Brasil sub-20 sem Neymar é um time comum, igual aos outros. Duro é depender tanto dele…

divulgacao04 Brasil sub 20 sem Neymar é um time comum, igual aos outros. Duro é depender tanto dele...
Foi um sufoco.

O Equador perdeu pelo menos quatro gols no segundo tempo.

O Brasil ganhou por 1 a 0, com Oscar levantando a bola na cabeçada de Casemiro.

Está a um ponto da Olimpíada de Londres.

Mas mostrou o quanto este time sub-20 depende de Neymar.

Os equatorianos jogaram de igual para igual com a Seleção Brasileira de Ney Franco.

A partida foi absolutamente equilibrada.

Mesmo o treinador brasileiro confirmou na coletiva que seu time foi acuado.

Sim, o Brasil foi pressionado pelo Equador.

Teve de apelar para chutões, cera e sorte para preservar a importantíssima vitória.

Nas tribunas do estádio em Arequipa, no Peru, Neymar, suspenso, observava dois times iguais.

Seu talento é que desequilibrou esse sul-americano sub-20 para o Brasil.

É ele quem dribla, destrói defesas adversárias, faz gols com o pé direito e esquerdo.

A dependência brasileira do atacante santista é assustadora.

Que o desespero contra o Equador sirva para Ney Franco, Mano Menezes, Padre Marcelo, Anderson Silva...

Alguém precisa de coragem para chacoalhar Neymar e mostrar a sua importância à Seleção.

Ele não pode tomar cartão amarelo por se envolver em confusão com o goleiro da Argentina, como na rodada passada...

Casemiro e Lucas são bons jogadores.

Mas o Brasil sem Neymar é uma equipe absolutamente comum.

Só não perdeu para o Equador por sorte.

Algo drástico precisa ser feito se o Brasil confirmar a vaga olímpica no sábado...

É temeroso demais a Seleção depender tanto de Neymar na Olimpíada.

Ainda mais com seu enorme ego.

Uma discussão com um jogador adversário ou com o árbitro pode travar o sonho da medalha de ouro.

Que ele não leve para o lado de orgulho essa triste dependência.

E contra os uruguaios ele não queira decidir a partida sozinho.

Seus dribles e chutes a gol são importantes.

Mas talvez também fundamental ele saber que basta estar em campo que ele atrai dois ou três zagueiros.

Tanto respeito facilita para os demais jogadores brasilerios que ficam livres.

Por isso, atenção total na partida contra os uruguaios, líderes do sul-americano.

Neymar não pode vacilar de novo.

Não cair em provocações bobas, gratuitas.

Agora resta rezar para São James Dean do Suarão.

Que ele conserve o seu juízo no sábado e na Olimpíada.

Ninguém do mundo gostaria de estar na dependência de Neymar.

Principalmente Ney Franco e os outros jogadores da seleção brasileira...

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Diego Cavalieri e a perigosa síndrome do goleiro reserva no Fluminense. Foram dois pontos jogados fora ontem contra o Argentino Juniors…

divulgação82 Diego Cavalieri e a perigosa síndrome do goleiro reserva no Fluminense. Foram dois pontos jogados fora ontem contra o Argentino Juniors...
Diego Cavalieri já foi o sonho de consumo do Corinthians, Santos, Internacional e Flamengo.

Reserva de Marcos no Palmeiras, empresários e dirigentes de acreditavam haver um enorme desperdício.

Nos treinamentos e nas poucas partida em que pôde jogar mostrou grande talento.

Reflexos apurados, confiança nas saídas do gol, moral para gritar com os zagueiros.

Muricy Ramalho fez questão de se informar a respeito de Cavalieri assim que acabou o Brasileiro.

Apesar do título, ele não tinha um goleiro para chamar de seu.

Alguém que despertasse a sua confiança.

E houve a chance de contratá-lo.

Até de maneira mais fácil do que se esperava.

Infelizmente, havia um motivo.

Ou melhor, nove.

São nove anos como reserva.

Primeiro no Palmeiras, depois no Liverpool, no Cesena.

Cavalieri se desacostumou a disputar partidas seguidas.

A pressão das torcidas, a cobrança do treinador, do time.

Ele estava condicionado a treinar, treinar e depois sentar no banco de reservas.

Ser um torcedor privilegiado e bem recompensado.

Um dos mellhores preparadores de goleiros do País, Carlos Pracidelli, o considera excelente.

"Ele tem todos os fundamentos para brigar até por uma vaga na Seleção Brasileira."

Foi esse jogador que Muricy recomendou.

E foi outro que chegou ao Fluminense.

