A direção do Real Madrid ainda está revoltada com o sacrifício inútil de Kaká na Copa da África…Só o liberará para a Seleção quando for obrigatório…Acabou a boa vizinhança…

divulgação0025 A direção do Real Madrid ainda está revoltada com o sacrifício inútil de Kaká na Copa da África...Só o liberará para a Seleção quando for obrigatório...Acabou a boa vizinhança...
É muito simples compreender o sacrifício que Kaká fez na Copa da África.

Sua lesão no joelho esquerdo e lombalgia eram tão graves que só voltará a jogar em janeiro.

Ou seja: agosto, setembro, outubro, novembro e dezembro serviram só para recuperação.

O segundo jogador mais caro da história está parado há cinco meses.

A direção do Real Madrid ainda não se conforma como ele expôs a tanto sacrifício pela Copa.

Médicos confirmam que as dores que ele sentiu foram além do normal.

Kaká estava obcecado.

Foi um enfeite na Copa de 2002 e havia fracassado na de 2006.

Queria a redenção em 2010.

Se aproveitou da dependência da convocação de Dunga...

E principalmente da vontade de um trio.

Do fisioterapeuta Luis Rosan, do preparador físico Paulo Paixão e do médico José Luiz Runco.

Eles acreditavam ter a missão divina de colocar o jogador em campo na África.

De qualquer maneira.

Sabiam que Dunga contava, precisava dele em campo.

E todos foram contagiados com o enorme espírito de sacrifício de Kaká.

Ele se submeteu a tudo para jogar.

Principalmente ao seu maior sacrifício pessoal, as dores.

Diagnósticos foram desprezados.

E todo tipo de tratamento tentado.

Ele ficou muitas madrugadas acordado tratando do joelho e da pubalgia, que era mais cruel.

As dores na lombar eram terríveis.

Dificultavam a movimentação, o arranque, os chutes.

Praticamente anulavam o potencial de Kaká.

Mas perigosa mesmo era a lesão do joelho.

"Ele colocou sua carreira em risco.

Não sei como um jogador tão importante se expôs a isso", disse o consagrado médico Marc Martens que o operou em agosto.

Kaká estava com o menisco rompido.

A direção do Real Madrid ficou possessa com o diagnóstico.

Afinal, gastou 65 milhões de euros no meia.

Cerca de R$ 178 milhões!!!

Tudo por um sacrifício inútil.

Kaká não podia se movimentar, mas contava com toda a confiança de Dunga.

Todos diziam que o jogador estava bem.

Seu esquema dependia demais de um jogador talentoso, mas com o menisco rompido.

Médicos de clubes grandes de São Paulo me afirmaram que nem Pelé no auge faria melhor com o joelho como estava o de Kaká.

Tudo isso foi exposto porque o jogador anunciou a sua volta em janeiro.

E de novo, se ouve um aviso vindo da CBF.

"Kaká será fundamental para o meu trabalho.

Ele sabe o quanto conto com ele."

As frases são de Mano Menezes.

A direção do Real Madrid, José Mourinho, parentes e até assessores de imprensa de Kaká ficaram arrepiados.

Outra vez, não.

Todos sabem o quanto o jogador quer completar a trajetória vitoriosa na sua carreira.

E ele está devendo na Seleção Brasileira.

Principalmente em uma Copa do Mundo.

Em 2014, ele terá 32 anos.

Será a sua última chance.

Se ele fez o que fez em 2010, o medo é pensar em tudo o que ele se sujeitará a jogar a Copa do Brasil.

Que Mano Menenezes ou quem estiver no comando da Seleção tenha bom senso e perceba essa exagerada determinação de Kaká.

E que cultive Ganso e até o argentino naturalizado Conca.

O Brasil não pode nunca mais depender da santa obsessão de Kaká.

Até porque acabou a boa vontade da direção do Real Madrid em relação à Seleção Brasileira.

Os espanhóis não perdoam o que foi feito com seu jogador que custou R$ 170 milhões.

Só o vão ceder quando forem obrigados pela Fifa.

Acabou a política de boa vizinhança...

Richarlyson no Fluminense. A negociação mais constrangedora do Brasil..

divulgação rolling stone Richarlyson no Fluminense. A negociação mais constrangedora do Brasil..
A expulsão infantil de Richarlyson contra o Fluminense teve muitas conseqüências.

O presidente Juvenal Juvêncio ficou revoltado.

Não por ver o seu time não lutar pela vitória, o que prejudicou o odiado rival Corinthians.

Mas porque sabia que há pelo menos dois meses, o Fluminense sondava seu atleta.

Está certo que Xandão já havia recebido cartão vermelho na mesma partida.

A expulsão de Richarlyson facilitou demais o jogo para o time de Muricy Ramalho.

Pegou mal.

