Taison no Metalist? E a promessa do Inter de não vender ninguém até o Mundial?

reuters34 Taison no Metalist? E a promessa do Inter de não vender ninguém até o Mundial?

"Nosso maior reforço será manter o time que acabou de ganhar a Libertadores."

"Vamos seguir com esses jogadores para o Mundial.

"E ainda buscar outros."

Palavras ditas pelo dono do futebol do Internacional, Fernando Carvalho, na madrugada da sexta-feira, logo após a conquista da Libertadores.

Pois bem, o clube acaba de fechar a venda de um dos seus melhores jogadores: Taison.

Cinco dias depois da promessa do dirigente.

E não foi por nenhuma fortuna:  seis milhões de euros, pouco mais de R$ 14 milhões.

O atacante vai jogar no Metalist, da Ucrânia.

Foi contratado em lugar de Dagoberto do São Paulo, que se recusou a ir para o Leste Europeu.

O lamentável é que todos acreditaram na promessa de Fernando Carvalho.

Taison também não queria sair.

Mas teve de se dobrar à vontade do Inter e dos seus procuradores.

A direção do clube gaúcho resolveu aceitar porque na verdade nunca confiou em Taison.

O jovem jogador surgiu como uma das maiores promessas de todos os tempos do Inter.

Começou muito bem.

Mas depois se deixou encantar pelo sucesso e caiu muito.

No começo do ano esteve para ser emprestado para o Palmeiras.

Se recuperou e voltou a jogar bem.

Mas os dirigentes temiam outra recaída.

Sempre viram no garoto um jogador problemático, de difícil trato.

E Fernando Carvalho faz de conta que esqueceu o que prometeu e lá vai Taison.

Uma ida prematura.

Venda barata para os temp0s atuais da Europa.

O mais importante nesta transação é sempre lembrar.

A promessa de um dirigente perde o significado diante de uma proposta financeira.

Seja quem for...

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Malaquias Brothers cuidem de Keirrison. O reserva de Marcel e Zé Eduardo…

divulgação787 Malaquias Brothers cuidem de Keirrison. O reserva de Marcel e Zé Eduardo...

Marcel e Zé Eduardo.

Dois jogadores limitados.

E na reserva, da dupla: Keirrison.

Seu comportamento na Vila Belmiro está sendo o mesmo no Benfica e na Fiorentina.

Inseguro, lento e desatento.

Nem parece o jogador que encantou o Brasil pelo Coritiba.

E depois fez a fama de vez no Palmeiras.

A ponto de encorajar o Barcelona a pagar R$ 41 milhões por ele.

Só que vestiu a camisa do Barça como qualquer torcedor japonês que  resolve conhecer o estádio Camp Nou...

Nunca como jogador.

Foi logo emprestado ao Benfica.

Acabou na reserva do reserva do reserva.

Não marcou um gol em jogos oficiais.

Foi uma dificuldade encontrar clubes interessados no brasileiro.

Acabou na Fiorentina.

Lá marcou dois.

Lógico que foi devolvido ao Barcelona.

Os dirigentes não sabiam mais a quem repassá-lo.

Nem clubes do Leste Europeu tentaram levar de graça o atacante.

A saída, que os Malaquias Brothers, não queriam foi voltar ao Brasil.

Chegou ao Santos.

Seu outrora futebol leve, inteligente, deveria dar certo com os talentosos Neymar e Ganso.

Só que parece inacreditável a falta de confiança de Keirrison.

Dorival Júnior já detectou a necessidade de um profundo trabalho psicológico no ainda garoto.

Tem apenas 21 anos.

Saiu do Brasil no ano passado crente que seria uma estrela na Europa.

Foi convencido pelos Malaquias Brothers que logo seria presença obrigatória na Seleção Brasileira.

Mas não teve maturidade, personalidade para tantas cobranças.

Agora busca renascer no Santos.

Se os Malaquias Brothers quiserem justificar o que já ganharam e ganham com Keirrison que tomem uma atitude.

Procure o melhor psicólogo do País e leve o garoto.

Empresário precisa servir para outra coisa a não ser vender jogador...

Tirar a sua parte, muitas vezes até dos salários...

Colecionar carros, apartamentos e viagens exóticas...

E se aproveitar da Lei Pelé...

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Rogério Ceni e Fernandão assumem o perdido São Paulo…

divulgação13 Rogério Ceni e Fernandão assumem o perdido São Paulo...