No empate de ontem contra o Argentino Juniors, teve uma falha absurda, comprometedora.

Errou o tempo em um cruzamento banal.

A bola o encobriu como a um iniciante e caiu na cabeça do minúsculo Niell, de 1m62...

Ele marcou o segundo gol argentino.

Sorte que Rafael Moura não permitiu que o prejuízo fosse total e marcou também dois de cabeça.

Ao final do 2 a 2 no Engenhão, a torcida gritava por Ricardo Berna, goleiro que acabou como titular em 2010.

Muricy Ramalho não se conformava, mostrava o distintivo do Fluminense e pedia apoio a Cavalieri.

Em vão.

Os torcedores já estavam irritados com ele desde a derrota para o Botafogo.

E ontem, ao contabilizar cinco gols sofridos em duas partidas, toda a raiva foi canalizada no goleiro.

Ele tentava se manter tranqüilo, evitar o confronto.

Mas Cavalieri sabe que esse início de trabalho seria bem difícil.

Nove anos na reserva pesam demais no lado psicológico.

Muricy Ramalho fará tudo para preservá-lo.

Até por obrigação.

Não foi uma contratação barata.

Pelo contrário.

Vai lhe dar todo o apoio possível.

Mas a pressão das arquibancadas já chegou na diretoria.

Há um descontentamento crescente em relação ao goleiro.

Os dois pontos desperdiçados em casa ontem foram contabilizados na sua conta.

Apesar de o time ter sido um desastre.

Feito inúmeros inúteis chuveirinhos e ligações diretas, com chutões da defesa para o ataque.

O meio de campo praticamente não existiu na construção das jogadas.

Sorte a evoluçao de Rafael Moura para evitar a derrota.

Cavalieri está pagando o pago.

Mas Muricy Ramalho tem se explicar e, principalmente, buscar novas opções no meio de campo.

E se Cavalieri não mostrar personalidade para ser titular, o recolocar no local que está acostumado: no banco.

Não há tempo a perder na Libertadores.

Não há como recuperar os dois pontos perdidos ontem no Engenhão.

O grupo é difícil, conta com Nacional do Uruguai e América do México.

É obrigação o Fluminense acordar para não correr o risco de ser eliminado logo na primeira fase.

Pelo futebol de ontem, a situação é preocupante...

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Sem meia talentoso, ousadia de Mano e Hernanes descontrolado, vitória justa da França. Que o Brasil aproveite mais essa lição…

r7.com3  Sem meia talentoso, ousadia de Mano e Hernanes descontrolado, vitória justa da França. Que o Brasil aproveite mais essa lição...
Há situações na vida que são únicas.

Não se pode errar.

Afobar.

Benzema havia acabado de dar um lindo chapéu em Lucas.

Daria outro em seguida em Hernanes.

Precipitado, o jogador brasileiro com maior número de neurônios teve um 'branco'.

Acertou um pontapé no peito do francês.

E acabou corretamente expulso pelo alemão Wolfgang Stark.

Enérgico, sua interpretação foi correta.

Ainda mais para um dos árbitros favoritos a apitar a final da Copa de 2014.

Com todos os holofotes voltados a ele, não havia outra coisa a fazer a não ser mostrar o cartão vermelho.

Foi o que o holandês De Jong fez no espanhol Xabi Alonso, na final da Copa da África.

Com a diferença que o alemão não foi conivente como o inglês Howard Webb...

O Brasil, que já tinha crônico poder de criatividade, sem Hernanes, parou de produzir.

E nada de jogar a culpa em um bobo tabu...

Falta de sorte contra a França.

O problema de hoje foi a falta de talento criativo no meio de campo.

Laurent Blanc tratou de travar o desafogo brasileiro sem Ganso ou Kaká: as laterais.

Daniel Alves e André Santos tiveram seus passos vigiados por um forte congestionamento.

Com direito a primeiro combate e duas coberturas.

Robinho e Pato ficaram à míngua sem um grande meia e o Brasil com um jogador a menos.

Os franceses mostraram um esquema de jogo coletivo melhor do que o time de Mano Menezes.

Jogadores mais agrupados, marcando pressão ou espalhados nas intermediárias.

Aproveitaram bem demais a vantagem numérica.

O ponto positivo foi a ótima volta de Júlio César.

Ele é um dos maiores do mundo, mesmo.

Fez duas excelentes defesas que poderiam deixar o placar mais elástico.

No gol de Benzema, nada poderia fazer.

Mano falhou nas substituições.

Colocou Hulk e André tarde demais, com mais de 40 minutos do segundo tempo.

Faltou mais ousadia.

Foi a segunda derrota consecutiva.