O jogador forçar o vermelho xingando Heber Roberto Lopes.

E ajudar o seu próximo clube.

Não só a ganhar a partida.

A ser campeão do Brasil.

Ética, constrangimento, raiva, desligamento imediato do São Paulo.

Richarlyson nunca mais vestiu ou vestirá a camisa do tricolor paulista.

Sua despedida foi inconvincente.

Estava claro que os companheiros se mostravam muito mais ligados a Jorge Wagner.

A saída foi sim pela porta dos fundos.

E como o Fluminense poderia anunciar o jogador depois de tão estranha expulsão de Richarlyson?

A saída mais óbvia: deixar a poeira baixar.

Apostar na falta de memória das pessoas, dos torcedores, da imprensa.

E aos poucos a negociação vai se materializando.

O empresário de Richarlyson está sim tentando encontrar um clube europeu disposto a pagar muito pelo jogador.

Só que as ofertas não estão chegando.

O Fluminense tem a total prioridade no Brasil.

Muricy já conversou com Rick sobre a importância da sua versatilidade no time.

Os dirigentes também já estão cansados de ouvir o treinador falar sobre o assunto.

A mais contrangedora contratação de 2010 vai tomando forma.

O jogador está fugindo das entrevistas.

Os dirigentes e Muricy disfarçam, constrangidos quando o assunto é tocado.

Ninguém quer passar por mentiroso.

O caminho das Laranjeiras está aberto.

O grande problema foi absurda postura de Richarlyson contra o Fluminense.

Não há como evitar o sorriso amarelo, envergonhado de todos os envolvidos caso aconteça o que todos esperam: a contratação do atleta.

O que seria uma ótima contratação passa a ser incômodo.

Tudo por causa de um chilique no pior momento possível...

O Fluminense e Richarlyson não precisavam passar por este grande momento constrangedor...

( E para o bem do futebol não passaram.

O presidente Alexandre Kalil ofereceu bem mais do que a proposta do Fluminense.

Ninguém esperava, nem o procurador do jogador.

Ele vai para Minas Gerais.

Trabalhar com Dorival Júnior.

Foi a melhor situação que poderia ter acontecido para Richarlyson.

A expulsão na última partida jogando pelo São Paulo contra o Fluminense ninguém vai esquecer.

Nem se ele fosse jogar na China...)

Não é piada. Portuguesa quer ser bicampeã brasileira. Venceu dois Rio-São Paulo…

divulgação92920 1024x682 Não é piada. Portuguesa quer ser bicampeã brasileira. Venceu dois Rio São Paulo...

Manuel da Lupa.

Mudou os estatutos da Portuguesa para ficar três mandatos seguidos.

Se trancou nos vestiários para não apanhar de torcedores ligados à outra chapa depois reeleito há dois dias.

Seu primeiro ato no novo mandato qual é?

Exigir da CBF que a Portuguesa seja considerada bicampeã brasileira.

Por quê? Como? Quando? Onde?

Ora, a Lusa venceu os torneios Rio-São Paulo de 1952 e 1955.

E como o torneio era disputado pelos melhores clubes do País, por que não considerá-la bicampeã do Brasil?

"Se todo mundo pediu e conseguiu o reconhecimento dos títulos antes de 1971, por que não a Lusa?", pergunta o presidente Manuel da Lupa.

O clube já levantou a documentação e deve enviá-la para a CBF.

O estilo é imitar o que fez o jornalista Odir Cunha em relação ao estudo que fará Santos e Palmeiras octacampeões brasileiros.

Virou uma farra.

Quem ganhou qualquer jogo ou torneio no passado quer o reconhecimento.

Outra vez surge a Portuguesa.

O clube fez várias excursões no início dos anos 50, quando teve um dos melhores times da história.

Como ganhou de adversários fortes pode pedir mais 'alguns campeonatos', como dizem seus dirigentes.

A situação está ido além do aceitável.

O pedido de Palmeias, Santos, Cruzeiro, Fluminense, Bahia e Botafogo para o reconhecimento dos torneior Roberto Gomes Pedrosa, a Taça Brasil e a Taça de Prata, tudo bem.

Pode haver discussões, mas os clubes foram tratados como campeões brasileiros.

E ganharam direitos, como disputar a Libertadores, reservados aos campeões do País.

Agora, torneio Rio-São Paulo e excursão é puro instinto de aproveitador.

Não há cabimento.

Assim como uma eleição acabar em pancadaria e o presidente se esconder nos vestiários para não apanhar.

Mas acontecem situações na Portuguesa que fogem da lógica, do entendimento...

Uma pena, um clube que representa colônia tão poderosa em São Paulo...

Optar pelo lado folclórico.

Seu pedido não tem cabimento.

E só desgasta ainda mais a imagem do clube...

