O duelo de quem manda no futebol brasileiro: os argentinos Conca e D’Alessandro…Assista porque eles estão indo embora…

divulgaçao79 O duelo de quem manda no futebol brasileiro: os argentinos Conca e DAlessandro...Assista porque eles estão indo embora...

Eles aceitaram o pouco recomendável.

Vieram jogar na terra dos rivais.

A dos pentacampeões do mundo.

Venceram.

E empresários juram que esta será a última temporada da dupla por aqui.

O Brasil ficou pequeno para tanto talento.

Um explosivo reclama de tudo, enfrenta, derruba técnicos.

Tite que o diga.

O outro é tímido, já se prejudicou jogando fora de posição e suportou calado.

Pelo que estão jogando, Sergio Batista errou, deveria ter convocado os dois.

Eles poderiam ser ótima companhia para Messi contra o Brasil.

Mas em Doha só estará D'Alessandro.

No Rio ficará o injustiçado Conca.

Antes, hoje, eles farão um duelo todo especial.

No Beira-Rio, são as estrelas principais do melhor jogo da rodada.

Internacional e Fluminense.

Celso Roth aposta todas as fichas no seu agressivo, em todos os sentidos, meia.

E Muricy tem certeza que o seu argentino irá organizar os contragolpes que vão manter a liderança do Brasileiro.

D'Alessandro já articula a sua saída do Internacional depois do Mundial de Clubes.

Quer voltar para a Europa em 2011.

Conca também já olha com cobiça o Velho Mundo.

Embora a Unimed queira segurá-lo para a Libertadores, ele nunca esteve tão disposto a ir para o futebol espanhol, onde tem proposta.

O jogo de hoje tem um significado que transcende aos 90 minutos.

Pode até acordar o vizinho Sergio Batista.

Ele tem dois talentos à mão e está desperdiçando um.

Ou dois, se lembrarmos de Montillo.

Nunca o Brasil esteve tão bem invadido por argentinos.

Serve para compensar o sofrimento de Santa Catarina com los hermanos nos verões da década de 90.

Qual destes argentinos é o melhor?

Qual está sendo mais importante para o seu clube?

Qual merece estar na seleção rival?

E aquele que você teria orgulho em ver com a camisa 10 do seu time?

Eu não fico no muro.

Acredito que o Montillo é o mais completo dos três.

O que tem menos lobby...

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Fernandão e Robert. Futuro de São Paulo e Cruzeiro nos pés de atacantes que Carpegiani e Cuca não queriam escalar…

reuters34 Fernandão e Robert. Futuro de São Paulo e Cruzeiro nos pés de atacantes que Carpegiani e Cuca não queriam escalar...

As contusões de Wellington Paulista e Fernandinho mudaram o decisivo jogo de hoje em Uberlândia.

Cuca e Carpegiani foram obrigados a escalar quem não queriam no ataque.

Robert e Fernandão.

O ex-palmeirense tem se mostrado irregular, muitas vezes omisso na frente, inconstante.

Para vencer a boa zaga do São Paulo, Cuca tinha certeza de que o poder de definição de Wellington Paulista seria a melhor solução.

Seu entrosamento com Thiago Ribeiro é coisa apenas de olhar.

Assim como seu futebol se mostrou encaixar bem demais com o talentoso Montillo.

Mas a entorse no joelho direito impediu Cuca de ter o seu melhor ataque.

Assim como Carpegiani.

Ele vivia feliz com Fernandinho.

O jogador deu velocidade e habilidade para complementar Dagoberto.

E ainda pode proporcionar mais chances de gol para o artilheiro Ricardo Oliveira.

Um edema tirou qualquer possibilidade de ir para Minas Gerais.

Como Carpegiani quer ganhar a partida de qualquer maneira para sonhar ainda com Libertadores, optou por Fernandão.

Ele não gosta da lentidão do veterano artilheiro.

Ainda mais revezando com Dagoberto pela meia.

Só que o técnico resolveu arriscar.

Por falta de opções mais confiáveis.

