“Eu não recomendaria a uma grande empresa investir agora no futebol brasileiro. Agora, não.” José Carlos Brunoro…

divulgacao191 Eu não recomendaria a uma grande empresa investir agora no futebol brasileiro. Agora, não. José Carlos Brunoro...

José Carlos Brunoro.

Executivo de futebol.

Responsável pelos projetos do Pão de Açúcar e do Grupo Sendas no futebol.

As duas empresas já possuem times na Segunda Divisão do Campeonato Paulista e Carioca.

Administra o basquete brasileiro.

Além disso, tem uma empresa especializada em estratégias de marketing no esporte.

Ficou por anos gerenciando a Parmalat na época recente mais vencedora do Palmeiras.

Foram milhões e milhões de dólares investidos no clube paulista sobre a gerência de Brunoro.

Em entrevista exclusiva, ele resume o que significa a grave implosão do Clube dos 13.

"Essa falta de união é desastrosa para o futebol brasileiro.

As desavenças só desestimulam o grande investidor do Exterior.

Com certeza, quem planejava colocar muito dinheiro agora em uma equipe não vai colocar.

Não sabe quem mostrará sua marca.

Ou mesmo se ela será mostrada.

Essa desavença vem em péssimo momento.

Eu não recomendaria a uma grande empresa investir agora no futebol brasileiro.

Agora, não."

Brunoro, como fica o investidor do Exterior diante de tanta indefinição no Clube dos 13?

Ou faz investimentos de curtíssimo prazo, por exemplo, o próximo campeonato, ou não investe.

O futebol brasileiro caminhava forte bem, com organização.

Negociando suas cotas com a televisão de maneira firme, com união.

Uma entidade para representar todos os clubes é muito mais forte do que os clubes soltos.

Conheço bem a maneira de pensar dos investidores do Exterior.

Eles querem organização.

Saber que não terão surpresas desagradáveis no futuro.

Eles valorizam seu dinheiro.

Por isso eu posso falar que essa indefinição é péssima entre os grandes clubes brasileiros...

E terá consequências nos próximos torneios.

Eu lamento muito....

A postura do Corinthians e do Flamengo de exigir mais dinheiro porque têm mais audiência é justa?

Muito justa.

Mas a maneira que os clubes decidiram buscar quantias maiores é que está errada.

O rompimento com o Clube dos 13 não deixa esses clubes mais fortes.

Pelo contrário.

O ideal seria tudo na mesa de negociação.

Os times mais populares do Brasil merecem ganhar mais já que movimentam mais dinheiro, mais torcedores, mais consumidores.

Mas as pessoas precisavam conversar, negociar.

No mundo dos negócios é preciso muito cuidado com as atitudes.

Os investidores do Exterior precisam sentir credibilidade, uma linha coerente de raciocínio no clube em que vão colocar dinheiro.

Os dirigentes brasileiros precisariam pensar, analisar e esgotar todas as possibilidades antes do rompimento.

Diante do quadro atual é muito melhor para um investidor forte partir para outro país e não o Brasil.

Quem recomendaria investir agora nos clubes que estão se desentendendo no Clube dos 13?

Muita gente pode se dar conta do prejuízo desse desacerto no futuro...

Qual é a sua sensação sendo um executivo de futebol diante do quadro atual?

A pior possível.

Não sei que clubes ficarão com quais televisões.

Pode ser que alguns fiquem com a A e outros fiquem com a B.

E aí?

Que horários seriam as partidas do Brasileiro de 2012, se uma TV quer às 22 horas e a outra às 20h30?

E quando as equipes de TVs diferentes se enfrentassem?

Quem transmitiria?

Essa situação parece brincadeira, mas é muito séria.

Realmente preocupante.

Tomara que os presidentes de clubes saibam o que estão fazendo.

A primeira coisa que um investidor do Exterior busca é um futebol organizado, com regras definidas.

E o que acontece agora é muito desestimulante.

A sua vivência no futebol lhe dá alguma certeza?

A de que não haverá dois campeonatos se os times se dividirem entre as maiores TVs do Brasil.

A CBF só irá autorizar um deles.

E, por consequência, a Fifa.

Então, nem pensar em dois torneios nacionais.

Os dirigentes precisam ter maturidade para acertar suas diferenças e pensar no bem dos clubes.

No bem do futebol brasileiro.

Essa situação não pode continuar por mais tempo.

Estão espantando todo tipo de patrocínio de fora do país.

Espero que acordem a tempo.

É preciso responsabilidade.

Credibilidade é algo sério demais para o investidor...

Ninguém fará um grande projeto com recursos vindo de fora para um clube no quadro atual.

E se o mercado brasileiro não estimula, existem vários outros no mundo que podem estimular...