Dunga, Mano, Scolari, Tite, Roth. A decepção com os gaúchos que mandaram no futebol brasileiro em 2010…

divulgação00221 Dunga, Mano, Scolari, Tite, Roth. A decepção com os gaúchos que mandaram no futebol brasileiro em 2010...

São de todos os tipos.

O que veio a peso de ouro, maior salário da América Latina pago a um treinador de futebol.

Com o currículo pesadíssimo de pentacampeão mundial, bicampeão da Libertadores da América.

Foi tratado como um rei.

Mandou os jogadores se calarem; eles se calaram

Ordenou o fechamento dos treinos; os treinos foram fechados.

Até a turma do amendoim passou a se comportar como tietes enlouquecidos.

Tudo isso deu em nada na prática.

O Palmeiras continuou sendo motivo de tristeza.

O clube perdeu a semifinal da Copa Sul-Americana em casa, jogando como time pequeno, contra o Goiás.

No Brasileiro fez uma campanha pífia.

Culminando nas derrotas que ficaram para a história por falta de empenho, contra Fluminense e Cruzeiro.

Luiz Felipe Scolari foi uma grande decepção até para fãs de carteirinha.

O outro abriu mão do Campeonato Mundial de Clubes.

Esperto, sabia que o fraquíssimo Al Wahda não tinha condições de vencer ninguém.

Aceitou correndo a proposta para treinar Ronaldo.

E ganhar o Brasileiro.

Estava fácil.

Pensou que não iria frustrar mais uma torcida no seu centenário, como fez com o Inter.

Mesmo com os pontos que o boicotado Adilson Batista desperdiçou, era muito possível fazer o Corinthians ganhar o Brasil.

Mas a falta de coragem tática na partida contra o Vitória em Salvador custou o campeonato.

Pior ainda foi empatar na última rodada com os reservas e juniores do Goiás.

Como bem um leitor escreveu: quer disputar campeonatos de forma digna, contrate Tite.

Quer vencer, busque outro técnico.

Essa é a imagem que Tite, o homem que só sabe contragolpear, consolidou no Brasil.

O outro parecia haver exorcizado seus demônios.

Ter aprendido a ganhar.

Já que venceu a Libertadores.

Se tornou mais leve, dócil com a vida, com os jogadores, com a imprensa.

A direção do Inter comemorava até a evolução de Celso Roth como técnico.

E ele teve toda a permissão de cumprir o seu plano de abrir mão do Brasileiro.

A intenção era vencer o Mundial.

Estava tudo planejado para vencer a Inter de Milão, que capenga nas mãos de Rafa Benítez.

Só que o Mazembe acabou com o sonho.

E de forma convincente, desmoralizadora.

Os africanos dançaram em cima dos planos de Roth.

Poucas vezes um treinador ficou tão envergonhado dando uma coletiva para explicar uma derrota.

Perdeu a chance de passar de patamar de técnico de times médios para top no Brasil.

O melhor deles assumiu o São Paulo.

Depois de ótima campanha no surpreendente Atlético Paranaense.

Finalmente parece ter aprendido que os jogadores não têm a genial leitura da partida que ele tinha em campo.

E simplificou seus esquemas táticos.

Parou de criar táticas que não treinou durante os jogos.

Está conseguindo se reinventar.

Passa confiança aos torcedores.

E para a diretoria.

A sensação de submissão que havia com Ricardo Gomes foi embora.

Paulo César Carpegiani está conseguindo resgatar a sua carreira no Morumbi.

De tanto apanhar, aprendeu que o simples funciona.

E o último que merece ser citado está exilado.

Fez o que fez com a Seleção Brasileira na África do Sul.

E até agora está tentando entender o que aconteceu.

Sua marca registrada é a da intolerância, da raiva de tudo e de todos.

Até o seu nome provoca pé atrás: Dunga.

Só dirigentes que pensavam em punir seus jogadores o sondaram.

Como o São Paulo.

Mas depois a diretoria desistiu.

Viu que o time não merecia alguém agressivo como um feitor.

E sim um técnico.

Foi substituído pelo político Mano Menezes.

Tirou o Corinthians das Trevas da Série B.

Conseguiu por um semestre domar Ronaldo e ganhou o Paulista e a Copa do Brasil.

Só que depois naufragou no planejamento para a Libertadores.

Viu, a contragosto, a diretoria fazer o péssimo negocio de vender Douglas, André Santos e Cristian.

Sua base foi embora, quebrada no vértice.

Na Libertadores faltou coragem na partida do Rio de Janeiro.

Perdeu uma partida fundamental, com um homem a mais.

E foi eliminado em casa, no Pacaembu.

Diante do Flamengo, time inferior tecnicamente.

Dirigida por treinador interino.

Mas a maior derrota mereceu um prêmio.

Politicamente, Andres Sanches o colocou na Seleção Brasileira.