Cuca espera ganhar a partida para seguir lutando pelo título, pressionando o São Paulo no seu campo.

Como fez no segundo tempo contra o Atlético Mineiro, na derrota por 4 a 3 no mesmo Parque do Sabiá.

Ousado, Carpegiani comprou a briga e garante que será o São Paulo que irá dominar o jogo atacando.

Seja qual for o técnico que conseguir fazer seu time se impor, ele precisará de um definidor.

Robert já foi orientado a não sair da grande área, não recuar para acabar com o espaço de Montillo e Gilberto na armação.

Nem que seja preciso pregar as chuteiras de Robert no gramado, ele não poderá sair de perto de Rogério Ceni.

A esperança é uma cabeçada ou um chute certeiro.

Não uma improvável sucessão de dribles, como costuma tentar Robert.

E Carpegiani coloca Fernandão esperando que uma cabeçada compense a lentidão que traz ao time.

Isso não é segredo para ninguém.

Tanto que insiste com a diretoria do São Paulo para a contratação de Branquinho do Atlético Paranaense e nunca mais escalar Fernandão como meia.

Cruzeiro e São Paulo sabem da importância do jogo de hoje.

É a aposta mineira para conseguir três pontos fundamentais e, quem sabe, retomar ainda hoje a liderança do Brasileiro.

Há a certeza de que o Fluminense perderá para o Internacional na cúpula cruzeirense.

E o São Paulo é obrigado a vencer se deseja continuar sonhando com a Libertadores, competição que mais ama.

Para isso, Cuca e Carpegiani acendem velas para santos de quem não são devotos.

São Robert e São Fernandão.

No final da noite de hoje, a revelação sobre qual dos dois deixará menos saudades de Wellington Paulista e Fernandinho.

Tomara que o árbitro pernambucano Nielson Nogueira Dias não estrague o jogo tão importante...

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Contrato mal formulado. O Santos perto de desperdiçar milhões com Ganso. A situação é mais importante do que definir o técnico da Libertadores em 2011…

divulgação10 Contrato mal formulado. O Santos perto de desperdiçar milhões com Ganso. A situação é mais importante do que definir o técnico da Libertadores em 2011...

Luís Álvaro está mais preocupado do que contratar Paulo Autuori ou Adilson Batista para 2011.

O presidente quer de qualquer maneira que Ganso assine o plano de carreira com o Santos.

O dirigente tem a certeza de que, com a recuperação da operação no joelho esquerdo, ele será o grande jogador do Brasil.

E, ao lado de Neymar, o grande alvo das agências de publicidade.

Há um conflito jurídico importantíssimo.

O contrato de renovação até 2015 de Ganso com o Santos há dupla interpretação sobre os direitos de imagem do jogador.

Para o meia e seus advogados, ele tem 100%.

Pode fazer as propagandas que quiser sendo um jogador importante apenas que o dinheiro é seu.

Se fizer qualquer publicidade relacionada ao Santos é do clube.

Luís Álvaro contesta e diz que qualquer propaganda que Paulo Henrique fizer é do Santos.

Até emitiu uma nota oficial sobre o tema.

Mas no íntimo sabe que pode perder essa questão.

Por isso quer negociar de qualquer maneira com o jogador.

Pelo dirigente não haveria advogados de lado a lado.

Seria apenas ele e Ganso conversando sobre o plano de carreira, novo aumento e a cessão dos direitos de imagem de qualquer publicidade ao Santos.

Só que a família e os advogados de Ganso o aconselhararam a não ouvir o dirigente sozinho.

E muito menos assinar qualquer papel.

Luís Álvaro está tenso e dispensou o grupo que criou para cuidar do plano de carreira de Ganso.

Ele vai tratar do meia enquanto houver esse impasse.

Aposta que vai convencer o jogador a ceder pelo menos grande parte dos seus direitos de imagem por um aumento.

Só que ele precisará ser mais convincente do que Cauã Raymond em relação a Grazi Massifera.

Os executivos do DIS, do grupo Sondas, que já cuidam de Ganso garantem que ele não cederá.

Nem mesmo 1%.