Virou motivo de chacota entre os dirigentes o que acontece no São Paulo.

Por anos, o clube teve a fama de ser o mais organizado do Brasil.

O que não se submete à pressão da torcida organizada.

A invasão permitida dos torcedores ao Centro de Treinamento.

A satisfação que os jogadores tiveram de dar.

As muitas e vexatórias explicações.

O pior ainda foram os gritos exigindo a volta do afastado Dagoberto.

E ele realmente ser reintegrado ao grupo que vai jogar hoje contra o Vasco.

O treinador interino Sérgio Baresi ficou sem ter o que fazer.

Ou melhor, como funcionário do clube cumpriu ordens e Dagoberto vai a campo.

O vice-presidente Leco vai sorridente à televisão e diz que é boa essa 'integração' entre jogadores e torcida.

Dois presidentes de clubes grandes do futebol brasileiro conversaram muito por telefone ontem.

E riram às custas do que está acontecendo no São Paulo.

Sem saída, sem apoio dos dirigentes ou um treinador de verdade, os jogadores tentarão se fechar.

As lideranças do grupo, Rogério Ceni e Fernandão, tentarão conduzir o time.

Agir como se estivessem sozinhos, sem comando.

Cobrar um do outro e tentar vencer o Vasco e quem vier pela frente como se fossem um time de amigos.

E não uma equipe profissional.

Tricampeã mundial e tricampeão da Libertadores.

Sem técnico, sem patrocínio, sem comando...

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Confiante diante do Cruzeiro, Corinthians aposta no Goiás contra o Fluminense. E na tomada da liderança do Brasileiro hoje…

divulgação232 Confiante diante do Cruzeiro, Corinthians aposta no Goiás contra o Fluminense. E na tomada da liderança do Brasileiro hoje...

O Fluminense enfrentará o desesperado Goiás, em Goiânia.

O Corinthans, o tranquilo Cruzeiro, em Uberlândia.

Quem terá o jogo mais fácil?

Quem já pode contar com os três pontos da vitória que o manterá disparado na frente?

Por incrível que possa parecer, os corintianos estão mais confiantes que os tricolores.

O Cruzeiro tem uma equipe muito mais técnica, forte do que o Goiás.

Como em todo ano, Zezé Perrella despejou vários jogadores no clube.

E colocou Cuca na vaga do agora corintiano Adilson Batista.

Entrosar uma equipe com a obrigação de classificar o time até a Libertadores não nada fácil.

Ainda mais com um treinador que acabou marcado no futebol brasileiro por sua insegurança.

Cuca é muito trabalhador, tem uma visão privilegiada dos jogos.

Mas se complica na hora de escolher as peças.

Demora a se decidir.

Os jogadores já perceberam isso.

E ele presta muito atenção a tudo que ocorre fora do campo.

De vez em quando vê fantasmas onde não existe.

Só que desta vez existe de verdade.

Adilson Batista ficou dois anos e meio na Toca da Raposa.

Era tratado a pão de ló por Zezé Perrella.

Foi vice da Libertadores.

Montou equipes eficientes, ofensivas.

E conheceu profundamente a maioria dos atletas que serão seus adversários hoje à noite...

Cuca vai tentar exorcizar Adilson colocando sua equipe no ataque, buscando a iniciativa do jogo.

É tudo o que o corintiano quer.

Vai fazer o que puder para explorar as deficiências da zaga Gil e Edcarlos.

Roberto Carlos e Jorge Henrique vão para cima de Jonathan.

Jucilei, Elias e Bruno César têm ordem de fazer o que gostam.

Contragolpear em bloco, com liberdade para invadir a área, tabelar ou chutar de fora da área.

Neste estilo de jogo é muito bom ter a inteligência de Iarley.

Chega a ser sorte que o gordo Ronaldo só possa jogar contra o Vitória, no domingo.

O jogo estará do 'jeito do Corinthians'.

O maior perigo está na bola parada de Montillo e no imprevisível Wellington Paulista.

Mas os paulistas estão convictos de que terão a partida sob controle.

Por outro lado, Muricy Ramalho sabe que o Goiás, ao contrário do Cruzeiro, não pode perder hoje.

O time de Leão estão em penúltimo lugar.

Não tem apoio de seu torcedor.

Tem jogado mal demais.

A diretoria está em pé de guerra.

