Toninho Cecílio mostrou quem manda no Vitória…

divulgação382 Toninho Cecílio mostrou quem manda no Vitória...

É o assunto da Bahia.

Foi revelada sem requinte a maneira com que os treinadores cobram seus jogadores.

É de cair o queixo a franqueza de Toninho Cecílio com o bom lateral Egídio, que não gostou da reserva.

Entre palavrões e dedo no rosto, o treinador do Vitória mostrou como é fácil perder o comando de um grupo.

Basta um titular absoluto se irritar por ficar na reserva e se isolar do grupo.

Parar de brincar.

Mostrar seu descontentamento.

Se o treinador não tomar atitude, se acovardar, os jogadores tomam conta.

O comportamento lembra o de uma criança que vai testando os limites.

Toninho foi jogador, capitão e até líder sindical do Palmeiras, na época das vacas magras, sem a Parmalat.

No bravo jejum.

Ele sempre teve personalidade forte.

De recursos técnicos limitados, mas muito brioso, acabou até tendo chance na Seleção com Falcão.

Com a carreira encerrada, começou a trabalhar como treinador.

Estava indo bem, quando cansou de não receber.

Foi ser dirigente do Palmeiras.

Até sentir que seu espaço era limitado.

Voltou a trabalhar como técnico, como deveria.

Fez um ótimo trabalho no Grêmio Prudente.

Tanto que foi convidado para o Vitória.

Encontrou um grupo de jogadores talentosos, mas mimados.

Eles tinham muito espaço com Ricardo Silva, ótimo estrategista, mas 'democrático demais'.

A diretoria procurava alguém novo e com personalidade forte.

Toninho Cecílio sabia que o grupo era mal acostumado.

E usou o desagrado de Egídio para mostrar quem manda no Vitória.

Mandou um recado direto ao bom time, que se orgulha de ser muito técnico.

Quer que os atletas 'parem de desfilar' em campo.

E façam faltas, não tenham vergonha de 'chegar junto'.

Gritou e perguntou se Egídio queria continuar jogando pelo Vitória ou não.

Se dissesse não, Toninho o afastaria do time.

O lateral abaixou a cabeça e garantiu que desejava sim continuar.

Os jogadores ficaram chocados.

A imprensa baiana também.

Só não ficou quem conhece Toninho Cecílio.

E principalmente a maneira com que os jogadores agem.

Inúmeros times no Brasil não ganharam os títulos que poderiam porque seus técnicos se acovardaram.

Não tiveram coragem de enfrentar seus jogadores.

Em São Paulo, no Rio, em Minas, no Rio Grande do Sul.

Exemplos existem às dezenas.

Pelo menos o Vitória não sofre do mal da covardia, da omissão do seu treinador...

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Ronaldinho Gaúcho. Pato. Ibrahimovic. É agora ou nunca, Robinho…

trio Ronaldinho Gaúcho. Pato. Ibrahimovic. É agora ou nunca, Robinho...

Robinho,  Ronaldinho Gaúcho, Pato e Ibrahimovic.

Que ataque é esse que o Milan está formando?

Havia algo por trás quando Robinho virou as costas para as milionárias propostas turcas.

Ele sabia que havia empresários assediavam constantemente a diretoria do Manchester City.

Não tinha noção para onde iria, como disse a parceiros em Santos.

Só que sabia que equipes espanholas e italianas tentavam contratá-lo.

Entre elas não estava a dos seus sonhos: o Barcelona.

Puyol e Xavi disseram ao treinador Guardiola que não queriam o brasileiro.

A maneira com que Robinho forçou a sua saída do Real Madrid foi tão feia que assustou seus companheiros de time.

E eles eram amigos dos rivais do Barcelona.

Cada desculpa para não treinar se espalhou na Espanha toda.

Mas nada disso pesou no Milan.

O ofensivo treinador Massimiliano Allegri ficou empolgado com a p0ssibilidade de ter Robinho.

Alegri ficou conhecido na Itália com por privilegiar o ataque no minúsculo Sassuolo e depois no Cagliari.

Ronaldinho Gaúcho e Alexandre Pato fizeram o possível para ter Robinho como companheiro.