Ganso já foi orientado.

Luís Álvaro está irritadíssimo.

Quer corrigir o erro de não haver deixado claro no contrato do meia.

E sabe que uma guerra jurídica pode ocasionar a saída já em 2011 do jogador para a Europa.

Mas não quer ver o dinheiro voar, já que há a certeza de que ele será um dos jogadores símbolo da Copa de 2014.

Já há várias empresas interessadas em amarrar sua imagem ao do provável camisa 10 do Brasil.

A situação é delicadíssima.

Pode afetar a relação entre o Santos e grupo Sondas que é próxima demais.

Tudo por causa de um contrato mal formulado...

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Deputado Dinamite, PC Gusmão já cumpriu o combinado. Não ofereça a sua cabeça para a torcida…

divulgação25 Deputado Dinamite, PC Gusmão já cumpriu o combinado. Não ofereça a sua cabeça para a torcida...

Dizem que uma vez político, político para toda a vida.

Para o bem ou para o mal.

Talvez seja esse o problema de Roberto Dinamite.

O presidente vascaíno que varreu Eurico Miranda tem uma postura decepcionante.

Mais do que ninguém, ele sabe da fragilidade do time que montou.

Sem dinheiro, com imensas dívidas deixadas por Eurico Miranda, gravíssimos problemas com patrocinadores.

As dívidas, na maioria delas trabalhistas, ultrapassam R$ 300 milhões.

Se fosse uma empresa, seria inadministrável.

Mas como é clube de futebol...

Esse quadro desanimador fez com que oferecesse um elenco muito aquém do que os torcedores merecem.

Mesmo assim, conseguiu o retorno para a Série A em 2009.

Mas Roberto Dinamite perdeu Dorival Júnior.

Quis economizar e tudo o que conseguiu foi desperdiçar tempo com Vagner Mancini, treinador honesto, mas imaturo demais para comandar um clube grande.

Perdeu o Carioca.

Apostou em Celso Roth.

Mas mal voltou a São Januário, o técnico viu o elenco que deveria trabalhar.

Teve uma proposta do Internacional e nem pensou duas vezes.

Roberto Dinamite ficou atônito.

Mas reagiu e contratou PC Gusmão.

Ele tirava água de pedra no Ceará.

Sabia que fazia uma campanha fantasiosa.

Chegou a liderar o Brasileiro.

Mas era o início, sabia que os clubes iriam se reforçar, se fortalecer.

E aceitou trocar Fortaleza por seu Rio de Janeiro, pelo Vasco.

Roberto Dinamite lhe contou a verdade.

Mas PC Gusmão aceitou e tratou de voltar a tirar água de pedra.

No limite, porque o elenco é pouco mais do que mediano.

Só que a torcida e a diretoria se iludiram com a boa campanha.

E passaram a exigir mais do que o time tem para dar.

PC Gusmão não tem como escancarar a fragilidade dos que comanda.

Roberto Dinamite sabe muito bem disso.

Os jogadores sabem que já passaram até do limite.

Os gandulas de São Januário sabem.

E Dinamite não perdoa.

Trata de jogar para a torcida.

E critica a postura sem ambição da equipe.

Ele confunde, de propósito, pessimismo com realismo.

PC Gusmão está sentindo a pressão tão grande quanto injusta.

O descontrole na expulsão contra o Flamengo foi um dos sintomas graves.

A situação não está fácil para PC Gusmão.

A derrota por goleada para o Vitória por 4 a 2 abalou sua moral no clube.

Injustiça porque quando foi contratado sua principal missão foi evitar que o Vasco fosse rebaixado novamente para a Série B.

Isso ele conseguiu com louvor.

Só que ele foi traído pela própria campanha da equipe.

Dinamite se reuniu com os atletas.

Diz que deseja mais.

Mesmo sabendo, no seu íntimo, que eles não têm para dar.

Mas uma vez político, sempre político.

A sua postura combina com o verador, com o deputado estadual Roberto Dinamite.

Não com o presidente do clube.

Ele tem a obrigação de querer sempre o melhor para o seu clube.