O presidente Syd Oliveira emprestou seus dois melhores atacantes: Felipe e Jonanthan.

Fez para desafiar o conselho do clube, não se importando com a chance do rebaixamento.

A imprensa de Goiás pressiona, quer a demissão de Leão de qualquer maneira.

O time não vence no Brasileiro desde que acabou a Copa do Mundo.

É neste ambiente que o agressivo treinador se sente bem.

Vai tentar transformar o clima dentro de campo em guerra.

Todos contra o Goiás.

Especialista em sindrome de perseguição mostrará aos seus atletas que o mundo está contra eles.

E vai exigir um comportamento kamicaze contra o líder do Brasileiro.

A melhor chance que o destino poderia dar ao grupo.

Sob os holofotes do País inteiro, a oportunidade de uma reviravolta.

Pouco importa a técnica.

É para colocar a cabeça nas travas das chuteiras adversárias.

Morder o tornozelo dos bem pagos jogadores cariocas.

Contra adversários assim, nos últimos anos, Muricy Ramalho tem se complicado.

Ele tem sob seu comando uma equipe técnica, talentosa.

Mas contra o Vasco, time sem tantos talentos, quase sucumbe diante do coração.

Além do talento, Deco, Conca, Mariano, Júlio César, Emerson só sairão de Goiânia de cabeça alta se tiverem muita vibração, personalidade.

Se jogarem com raiva.

Aí é que está o perigo.

Talvez tudo isso faz com que os corintianos estejam tão confiantes que a liderança poderá mudar de mãos.

Será?

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Robinho: não tem a menor ideia do seu futuro depois da Copa do Mundo…

Cirque%20Du%20Soleil%20 %20OVO Robinho: não tem a menor ideia do seu futuro depois da Copa do Mundo...

Faltam só sete dias para encerrar a janela de transferências.

E Robinho é um dos personagens principais em três países.

Na Inglaterra porque o Manchester City não o quer e ele não quer o Manchester City.

Na Turquia porque o Besiktas e o Fenerbahçe o querem e ele não quer nenhum dos clubes, quanto mais o futebol turco.

E na Espanha, onde quer o Barcelona e o clube catalão não o quer.

A situação de Robinho é bastante complicada os árabes, donos do Manchester City não têm o menor interesse no brasileiro.

Tanto que ficaram profundamente decepcionados com a campanha brasileira na Copa.

Sonhavam com a chegada pelo menos à semifinal da competição e a maior valorização do seu jogador.

O atacante decepcionou demais no City demonstrando falta de interesse nos treinos e um futebol fraco, individualista.

Era evidente que não estava com a cabeça no clube.

Só foi parar lá porque brigou com a direção do Real Madrid e não houve negócio com o Chelsea.

Foi pelo dinheiro.

Encontrou uma equipe bem abaixo do Real Madrid e se desencantou.

A saída foi a volta por empréstimo ao Santos.

Foi o que garantiu a disputa do Mundial.

Seu retorno no dia 4 de agosto foi obrigatório, mas para ser vendido.

Afinal, os árabes gastaram 42 milhões de euros, ou modestos, R$ 93,6 milhões por ele.

E mais 30 milhões de euros, ou modestos R$ 66,8 milhões, diluídos nos cinco anos de contrato.

No enorme painel que os dirigentes mandaram pintar do Manchester City para a temporada adivinha quem não está desenhado?

Sim, ele mesmo.

Na Turquia os dirigentes e a imprensa estão revoltados com o jogador.

Ele se negou a atuar em dois dos maiores clubes do país.

Já virou um dos atletas mais odiados.

Fechou milionárias portas graças à sua falta de tato.

E por enquanto de nada está valendo seus olhares, seu sonho de atuar no Barcelona.

Realmente, vários jogadores não o desejam por lá.

E conversaram abertamente com o técnico Guardiola.

A fama de encrenqueiro que criou na Espanha e a de pouco empenhado nos treinos, na Inglaterra, o atrapalham muito.

Robinho sabe que não vai ficar no Manchester City.

Já falou claramente à direção.

E percebeu que a falta de interesse é recíproca.

Só faz figa, sonhava apenas com o Barcelona.

Mas seu coração se abriu.

Aceita clubes grandes da Itália, também.

Enquanto isso, a direção santista faz novena para passar logo a semana e ele não vá a lugar algum.