Os dois acreditam que terão muito mais espaço para jogar com ele ao lado.

O ex-jogador do Santos está empolgado como um menino.

Tem certeza de que agora a sua carreira internacional decola de vez.

Ele saiu do Santos para ser o melhor jogador do mundo no Real Madrid.

Não foi mal, mas ficou longe de seu objetivo.

Nunca foi um jogador fundamental na equipe espanhola.

Resolveu apostar tudo nos milhões oferecidos pelo Chelsea de Felipão.

E se indispôs no Real Madrid.

A vingança dos espanhóis foi só aceitar negociá-lo com o Manchester City.

Quando percebeu que a situação era séria e sem saída, Robinho foi.

Mas nunca mergulhou de cabeça no projeto do clube.

Muito pelo contrário.

Mesmo ganhando muito dinheiro, se irritava com a fragilidade da equipe.

Não havia como encarar Manchester United, Liverpool, Chelsea, Arsenal.

E as cobranças eram imensas.

Em vez de reagir, ele se abateu.

Parecia novamente forçar a sua saída.

E acabou voltando para o Santos para disputar a Copa da África.

Em casa, na Vila Belmiro, foi importantíssimo para Neymar e Ganso.

Trouxe experiência, mais talento ao grande time dos últimos anos no País.

Com a conquista do Campeonato Paulista e a Copa do Brasil, cumpriu a sua missão.

E voltou para a Europa.

Esperançoso.

Não queria ficar no Manchester City e os árabes queriam fazer dinheiro com ele.

E é o que está acontecendo.

Já fez os exames médicos, deu as primeiras entrevistas até como jogador do Milan.

Que Robinho finalmente encontre um clube europeu onde possa mostrar o seu talento.

Brigue de verdade para se transformar em um dos melhores jogadores do mundo.

E que não tenha de sair pela porta dos fundos como fez na Espanha e agora na Inglaterra...

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Lula. A justa homenagem ao Laudo Natel do Corinthians…

Governador Laudo Natel e l%C3%ADderes pol%C3%ADticos da %C3%A9poca Lula. A justa homenagem ao Laudo Natel do Corinthians...

Torcedor símbolo do Centenário é muito pouco.

A homenagem que o Corinthians fará nesta terça-feira às 18h30 ao presidente Lula é mínima.

Ele acaba de dar um estádio de verdade ao seu time de coração.

Todos sabem que no Parque São Jorge que foi ele quem sugeriu à cúpula da Odebrecht a construção do estádio corintiano para abrir a Copa do Mundo.

Que empreiteira não gosta atender o pedido de um presidente.

Até porque é um grande negócio.

Os R$ 520 milhões previstos para serem gastos em Itaquera voltarão à empreiteira de várias formas.

A primeira, na publicidade gratuita.

A segunda, nos camarotes.

A terceira, no nome do estádio que ela negociará com alguma empresa.

A quarta na grandiosidade da obra, a arena mais moderna de São Paulo, que abrirá a Copa do Mundo.

E que não ocorra a quinta: favorecimento nas futuras licitações por causa do estádio...

Mas voltemos à Lula.

Desde que saiu de Pernambuco e veio para São Paulo, ele se apaixonou pelo Corinthians.

Por coincidência, no início da sua vida política, travou amizade com a família de Andrés.

"Sempre fomos de esquerda, socialistas.

Nós demos bem de cara com o Lula", revelou o dirigente corintiano.

Os dois seguiram suas vidas e conseguiram os cargos que sonhavam.

A amigos são-paulinos, ele sempre questionou como o clube conseguiu o Morumbi.

E lembrava a participação do ex-governador de São Paulo, Laudo Natel, são-paulino apaixonado.

O político ajudou como pôde a que o Morumbi se transformasse no, na época, maior estádio particular do mundo.

Governador duas vezes do estado de São Paulo.

E presidente do São Paulo de 1958 a 1971.

Tinha o costume de acompanhar aos jogos sentado no banco de reservas.

Os rivais reclamavam da intimidação de Laudo aos árbitros que apitavam no Morumbi.