Mas quando é justo.

PC Gusmão tem muita chance de ser demitido.

Por ter sido mais competente do que deveria.

E por Roberto Dinamite estar fazendo o que aprendeu com seus colegas políticos.

Prometer algo que, no íntimo, sabe que não pode dar...

Cobrar vitórias de uma maneira exagerada, quando ele sabe que o resultado já foi conseguido.

A missão de PC Gusmão está muito bem cumprida, caro deputado Dinamite...

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Enquanto outra estrela não chega, a volta do melhor companheiro de Ronaldo no Corinthians: Dentinho…

divulgação23 Enquanto outra estrela não chega, a volta do melhor companheiro de Ronaldo no Corinthians: Dentinho...

Contra o Avaí, Ronaldo jogará com o parceiro que lhe dá o maior prazer no Parque São Jorge.

Desde que chegou ao Corinthians, ele disse a Andrés que Dentinho terá muito futuro no futebol.

E renderá muito dinheiro ao clube.

A identificação foi imediata.

Dentinho sempre manteve uma admiração que ia muito além dos gramados por Ronaldo.

A vida glamurosa, as mulheres, as propagandas, a veneração da imprensa e dos torcedores.

Desde o início de 2009, Ronaldo com um prazer que beira o de pai, foi "educando" o pupilo.

Ensinando a valorizar cada entrevista, criar um fato novo, falar pouco, se tornar um personagem mais interessante.

E se preparar para jogar no exterior.

Em conversas com dirigentes amigos que deixou pela Itália e Espanha, Ronaldo sempre indicou o companheiro como investimento com retorno certo.

Andrés manteve contato com empresários ligados à Inglaterra.

Seu ainda amigo, Kia Joorabchian, sempre foi um dos candidatos a levar Dentinho.

O plano da direção corintiana era vender o jogador na janela do meio deste ano.

O sonho era que o Corinthians ganhasse a Libertadores.

Com grande desempenho de Ronaldo e do seu pupilo.

Só que tudo não deu certo.

Dentinho não só não jogou bem como teve uma série de contusões.

Ele foi muito prejudicado com o péssimo estado físico de Ronaldo também.

Neste Campeonato Brasileiro, ele ficou 18 partidas fora.

Fez muita falta.

Voltará ao time amanhã, contra o Avaí.

Logo na fase aguda, decisiva do torneio.

Ronaldo foi o mais feliz com a notícia.

Sabe que tem quem vai correr por ele.

Terá alguém com poder de definição muito maior do que o de Iarlei.

Andrés está esperanço, o considera importantíssimo pelo menos para a conquista de uma vaga na Libertadores da América.

Ou quem sabe no título que falta neste ano do centenário.

Dentinho volta mais sofrido com o período longe dos gramados.

Longe de Ronaldo.

Quer mostrar seu potencial para a arrancada "histórica" que Tite espera dar com o Corinthians nesses últimos seis jogos.

O treinador aposta em seis vitórias.

E com grande participação de Dentinho.

E é ótimo o jogador de 21 anos reagir, porque terá concorrência brava em 2011.

Andrés Sanchez já está buscando reforços.

E para a Libertadores ele quer outro atacante consagrado para atuar com Ronaldo.

O perfil ele já traçou: jogador vivido, experiente, conhecido internacionalmente.

Capaz de atrair mais patrocinadores.

Ronaldinho Gaúcho, Adriano, Tevez, Luís Fabiano, Vagner Love.

São jogadores indicados pelo vice de marketing, Luis Paulo Rosenberg.

Viáveis?

Só o tempo dirá.

Mas pelo planejamento corintiano, um atleta com o perfil destes badalados chegará ao Parque São Jorge em 2011.

Portanto, é bom Dentinho voltar a se coçar a partir de amanhã...

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Felipe. Só esse nome já serviu para tumultuar o ambiente no líder Fluminense…

reuters23 Felipe. Só esse nome já serviu para tumultuar o ambiente no líder Fluminense...

A ansiedade de Celso Barros atrapalha o Fluminense.