Há a esperança de um retorno de Robinho para a Libertadores de 2011.

Mas as chances são mínimas.

Amigos lhe telefonam do Brasil e perguntam onde vai jogar.

A resposta é a mesma.

"Eu não tenho a menor idéia, parceiro.

A menor idéia..."

Só lembrando que Robinho havia prometido na África do Sul que ele seria "o cara" da Copa...

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Chicão faz ao contrário de Felipe. Não ouve ninguém e fica no Corinthians…

83836 willie nelson texas monthly Chicão faz ao contrário de Felipe. Não ouve ninguém e fica no Corinthians...

Chicão conseguiu o que queria.

Embora tenha como representantes os mesmos de Felipe, o zagueiro falou mais alto.

E ele ficou no Corinthians porque quis.

Foi aconselhado a esperar terminar o ano e pegar os seus direitos federativos e se aventurar em Portugal.

Só que resolveu bancar sozinho a aposta.

Ele mandou recado ao presidente Andres Sanches que desejava ficar no Parque São Jorge.

O dirigente estranhou, já que seus empresários mostraram querer a sua saída.

E Andres teve a confirmação do próprio zagueiro.

Soube que o Corinthians desejava um contrato de dois anos.

Chicão é vivido, tem 29 anos.

Se bancou.

Disse que ou três ou nada.

Andres já havia mandado recado que aceitaria antes do clássico.

E por isso o zagueiro jogou muito melho e mais tranqüilo contra o São Paulo.

É um ótimo reforço para o resto do Brasileiro.

E para o eterno sonho corintiano: a Libertadores.

Detalhe: só Ronaldo e Roberto Carlos ganham mais do que ele.

O problema agora passa a ser apenas quem está do seu lado: o lento William.

Quem sabe se Felipe tivesse agido de acordo com sua cabeça ainda não estivesse no Corinthians?

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Por que Kalil e Syd não enfrentam, não cobram Luxemburgo e Leão? Qual o medo?

 Por que Kalil e Syd não enfrentam, não cobram Luxemburgo e Leão? Qual o medo?

Alexandre Kalil disse que vai cobrar forte os jogadores.

Não se conforma com a vergonhosa campanha do Atlético Mineiro.

Syd de Oliveira promete enfrentar o Conselho Deliberativo e os atletas.

Está tenso, irritado.

Promete que, se for preciso, fazer uma devassa no elenco.

Por que os dirigentes não têm coragem de enfrentar Vanderlei Luxemburgo ou Leão?

O alto investimento do Atlético Mineiro e os péssimos resultados precisam ser justificados.

O Goiás apostou na conversa do técnico que seria possível fazer uma campanha razoável.

Os dois clubes têm miseráveis 13 pontos, ocupam a zona do rebaixamento.

Conselheiros insistem para os dois presidentes enfrentarem, cobrarem os técnicos.

Uma pergunta que não quer calar...

Por que será que o severo Alexandre Kalil se transforma quando vê  Luxemburgo?

E o brigador Sid de Oliveira se dobra diante de Leão?

Será que esses presidentes sabem que comandam o destino de milhões de torcedores?

Ou o medo desses dois veteranos técnicos é maior do que a paixão por Goiás e pelo Atlético?

Ou eles não souberam negociar e estão presos às multas rescisórias?

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O que está acontecendo com o São Paulo Futebol Clube? Andrés Sanchez insinua que já viu esse filme em 2007…

 O que está acontecendo com o São Paulo Futebol Clube? Andrés Sanchez insinua que já viu esse filme em 2007...

Nada no São Paulo acontece por acaso.

Nenhuma noviça pisa no Centro de Treinamento sem autorização do presidente Juvenal Juvêncio.

Quando mais de 50 torcedores não só entram quando passam o tempo xingando e ameaçando jogadores, há algo por trás.

Bastaram algumas míseras ligações e a confirmação de que a diretoria queria essa "dura".

Depois do vexatório comportamento contra o Corinthians. os jogadores teriam de ser cobrados.

Não da maneira elegante, sutil de Sergio Baresi.

Nem de Juvenal, que já se cansou de cobrar, xingar, dar socos na mesa.

Depois dos 3 a 0, acabou a proteção.

Que os jogadores sentissem a pressão verdadeira.

Dos torcedores.

E com eles não houve espaço para desculpas.

O time foi eliminado da Libertadores em casa nas semifinais.