Ele quem ajudou na escolha de amistosos perigosos, contra times de altíssimo nível, como Argentina e França.

É assim que se forma uma equipe.

Correndo riscos.

Ninguém gosta de perder.

Mas de nada adianta se esconder atrás de vitórias contra seleções insignificantes, como o Brasil fez por muito tempo.

Dói, mas são jogos como hoje que ajudam a peneirar quem é quem.

Hernanes deu um enorme passo em falso.

Comprometeu o Brasil.

Uma expulsão infantil como hoje na Copa de 2014 pode custar o título.

Que sirva de lição.

E Mano sabe que precisa urgentemente de talento no meio de campo.

Com três volantes será bem complicado.

Resta acender um vela para Ganso, Kaká e, quem sabe?, Ronaldinho Gaúcho?

O Brasil precisa de talento e mais ousadia.

Hoje, outra vez os franceses mereceram fazer a festa.

Em vez de falar em tabu, a receita é simples.

Eles aprenderam a jogor contra os brasileiros.

Está na hora de a Seleção variar o seu repertório para superá-los.

A esperança está em muito mais talento no meio de campo.

E no rebelde sem causa Neymar.

Hoje só resta ter sangue frio para aplaudir Benzema e Blanc.

A França mereceu.

De novo...

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Perdendo com o São Paulo, Muricy Ramalho aprendeu. Para ganhar a Libertadores com o Fluminense, ele esqueceu a técnica…

divulgacao02 Perdendo com o São Paulo, Muricy Ramalho aprendeu. Para ganhar a Libertadores com o Fluminense, ele esqueceu a técnica...
Ele já provou que não precisou da estrutura do São Paulo para ser campeão brasileiro.

Agora, a chance de mostrar que é um técnico que só sabe ganhar competições longas.

E que em todo mata-mata fracassa.

Muricy Ramalho tem outra Libertadores da América pela frente.

Desta vez com o Fluminense, que fez tricampeão do Brasil em 2010.

Duas vezes no campo e uma graças a um decreto da CBF.

Com o dinheiro da Unimed de Celso Barros.

E a confiança da torcida tricolor.

O primeiro passo é hoje, no Engenhão, contra o Argentinos Juniores.

Para começar bem, diante da assumida retranca portenha, a versatilidade do meio de campo...

Souza, Conca e Willians alternando posições para perturbar a marcação...

Abrir espaços...

E alforria para os alas Mariano e Carlinhos...

Eles poderão jogar como pontas...

Tudo porque o treinador conseguiu contratar o jogador que considera fundamental para a conquista da Libertadores.

Não, não é Souza...

Tampouco Rafael Moura...

Muricy tem vontade de dar um beijo na testa de Edinho todas as vezes que o vê nas Laranjeiras...

Ele o considera o volante ideal para ocupar a posição de terceiro zagueiro...

Com ele, o treinador libera Mariano e Carlinhos para atacarem até ao mesmo tempo...

Fora essas armas, Muricy ensaiou a que considera mortal na Libertadores: a bola parada...

Escanteios, faltas nas laterais e Gum, Leandro Euzébio(ou André Luís) e Rafael Moura correndo como gladiadores para cabecear...

Rafael Moura não voltou para o Fluminense pela sua deprimente imitação de He-Man...

Mas pela força física, pela estatura, pelas cabeçadas....

É um Washington evoluído...

O treinador lamenta a ausência de Fred...

Se conforma com Deco fora...

E nem pensa em Belletti...

Muricy Ramalho aprendeu o quanto é fundamental ganhar em casa na Libertadores...

O maior torneio da América se vence aproveitando os próprios domínios...

A participação da torcida será fundamental para tornar o Engenhão uma panela de pressão...

Para isso o time precisa colaborar, imprensar o adversário na sua intermediária...

Não deixar os jogadores adversários respirar...

Morder os tornozelos...

Muitas vezes durante o jogo esquecer a técnica...

E ganhar como puder, com a força, com a canelada...

Tomando e dando chutes na cara...

Pressionando árbitros...

Muricy Ramalho apanhou, sofreu, perdeu...

Mas mesmo contra os seus princípios, ele jura que aprendeu...

Só técnica não garante Libertadores para ninguém...

O Santos de Pelé, Coutinho, Pepe ficou na década de 60...

Agora é força física, vontade, raça e uma pequena pitada de talento...

A bola nos gramados sul-americanos não perdoa, lembra Muricy?

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O time de Mano Menezes pronto para amenizar tantos traumas contra essa tal de França…

divulgação9238 O time de Mano Menezes pronto para amenizar tantos traumas contra essa tal de França...
Desde 1986, o mesmo desconforto na alma.