O presidente da Unimed Rio tinha certeza de que ganharia abraços de agradecimento e muitos parabéns por buscar um novo goleiro.

Fernando Henrique, Rafael e Ricardo Berna não são os goleiros ideais para a Libertadores de 2011.

Todos nas Laranjeiras sabem disso.

Celso Barros também.

Há anos que o time precisa de um goleiro.

Mas ele gosta de gastar em atacantes.

Desta vez tratou de mudar e empresários o procuraram oferecendo Felipe, ex-Corinthians.

Celso disse que estava interessado.

Ele já o imaginou no gol do Fluminense no próximo ano.

Só que não consultou Muricy Ramalho.

E ele conhece bem a condição técnica do goleiro.

Também sua personalidade egocêntrica.

Por assessores pessoais, que também são ligados ao Corinthians, ele soube grande parte dos problemas que o goleiro criou.

E correu para vetar o nome de Felipe para Celso Barros.

Percebeu que só traria problemas se autorizasse a chegada do irregular goleiro do Braga.

Ele não esperava o veto, já que as negociações haviam começado.

O mau humor aumentou porque os goleiros não são de excelente nivel técnico, mas são muito queridos no clube.

Muricy sabe que essa notícia, faltando apenas seis jogos para a decisão do Brasileiro, traz conseqüências.

Ele avisou ao presidente Horcades dizer a Celso Barros para ele esquecer Felipe.

O recado chegou a Celso Barros que não teve outra saída a não ser adiar a negociação.

Haverá outro contato, por via das dúvidas, depois do Brasileiro.

O vazamento pelo interesse em outro goleiro não fez bem ao grupo.

Por isso Muricy Ramalho deu a ordem de todos desmentirem a notícia.

Do presidente ao porteiro.

Todos só têm uma frase para repetir: "Felipe não interessa".

Mas o estrago já foi feito...

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Vitória de Dilma é vitória da Arena Itaquera, do Corinthians. De Andrés, de Teixeira, de Lula. A Copa de 2014 acabou de vez para o Morumbi…

Agencia Estado Vitória de Dilma é vitória da Arena Itaquera, do Corinthians. De Andrés, de Teixeira, de Lula. A Copa de 2014 acabou de vez para o Morumbi...

Alívio na cúpula corintiana.

Principalmente de Andrés Sanchez.

Com a vitória hoje de Dilma Rousseff, há a certeza de que a Arena Itaquera sairá.

Exatamente como foi proposta pela Odebrecht.

Será o estádio da abertura da Copa do Mundo de 2014.

O sonho de uma reviravolta para o Morumbi ou até, sim, do Palestra Itália, morreu.

A derrota de José Serra sepultou as esperanças de São Paulo e Palmeiras terem a honra de abrir o Mundial.

A vitória de Dilma garante que a construtora seguirá o desejo do presidente Lula.

Fará o agrado ao Partido dos Trabalhadores, que segue no governo.

E terá obras importantíssimas nesses próximos quatro anos.

A vitória da primeira mulher a comandar o Brasil também traz um enorme alívio a Ricardo Teixeira.

Ele e Andrés costuraram o acordo para o novo estádio corintiano, tomando o lugar que a lógica indicava apontar para o Morumbi.

O governador eleito Geraldo Alckmim já foi procurado pelo prefeito Kassab.

Mas não há como comprar uma briga com Dilma por causa do Morumbi.

O acordo já está amarrado e será cumprido.

Para dar o toque final na combinação, chegará ao Brasil, o presidente da Fifa, Joseph Blatter.

Ele virá para cobrar mais rapidez nas obras.

Elas estavam lentas de propósito: vai que o Serra ganha...

Blatter, não por acaso, confirmará a Arena Itaquera como palco da abertura da Copa.

Desde que as obras se acelerem.

E lá vai a Odebrecht construir o estádio.

Ele passará de 45 mil lugares para os exigidos 68 mil.

Seu custo saltará de R$ 350 milhões para R$ 500 milhões, no mínimo.

A vitória de Dilma foi de Lula, Andrés, de Ricardo Teixeira, de Blatter.