Ganhou dos fracos e perdeu o único amistoso contra uma equipe do mesmo nível: a Argentina.

2011 será fundamental para mostrar se terá fôlego para chegar até a Copa de 2014.

Mano não termina o ano seguro, não.

Porém o melhor, disparado, em 2010 foi aquele que leva Gaúcho como sobrenome.

Justamente o mais desacreditado.

Aquele que posava de óculos escuros na Barra da Tijuca.

Resolveu sair do Rio e se descobriu treinador de verdade no Bahia.

E com o apoio até do Minuano, levou o Grêmio da zona do rebaixamento para a Libertadores.

Montou um time competitivo, rápido objetivo.

Só ele mereceu as bombachas que veste.

A grande maioria dos gaúchos que dominou o futebol brasileiro em 2010 precisa se reciclar.

Deixou muito a desejar.

Que em 2011 os chimangos e maragatos consigam reagir.

A felicidade de milhões de pessoas está nas mãos desses gaúchos...

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Corinthians perde tempo precioso esperando pelo bipolar Adriano…Todo planejamento de Tite da Libertadores depende do atacante…

divulgação0015 Corinthians perde tempo precioso esperando pelo bipolar Adriano...Todo planejamento de Tite da Libertadores depende do atacante...
"Ficar sem jogar não é uma boa coisa para mim.

Preciso de um esclarecimento do clube.

Preciso saber se eles desejam que eu permaneça.

Eu quero ficar, mas apenas se for aproveitado."

As frases são de Adriano no dia 20 de novembro de 2008.

Ele se referia à Inter de Milão.

Na mesma época, Gilmar Rinaldi garantiu que ele não jogaria em nenhum clube brasileiro.

Seguiria atuando no clube italiano.

E deu no que deu, com Adriano largando tudo e voltando para o Flamengo.

A imprensa internacional destaca as suas parcas declarações ao Corriere dello Sport de ontem.

"O que conta é o que eu digo e repito: a Roma é e será meu time."

Bastou para todos darem por terminadas as negociações com o Corinthians.

Infelizmente, Adriano e quase todos os jogadores não costumam manter à tarde o que dizem pela manhã.

Essa postura do atacante está enlouquecendo e envergonhando os dirigentes do Corinthians.

O novo diretor Roberto de Andrade quer um fato novo para ganhar prestígio.

O que não é difícil depois da omissa passagem de Mario Gobbi pelo cargo.

E, ingênuo, Andrade vem garantindo que está tudo certo entre Corinthians e Adriano.

Posa como se tivesse a certeza de que o jogador não mudará sua decisão de maneira nenhuma.

Afinal, combinou tudo, até salários com Ronaldo.

Quem é capaz de deixar Ronaldo falando sozinho?

Adriano é.

Esperto, Andrés Sanchez soube ler a situação.

E correu para a mídia para dizer que não está nada certo.

Não quer passar pela vergonha, pela frustração de garantir o jogador em 2011 e ele não chegar.

E o atacante que o Corinthians contratar ser sempre comparado a Adriano.

Por isso ele disse que não dá para contar com o jogador.

Porque não dá mesmo.

Gilmar Rinaldi ficou tão tenso com a situação que decidiu não mais falar sobre o caso.

Não quer perder moral como empresário com a imprensa.

Como se os jornalistas não soubessem que ele não controla o jogador...

Enquanto isso, o planejamento do Corinthians para a Libertadores está travado.

Esperando as idas e vindas do bipolar Adriano.

Como se o clube não tivesse um caminho muito mais árduo do que em 2010.

Jogar a pré-Libertadores decidindo na Colômbia.

E se passar o grupo da morte com Cruzeiro e Estudiantes.

Tite disfarça, fala a Andrés que está tudo bem, mas sabe que está tudo mal.

Péssimo.

O Corinthians com Adriano será completamente diferente do Corinthians sem Adriano.

E para endoidecer de vez a direção de Andrés, na entrevista para o jornal italiano, o atacante só cita o Flamengo.

Como se não existissem Corinthians e Palmeiras.

"Sou muito ligado ao Flamengo, mas eu fiz a minha escolha e essa escolha é o Roma.

É bom saber sobre o interesse de vários clubes.

Mas quero que 2011 seja o ano da volta do Imperador."

Como ter coragem de planejar a Libertadores acreditando nas palavras de Adriano?

É muita irresponsabilidade.

Não dele.

Mas do clube que fica paralisado, perdendo tempo esperando por ele...

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Qual é a luta dos seus sonhos no UFC Brasil em agosto de 2011? Dana White pode atender seu pedido…

divulgação22222 Qual é a luta dos seus sonhos no UFC Brasil em agosto de 2011? Dana White pode atender seu pedido...
Dana White confirmou que no dia 27 de agosto de 2011, o UFC voltará ao Brasil.