Já o Corinthians foi ridicularizado porque ao longo dos tempos, seus dirigentes prometia um estádio digno de sua torcida.

As promessas têm mais de 50 anos.

Começaram na década de 60.

"Existe uma sala onde estão guardadas as maquetes que os presidentes mostravam para a imprensa.

Era sempre a mesma coisa: promessas, fotos e nada da maquete vira estádio.

Sempre foi vergonhoso o que acontecia com o Corinthians", diz Andres.

Nem mesmo a parceria com a MSI, com o dinheiro russo conseguiu levantar uma casa para o clube.

Andres participou efetivamente desta aliança, foi vice de futebol de Kia Joorabchian.

E nem com o rio de dinheiro que vinha do Leste europeu saiu o estádio.

Mas agora não há como.

Um presidente do Brasil está por trás da construção.

O governador de São Paulo se comprometeu com o projeto.

Assim como o prefeito de São Paulo.

Até o presidente da CBF quer o estádio de pé, melhor do que o do 'inimigo' Juvenal Juvêncio.

Por isso vale a pena repetir.

Qualquer homenagem feita a Lula nesta terça-feira no Parque São Jorge será pequena.

Este homem fez o que parecia impossível.

O Corinthians terá um estádio digno de sua torcida.

Demorou cem anos.

Foi preciso um presidente da República se envolver de corpo e alma.

Até porque além de efetivar o seu amor pelo Corinthians...

Alguém imagina como corintianos agradecidos retribuirão ao sonhado estádio nas eleições de outubro?

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Exclusivo. Corinthians apelou a Lula. Palmeiras apela a Serra para colocar a Arena Palestra na Copa de 2014…

divulgação931 Exclusivo. Corinthians apelou a Lula. Palmeiras apela a Serra para colocar a Arena Palestra na Copa de 2014...

O que vale para o Morumbi,  para o Parque São Jorge, precisa valer para o Palestra Itália.

A direção do Palmeiras entrou em contato com o candidato José Serra.

Palmeirense apaixonado, os dirigentes querem que ele use a sua força política para colocar a Arena Palestra também na Copa de 2014.

O argumento é simples.

Nas Copas da França, da África do Sul, a mesma cidade teve duas sedes.

Em Johannesburgo, por exemplo, houve partidas no Soccer City e no Ellis Park.

Sem o menor problema.

O pedido também chegou até o prefeito Gilberto Kassab.

Não foi por acaso que ele falou da Arena Palestra Itália também em 2014.

Ele não quer ficar marcado como o prefeito são-paulino que só brigou pelo Morumbi.

Quer provar a sua versatilidade também lutando pelo Palestra Itália.

Para Kassab poderia ser uma compensação diante da derrota de tentar incluir o estádio do São Paulo na Copa.

Pode até não ser uma tarefa impossível.

Desde que a própria prefeitura autorize o início das obras da reforma do Palestra Itália, que estão empacadas.

Por problemas burocráticos, dizem os dirigentes palmeirenses.

Por problemas estruturais, respondem técnicos da Prefeitura.

A Copa no Brasil realmente já mostrou o quanto está presa a jogos políticos.

A Fifa havia recomendado que o País tivesse dez sedes.

A CBF conseguiu emplacar 12, para acomodar a pressão política dos estados.

Agora poderá ter treze se Ricardo Teixeira atender o pedido de Serra, Goldman e Kassab.

Pena para os palmeirenses que a Odebrecht não queira também fazer a reforma, assim como irá construir o estádio do time do presidente Lula...

Não custa lembrar que a Fifa havia exigido o início de todas as arenas para o dia 31/1/2010.

E o final das obras no dia 31/12/2012.

Só que há a certeza de que todas as arenas irão sofrer graves atrasos.E

A situação que seria muito perigosa para qualquer país, não é para o Brasil.

Graças à forte ligação de Ricardo Teixeira e Joseph Blatter...

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Rogério Ceni faz o impossível. Finge não ver a decadência do São Paulo. E sofre calado…

divulgação393 Rogério Ceni faz o impossível. Finge não ver a decadência do São Paulo. E sofre calado...

Mais uma vez ele conseguiu o quase impossível.