A derrota de Serra também foi a de Juvenal Juvêncio.

Não há a menor esperança para o Morumbi...

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Fluminense, Cruzeiro, Corinthians. Gangorra tripla que não empolga…

gettyimages45 Fluminense, Cruzeiro, Corinthians. Gangorra tripla que não empolga...

Porque Fluminense, Cruzeiro e Corinthians estão agarrados uns nos outros.

Se sucedendo a cada rodada?

É uma gangorra tripla.

Faltam seis rodadas e ninguém pode apostar tranquilo no campeão do Brasil.

Por quê?

O que acontece em 2010?

Nada demais, a não ser a falta de um grande time.

Uma equipe melhor do que as demais.

Há outros ingredientes fundamentais.

Os melhores jogadores estão fora do Brasil.

Se o Grêrmio Prudente tivesse Kaká, Lúcio, Pato, Ronaldinho Gaúcho, Juan, Júlio César, Nilmar, Daniel Alves, Ramires, Marcelo, não estaria na lanterna.

Nenhum clube conseguiu muito dinheiro para fazer grandes contratações.

O Cruzeiro foi esperto enxergando Montillo, muito barato pelo potencial.

O Fluminense resgatou os caros Deco e Belletti no final de carreira.

O Corinthians teve competência para se antecipar e comprar o talentoso Bruno César.

Com a fartura da conquista da Libertadores pelo Internacional e da Copa do Brasil, pelo Santos, dois fantásticos concorrentes saíram da disputa.

Há que se registrar a contusão de Ganso e a estúpida demissão de Dorival Júnior.

Se elas não tivessem acontecido, a Vila Belmiro poderia estar em festa.

Fluminense, Cruzeiro e Corinthians são os clubes que têm grandes elencos e brigam pelo título a sério.

Os três são clubes ricos e com apoio popular.

Fluminense e Corinthians têm mais representatividade nos bastidores da CBF.

Dos três, o Cruzeiro foi o mais prejudicado pela arbitragem.

Muricy, Cuca e agora Tite buscam uma arrancada definitiva nestes seis jogos.

Mas falta confiança aos três.

Nenhum treinador pode bater no peito e garantir que vencerá a próxima meia duzia de partidas.

Ao Fluminense faltam o Internacional em Porto Alegre; o Vasco no Engenhão; o Goiás, no Engenhão; São Paulo, no Morumbi; Palmeiras, no Pacaembu; e, finalmente, o Guarani no Engenhão.

Ao Cruzeiro: São Paulo, no Parque do Sabiá; Vitória no Barradão; Corinthians, no Pacaembu; Vasco no Parque do Sabiá; Flamengo no Engenhão; e, na última rodada, Palmeiras, no Parque do Sabiá.

E ao Corinthians, o caminho é este: Avaí, no Pacaembu; São Paulo, no Morumbi; Cruzeiro, no Pacaembu; Vitória no Barradão; Vasco, no Pacaembu; e o jogo de definição: contra o Goiás, em Goiânia...

Qual é o caminho mais suave para o título?

Não existe.

Este Campeonato Brasileiro está igual, nivelado até a última rodada.

Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais brigando pelo título.

Se a sinceridade imperar no verdadeiro torcedor, o que acompanha há décadas o Campeonato Nacional, não há como fugir.

Ele não deixará a menor saudade, seja quem for o campeão...

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Para fugir dos ‘palhaços’, Scolari ameaça se refugiar no site do Palmeiras. Parabéns à Unimed, ao Banif e à Parmalat por seu garoto propaganda…

gettyimages23 Para fugir dos palhaços, Scolari ameaça se refugiar no site do Palmeiras. Parabéns à Unimed, ao Banif e à Parmalat por seu garoto propaganda...

Os radialistas de São Paulo mostraram como enfrentar a cólera de Luiz Felipe.

Sem ofendê-lo, bater boca, pedir reuniões às escondidas.

Diante do justo questionamento com o descaso com Valdivia, jogador que o Palmeiras gastou cerca de R$ 12 milhões, o treinador se irritou com as perguntas e as classificou como "palhaçada".