Quem sai ganhando com essa briga?

Ninguém.

Principalmente os dirigentes dos clubes que pensam apenas em resolver sua vida.

Quanto mais isolados estiverem os dirigentes, pior.

Quanto mais sozinhos, menos força.

Quanto menos força, mais confusão, menos dinheiro de patrocinador forte.

É muito séria essa desavença no Clube dos 13.

Os clubes brasileiros estão espantando os investidores do Exterior.

Repito, as pessoas só irão se dar conta disso no futuro.

Infelizmente...

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Mesmo com o polegar esquerdo contundido, Felipe garante que jogará a final contra o Boavista. Ninguém no Flamengo tem coragem de dizer não ao goleiro…

divulgacao222 Mesmo com o polegar esquerdo contundido, Felipe garante que jogará a final contra o Boavista. Ninguém no Flamengo tem coragem de dizer não ao goleiro...
Final da Taça Guanabara.

Decisão jogando pelo Flamengo, contra o Boavista, time pequeno de Saquarema.

Engenhão lotado.

Todos os holofotes voltados para o clube por causa de Ronaldinho.

Mas como são holofotes demais, sempre há espaço para outro jogador ser iluminado.

Ainda mais quando é o goleiro do time e foi fundamental na semifinal contra o Botafogo.

Fez grandes defesas e ainda defendeu dois pênaltis...

Como não jogar a final, estar fora dessa decisão?

Ainda mais quando ela é a possibilidade de dar uma reviravolta na carreira.

Depois da saída pela porta dos fundos do Corinthians.

Pela passagem inconvincente no Braga...

Surge o Flamengo pela frente.

Clube com popularidade suficiente para levá-lo à Seleção Brasileira.

Ainda mais ele que sabe muito bem como usar os microfones e as câmeras para se valorizar.

Tornar cada defesa fácil a mais impossível...

Capaz de saltos impressionantes, mesmo percebendo que a bola iria fora...

Como Felipe pode ficar de fora da grande festa marcada para este domingo?

Que importa as fortes dores no polegar esquerdo?

Já avisou a todos na Gávea que estará no jogo de qualquer maneira.

Goleiro com a mão contundida não é seguro nem em jogo de baralho...

Ainda mais em uma decisão de Taça Guanaba...

Na primeira partida importante de verdade para Ronaldinho Gaúcho com a camisa rubro-negra.

Mas Felipe é assim.

Quem conseguirá barrá-lo?

Convencer do grande risco que ele correrá?

E acabará expondo o Flamengo?

Repórteres que cobrem o dia-a-dia do clube de Patricia Amorim me dizem que isso é impossível.

A decisão já está tomada e partiu do goleiro.

A garantia que está bem é dele.

Não há aparelho capaz de detectar a intensidade das dores em qualquer jogador.

Ainda não foi inventado.

Por sua conta e risco, Felipe garante que estará no gol contra o Boavista...

Que a ansiedade de um jogador não estrague o planejamento de um clube tão importante...

E que, se houver qualquer desconfiança...

Alguém tenha coragem de dizer não a Felipe...

O que não parece ser o caso na Gávea...

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Fábio Koff só começou a mostrar a sujeira que move o futebol brasileiro. Só começou…

divulgacao25 Fábio Koff só começou a mostrar a sujeira que move o futebol brasileiro. Só começou...
E a sujeira vai chegando à superfície...

O presidente do Clube dos 13, Fábio Koff, fez questão de começar a falar.

Só começou.

Tudo o que se poderia imaginar é mais abjeto, repulsivo do que se poderia imaginar...

Koff foi transparente ao afirmar que a CBF e a Globo estão por trás do racha do Clube dos 13.

Situação pensada, calculada.

Nasceu com a possibilidade real de a emissora carioca perder o futebol no País.

Disse que Ricardo Teixeira e Marcelo Campos Pinto, executivo da emissora carioca, combinam em churrascos como controlar o esporte no Brasil.

Enquanto saboreiam picanha, maminha, paleta de cordeiro...

Revelou que houve compra de votos para a chapa de Kléber Leite na disputa com ele para a eleição do Clube dos 13.

Compra de votos.

Compra.

Nenhuma outra palavra foi usada para minimizar a situação.

Koff mostrou a Juca Kfouri, da ESPN Brasil, um pouco do que cerca a disputa pela transmissão do Campeonato Brasileiro.

Era necessário estar acontecendo algo de muito grave, comprometedor mesmo.

Porque os clubes se revoltariam quando em vez de R$ 500 milhões por ano, eles poderiam receber R$ 1,3 bilhão?

Só pode haver algo de muito estranho, absurdo.