A eliminação nos pênaltis na Copa do México já foi dolorida.

Tudo ficaria pior em 1998.

Estava em Paris e vi uma das derrotas mais justas da Seleção Brasileira.

Na justo na final da Copa, os 3 a 0 que poderiam ser 5 a 0...

Depois, os jornalistas brasileiros tiveram de suportar Zagallo não querendo dar explicações sobre Ronaldo...

E as gozações de franceses enlouquecidos de alegrias com a vitória do time de Zidane...

Bastavam descobrir que alguém era brasileiro em Paris e eles começavam a cantar...

The Cup of Live, tema do Mundial de 1998, cantado por Ricky Martin era adaptado...

E o início era cantado em francês.

O refrão foi mudado de here we go, allez, allez, allez para...inesquecíveis un, deux, trois, allez, allez, allez...

Em vez de 'agora nós vamos' para um, dois, três.

Por que um, dois, três?

Sim, pelos três gols que o Brasil tomou na decisão da Copa.

Quase esse blog não existe....

Um grupo de franceses bêbados resolveu cantar e dançar em cima da mesa em que jantavam jornalistas brasileiros.

Eu estava entre eles.

Cansado de tanto escrever para o jornal em que trabalhava e envergonhado pela maneira com que a Seleção perdeu.

Se não surgissem policiais, o UFC seria reunião de jovens noviços...

E provavelmente vários repórteres brasileiros estariam ainda cumprindo pena em Paris...

A única compensação é que jornalistas argentinos foram confundidos com brasileiros...

E tiveram a mesma punição...

Depois desse trauma, outro.

Estava em Frankfurt, em 2006.

Quase chorei de vergonha com o chapéu de Zidade em Ronaldo.

E com a falta de reação do quadrado mágico contra os carrascos franceses, na eliminação da Copa da Alemanha.

Adriano e Ronaldo já estavam fora de forma.

Ronaldinho Gaúcho e Kaká decepcionando mais uma vez com a camisa da Seleção.

E Parreira fingindo que não enxergava.

O trauma foi outro.

Ver depois da partida os jogadores brasileiros na zona mista abraçando os franceses como se nada tivesse acontecido.

A França passou a ser um adversário incômodo para qualquer brasileiro.

Mano Menezes sabe disso.

E para compensar a derrota contra a Argentina, o técnico tem hoje a chance de uma pequena vingança.

Depois do enorme vexame dos franceses na Copa da África, até com greve dos jogadores...

Laurent Blanc tem o desafio de reformular sua seleção.

E a geração não é tão boa.

Ainda não terá Ribéry e Nasri, contundidos.

A estrela é Benzema do Real Madrid.

E o esquema é o 3-6-1, variando para o 3-4-3, quando o time ataca.

O ponto fraco é a defesa francesa: faltosa e lenta.

Mano montou uma equipe só com jogadores que atuam na Europa.

Perdoou Júlio César pelo fracasso na eliminação para a Holanda na África.

E tratou de colocar uma equipe competitiva e não por acaso, deu liberdade para Daniel Alves e André Santos.

Pelas laterais, eles deverão municiar os também velozes Pato e Robinho.

O caminho da vitória contra esses benditos franceses está na correria.

Nenhum trauma será superado.

Mas vai valer a pena acompanhar essa partida com toda atenção.

Mano parece feliz demais com a defesa que montou.

Esse é um primeiro grande passo.

Lucas e Elias também se firmam...

As presenças de Renato Augusto e, principalmente, Hernanes, merecem uma profunda análise.

Mas além das observações por obrigação, é inegável escrever que essa partida é diferente para este repórter.

A França até os finais dos dias será representada por seus torcedores bêbados em cima das mesas em Paris...

E Ricky Martin...

Por isso, o desejo confesso de uma vitória brasileira por goleada hoje...

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A alegria de Defederico. Agora ele está no lugar certo. E não quer voltar…

divulgação9979 A alegria de Defederico. Agora ele está no lugar certo. E não quer voltar...
Era agosto de 2009.

O auge da expectativa corintiana.

O clube havia vencido o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil.

A negociação com Riquelme havia fracassado.

Mas empresários disseram que no Huracan um meia atacante nascia e era melhor do que o jogador do Boca.

Tanto que era conhecido como o 'novo Messi'.

Esse apelido foi fundamental para convencer o vice de marketing Luiz Paulo Rosenberg.

Andres o deixou comandar a negociação já que ele conhecia os empresários argentinos.

E o Corinthians acabou gastando cerca de R$ 7,5 milhões na contratação de Defederico.