E classificou o bravo repórter Rafael Prates, da Rádio Globo, como o "mais palhaço" por ter insistido na pergunta.

A situação ridícula aconteceu em uma coletiva.

Televisões do Brasil inteiro gravaram a cena.

Que ficou pior, mas teve de ser censurada.

Ao ser questionado porque o médico Otávio Vilhena não deu entrevista explicando a contusão de Valdivia, Felipão se descontrolou de vez.

"Então, foda-se."

E virou as costas aos repórteres e foi embora para os vestiários, depois do empate com os reservas do Atlético Mineiro.

Foi para uma reunião na Aceesp e falou sozinho para o site do Palmeiras.

Sem interrupções ou perguntas verdadeiras.

Ele pensou que tudo estivesse acabado.

Acontece que ele não contava com a união dos radialistas paulistas.

Deram uma lição de coragem, bom humor e inteligência.

A maioria consciente colocou nariz de palhaço e recepcionou Scolari.

A mensagem foi clara: "Nós somos sim os palhaços que questionam o técnico de maior salário do Brasil".

E, infelizmente, nos últimos tempos, o mais truculento.

A resposta foi pública, como a ofensa.

Scolari não quis dar entrevista coletiva como troco.

Deve ser uma boa política para a Unimed e para o Banco Banif e para a Parmalat.

Eles pagam caro pela publicidade na camisa do treinador do Palmeiras e ela é mostrada em destaque nas coletivas.

Scolari é a maior estrela do Palmeiras.

Mas ninguém no clube tem coragem de enfrentá-lo.

Dizer o que fazer.

Ele não é o técnico do presidente em exercício, Salvador Hugo Palaia, a quem desafiou publicamente.

Quando Valdivia reclamou por estar sendo substituído, o treinador disse publicamente que era ele quem mandava no time.

E colocaria e tiraria quem desejasse.

Fosse até o "filho do presidente".

Filho, Valdivia não é.

Mas foi graças a Palaia que chegou ao Palmeiras.

Foi ele quem acreditou no chileno pela primeira e segunda vez que foi contratado pelo clube.

Palaia colocou nas duas vezes dinheiro do seu bolso.

Quem poderia conter Scolari está se recuperando de grave operação cardiáca, o presidente eleito Belluzzo, quem o contratou.

Os radialistas deram uma demonstração ontem que Scolari precisa tratar as pessoas com respeito.

Na Inglaterra ele foi demitido do Chelsea e teve de se submeter a várias perguntas duras da imprensa inglesa.

Lá ele não xingou ninguém de palhaço.

Por que será?

O Palmeiras ganhou a partida do Goiás, mas a sua estrela não falou.

A estrela que fecha os treinos.

Proíbe os jogadores de falar antes, no intervalo e logo após o jogo.

Que pensou que poderia ficar pisando em quem quisesse.

Um dia ele acertou um soco no rosto do então repórter do Diário de São Paulo, Gilvan Ribeiro, e nada aconteceu.

Agora, não.

Ele encontrou os bravos radialistas paulistas.

Os que dignificaram os narizes de palhaços.

Sem saída, sem graça, Scolari ameaça continuar a falar só com o site do Palmeiras.

Talvez seja melhor, lá ele xinga, não humilha ninguém...

Parabéns à Unimed, à Parmalat e ao Banco Banif pelo investimento...

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Felipão: perceba sua importância no futebol brasileiro. Não se deixe dominar por assessores frustrados…

reuters24 Felipão: perceba sua importância no futebol brasileiro. Não se deixe dominar por assessores frustrados...

Nos seus últimos tempos como treinador do Boca Juniors, Carlos Bianchi tomou uma decisão.

Escalação do time só no seu site.

Foi uma maneira de estimular o crescimento, o acesso ao site.

Garantir patrocinadores.

Acabou ridicularizado na Argentina por esta atitude pequena.

Luiz Felipe Scolari falou palavrões na coletiva logo depois da partida contra o Corinthians.