Marcou um gol e defendeu um pênalti.

Que goleiro do mundo não estaria sorrindo, dando cambalhotas, comemorando um fato raríssimo.

Não Rogério Ceni.

Por culpa dele o São Paulo não voltou ontem derrotado do Maracanã.

Em um fim de semana macabro para o clube, para Juvenal Juvêncio, com a confirmação definitivo da Copa do Mundo de 2014 para o Morumbi.

Rogério Ceni evitou que tudo ficasse pior.

E por que ele não sorriu, comemorou?

Por que o maior ídolo da história do São Paulo está decepcionado.

Com a falta de cuidado da diretoria com o time.

Ninguém vai arrancar nem sob tortura uma palavra dele sobre a falta de planejamento.

Sobre o improviso.

Do apoio irracional a um treinador que não estava dando certo.

Não respeitaram as suas lágrimas na eliminação da Libertadores.

Ele chorou pela inércia da diretoria.

Pela competição mais importante para o São Paulo jogada no ralo.

Se Juvenal não estivesse tão amarrado ao Morumbi veria que bastaria um pouco de atenção.

Faltou um golzinho só para o clube conquistar o direito de decidir a Libertadores...

Decidir o Mundial de clubes...

A substituição de Ricardo Gomes era algo nítido, pedido pelos conselheiros, sugerido pelos jogadores.

Mas o presidentes resolveu bancar a sua palavra dada ao treinador.

Não importando se o São Paulo perdesse a sagrada Libertadores.

E o mais previsível aconteceu.

O time foi eliminado da competição e Ricardo Gomes perdeu o emprego.

Ceni enxergava o cenário mas não abriu a boca.

Apenas chorou.

Agora é nítido também que ele não concorda com o absurdo da torcida cobrar o time.

Da diretoria abrir o Centro de Treinamento para os atletas receberam ameaças, serem xingados.

Nem por manter um treinador interino, que está aprendendo o que é dirigir uma equipe profissional com o São Paulo.

Nada contra Baresi, mas o passo é grande demais para qualquer um.

Só que Juvenal buscou a solução mais fácil.

O São Paulo se apequenou.

Acabou a pose.

Está pior do que o Corinthians na década de 70, onde os jogadores tinham medo dos torcedores.

E sob qualquer pretexto, os dirigentes usam a torcida como ameaça.

Rogério Ceni enxerga tudo, mas não abre a boca.

Só faz o que é possível e impossível para o time não perder dentro do campo.

É ótimo ter se casado com uma psicóloga.

Esse convívio ajuda na hora de conter o desabafo.

Ele e Mano Menezes são as pessoas mais frias e calculistas ao falar no futebol brasileiro.

Mas Ceni mostra sua indignação no tom de voz.

Isso fica claro para quem o conhece há anos.

Nos anos em que o São Paulo era respeitado e invejado por seu planejamento.

Essa era passou.

E Rogério Ceni sabe...

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Quem é responsável pelo vexame do Atlético Mineiro? É o homem que fez Marques chorar..

divulgação283 Quem é responsável pelo vexame do Atlético Mineiro? É o homem que fez Marques chorar..

Até o Goiás acordou.

Reagiu, teve coragem de trocar o que não estava dando certo.

O treinador que não conseguia montar um time.

Trabalhar variações táticas, ter jogadas ensaiadas.

Que só acumulava derrotas, vexames.

Espantava a torcida do estádio.

Que só revelou que o clube estava há dois meses sem pagar porque foi demitido.

E cobrou 'seu cheque' da rescisão publicamente.

Só assim o Goiás se livrou de Leão.

No Atlético Mineiro, o presidente Alexandre Kalil finge que nada está acontecendo.

Como é possível?

Tanto investimento?

Vexames em cima de vexame.

Com a derrota de ontem para o Palmeiras a campanha chega ao absurdo.

São quatro vitórias.

Dois empates.

O time perdeu neste Brasileiro onze vezes.

Marcou 18 gols em 17 jogos.

Sofreu 30...

Kalil levou para Belo Horizonte a Comissão Técnica mais populosa e cara do País.