Depois de conquistar os Estados Unidos, Inglaterra, Canadá, Japão e Emirados Árabes.

E o restante do planeta pela tevê.

A moderna Arena HSBC da Barra da Tijuca terá esse privilégio.

Será muito diferente do evento de 16 de outubro de 1998.

Posso falar porque eu era uma das 8.500 pessoas no acanhado ginásio da Portuguesa.

Nada daqueles telões sensacionais de alta definição.

Era um torcer de pescoço terrível para tentar enxergar as lutas.

O octogono ficou grande demais para o ginásio.

Quem estava nas primeiras fileiras sentia o cheiro do suor e do sangue dos lutadores.

E o mais incrível por acompanhar de tão perto os combates: a adrenalina no ar.

O público era formado por praticantes de jiu jitsu.

As academias formaram caravanas.

E os demais por curiosos, que queriam ver o vale tudo.

Torciam por pisões no pescoço, chutes na cabeça, dedo no olho.

E que ficaram decepcionados ao saber das regras do MMA.

Antes e depois das lutas, o acesso aos lutadores era fácil demais.

Não eram estrelas inatingíveis como são hoje.

Naquela noite inesquecível, o que mais ficou na retina foi a vitória de Victor Belfort diante de Vanderlei Silva.

Foi a seqüência de socos mais precisa e marcante da carreira do garoto de 18 anos.

Foram 44 segundos arrasadores.

Pedro Rizzo massacrou o barrigudo Tank Abbot.

Não havia antidoping, nem os cuidados médicos eram respeitados como deveriam.

Tudo era muito tosco.

Após as lutas, todos seguiram para uma festa na saudosa Tango Tango, misto de danceteria e bar.

E os lutadores foram perseguidos por formosas Marias Tatame.

Nem o árbitro Big John McCarthy escapou.

O estranho foi que Tank Abbot ficou conversando por horas de mãos dadas com um amigo, sem se importar com o que acontecia ao seu redor.

Tudo mudou.

Dana White e Lorenzo Fertitta transformaram o UFC em um dos eventos mais assistidos e elitizados do planeta.

Os atletas são máquinas de fazer dinheiro.

As apostas pelo mundo movimentam centenas de milhões de dólares.

Os cachês dos campeões são de cerca de 400 mil dólares.

O acesso aos lutadores lembra o de estrelas de rock.

Os exames antidoping são rigorosíssimos.

Uma pena que o preço dos ingressos também.

Nos Estados Unidos, os melhores lugares custam até R$ 1.300,00.

Aqui há a promessa de que haverá muitos populares.

Mas quem quiser ver os atletas de perto terá de pagar muito caro.

Indo ao que interessa.

Que luta você queria assistir no Brasil?

Anderson Silva contra quem?

Shogun e...

José Aldo tendo pela frente...

Vitor Belfort...

Minotauro, Minotouro, Cigano...

Brock Lesnar, George Saint Pierre, BJ Penn, Cain Velasquez, Lyoto Machida...

O eterno Randy Couture...

Escolha a luta dos seus sonhos...

Dana White prometeu que levará em consideração a vontade dos fãs brasileiros.

Portanto, escolha e cruze os dedos...

Eu tenho a minha.

Basta olhar para a foto do post...

Festa no Parque São Jorge. Corinthians economizará R$ 900 mil e ainda se livrou de Souza…

Agencia Estado221 Festa no Parque São Jorge. Corinthians economizará R$ 900 mil e ainda se livrou de Souza...

O Corinthians venceu uma disputa raivosa, tensa para ter Souza.

O clube paulista atropelou os dirigentes santistas que haviam deixado tudo acertado à noite.

E no dia seguinte, ele anunciava ter fechado com Andrés Sanchez.

O presidente corintiano pagou três milhões de euros, perto de R$ 7 milhões por ele.

Em 15 parcelas.

E mais contrato de R$ 175 mil mensais.

Logo bateu arrependimento em Andrés e em Mano Menezes, que havia indicado o jogador.

Ainda mais com a chegada de Ronaldo.

Impossível dois jogadores parados dentro da área, esperando a bola chegar.

Só que quem é bobo de virar as costas para R$ 175 mil mensais?

Souza foi ficando, ficando, ficando...

Recusou várias sondagens de clubes médios.

A direção sonhava que alguém o levasse pagando seus salários.

Mas todos os clubes se recusavam a gastar tanto com Souza.

O jogador também fugia da rescisão do contrato.

Ele não quis ficar apenas com os seus direitos federativos nas mãos.

Exigia receber o que estava acertado e ponto final.

Veio o jogo contra o Vasco no segundo turno do Brasileiro.

E outra vez, foi mal.

Vaiado, cruzou os punhos imitando gesto característico da torcida flamenguista.

