem pagar por um menino mimado…

neymar O abraço em Dorival para limpar a imagem de Neymar. E atrair as empresas que não querem pagar por um menino mimado...

Haverá o abraço para as câmeras filmarem.

A imagem será divulgada em todo o Brasil como a reconciliação entre o "'pai e o filho".

Dorival Júnior aceitará a mão esticada de Neymar.

Ela veio graças a uma entrevista combinada com o Fantástico.

Já virou rotina quando uma celebridade tem algum problema ou comete um desatino, lavar sua alma no programa da TV Globo.

Sempre com seus assessores, advogados, parentes por perto.

Foi assim com Neymar.

Ele está em plena campanha para mudar a sua imagem de rebelde.

De garoto mimado.

De jogador que derrubou, com gosto, Dorival Júnior do comando do Santos.

Ele sabia que a diretoria ficaria do seu lado e desprezaria o comandante do Campeonato Paulista, da Copa do Brasil.

Tudo por causa de uma vontade desfeita, não cobrar um pênalti contra o Atlético Goianiense.

"Estamos criando um monstro", bradou Renê Simões, treinador rival.

Ele se referia à personalidade do jovem santista.

Havia ficado indignado com os palavrões que ele dirigiu a Dorival Júnior e aos companheiros de time.

Mas tudo isso é passado.

Com o talento que herdou dos deuses do futebol, tudo foi ficando para trás.

Ele foi dando dribles, marcando gols.

A torcida foi se esquecendo do demitido Dorival Júnior.

Ele foi para o Atlético Mineiro tentar consertar o estrago deixado por Vanderlei Luxemburgo.

Tocar a vida.

Se esquecer do time maravilhoso que tinha nas mãos.

Fazer de conta que não soube que Paulo Henrique Ganso chorou ao saber de sua estúpida demissão.

Nem de quanto ficou abalada a maioria dos outros jogadores.

Os vários telefonemas que recebeu.

Menos de Neymar.

Ele, não.

Deixou para combinar a reaproximação primeiro com o Fantástico.

Dorival Júnior aceitará o abraço.

Talvez com várias câmeras filmando.

Uma grua não seria mal.

Vários ângulos para mostrar os olhos marejados.

Não do técnico, que não interessa.

Mas do jogador.

E divulgar essa imagem para o mundo.

Passar para os dirigentes do Chelsea, Milan, Real Madrid, Barcelona.

Neymar é um garoto regenerado, grande coração, sangue bom.

Garantir as convocações de Mano Menezes para a seleção brasileira.

Exatamente como o departamento de marketing santista quer que o mundo o veja.

E o valorize.

Há uma ligação comercial cruel nesta reaproximação de Neymar e Dorival.

O blog apurou as dificuldades do departamento de marketing santista.

Com toda a razão, grandes empresas criaram uma enorme rejeição ao jogador.

Como explorar a imagem de um garoto mimado, que xinga, derruba seu treinador?

Quem vai comprar um chocolate com o rosto de Neymar sorrindo sem pensar nos seus chiliques?

E sem essas empresas, como o Santos vai bancar o R$ 1 milhão por mês que pagará de salários ao jogador?

Sorte que Dorival Júnior entende como as coisas funcionam.

Entendeu o quanto Neymar e o Santos precisam dessa reaproximação.

Muito mais do que ele.

E já aceitou.

Para inglês ver, marqueteiro vender, e o Fantástico filmar.

Porque ele sabe que, enquanto Neymar tiver o Santos, a seleção brasileira, o dinheiro dos patrocinadores, sua realidade será outra.

Quando os câmeras forem embora.

Quando passar o forte perfume que ficará na sua roupa depois do abraço "espontâneo" de Neymar.

Dorival irá pensar no que tinha nas mãos.

Um time para fazer história, com potencial para ganhar a Tríplice Coroa, a Libertadores, o Mundial.

Graças ao ego de um menino de 18 anos e uma diretoria subserviente, perdeu tudo.

E ainda precisa posar de um Dalai Lama dos trópicos para sobreviver.

Um homem santo que perdoa tudo.