Ele foi saudado como um novo fenômeno.

Mas seu futebol não empolgou Mano Menezes.

E mesmo os companheiros de time.

Ficou claro que a ansiedade de Rosenberg colocou tudo a perder.

Principalmente os R$ 7,5 milhões.

Chegou o centenerário e o argentino virou uma peça decorativa no elenco.

"Passaram três treinadores no Corinthians e nenhum deles prestou atenção em mim", disse ao diário argentino Olé.

Mano, Adilson Batista e Tite não se empolgaram mesmo com o jogador franzino, inseguro, sem confiança.

Andres foi avisado pelos três que era perda de tempo insistir.

Só que nesses tempos de Internet, o mundo sabia do fracasso do 'novo Messi' no Corinthians.

O dirigente corintiano insistiu o quanto pôde.

Mas ao perceber que Defederico passou a não ficar nem no banco de reservas por deficiência técnica, se coçou.

Empresários o ofereceram ao futebol argentino.

Boca Juniors e River Plate não o aceitaram sem que o Corinthians pagasse parte do salário.

Só o Independiente aceitou.

Ele foi para Avellaneda.

E ele se transformou.

Atuando no seu país, cercado do carinho da família e dos amigos, Matias voltou a jogar muito bem.

Meia titular da equipe, teve excelente participação na Pré-Libertadores e fez até gol na classificação para a fase de grupos.

Acabou convocado para a Seleção Argentina pelo técnico Sérgio Batista.

Sem adversário, o treinador quer analisar de perto jovens revelações no dia 14.

Fazer treinamentos, estudar o potencial de cada um.

E ele aposta muito no rendimento de Defederico.

O jovem meia não poderia estar mais contente.

Ele sabe muito bem que o Corinthians caiu diante do Tolima.

Que Tite colocou a equipe com três volantes e três atacantes no jogo mais importante do ano.

Ou seja: sem um meia.

Ele sentiu-se vingado.

O problema não era ele, já que Danilo, Morais e Ramirez foram desprezados.

O peruano ainda entrou e foi expulso no seu primeiro lance.

Defederico sabe que, depois de Tevez, é muito difícil um estrangeiro fazer sucesso no Corinthians.

O grau de exigência é muito alto.

E a paciência não existe.

Defederico não tem saudades do Parque São Jorge.

Mas ainda pertence ao Corinthians.

Foi emprestado de graça ao Independiente.

Sonha em ser comprado pelo clube de Avellaneda e continuar a atuar na Argentina.

Cansou de ser visto como decepção.

Apesar de seu currículo justiticar.

Em 39 jogos pelo clube paulista conseguiu marcar apenas três vezes.

Na Argentina ele não tem a responsabilidade de ser o 'novo Messi'.

É apenas Defederico.

Por isso o jogador de 21 anos está feliz demais.

E não quer voltar...

Sabe que foi um erro ter assumido um personagem muito acima do seu potencial.

O apelido de 'novo Messi' que Rosenberg fez questão de espalhar só envenenou esse argentino...

E demonstrou que muito marqueteiro morre pela boca...

Mas leva muita gente junto...

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São Paulo tentou pela terceira vez Guiñazu e ouviu o terceiro não do Internacional…

divulgação996 1024x695 São Paulo tentou pela terceira vez Guiñazu e ouviu o terceiro não do Internacional...
Assim que houve o sim de Bolatti, a direção do São Paulo se assanhou.

E soletrou o objeto de desejo: Gui-ña-zuuuuu...

Não adianta o brilho de Casemiro na sub-20.

O presidente do clube paulista quer porque quer um dos argentinos mais feios do mundo.

Juvenal Juvêncio tem a certeza de que ele é a solução de todos os problemas do Morumbi.

Contatos foram feitos ainda esta semana.

Há um ano e meio Juvenal Juvêncio o escolheu como o grande líder careca.

Ele seria o homem encarregado de fazer o São Paulo voltar a ganhar campeonatos.

Empresários o procuraram e chegaram até a acertar seus salários com o time paulista.

Só faltou um detalhe: a liberação do Inter.

Fernando Carvalho, o homem forte do futebo,l ficou transtornado quando soube do assédio.

Que sentido teria a vasta coleção de bonequinhos de Guiñazu que a diretoria do Inter possui?

E decretou: pela ousadia, o São Paulo só terá o argentino se pagar a multa rescisória.

E ela é mais pesada do que Ronaldo e Carlos Alberto juntos: R$ 34 milhões.

"À vista", completa Carvalho.

E assim seguiu a vida.