Bastou para ser ameaçado até de morte por fanáticos corintianos que o queriam fora do Parque São Jorge.

Andrés recebeu esse pedido dos chefes de torcida.

E Souza foi para o Bahia.

O Corinthians continuará pagando R$ 100 mil mensalmente pelo erro que cometeu.

E os baianos, R$ 75 mil.

Até o final do ano.

Uma boa redução.

Economia de R$ 900 mil em 2011.

Foi o melhor que Andrés conseguiu.

Souza sabe que nunca mais vestirá a camisa corintiana.

E os dirigentes do Parque São Jorge vão pensar duas vezes quando quiserem atravessar um negócio feito por um clube rival...

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“Para entender por que Corinthians, Santos e São Paulo evoluíram, olhe bem para o Palmeiras.” Mustafá Contursi…

divulgação0011 Para entender por que Corinthians, Santos e São Paulo evoluíram, olhe bem para o Palmeiras. Mustafá Contursi...
"Foram dois anos de pose e promessas vazias.

E sofrimento para os nossos torcedores.

Ele gastou mais de R$ 60 mil mensais com assessores de imprensa e publicitários.

Tudo para forjar uma imagem de dirigente moderno, que iria revolucionar o futebol.

Não deu estabilidade para técnicos como Luxemburgo, Muricy e Felipão.

Será que eles desaprenderam quando colocaram o uniforme do Palmeiras?

O Palmeiras não ganhou nada, só perdeu com Belluzzo.

Eu como palmeirense não me conformo com esses dois anos perdidos.

Os outros clubes evoluíram, só o Palmeiras que andou para trás."

Entrevista exclusiva com Mustafá Contursi.

Belluzzo chega ao final da administração sem a conquista de um título.

Foram dois anos de derrotas seguidas.

O Palmeiras continua endividado.

O que aconteceu?

Mustafá Contursi: Nada diferente do que eu havia previsto.

Infelizmente, porque sou palmeirense e me dói as derrotas, os vexames no futebol.

E com treinadores de renome como Luxemburgo, Muricy e Felipão.

Uma coisa é ficar preocupado em se apresentar como a modernidade.

Gastar mais de R$ 60 mil com assessores de imprensa e publicitários para cuidar da própria imagem.

E se esquecer do clube.

Você sabia que a assessoria de imprensa do Palmeiras é a mais cara do futebol brasileiro?

Quero dizer que, nestes dois anos, o clube perdeu tempo com pose e falta de projetos sérios.

As dívidas só aumentaram.

Não foram feitos investimentos na base.

O Palmeiras não revela jogador, só compra.

E compra mal.

O que é muito pior: a diretoria nunca deu respaldo ao time, aos treinadores.

Agiu de forma amadora, comandada não por dirigentes, mas por torcedores.

E, como torcedores, não houve planejamento sério.

Tudo mudava de acordo com o humor do presidente.

Assim, o clube não vai para lugar nenhum.

Mas não se pode negar que o Belluzzo trabalhou muito.

Até comprometeu a própria saúde...

Contursi: Sim, pode ter se esforçado.

Se esforçou, admito.

Mas sem saber para onde ir.

Talvez aí esteja o motivo de tanto desgaste.

Lamento pelo problema de saúde que teve.

Foi mal assessorado e continua não sabendo que rumo tomar.

A sensação de fracasso e enorme decepção domina o Palmeiras.

E não é só no futebol.

O clube como um todo está estagnado.

Pessoas competentes levarão anos para consertar o que o Beluzzo fez de errado.

Hoje o Palmeiras, no mercado, é sinônimo de um clube com uma administração ultrapassada, endividado.

Mas o senhor e o seu grupo não estão atrapalhando?

Por que esta luta para barrar a construção da Arena no Palestra Itália?

Contursi: Não estamos atrapalhando, não.

Estamos exigindo apenas saber o que realmente acontece com a obra.

Porque só estão destruindo o clube e não começam a estruturar a Arena?

Ninguém sabe ao certo como é o contrato com a WTorre.

Tudo leva a crer que o contrato é altamente danoso ao Palmeiras.

Será ínfima a parte do lucro que chegará ao clube.

As próximas administrações estarão comprometidas.

Não sou contra a Arena, sou contra a maneira com que ela foi aprovada.

O Palmeiras não tem dono.

Não é porque uma pessoa é presidente que pode fazer o que quiser.

Eu e meu grupo iremos lutar para que a arena não seja construída dando todo o lucro para a WTorre.

O Palmeiras esperará por décadas para começar a receber algo significativo.

Ninguém vai atropelar ninguém só para dizer que começou a arena.

É preciso responsabilidade com o Palmeiras.

E ela faltou em toda administração.

O pior de tudo é essa arena.

E as cotas da televisão?

Estão todas adiantadas.