Contratou inúmeros jogadores caríssimos.

O time parece um bando de atletas.

Apesar de vividos, se mostram inseguros.

Não sabem para onde correr, para onde olhar.

O clube acaba de dispensar dois goleiros, Carini e Marcelo.

Fábio Costa entregou o gol de empate para o Palmeiras.

E fez despencar o mínimo de ânimo da equipe.

Tudo acontece com o céu aberto.

Fácil de enxergar.

Alexandre Kalil tem ao seu lado um patrocinador forte, que está vendo seu dinheiro ser queimado:o BMG.

O plano antes do Brasileiro começar era, no mínimo, uma vaga para a Libertadores.

O campeonato está perto da metade e os dirigentes sonham em fugir do rebaixamente.

Eles comandam a equipe com mais derrotas em todo o País.

Os torcedores estão envergonhados.

Mesmo assim, antes do jogo contra o Palmeiras fizeram um manifesto de apoio a Kalil.

Até em honra do seu pai, Elias Kalil, um vencedor com as cores branca e preta.

Só que a maneira com que o time aceitou a derrota ontem foi triste, vergonhosa.

Onde estava o "Galo forte, vingador?"

Tudo o que acontece tem um responsável.

Um comandante que conseguiu carta branca para montar o time como desejava.

O que precisa acontecer mais para Kalil ter coragem de agir?

Tomar uma providência para o bem do Atlético Mineiro?

Dos milhões de torcedores aflitos, humilhados todos os dias pelos cruzeirenses?

Vale a pena recordar que esta mesma pessoa foi quem impediu a renovação de contrato de Marques.

Fez o ídolo chorar.

Um jogador que amava e dava a vida pela camisa do Atlético Mineiro.

Preferiu apostar em jogadores nômades, que atuam por onde lhe oferecem mais dinheiro.

Do tipo que não tem nenhuma ligação com o clube.

Pode jogar de azul, preto e vermelho, verde ou preto e branco.

O que importa é o que vai receber no final do mês.

Foi nesse tipo de jogador que o Atlético Mineiro apostou.

E não em Marques.

Agiu assim por causa de uma só pessoa.

Quem imaginaria que um homem seria capaz de intimidar o corajoso Alexandre, filho de Elias Kalil?

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Parreira sabia muito bem por que disse não ao Flamengo. O problema, grave, agora é todo de Silas…

divulgação282 Parreira sabia muito bem por que disse não ao Flamengo. O problema, grave, agora é todo de Silas...

Zico agiu rápido.

Demitiu Rogério.

Todo o medo do ex-treinador de perder o emprego se refletia no time.

E o maior ídolo que já jogou com a camisa rubro-negra tentou Carlos Alberto Parreira.

Conversou, pediu, ofereceu controle total sobre o time.

Mas Parreira disse não.

Luxemburgo até que andou dizendo que gostaria de trabalhar com Zico.

Só que o homem do futebol do Flamengo fingiu que não ouviu.

E contratou Silas.

Demitido do Grêmio terá de fazer no Rio exatamente o que em Porto Alegre era acusado de não conseguir: colocar o time no ataque.

Zico lhe prometeu tranquilidade para que possa trabalhar.

O elenco é limitado.

Sem confiança.

O time despenca.

Com jogadores que estão muito abaixo do ano passado, quando o Flamengo foi campeão do Brasil.

Léo Moura, Petkovic são os piores exemplos.

O time está sem confiança.

Val Baiano treme ao amarrar as chuteiras antes de entrar em campo.

Jean e Ronaldo Angelim fazem a felicidade de qualquer ataque adversário.

Com Silas como testemunha, o time teve a coragem de perder para o Guarani de Vagner Mancini.

Nos dois minutos finais, o Flamengo tomou uma virada absurda, tosca.

O time ficou paralisado de pavor ao tomar o gol de empate.

E permitiu o da vitória do Guarani.

A situação do Flamengo é preocupante.

A cobrança é enorme.

Parreira sabia disso por isso não aceitou comandar o time.

Silas terá de se superar.

O elenco que terá nas mãos é do mesmo nível do Grêmio, onde acabou de fracassar.