Com Juvenal Juvêncio tentando esquecer o amor careca que deixou em Porto Alegre.

Só de vez em quando se lembrava do gringo.

Nas semifinais da Libertadores, por exemplo.

O dirigente são-paulino garantiu a amigos que se o sem-cabelos estivesse no seu time o final da história seria outro...

Quando o Inter ficou com o título, a dor no coração.

E a promessa de ir buscá-lo de qualquer maneira.

O fim do ano chegou com a terrível decepção para os colorados.

Depois do vendaval chamado Mazembe, Juvenal pensou que seria fácil levar Guiñazu.

Incrível engano.

A raiva de Fernando Carvalho pelo assédio em 2009 ainda era imensa.

"Ele não sai daqui de jeito nenhum.

Se a direção do São Paulo insistir em seduzir meus jogadores, nós iremos a São Paulo.

E ofereceremos o dobro dos salários aos seus principais atletas.

Se eles se livrarem do clube nós assinamos contrato.

Vamos ver como ficarão a cabeça, a concentração desses jogadores..."

Não foi preciso cumprir a promessa porque os empresários que representavam o São Paulo deixaram Guiñazu em paz.

Mas por pouco tempo.

Como Celso Roth queria de qualquer maneira um primeiro volante alto e forte como Sandro, o Inter foi atrás de Bolatti.

Com 25 anos e 1m90, o jogador que estava encostado na Fiorentina recebeu uma ligação de D'Alessandro.

Ele o convenceu a voltar para a América do Sul, para o campeão da Libertadores.

Ficar grudado em Buenos Aires.

Ter chance de voltar à Seleção.

E ser feliz de novo.

Bolatti pediu à direção da Fiorentina que facilitasse a transação.

E ela foi fechada por 4 milhões de euros, cerca de R$ 9,1 milhões.

Em quatro parcelas de um milhão de euros por ano.

Negócio fechado.

E adivinha quem telefonou novamente para Guiñazu?

Sim, empresários representando o São Paulo.

Com a palavra, o novo presidente do Inter, Giovanni Luigi.

"De jeito nenhum."

Para o São Paulo vale o preço da multa contratual: R$ 34 milhões.

Não é uma questão de levar o Internacional para a capital argentina.

Mas pela singela regra de que a Libertadores permite a escalação de quatro estrangeiros.

Apenas Campeonato Gaúcho e Brasileiro que fixam o limite máximo de três jogadores de fora do país.

E será assim que o Inter buscará o tri da Libertadores: com Bolatti, D'Alessandro, Cavenaghi e ele, Guiñazu.

O contrato de Guiñazu termina com o cruel clube gaúcho em 2013...

Ele terá 34 anos.

Aí deverá ser bem mais fácil, Juvenal...

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O Atlético pronto para se impor de vez diante do Cruzeiro. E mandar em Minas Gerais…

divulgação 779 O Atlético pronto para se impor de vez diante do Cruzeiro. E mandar em Minas Gerais...
Cruzeiro e Atlético Mineiro farão o primeiro clássico de 2011.

Embora posem de politicamente corretos, nos bastidores Cuca e Dorival Júnior querem se atropelar.

Adilson Batista é o exemplo mais recente do que significa jogar o Campeonato Mineiro fora.

Se tivesse levado a sério o de 2010 não teria seu trabalho interrompido.

Mas deixou o título para o Atlético de Luxemburgo em nome da Libertadores.

E puniu duas torcidas.

A do seu time, humilhada com a eliminação na semifinal pelo Ipatinga.

E a do rival, que acreditou no conto de fadas de Luxemburgo e quase foi para a Segunda Divisão do Brasileiro.

Agora, não.

Cuca não poderia levar mais a sério o estadual.

Com o senador suplente Zezé Perrela fechando os cofres, os reforços não foram de alto nível.

São todas apostas.

Ficou a base do vice-campeão brasileiro, comandada pelo excelente Montillo.

O que mudou foi a seriedade, a vontade de dominar no território mineiro.

Mesmo disputando a Libertadores, Cuca sabe que dá para levar a sério o torneio.

Até pela disparidade de forças.

A estratégia é ir usar o elenco contra os times pequenos e guardar o titular, o mais forte para os clássicos.

E para as semifinais e finais.

Nada mais elementar.

Não vai colocar reservas nas semifinais como fez Adilson Batista.

Para não deixar dúvida, como mandante, o Cruzeiro quer se impor, vencer bem logo no primeiro clássico.

Na Arena do Jacaré, no sábado, Cuca montará sua equipe no ataque.

Será o ensaio para a Libertadores.

Para o Estudiantes na próxima quarta-feira.