Dorival Júnior, você tem muito sangue-frio...

Parabéns...

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Tite não terá multa milionária. Até para, se não der certo, sair do Corinthians ainda este ano…

divulgação99 Tite não terá multa milionária. Até para, se não der certo, sair do Corinthians ainda este ano...

Por  que o nome de Tite não empolgou a direção do Corinthians?

Nem mesmo as pessoas mais próximas que fazem Andres Sanches se sentir como o Einstein de Itaquera...

Porque não há uma razão concreta para a escolha do presidente.

A não ser a amizade entre ele e Tite.

A passagem do novo técnico pelo Parque São Jorge foi pífia, decepcionante, sem rumo.

Ele estave entre 2004 e 2005.

Conseguiu ser demitido por causa do lateral Coelho.

O mandou cobrar um pênalti contra o São Paulo, mesmo tendo no elenco a estrela da MSI, Tevez.

Kia Joorabchian o cobrou aos berros sobre a sua decisão.

Desmoralizado, e desconfiado que Kia iria contratar Luxemburgo, pediu demissão.

O Corinthians sob seu comando não mostrou futebol convincente.

Era inseguro, tinha dificuldades para atacar, quando atuava em casa.

Contragolpe sempre foi especialidade de Tite.

E isso continuou.

No ano passado, foi o mesmo sofrimento com o Internacional no seu centenário.

Andres não quis se preocupar nem com os dez meses em que Tite ficou desempregado, até fechar com o Al Whada, dos Emirados Árabes.

O grande trabalho da vida do novo técnico foi há nove anos, quando venceu com o Grêmio a Copa do Brasil, em cima de quem, de quem?

Do Corinthians de Luxemburgo.

Tite é um técnico que garante estar acima das emoções.

Que não se inflama diante das várias situações do futebol.

Mas tudo não passa de discurso.

Já largou e foi largado por clubes exatamente pelo seu lado intempestivo.

Ninguém pode criticá-lo em relação as cores do time que resolve lhe contratar.

Ao fechar com um clube que tenha vermelho na bandeira, lá vai ele comprar camisas vermelhas.

O mesmo vale para o verde, azul.

Agora ele irá atacar as camisas pretas nos shoppings paulistanos.

Tirando esse lado folclórico, vale revelar a reação dos jogadores corintianos.

Os líderes do elenco nunca trabalharam com ele.

Há até dificuldade para Ronaldo e Roberto Carlos lembrarem da fisionomia do treinador.

Vale que Andres antecipou que ele é de diálogo, inteligente e que abrirá espaço aos atletas.

É isso que interessa ao time.

Adilson Batista foi mais radical do que todos esperavam.

Roberto Carlos e R0naldo têm insistido no mesmo ponto: são só oito partidas.

Bastam oito jogos de concentração para o Corinthians ter ou não um excelente 2011.

Oito partidas para uma reformulação no elenco ou não.

Oito jogos para a Libertadores, títulos ou o terror dos torcedores.

Pelo sim, pelo não, o contrato de Tite não prevê uma multa milionária.

Andres é amigo do novo técnico, mas tem o pé no chão.

Sabe que o resultado da sua chegada é incógnita.

Seu contrato até o final do seu mandato, dezembro de 2011, na prática, é apenas conversa.

Pode muito bem ir embora depois desses oito jogos no Brasileiro.

Só que o presidente não vai admitir isso a ninguém.

Vai continuar posando como alguém com capacidade de enxergar além dos demais.

Um Einstein...

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Patrocinadores da Libertadores deram a vitória a Ricardo Teixeira e aos clubes brasileiros…

IMG816 Patrocinadores da Libertadores deram a vitória a Ricardo Teixeira e aos clubes brasileiros...

Bastam as preces darem certo e Palmeiras, Atlético Mineiro, Avaí e Goiás fracassarem.

Não vencerem a Copa Sul-Americana.

E o Campeonato Brasileiro acaba de valer mais uma vaga para a Libertadores.

Quatro times podem ter o privilégio de fazer companhia a Inter e Santos em 2011.