Ninguém confiava em Ricardo Gomes, mas ele ficou até o clube ser eliminado da competição mais amada por seus torcedores.

Tudo porque Juvenal Juvêncio havia dado a sua palavra ao ex-treinador que permitiria sua saída antes do final da participação do São Paulo da Libertadores.

Um absurdo.

E agora não consegue reagir no Brasileiro.

É apenas o 15º colocado em 15 rodadas.

Campanha fraquíssima.

Sem criatividade ou competência para contratar um treinador de verdade, os portões do Centro de Treinamento foram abertos para os torcedores.

Na década de 70 as invasões dos torcedores ao Parque São Jorge também tinham as autorizações da diretoria.

A estratégia que o São Paulo utilizou foi ultrapassada.

Não são palavrões e ameaças que o time vai melhorar.

Os jogadores precisam de um comandante, um técnico profissional.

A hora não é de aprendiz.

Paulo Autuori é o desejo.

Antônio Lopes foi oferecido.

Empresários insistem em lançar o nome de Luxemburgo, técnico que seria vetado pelo próprio Juvenal.

Enquanto isso Miranda diz que seu ciclo está acabando.

Dagoberto deixa claro que a diretoria o quer longe do clube.

Jorge Wagner está acreditando ser melhor jogar na segunda divisão com o Bahia.

Marcelinho Paraíba diz que está feliz demais por haver deixado o São Paulo e estar na segunda divisão com Sport.

Juvenal Juvêncio continua voltando sua atenção para Brasília, tentando ainda fazer o Morumbi o estádio da Copa de 2014 por São Paulo.

Não há patrocínio fechado na camisa por conta da indefinição em relação à Copa.

Há muitos e muitos anos, o clube não estava tão conturbado, sem rumo.

Não é à toa que o presidente do Corinthians, Andrés Sanchez, aconselhou o rival abrir o olho, para tentar fugir do rebaixamento no Brasileiro.

Sanches sabe muito bem o que diz.

Ele conhece o caminho.

Lembra bem de 2007...

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Em vez de agradecer ao Santos por Neymar e Ganso, Lula deveria mudar a Lei Pelé…

divulgação38 Em vez de agradecer ao Santos por Neymar e Ganso, Lula deveria mudar a Lei Pelé...

O encontro do presidente Lula com Neymar e Ganso precisa ser analisado com muita atenção.

O agradecimento dele ao presidente Luís Álvaro por manter tanto talento no país...

A comemoração pelos jogadores terem recusado o dinheiro da Europa...

Tudo a princípio pareceu muito bem colocado.

Teria sido uma ideia do Ministro dos Esportes, Orlando Silva.

Mas antes de todos se empolgar com a postura até humilde de Lula, vale uma lembrança.

Simplória.

A facilidade com que os clubes europeus levam jogadores ainda no berço do Brasil tem explicação.

Assim como o fato de os empresários deitarem e rolarem.

Terem se tornado os verdadeiros donos dos jogadores.

A Lei Pelé.

Caberia ao presidente e ao ministro pensarem em alterar a lei que facilita o êxodo e a farra dos empresários.

Os clubes foram feitores dos jogadores por décadas.

A legislação mudou.

Foi radical demais.

Os clubes são subjulgados por empresários.

Atletas só fazem o que seus agentes mandam.

Vários jogadores talentosos mal passam pelo futebol brasileiro.

Como Pato e muitos outros.

Liberar os atletas para ir atuar no Exterior com 18 anos é ser bom demais com os empresários e as equipes de fora.

Elevar essa idade pelo menos para 20 anos não seria crime algum.

Faria bem para os garotos, porque eles chegariam nos exigentes clubes europeus mais maduros, prontos.

Criar um departamento no Ministério dos Esportes para acompanhar oss contratos profissionais dos jogadores também não custaria nada.

Muitos atletas assinam com seus agentes por anos e anos.

Dependendo da necessidade da família, assinam quantos contratos forem necessários.

Inúmeras vezes querem mudar de empresário e não conseguem.

Estão presos como escravos.

E o Ministério do Esporte desconhece, vira os olhos para o outro lado.

Tão boleiro, o presidente Lula poderia prestar mais atenção a isso.

Agradecer a Neymar e Ganso por terem ficado no Brasil chega a ser um absurdo.

Eles ficaram porque têm salários de um padrão europeu.