Ele se irritou diante do óbvio: porque o jogador mais caro da história do Palmeiras jogou apenas 34 minutos.

Como era possível ter voltado a sentir a contusão na coxa esquerda se três dias antes se desgastou por 90 minutos contra um adversário insignificante como o Universitario de Sucre?

Por que tanta falta de cuidado com ele?

Não bastasse isso, logo depois, contra os reservas do Atlético Mineiro, Valdivia suportou apenas 18 minutos.

Diante da óbvia e reincidente barbeiragem, Felipão ficou ainda mais irritado.

Falou que era uma palhaçada o que a imprensa estava querendo fazer com o caso Valdivia.

E ainda chamou de o mais palhaço o repórter da rádio Globo por ter coragem e insistir na pergunta que Felipão não queria ouvir.

Por que escalar Valdivia machucado?

A repercussão foi internacional.

Como um treinador campeão do mundo começa a falar palavrões em coletiva e a chamar repórteres de palhaços?

Ele teve uma reunião com a cúpula da Aceesp, Associação dos Cronistas Esportivos do Estado de São Paulo.

A intenção era de que tudo fosse resolvido e que o técnico passasse a respeitar os jornalistas.

Logo em seguida à reunião, o seu assessor de imprensa disse ao R7 que Felipão não pediu desculpas, apenas acertou arestas.

Toda sexta-feira, o treinador dava entrevistas coletivas no Palmeiras.

Ontem não quis.

Teria de falar novamente de Valdivia.

O que fez?

Falou no site do Palmeiras.

Falou à vontade, sem ser interrompido.

Não tocou no nome do Valdivia, óbvio.

Sorriu e mostrou como gostaria de ser "entrevistado".

Quem faz o site do Palmeiras é a assessoria de imprensa do clube.

São jornalistas pagos para divulgar o que interessa aos dirigentes, ao técnico, aos jogadores.

Não noticiam, divulgam.

No site nunca haverá referência à dívida do clube, aos balanços reprovados pelo Conselho Deliberativo.

Pelos motivos da implosão do departamento de futebol com Palaia assumindo a presidência.

Nada.

Apenas o que interessa.

Essa é a função da assessoria.

Talvez não seja por acaso que Felipão deu essa autoentrevista, me lembra um esperto leitor.

Quem mesmo lançou a autoentrevista?

Palaia.

Quem era o assessor de imprensa de Palaia?

O mesmo que "assessora" Felipão.

Foi seguindo conselhos dele que o treinador proibiu entrevistas antes, no intervalo e depois das partidas.

Ele não acredita que seus jogadores irão conseguir se controlar diante dos microfones.

Só o Palmeiras adota essa política digna da ditadura Pinochet.

Agora, há a ameaça no ar de Scolari só falar para o site do clube.

Fazer convenientes autoentrevistas.

É uma pena que Luiz Felipe Scolari esteja seguindo esse caminho feio, ultrapassado.

Ele não precisa disso.

É uma pessoa vencedora na sua profissão.

Mas sujeita a erros também.

E por que tanta angústia, tanta raiva ao admitir um erro?

Ele é um excelente técnico, mas não está acima do bem ou mal.

Faz parte das suas funções explicar de verdade o que acontece no Palmeiras.

Ganha o maior salário entre os técnicos no Brasil para isso.

Dar "entrevista" no site do Palmeiras é uma atitude medrosa, que talvez combine com seu assessor, não com Felipão.

Ele tem recursos intelectuais para conversar de maneira decente com os jornalistas.

Pode pensar sozinho, apesar do seu assessor acreditar que não.

Foi um motivo de orgulho para a imprensa paulista o retorno de Felipão ao Palmeiras.

O pentacampeão do mundo estava voltando para reestruturar um grande clube de São Paulo.

O "campeão do século XX".

Uma pena que ele esteja tão mal assessorado, aconselhado.

Quando compreender o triste papel que está desempenhando, ficará envergonhado.

Felipão não se apequene.

Não seja usado por pessoas que são motivadas pela frustração, pela paranoia.

Seu papel na história do futebol brasileiro é muito maior...

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