A reviravolta foi uma vitória política de Ricardo Teixeira na Conmebol.

Não foi o discurso acetinado, o cabelo prateado, o perfume Hugo Boss que seduziram o presidente paraguaio da Confederação Sul-americana, Nicolás Leoz.

Foi a força dos patrocinadores da Libertadores.

Mais vale ter mais um clube brasileiro de grande torcida e visibilidade.

A Associação Argentina de Futebol tentou impedir esse desequilíbrio, já que ela terá cinco representantes.

Só que Leoz foi hábil nas negociações.

Disse que ao presidente da associação argentina, Julio Grondona, que não poderia impedir os méritos brasileiros.

O Internacional venceu a Libertadores.

Se for uma equipe brasileira ou argentina haverá sempre o desequilíbrio: seis times contra cinco.

Presidentes de clubes ligados a Ricardo Teixeira já trabalhavam forte apostando nesta possibilidade da quarta vaga.

Principalmente Atlético Parananese, Grêmio e Botafogo.

Além dos favoritos, Cruzeiro, Fluminense e Corinthians, que podem até bobear mais do que já estão fazendo.

Os boatos já haviam caído no ouvido de Juvenal Juvêncio, daí a contratação e a empolgação de Paulo César Carpegiani.

Há muita esperança de o clube disputar mais uma Libertadores seguida.

Basta rezar para Palmeiras, Atlético Mineiro, Avaí e Goiás empacarem na Sul-Americana.

Não há como negar que o dia foi de festa para Ricardo Teixeira.

Festa no seu bunker, na Barra da Tijuca, sede da CBF.

Mas ele sabe que a vitória lhe foi dada pelos milionários patrocinadores da Libertadores...

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Exclusivo. A dignidade de Pelé aos 70 anos. Disse não a Dilma e a Serra…

divulgação101 Exclusivo. A dignidade de Pelé aos 70 anos. Disse não a Dilma e a Serra...

Daqui a cinco dias Pelé completará 70 anos.

O maior jogador de futebol de todos os tempos.

E o presente que escolheu é de uma dignidade sem tamanho.

O aniversário do Rei coincide com a proximidade do segundo turno das eleições presidenciais.

Os debates estão cada vez mais acalorados entre Dilma e Serra.

Qualquer ajuda de um lado ou de outro neste momento pode ser fundamental.

Falei com uma pessoa ligada há décadas a Pelé e de total confiança dele.

Fui mais um dos que sonhavam com uma exclusiva com ele, nesta data tão importante.

Lógico que estou em uma fila imaginária de cerca de 500 repórteres.

Mas o que interessa foi o que descobri.

Fernando Henrique Cardoso e Lula mandaram recados a Pelé.

Mostraram a ele o quanto ficariam gratos se ele manifestasse seu apoio aos seus candidatos à presidência.

Afinal, tanto Lula como FHC alegam ter importantes contatos há anos com ele.

A postura de Pelé foi linda, precisa.

Como um dos 1282 gols que marcou na absurda carreira.

Mandou avisar que não apoiaria ninguém.

O povo brasileiro, que um dia ele disse que não sabia votar, evoluiu.

E escolheria por si só.

PT e PSDB pelo menos respiraram aliviados por não ter Pelé logo depois de completar 70 anos como inimigo.

Pelé resolveu tomar a mesma postura em relação ao time do seu coração: o Santos.

O presidente Luís Álvaro queria fazer uma enorme homenagem.

Imaginava chamar os jogadores mais importantes do planeta para uma inesquecível festa na Vila Belmiro.

Quando essa idéia ainda estava no nascedouro, Pelé disse não.

Foi muito polido, mas antecipou que não queria.

O motivo: sua parceria por anos e anos com Marcelo Teixeira.

Tumultuada, mas os dois sempre estiveram próximos.

Esperto como ele só, viu na festa de aniversário um apoio silencioso firmado a Luís Álvaro.

E fez questão de avisar que não tinha lado nenhum em Santos.

Emissoras do mundo todo buscaram privilégios no seu 70º aniversário.

Ele mandou que as TVs se virassem com as imagens de arquivo.