Pelas palavras de Koff ficou claro que a emissora carioca que teve o futebol na sua tela por 26 anos não quis a concorrência aberta.

Não tinha como enfrentar uma proposta financeira maior.

E, de acordo com Koff, se juntou a Ricardo Teixeira para acabar com o Clube dos 13.

Arrastando consigo clubes importantíssimos, fundamentais a qualquer Brasileiro.

O preço, a motivação que faria um presidente de um clube escolher levar menos dinheiro para sua entidade, é fácil imaginar.

Mas impossível escrever para não sofrer processos.

A desculpa de maior visibilidade cai por terra diante dos índices da Globo, decadentes a cada ano, a cada mês, a cada dia.

Fábio Koff falou o que pôde.

E já foi aterrador, nojento.

O executivo da Globo se defende apelando para a idade de Koff.

Lembrando publicamente a sua idade.

Koff não está senil.

Senil está o futebol brasileiro.

Onde presidentes de clubes são atores, manipulados, com teto de vidro.

Se desdobram para levar menos dinheiro às suas entidades falidas e tão amadas por milhões de torcedores.

Só Deus sabe até onde vai o comprometimento dessas pessoas com o poder estabelecido.

Fábio Koff conhece um pouco dessa realidade.

E só mandou um recado.

Ele tem muito mais a dizer...

Com provas, inclusive...

Por isso tamanho desespero em vários clubes brasileiros.

A sujeira, o limo, está vindo à tona...

Nada será como antes...

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O perigo de a Seleção Brasileira depender tanto do instável Júlio César…

divulgacao032 O perigo de a Seleção Brasileira depender tanto do instável Júlio César...

No vestiário do estádio Nelson Mandela Bay, Júlio César chegou com o rosto inchado.

Chorando muito.

Sua dor na consciência era maior do que a dos pilotos que lançaram as bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki.

A prepotência havia ido embora com a falha infantil no levantamento para a área de Sneijder.

Precipitado, se chocou com Felipe Mello.

A bola desviou no volante e foi para as redes.

A falha do goleiro mexeu com a confiança de todo o time.

Os jogadores não acreditavam que Júlio César pudesse dar o gol aos holandeses daquela maneira.

Logo o melhor goleiro do mundo...

Sentindo o descontrole dos brasileiros, os holandeses fariam o segundo, também com Sneijder.

E fim do sonho do hexa...

Eu estava lá em Port Elizabeth e não acreditei na cena.

Não parecia o mesmo jogador intimidador das coletivas.

Onde estava a confiança do goleiro que se achava o melhor do mundo?

Lembrei-me do que colegas cariocas haviam me dito.

Júlio César é um jogador com características especiais.

Ele é tão prepotente, tão cheio de si, que a cada falha entra em profundo processo de depressão.

Sempre foi assim, desde as categoria de base do Flamengo...

E, de novo, Júlio César passa pela mesma situação.

Seu mundo caiu depois da falha absurda que custou a derrota da Inter contra o Bayern de Munique.

O chute do holandês (sempre eles...) Robben era fácil de segurar para um goleiro do nível do brasileiro.

O cronômetro apontava 44 minutos do segundo tempo.

O empate na Itália já não era bom para Leonardo, que tenta fugir da sombra de José Mourinho.

Mas Júlio César inexplicavelmente tornou tudo pior.

Rebateu a bola para a frente.

Ela caiu nos pés de Mario Gomez: 1 a 0 Bayern...

A situação ficou dramática para a Inter.

Terá de derrotar o Bayern em Munique.

O goleiro brasileiro deu o direito do empate aos alemães...

A feição de Júlio César já denunciava o que viria pela frente.

Ele foi para o vestiário e pediu desculpas para todo o time.

Depressivo, foi para a sua casa andando.

Deixou o carro no estacionamento do estádio.

Ela fica perto do San Siro, mas o goleiro fez questão de encarar o frio, a tristeza, o fracasso, a vida...

Como me disseram jornalistas cariocas, ele leva dias, semanas para se recuperar de uma falha.

Isso é péssimo para o goleiro escolhido por Mano Menezes para ser o goleiro da Copa de 2014.

O Brasil não pode ficar dependendo de um atleta com comportamento tão extremo.

Ou age como se fosse o enviado dos Céus...

Ou como o culpado pelos pecados da humanidade...

Se alguém tem dúvida da importância de um psicólogo particular acompanhando um jogador de futebol...

Olhe bem para Júlio César...

Preste atenção nos altos e baixos de sua carreira...

Repare na sua fisionomia transtornada ao encostar na trave do San Siro, depois do gol que sofreu...

O Brasil precisa ter um goleiro reserva preparado para Júlio César...

Não é possível que dependa de um atleta tão instável...