Belluzzo já está usando as dos próximos anos, comprometendo quem assumir.

Isso é administrar?

Tirar verbas do próximo presidente?

Fora todos os empréstimos que ele fez em nome do Palmeiras.

A situação é muito pior do que vocês da imprensa podem imaginar.

Por isso os atrasos de salários, falta de pagamento a funcionários.

Podem me acusar do que quiser,mas nunca atrasei um dia o salário de ninguém.

Essa é a pior postura de qualquer pessoa que se diz dirigente.

Junta irresponsabilidade com covardia.

Isso tudo acontece no Palmeiras.

E é noticiado diariamente por vocês.

Por que vocês não se aproximam e tentam trabalhar juntos pelo Palmeiras?

Contursi: Porque quem está no comando do clube se acha o senhor da razão.

Eu respeito porque o Belluzzo venceu a eleição.

Ele tem o direito de seguir o caminho que achar certo.

Mas, infelizmente para o clube, escolheu o errado.

E ele não abre mão do poder, não há como as pessoas se misturarem.

O pensamento é completamente diferente.

Não tenho como concordar com a sua postura, preocupada com a mídia e esquecendo dos sócios, do clube.

CR: Quem vencerá as eleições no Palmeiras: Palaia, Paulo Nobre ou Arnaldo Tirone?

Contursi: Ninguém pode descartar a reeleição do Belluzzo.

Por mais que ele diga que não quer, pode se apresentar como candidato de consenso.

Consenso dele com ele mesmo, diga-se de passagem.

O quadro está muito confuso.

Eu acredito muito na postura do Arnaldo Tirone.

Ele tem condições de recolocar o Palmeiras no rumo certo.

Vai dar muito trabalho.

CR: E por que o senhor não tenta voltar?

Contursi: Minha colaboração eu dei.

Fiz o que pude.

Acertei, errei.

Acertei bem mais do que errei.

Se o clube caiu para a Série B comigo, voltou no ano seguinte, ainda mais forte.

Por que as pessoas não lembram que foi comigo que vencemos a Libertadores da América?

Modernizamos o clube com a Parmalat?

Demos estrutura de primeiro mundo ao nosso CT?

Sabe por quê?

Por que não gastei R$ 60 mil com assessores de imprensa e formadores de imagem.

Esse foi o meu problema.

Se tivesse feito isso seria visto como quem modernizou o Palmeiras.

CR: Uma última pergunta: como torcedor, o que achou das voltas do Kléber e do Valdivia?

Contursi: Foram uma mostra enorme de falta de imaginação, de alguém que não vê o futuro.

O dirigente só tem olhos para o passado e posa de moderno.

Contratar a peso de ouro atletas que fizera sucesso no clube, mas voltam desgastados é bom negócio?

O clube gastou o que não podia com esses retornos, e o restante da equipe?

Que material humano o Felipão tinha para trabalhar?

O gasto com a dupla dava para formar um time muito forte.

E com o detalhe que agora, em 2011, é que o Palmeiras vai sentir o quanto eles foram caros.

Principalmente o Valdivia, que foi um absurdo.

E o clube ainda não começou a pagar.

O Belluzzo acha que ninguém sabe.

Mas o peso financeiro do Valdivia, o Palmeiras sentirá no próximo ano.

E isso é apontado como modernidade.

É fácil entender por que nossos adversários em São Paulo cresceram tanto.

Para entender por que Corinthians, Santos e São Paulo evoluíram, olhe bem para o Palmeiras...

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Os nervos de Celso Roth são os responsáveis pelo maior vexame da história do Internacional…E é bom ele se preparar para procurar emprego em 2011…

Agencia Estado99222 Os nervos de Celso Roth são os responsáveis pelo maior vexame da história do Internacional...E é bom ele se preparar para procurar emprego em 2011...

Pela primeira vez na história não haverá um sul-americano na final do Mundial de Clubes.

Não haverá o esperado confronto com a Inter de Milão.

Os brasileiros caíram nas semifinais.

O Internacional proporcionou o maior feito da história do futebol africano.

O Mazembe do Congo venceu o campeão da Libertadores, o time de Celso Roth por 2 a 0 em Abu Dahbi.

Não há nada do que reclamar.

Do árbitro holandês, da violência que não veio.

Não aconteceu nada além da incompetência dos brasileiros.

Foi o maior vexame de um clube brasileiro no Mundial de clubes.

Deu pena dos cerca de dez mil torcedores colorados que cruzaram o mundo para apoiar a equipe do coração.

Eles tiveram de ver o excêntrico goleiro Kidiaba pular sentado, impulsionado pelos pés e pelo bumbum.

Depois, a dancinha do restante da equipe africana, comemorando a grande vitória.

A grande pergunta que todos estão se fazendo: quem é o culpado?

Infelizmente, ele responde pelo nome de Celso Roth.