Não será atração da grade de programação para ninguém.

Ele quer completar os seus 70 anos com quem ama.

Com sua família.

Não permite que seus auxiliares falem onde.

Está certo.

Já fez demais pelo Brasil, pelo futebol, pela beleza do esporte.

A hora é de fazer por ele...

Do lado de cá, dos mortais, toda homenagem não será suficiente.

Como agradecer o que o atleta Pelé fez para os nossos olhos, aos nossos corações?

Não há como...

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O Flamengo de Luxemburgo, sem pôquer. E como confiar nos goleiros do Inter no Mundial?

reuters909 O Flamengo de Luxemburgo, sem pôquer. E como confiar nos goleiros do Inter no Mundial?

Inegável que o Flamengo melhorou nos três últimos jogos.

A chegada de Luxemburgo, de fracassado trabalho no Atlético Mineiro, foi fundamental.

Ele conseguiu unir o retalhado do time carioca.

A equipe passou a atuar de forma competitiva, joga de forma compacta.

Ao contrário do que levou para Belo Horizonte, Luxemburgo encontrou jogadores comprometidos até a medula com o Flamengo.

Isso foi fundamental.

Assim como a diminuição das rodadas de pôquer.

O time  fez o que quis no sábado (16) com o desgastado e desfalcado Internacional.

Ganhou por 3 a 0, poderia ter sido seis.

Os gaúchos se dobraram ao esforço que fizeram para ganhar a Libertadores.

No insano calendário brasileiro, que prejudica os vencedores, o Inter foi o grande prejudicado.

Celso Roth deve começar a dosar o ritmo no Brasileiro imediatamente.

Não vai assumir ao público, mas vai esquecer a chance de ser campeão do Brasil.

E se focar na disputa do Mundial de Clubes.

Aí verá o que o clube reservou para o treinador, como os goleiros.

Roth está preocupadíssimo.

O que Renan fez  no Engenhão foi patético.

A falha no gol de Renato de falta foi imperdoável.

Ele vem falhando constantemente em saídas.

Qualquer chute é assustador.

Tem tomado gols defensáveis.

Não tem mais a confiança da sua defesa, a pior tristeza que um goleiro pode passar.

Seu reserva é o veterano Abbondanzieri.

Ele não tem mais explosão muscular para grandes defesas.

Suas saídas são inseguras.

Continua no Internacional por seu passado de grande goleiro do Boca Júniors.

Não tem cabimento.

A direção do clube não tem confiança no terceiro goleiro Lauro.

E muito menos em Muriel.

Celso Roth deixou escapar que está sem saída.

O que fazer com tantos goleiros em quem não confia?

Ele está desesperado.

Clemer, improvável goleiro campeão do mundo com o Internacional em 2006, prepara os arqueiros atuais do Beira Rio.

E não vê milagre.

A direção vai dar crédito.

Levará Renan e Abbondanzieri para a disputa do Mundial de Clubes.

É uma postura passiva, beirando a irresponsável, diante da importância do torneio.

Cabe à torcida colorada rezar...

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A incompreensível falta de vontade de ser campeão do Fluminense de Muricy Ramalho…

1244906030 a984f4662d z A incompreensível falta de vontade de ser campeão do Fluminense de Muricy Ramalho...

Incrível a falta de apetite...

De coragem...

De alma...

Do Fluminense de Muricy Ramalho.

A tabela marcou o clássico contra o Botafogo às 18h30, no Engenhão.

O treinador já sabia da estranha derrota do Cruzeiro diante do Grêmio em Porto Alegre.

Bastaria uma vitória para recuperar a primeira colocação no Brasileiro, que parece que ninguém quer ganhar.

Mas o Fluminense foi uma equipe frouxa, sem imaginação, sem vibração.

A simples explicação de que Somália anulou Conca é simplória demais.

Os jogadores tricolores não se mostraram com gana de ser campeões do Brasil.

Incrível a frieza no clássico.

Mariano, Marquinho e Carlinhos pareciam estar disputando um mero treino.

Washington não se irritou com as chances que desperdiçou.