Ele está empolgado com André Dias.

Diz que dará até chance para Roger no banco.

De lá ele verá Montillo e Gilberto tocando a bola.

E o time tentando sufocar o Atlético Mineiro, para buscar logo no início os gols.

A estratégia será tocar a bola na frente e travar os contragolpes com uma forte marcação na intermediária.

O treinador não quer ser surpreendido como no Brasileiro do ano passado.

A derrota por 4 a 3 no Parque do Sabiá trouxe lições, garante o técnico cruzeirense.

Nada de carinho no meio de campo.

Se precisar é para fazer falta e matar a jogada.

Seu time pecou muito neste quesito em 2010.

E é bom que os seus jogadores estejam atentos.

A estratégia de Dorival Júnior será exatamente essa.

Depois de apagar os últimos vestígios da danosa passagem de Luxemburgo pelo Atlético, montou seu time.

É quase um Santos cover.

Dorival montou uma equipe rápida, ousada do meio para a frente.

Com trocas constantes de posição.

Toques de bola de primeira.

Difícil de marcar.

Principalmente nos contragolpes em velocidade.

O técnico sabe da importância de largar bem, começar da melhor forma o ano.

Quer a confiança dos jogadores no seu nível mais alto.

O objetivo é a conquista da Copa do Brasil.

O time foi montado com essa meta.

O dinheiro que Alexandre Kalil e o BMG investiram foi usado com mais consciência....

Usando a fórmula que deu certo, quando a conquistou no ano passado com Neymar, Ganso e companhia limitada...

Sem tanto talento, a fórmula é a disciplina tática.

Ele está irritadíssimo por não ter Richarlyson.

O jogador já começou sua sina de expulsões estúpidas contra o Tupi.

Dorival terá Diego Souza, Mancini, Neto Berola como excelentes opções para montar o time.

A estratégia está definida.

Pressionado por sua torcida que será de 90% ou 100%, dependendo da Polícia Militar, o Cruzeiro terá de atacar.

Aí, a velocidade traiçoeira dos jogadores que escolheu a dedo para esta temporada.

Principalmente pelas laterais, para destruir o toque de bola rival.

Mesmo acontecendo logo no início de fevereiro, esse clássico se mostra empolgante.

Porque dará indício importante de quem dará as cartas em Minas Gerais em 2011.

Se o Cruzeiro com sua base montada.

Ou o Atlético Mineiro e seu novo time.

Faça sua aposta...

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Com os desgastados Belletti e Deco o Fluminense aprendeu. Chega de contratar jogadores apenas pelo currículo…

divulgação27 Com os desgastados Belletti e Deco o Fluminense aprendeu. Chega de contratar jogadores apenas pelo currículo...
A troca de Roberto Horcades por Peter Siemsen terá um efeito significativo.

O Fluminense deixará de buscar veteranos 'de nome' no Exterior.

O antigo presidente adorava atletas que tiveram fases consagradas no futebol mundial.

O que decretou essa mudança de atitude nas Laranjeiras foram Belletti e Deco.

Os dois foram contratados a peso de ouro.

Horcades ficou encantado com a chance de trazer um campeão mundial com a Seleção Brasileira.

Atleta que fez sucesso no Barcelona, no Chelsea.

E outro que também passou pelo Barça, pelo mesmo clube inglês e foi titular da Seleção Portuguesa.

Se pensou apenas no currículo e não houve uma preocupação efetiva com a condição física dos dois.

Eles já estavam jogando pouco na Europa.

Chegaram muito desgastados fisicamente.

Mas para a antiga administração do Fluminense, não importava.

Eles iriam se recuperar e justificar a fama.

Como no departamento médico do clube houvesse uma fonte da juventude.

Os dois iriam mergulhar e voltariam a ter o vigor físico, a saúde de 25 anos.

Pudera....

Nada disso aconteceu.

Deco, 33 anos, continua com sua grave lesão no tendão da coxa esquerda.

Todo tipo de tratamento está sendo feito.

A recuperação está lenta demais.

Mas os médicos não perdem a esperança.

A situação de Belletti, 34 anos, é ainda mais complicada.

Ele tem tendinite crônica nos dois tendões de Aquiles.

Técnica das mais modernas vem sendo utilizada e não há maneira de melhorar.

Ele não foi nem inscrito na primeira fase da Libertadores.

Há enorme chance de deixar o clube.

A dupla ganha salários altíssimos.

Quem fica mais agoniado com a situação é Muricy Ramalho.

Ele já conversou com Siensem e com Celso Barros.

A determinação é fazer com que o departamento médico do clube tente até o fim com os dois.