O treinador precisa ser responsabilidade pela ansiedade, pelo nervosismo, pelo Inter jogar tão longe da área até tomar o primeiro gol dos africanos.

E também pela apatia na marcação.

Os brasileiros tomaram dois gols como se estivessem treinando.

Bolivar e Indio assistiram Kabangu e Kaluiytuka marcarem os gols.

Tiveram a postura de repórteres privilegiados.

O desenho tático da partida foi simples.

Os africanos trataram de marcar com duas linhas de quatro.

A segunda na sua própria intermediária.

E os dois atacantes ajudando, mas prontos para o contragolpe.

Se desdobrando.

Não apelaram nem para os pontapés.

O Inter foi uma equipe burocrática, sem imaginação.

E pior, sem vibração, sem garra, sem sangue.

Uma postura inesperada, omissa.

Representou bem a agonia do seu travado comandante.

D'Alessandro se embolou entre os africanos.

Roth deixou apenas Alecsandro na frente.

Rafael Sóbis chamou a responsabilidade partindo com a bola dominada.

Mas, estranhamente, estava orientado para atuar longe da área, na intermediária.

Mesmo assim, foi o grande jogador do Inter, conseguiu quatro chances para marcar.

Veio o primeiro gol em uma bobeada absurda do time que ficou olhando Kabangu dominar e marcar.

O lance aconteceu aos sete minutos do segundo tempo.

Havia tempo demais para um time consciente e muito melhor tecnicamente virar o placar.

Mas faltou consciência aos gaúchos.

O descontrole partiu de Roth.

Suas substituições enfraqueceram o Inter.

Ele tirou Alecsandro que era mesmo de uma inutilidade absurda.

Só que saiu também Tinga, o melhor do meio-campo colorado.

Inexplicável.

Pior ainda foi tirar Rafael Sóbis.

De fazer a festa de qualquer gremista.

E sem estratégia nenhuma, o Inter partiu desesperado para o ataque.

Além de se locomover com o bumbum, o goleiro Kidiaba fazer boas defesas.

Nada fora do normal.

Os jogadores do Inter mostravam nervosismo e falta de confiança na hora de finalizar.

Isso facilitou o trabalho do goleiro africano.

Em mais um contragolpe normal, Kaluyituka dominou a bola e bateu da entrada da área.

Renan demorou para ir para a bola: 2 a 0.

Desastre completo.

O vexame terá conseqüências.

E o principal culpado, Celso Roth deverá pagar.

Haverá troca de diretoria do Inter.

Há enorme chance dele ser trocado em 2011.

Mas não há nada que diminuirá a dor, a frustração.

A raiva.

Perder o Mundial para a Inter de Milão, seria terrível, mas aceitável.

Agora, ser derrotado na semifinal, pelo Mazembe, era inimaginável.

Até gremista fanático não esperava.

Mas não há como fugir.

O maior inimigo do Internacional não nasceu no Congo.

Nasceu em Caxias do Sul.

Tem contrato só até o dia 31 de dezembro.

E responde pelo nome de Celso Roth.

Um homem que ainda não aprendeu a vencer.

Levou para o abismo o gigante Internacional.

E lá em Abu Dahbi definiu bem o seu possível futuro.

"A vitória não cumpre o que promete.

Mas a derrota, sim."

Ou seja: ele sabe que não há futuro para ele no Beira Rio depois do vexame que proporcionou hoje...

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"Se o Barcelona resolveu aceitar patrocínio pela primeira vez na sua camisa...

O São Paulo não ficaria virgem a vida toda."

Foi assim que um membro da diretoria de Juvenal Juvêncio me confirmou a mudança de filosofia do clube.

O São Paulo está para aceitar, pela primeira vez, a ação de um grupo de investidores no futebol.

E, com o dinheiro deles, tentará contratar Alex, do Fenerbahce, Wagner, do Lokomotiv, ou Thiago Neves, do Al Hilal.

Um camisa dez talentoso de graça, sem o clube colocar a mão no bolso.

Juvenal Juvêncio, que tanto criticava os investidores, desde os tempos da Parmalat, se rendeu.

Não há como sobreviver no futebol de hoje em dia sem dinheiro de fora do clube.

Esses investidores não estão interessados em comprar para revender Alex.

Não tem cabimento.

O jogador já tem 33 anos.

Querem ganhar visibilidade e confiança da diretoria para buscar outros jogadores, aí, sim, jovens.

Estão tentando é abrir as portas do Morumbi.

Diante da forte concorrência de Corinthians e Santos, principalmente, Juvenal cedeu.

"A diferença é que nunca o São Paulo venderá sua alma.

Outros clubes venderam e não conseguem hoje andar sozinhos.

Não sabem para onde ir sem a tutela de investidores", critica o empolgado dirigente são-paulino.

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