De ser mandado embora.

A sorte está lançada...

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Na festa do centenário do Corinthians, o melhor presente foi para Ronaldo…

divulgação29 Na festa do centenário do Corinthians, o melhor presente foi para Ronaldo...

"Cada um de nós correu um pouco por ele."

"Fizemos o que deveríamos.

"O Ronaldo é muito importante para nós."

As frases de Roberto Carlos resumem o que acabou de acontecer no Pacaembu.

O Corinthians venceu mas sofreu para bater o Vitória.

Na partida que marcou a festa do centésimo aniversário do clube, quem ganhou o maior presente foi Ronaldo.

Quem não gostaria de jogar no Corinthians, fora de forma, na festa do centenário?

Mesmo muito acima do peso, Ronaldo teve esse privilégio.

Com um minuto e meio, deu um susto enorme em todos.

Quando caiu colocando a mão na virilha, na coxa, na panturilha.

Em todos os lugares.

Na verdade era o seu corpo reclamando do aquecimento.

Nada aconteceu.

Depois, inteligente, fez piada dizendo que havia tomado uma bolada nos 'Países Baixos'.

Ronaldo continuou na partida.

Os zagueiros do Vitória até foram gentis com ele.

Deixavam que dominasse a bola e tocasse para quem estava perto.

O Corinthians perdeu o ritmo na frente.

Não foi tão ágil, envolvente como poderia.

Mas o que importava era o clima de festa.

Mal a bola ia na direção de Ronaldo e se ouvia palmas, comemoração, gritos de ansiedade.

Muito esperto, tão talentoso quanto marqueteiro, Ronaldo falou que não voltaria no segundo tempo.

Mas voltou e foi aplaudido de pé.

Continuou, lutou, mas não conseguiu marcar o sonhado gol que a torcida e a imprensa no Pacaembu sonhavam.

Aos 17 minutos, Iarley iria sair.

Mas Ronaldo sabia que havia chegado ao seu limite.

Aliás, passado até.

E aproveitou para sair.

Depois de mais de 100 dias e R$ 5 milhões no bolso sem jogar, Ronaldo voltou.

Seus companheiros correram por ele.

Não adiantou raspar a cabeça, nem o novo uniforme em homenagem ao centenário.

Ele continua gordo, fora de forma.

Mas seu carisma basta ao corintiano.

Se o árbitro Célio Amorim tivesse coragem de marcar o pênalti claro de Paulo André em Júnior, as coisas poderiam ser diferentes.

Mas o que importa é que o Corinthians venceu, tem mais três pontos.

O clube não deixou o Fluminense disparar.

E quem foi ao Pacaembu ficou com a firme convicção.

Mesmo com toda a torcida favorável, a conta chegou dura, implacável.

Estamos vendo os últimos jogos da carreira de Ronaldo.

Roberto Carlos e os seus companheiros terão de correr muito por eles e pelo maior ídolo.

No centenário, quem ganhou o maior prêmio é mesmo Ronaldo...

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Luxemburgo e Scolari. Triste reencontro no Ipatingão…

 8 oscarito Luxemburgo e Scolari. Triste reencontro no Ipatingão...

Luxemburgo e Luiz Felipe Scolari.

Quantas vezes eles foram citados como melhores do Brasil?

Cada um no seu estilo.

O futebol técnico, priorizando o toque de bola, envolvendo o adversário era o de Vanderlei.

A raça, o coração, os jogadores indo no seu limite, correndo pela 'família' era o de Scolari.

Os dois tiveram a Seleção Brasileira nas mãos.

Um naufragou por causa de CPI, das profunda confusão na vida pessoal.

Outro foi fez dela o seu trampolim definitivo para o mundo.

Foi campeão e abriu seu passaporte.

Luxemburgo teve o Real Madrid nas mãos, com seus parceiros Ronaldo e Roberto Carlos.

E fracassou.

Scolari ensinou um país a amar a sua seleção, Portugal.

Depois também fracassou no milionário Chelsea ao não perceber um motim contra ele.

De colecionador de títulos brasileiros, Vanderlei começou a decair.