Mas daqui para a frente ele não quer mais contratações com o nome.

Com o currículo.

Prefere atletas rodados, vividos, mas inteiros fisicamente.

Como Araújo.

Será assim daqui por diante.

Chega de jogadores consagrados e desgastados.

Quanto à atual dupla, o departamento médico e a diretoria serão justos.

Se eles não conseguirem se recuperar rapidamente, o Fluminense buscará acordos para dispensá-los.

Sem brigas, sem escândalos, mas sem desperdício de dinheiro.

Belletti recebe cerca de R$ 300 mil.

"Eu iria contratar o Deco, mas o Fluminense ofereceu R$ 500 mil por mês, isso eu não pago", revelou Andres Sanches.

Ou seja: o clube gasta cerca de R$ 800 mil só com os dois jogadores contundidos.

Isso não irá continuar.

Acabou a empolgação da era Horcades...

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Por que o UFC quer se livrar o mais rápido possível de Anderson Silva…

divulgação192 Por que o UFC quer se livrar o mais rápido possível de Anderson Silva...

Um dos grandes problemas que Mike Tyson trouxe ao boxe foram os seus nocautes.

Na fase áurea da sua carreira, ele mandou inúmeros lutadores para lona nos primeiros assaltos.

O que no começo era algo extraordinário virou um drama.

Os assinantes de pay-per-view começaram a reclamar das emissoras.

Pagavam caro pelas lutas e viam pouco mais de alguns minutos.

A pressão das emissoras chegou até as comissões de boxe.

E elas a repassaram para o organizador das lutas, para o empresário Don King.

Mesmo com sua fama sendo péssima, ele não podia parar Mike Tyson.

Quem o parou foram as mulheres.

Não bastasse as farras, veio a acusação do estupro da Miss América, Desiree Washington, em 1991.

Acabou sendo condenado a seis anos.

Passou pouco mais de três na cadeia.

Mas perdeu os seus melhores anos como atleta.

Não voltou o mesmo lutador.

O que no ínicio foi comemorado pelo sistema, se mostrou péssimo.

O boxe deixou de aproveitar o verdadeiro potencial de Mike Tayson.

O mesmo fenômeno está acontecendo com Anderson Silva.

Dana White já demostrou várias vezes que não o suporta.

Pela sua arrogância.

Ele não faz nenhuma questão de se colocar à disposição dos inúmeros eventos de promoção do UFC.

Faz os obrigatórios e ponto final.

Não se esforça para ser um ídolo 'vendável', trazer mais dinheiro para o MMA.

Cumpre a sua missão no octógono e ponto final.

As oito defesas do cinturão já incomodavam Dana.

Não há interesse para ele ter alguém imbatível.

Anderson nunca perdeu nas 13 lutas no UFC.

Está milionário, não precisa ficar aos pés da organização do evento.

Ele sabe que é um dos ícones do MMA.

E ponto final.

Tudo estava bem até a luta contra Vitor Belfort.

Ele levou pouco mais de três minutos até acertar o fulminante chute no rosto do rival.

A luta era aguardada pelos fãs há anos.

Era considerada a 'do século'.

Foram centenas de milhares de pessoas por todo o mundo a pagar pelo pay-per-view.

As primeiras previsões dão conta que todo o evento UFC 126 movimentou mais de R$ 80 milhões.

Só na noite de sábado em Las Vegas.

As várias lutas do card não contaram.

O que interessava era Anderson contra Belfort.

O medo dos organizadores é que com lutas tão rápidas, o assinante do pay-per-view desista.

E se arrisque a ver a luta em sites clandestinos.

Por isso, Dana White quer porque quer a luta entre ele e George Saint-Pierre.

Primeiro por toda a qualidade do canadense.

Depois porque Anderson terá de baixar de peso para lutar contra ele.

Menos peso ideal é sinônimo de menos força, desgaste.

Tirar o cinturão de Anderson é uma das ambições de Dana White.

Mas ele deveria pensar duas vezes.

O boxe já sonhou com o mesmo em relação a Mike Tyson.

E até hoje muito gente sonha sobre o que seria do esporte se não fossem aqueles três anos que passou na prisão.

Anderson Silva é um fenômeno.

O UFC deveria cultivá-lo e não fazer de tudo para acabar com ele...

Mesmo se as suas lutas durarem um minuto.

Sorte de quem teve a oportunidade de ver esse minuto ao vivo...

Melhor do que acompanhar 25 minutos de lutas amarradas que não levam a nada...

Não ficarão na memória de quem acompanha MMA.

Agora, quem se esquecerá dos três minutos de Anderson Silva e Vitor Belfort?

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