Neymar tem multa rescisória de 45 milhões de euros.

Ganso, 50 milhões de euros.

E os tantos outros anônimos que estão se aventurando pelo mundo,  sem opção.

Nas mãos de empresários, que muitas vezes enganam os garotos embolsando o que a família pode dar, fingindo que arrumariam testes em clubes do Exterior.

Quantos fracassam ou nem mesmo são testados.

E os meninos só  têm essa atonomia para ir ao Exterior porque a Lei Pelé permite.

Houve muito interesse por trás da sua aprovação.

É até uma injustiça essa lei se chamar Pelé, depois de tantas mudanças que sofreu.

Mas não importa.

Com qualquer outro nome, ela precisa ser mudada.

Caberia ao Ministro dos Esportes, ao presidente acordarem para isso.

Só que,  para falta de sorte do futebol brasileiro, esse ano é um ano eleitoral.

Não vale a pena, ainda mais para um presidente em final de mandato, comprar essa briga.

Muito menos um ministro.

É mais fácil dar um abraço no dirigente e nos jogadores.

Devidamente fotografado, resgistrado pela imprensa do Brasil inteiro.

Até porque a eleição já está logo ali.

Agora não é nada mal posar ao lado de Neymar e Ganso.

Bem ao contrário de outras fotos que muita gente torce para serem esquecidas...

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Por que o Corinthans que massacrou o São Paulo não pode ser repetido? Ah…Ronaldo quer jogar…

 

AgenciaEstado3 Por que o Corinthans que massacrou o São Paulo não pode ser repetido? Ah...Ronaldo quer jogar...

Depois de tudo que o Corinthians fez hoje contra o São Paulo será triste o que acontecerá contra o Vitória.

O ágil time que fez o que quis do São Paulo não poderá ser repetido.

Porque Ronaldo quer e tem de jogar.

Será a partida de comemoração dos 100 anos do Corinthians.

Não importa se Jorge Henrique, Iarley, Elias, Bruno César conseguiram dar um ritmo empolgante à partida.

Toque de bola em velocidade, infiltrações, troca de posições.

Tanto que passaram a impressão que o São Paulo estava dormente.

A lição de casa que o improvisado Baresi deu aos seus jogadores não funcionou.

De nada adiantou dar dvds para os atletas decorarem o que deveriam fazer contra o Corinthians.

Aliás, Juvenal Juvêncio está sendo pressionado para não esperar por Paulo Autuori e buscar um outro treinador.

O momento não é para alguém como Baresi, ganhar experiência.

Mas voltemos ao Corinthians, vice líder.

O time terá de diminuir o ritmo contra o Vitória.

Tocar a bola de maneira mais lenta.

Antes de chutar para o gol, os jogadores deverão procurar um companheiro bem colocado.

Esse bom companheiro está pesado.

Lento.

Se fosse em uma pelada entre garotos, seria o conhecido 'café com leite'.

Talvez a melhor imagem seja o 'dono da bola'.

Nem Adilson Batista ou José Mourinho teria força para não escalar Ronaldo.

Ele é o homem que garante o salário de todos.

Inclusive o do treinador.

O grupo Hypermarcas só coloca os R$ 47 milhões na camisa corintiana por ele.

E ele que jogar.

Não importa que está completamente fora de forma.

O presidente Andres Sanches também quer.

Festa de 100 anos do Corinthians sem Ronaldo não é festa.

Pouco importa se o clube está brigando pela liderança contra o Fluminense.

Nem se jogou o clássico de hoje de maneira primorosa.

E aumentou o tabu de três anos e meio sem derrotas contra o rival.

Que se desmanche o esquema tático.

E Adilson arrume um lugar para Ronaldo.

Os outros jogadores que corram por ele.

Afinal de contas, o que é mais importante?

Vencer um jogo, ganhar mais três pontos?

Ou interromper o descanso de mais de 110 dias de um jogador?

Que nega as evidências, mancha sua imagem?

Finge que está mais magro do que um toureiro espanhol.

Ronaldo já prejudicou o clube na Libertadores, a do centenário.

Agora a própria festa.

Ele já fez pelo Corinthians o que poderia.

Trouxe dinheiro e prestígio internacional.

Agora está atrapalhando.

Que alguém, um dia, tenha coragem de dizer 'chega'.

Nestes 100 anos, o Corinthians não ficou à disposição de ninguém...

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