Cercado de sanguessugas que o fizeram acreditar que ele era maior que Zeus.

Poderia ter um instituto e ensinar futebol para o Brasil, para o mundo.

Quem sabe senador da República e depois presidente?

Ministro dos Esportes, nem pensar, muito pouco.

E também virar manager, palavra inglesa interessante.

Ter o poder de comprar, vender, alugar jogadores.

No meio de tudo isso acabou se esquecendo do que fazia melhor: treinar futebol.

Ficou milionário.

Mas perdeu o brilho.

Acumula demissões e portas fechadas.

Faz uma campanha vergonhosa no Atlético Mineiro.

Não é mandado embora porque tem uma multa rescisória altíssima.

Enquanto isso, Scolari recebeu milionária rescisão do Chelsea.

E foi ganhar ainda mais dinheiro no Uzbequistão.

Seu exílio do mundo foi por demais recompensado.

Seu tataraneto não terá o mínimo problema financeiro na vida.

Quando cansou do futebol amador usbeque, quis voltar para algum clube grande europeu.

Não conseguiu.

Virou a cara para a Seleção Brasileira para não ter de pedir desculpas a Ricardo Teixeira.

Ele sabe que recusou dois convites e só retornaria caso se justificasse.

Felipão preferiu não.

Belluzzo insistiu, pediu, implorou e Scolari voltou.

Foi recebido pelos palmeirenses com o amor que os portugueses acumulam por dom Sebastião.

O rei que foi lutar nas cruzadas e prometeu que iria voltar.

E Portugal o espera desde 1578.

Scolari, pentacampeão mundial, encontrou terra devastada.

O rio de dinheiro da Parmalat, que o ajudou a ser campeão da Libertadores, secou.

E, mesmo com vexames, está sendo poupado pelos torcedores.

Sua aura ainda é enorme.

A direção do Atlético Mineiro baixou os ingressos para R$ 5,00.

Tenta ter o apoio dos seus torcedores.

O desejo dos mineiros é sair da zona do rebaixamento.

O Palmeiras vai com uma equipe retrancada, sonhando com um empate.

Quando Felipão e Luxemburgo se abraçarem para as câmeras de tevê vão pensar...

Em tudo o que  já tiveram nas mãos.

E lembrar que poderiam ter ido muito, mas muito mais longe.

Só que escolhas erradas, no caso de Felipão...

E prepotência, no caso de Luxemburgo...

Os juntaram de novo, neste 28 de agosto no acanhado Ipatingão...

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Kassab já avisou Juvenal. “A abertura da Copa em Itaquera é irreversível”…

divulgação21 Kassab já avisou Juvenal. A abertura da Copa em Itaquera é irreversível...

É como se o Santos e o Palmeiras fossem colocados de lado.

Clubes que merecem a palavra rivalidade nos dias de hoje são Corinthians e São Paulo.

E levada às últimas consequências.

A relação que não era boa, rompeu de vez no dia 9 de fevereiro de 2009.

Quando Juvenal Juvêncio quebrou o acordo de cavalheiros de distribuir meio a meio os ingressos nos clássicos, ele não tinha idéia da briga que estava comprando.

Andres Sanches ficou humilhado quando a lei foi colocada em prática e apenas 10% dos ingressos do clássico contra o São Paulo, no Morumbi, chegou às mãos dos torcedores.

Era o maior vexame do presidente com tanta ligação com as organizadas do Corinthians.

Além da decisão de dar o troco, foi pressionado pelos chefes da torcidas.

E a retaliação virou obsessão.

Jurou que nunca o Corinthians jogaria mais como mandante no Morumbi, enquanto fosse presidente.

Mesmo tendo a chance de ganhar muito mais no estádio do inimigo, seu clube disputou a Libertados no Pacaembu.

E mais: se aproximou do presidente do Palmeiras, Belluzzo, e fizeram um pacto: não jogar entre si no Morumbi.

Pacto aceito.

Procurou Luís Álvaro e fez a mesma coisa com o Santos.

Ou seja: o São Paulo passou a fazer só os seus clássicos como mandantes no Morumbi.

Foi um golpe duríssimo nas empresas que compraram camarotes.