Nem Émerson teve coragem de peitar o árbitro Djalma Beltrani em uma dividida duvidosa com Jefferson.

O tom no Fluminense era o que estava tudo bom.

Essa maneira blazé, desinteressada de jogar é inexplicável para quem poderia amanhecer amanhã líder.

Por mais que Joel Santana seja tinhoso e seu Botafogo saiba explorar bem demais os contragolpes.

Muricy não está conseguindo arrancar dos seus jogadores a vibração de uma equipe que pode ser campeã do Brasil.

Não importa se não tem Deco ou Fred.

Os demais atletas precisam 'comer grama' para buscar o título.

Está à disposição.

Se oferecendo ao rico Fluminense desde que o Brasileiro começou.

De que adianta ter dinheiro e não ter coração, alma?

Revoltante quem para o torcedor tricolor que foi até o Engenhão e viu o patético 0 a 0 de hoje.

Passou da hora de Muricy Ramalho ser cobrado.

Ele tem muito a mais para dar como treinador.

E algo que vai além da mera estratégia.

Trocar o 4-4-2 pelo 3-5-2 ou 3-6-1.

O treinador tem de esmurrar a mesa.

Fazer dos jogadores, guerreiros.

Muricy fez muito bem esse papel no São Paulo, quando tinha o respaldo da diretoria.

Todos nas Laranjeiras estão esperando que ele tome uma atitude.

Afinal, não foi o técnico que disse 'não' à Seleção Brasileira para ficar no clube?

Ele tem de agir.

Precisa tentar.

Porque o Fluminense está jogando fora o título brasileiro por pura falta de gana, de alma.

Chega a ser deprimente assistir o mesmo monótono espetáculo rodadas, atrás de rodadas...

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Até que enfim, alguém com coragem para enfrentar Richarlyson. Ele já não é mais titular no São Paulo…

divulgação985 Até que enfim, alguém com coragem para enfrentar Richarlyson. Ele já não é mais titular no São Paulo...

Até que enfim chegou alguém com coragem para enfrentar Richarlyson no São Paulo.

Em mais uma expulsão infantil, ele colocou em risco uma vitória empolgante no Morumbi.

Por causa de seu carrinho sem sentido em Zé Eduardo e ser expulso aos 13 minutos do segundo tempo.

A partida estava 3 a 2 para o São Paulo.

O Santos cresceu com um jogador a mais e empatou.

Graças a Richarlyson, seus companheiros tiveram de se sacrificar, correr a mais, se superar.

Com muita raça, o time de Carpegiani conseguiu vencer um dos jogos mais empolgantes do Brasileiro, aos 48 minutos, na cabeçada de Jean.

O mundo irá celebrar amanhã a terceira vitória consecutiva do São Paulo desde a chegada de Carpegiani.

A arrancada que torna possível participar de verdade pela briga por uma vaga na Libertadores.

Mas o que merece ser destacada é a postura de Carpegiani.

Ele resolveu tratar Richarlyson como um jogador normal do São Paulo.

Deixar de lado o fato de ele ser perseguido por parte da própria torcida pelas roupas ousadas que usa, por seus gestos, sua maneira de falar.

Acabou a superproteção.

O preconceito ao contrário.

Richarlyson abusou do direito de errar, de prejudicar o time.

Os treinadores que passaram pelo Morumbi nos últimos tempos sempre tinham medo de mexer com ele.

Não queriam ficar marcados por perseguição aos trejeitos do jogador.

Finalmente Carpegiani entendeu que uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Se o que ele faz fora do campo não deve ser julgado, o que pratica no gramado, com a camisa do São Paulo, sim.

A expulsão de hoje foi revoltante.

Sem explicação.

Merece uma marcante punição.

Até porque está longe de ser a primeira sem sentido.

E ela virá.

Carpegiani tem a liberação da diretoria de tirar Richarlyson do time.

Sem traumas, escândalos.

Diogo ocupará a vaga de Richarlyson no time titular.

Não só contra o Ceará na próxima rodada.

É o novo titular da posição.

O garoto será avisado durante a semana.

Com toda benção da diretoria...

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