Nas pessoas que compraram cadeiras cativas.

Só que Andres não se deu por satisfeito.

Decidiu se unir ao maior inimigo de Juvenal Juvêncio: Ricardo Teixeira.

Foi o seu cabo eleitoral quando o presidente da CBF tent0u tomar o poder no Clube dos 13.

Teixeira colocou seu amigo/irmão Kléber Leite como candidato para enfrentar Fabio Koff.

Koff e Juvenal sonham em criar uma liga de clubes e acabar com o poder da CBF.

Kléber Leite perdeu, mas Andres virou o mundo de cabeça para baixo para tentar derrotar Koff.

Conseguiu apoios de clubes importantes, mas o prazo foi curto para a reviravolta.

Teixeira disse que o esforço de Andres não seria em vão.

E não foi.

O nomeou como chefe da delegação brasileira na Copa da África do Sul.

Andres se aproximou pela primeira vez da vida da cúpula do futebol mundial.

E conseguiu consolidar uma grande amizade com Teixeira.

O presidente da CBF não queria de maneira alguma que o Morumbi abrisse a Copa do Mundo.

Nem que fizesse sequer uma partida.

Quatro projetos foram feitos pelo clube de Juvenal.

O dirigente chegou até a contratar o escritório alemão de arquitetura que a Fifa utilizou na construção de estádios africanos.

Mas, um por um, os projetos foram recusados.

Andres percebeu que seria possível dar o maior dos trocos em Juvenal.

E entrou em contato com seu grande amigo, o presidente Lula.

Ele é mesmo apaixonado pelo Corinthians e queria deixar sua marca para sempre no clube.

Primeiro h0uve a tentativa de Pirituba.

A construção de uma arena para a Copa que o Corinthians herdaria.

O prefeito Kassab fez uma romaria contra a idéia.

Ele havia dado a sua palavra a Juvenal Juvêncio que iria defender o Morumbi.

Por acreditar que a reforma seria mais barata do que a construção de uma nova arena.

Teixeira tentou convencê-lo do contrário.

O governador Goldman a essa altura já apoiava publicamente Kassab.

Só que ambos não conseguiram dobrar o presidente da CBF.

Ele recebia sinais de Andres que valeria a pena resistir.

O presidente corintiano já sabia que intermediários procuraram a Odebrecht.

E para a construtora compensaria a construção da arena do Corinthians desde que ele abrisse a Copa.

Foi só amarrar os pontos.

Teixeira garantiu que sim.

A construtura se comprometeu com o Corinthians e agradou Lula.

O presidente da CBF convocou Kassab e Goldman para expor a situação.

Os dois entenderam.

De nada adiantou a tentativa de Juvenal de fazer lobby político em Brasília.

O jogo foi mais forte, mais duro do que ele imaginava.

Andres Sanches conseguiu uma vitória absurdamente maior do que sonhava.

Deu o troco no São Paulo.

E ganhou a amizade de Teixeira a ponto de, ser sim, um candidato sério à sucessão dele na CBF.

A cúpula do São Paulo tenta ainda entender o que aconteceu.

Kassab já conversou com Juvenal Juvêncio.

E disse que a situação é irreversível.

Vários conselheiros do próprio São Paulo garantiam que o clube ficaria 25 anos acima dos rivais se o Morumbi abrisse a Copa.

Uma arena moderníssima multiuso construída com o apoio do governo central.

Tudo virou pó.

Graças ao seu maior rival, o Corinthians.

A Andres Sanches que usou todas as armas possíveis para se vingar da humilhação dos 10% dos ingressos no clássico.

E cumpriu a promessa feita ontem a 300 garotos estudantes.

Perguntado sobre as suas prioridades como presidente do Corinthians, ele respondeu:

"A primeira é não deixar ter jogo da Copa do Mundo no Morumbi.

 A segunda é não deixar que a cidade de São Paulo fique de fora da Copa."

Falou ontem, pouco antes do anúncio de que o estádio do Corinthians em Itaquera será sede da abertura da Copa.

Andres sabia e se deliciava, saboreando os minutos antes da notícia dominar o País.

Vingança é pouco...

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