E nem se preocupe em formar um reserva para 2014...

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Dívida segurou os quatro do Rio ao Clube dos 13…E abre espaço até para conciliação…

divulgacao0084 Dívida segurou os quatro do Rio ao Clube dos 13...E abre espaço até para conciliação...
A polêmica união dos clubes cariocas para a discussão dos direitos de transmissão precisa de intérprete.

Uma explicação sobre o motivo que os fez se juntar e não sair do Clube dos 13.

A resposta é simples, direta.

Vem dos assessores de Fábio Koff.

Eles não se desfiliaram por dinheiro.

Juntos devem mais de R$ 60 milhões à entidade.

Como?

Empréstimos e adiantamento de cotas de televisão.

Se fossem se desfilliar teriam de pagar à vista o que devem.

Então o caminho foi o da esperteza.

Eles inventaram uma licença por conta própria.

Continuam filiados, não pagam o que devem e negociam à parte só o direito dos Brasileiros de 2012, 13, 14.

Koff não está disposto a aceitar a tal licença nada poética.

Para ele ou os clubes pagam e fazem o que quiser da vida...

Ou ficam e participam normalmente das decisões do Clube dos 13...

Isso abre a possibilidade de conciliação...

Koff também quer imediatamente os R$ 25 milhões que o Corinthians deve.

Como Andres anunciou a sua desfiliação, tem de pagar.

O maior aliado de Ricardo Teixeira nesta revolta finge que não é com ele.

E nem ameaça pagar.

O Coritiba já aderiu aos revoltosos.

O Cruzeiro está próximo.

Os presidentes de Santos e Palmeiras mudam de postura de hora em hora.

Juvenal Juvêncio tem, por enquanto, o grande apoio de Inter e Grêmio para tentar manter o Clube dos 13 vivo.

A TV Globo jura que não negociará com o C13 de jeito nenhum.

Mas muita gente importante acredita ser um blefe da emissora carioca.

Continuam as reuniões, telefonemas, promessas e mentiras.

Muitas mentiras...

Os bastidores do futebol brasileiro poucas vezes estiveram tão sujos...

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Adriano corre sério risco. Nem a volta ontem garante que seu contrato não será rescindido na Roma…

divulgacao0034 Adriano corre sério risco. Nem a volta ontem garante que seu contrato não será rescindido na Roma...
"Vocês ficam inventando muita m... de mim."

Foi assim que Adriano evitou as entrevistas, ontem no seu embarque forçado para a Itália.

Forçado porque a Roma lhe deu um ultimato.

Ou voltava imediatamente para lá ou seu contrato seria rescindido.

E ele daria adeus aos R$ 8 milhões por ano que recebe.

Para vir ao Rio, Adriano insistiu, brigou, pediu, implorou aos italianos.

Disse que precisava estar perto da família para se recuperar da operação no ombro.

Só que mal desembarcou nas terras brasileiras, ele já aprontou.

Perdeu a carta de habilitação porque dirigia o seu Porshe Carrera visivelmente embriagado.

Tanto que se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Dirigentes italianos tentaram defendê-lo por lá dizendo que ele não estava dirigindo o carro.

Seria um mero carona.

As declarações foram desmentidas facilmente pelos correspondentes europeus aqui no Brasil.

Em seguida, circulou na Intenet fotos do jogador ao lado de um copo alto de cerveja, bebida que adora.

Novo motivo para o jogador virar motivo de piada em Roma.

Ele atrasou em dois dias a sua volta à Itália.

Enganou o seu próprio agente, Gilmar Rinaldi.

Há uma grande pressão por parte da diretoria do seu clube para que o contrato seja rescindido.

Mesmo com o retorno ontem do brasileiro.

Há uma cláusula que protege do clube do comportamento pouco profissional de Adriano.

Ele viajou irritado e com medo.

Sua contratação foi considerada o desperdício de 2010.

De acordo com a nutricionista do clube, ele chegou 15 quilos acima do peso.

Demorou cerca de dois meses para perder peso.

Quando jogou, ficou muito abaixo do esperado.

Não marcou sequer um gol.

E se contundiu...

A sua situação com a Roma está no limite.

Se escapar da rescisão agora, não escapará se aprontar outro ato de indisciplina.

Mas Adriano sabe que não precisa se preocupar...

Enquanto esteve no Rio recebeu recados de Patricia Amorim...

As portas do Flamengo estarão sempre abertas para ele no Flamengo...

A proposta é mais do que interessante para Adriano...

E pode ser o seu destino a partir de junho...

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O que aconteceu com o forte Fluminense, campeão do Brasil? Muricy precisa reinventar esse time…

divulgacao0082 O que aconteceu com o forte Fluminense, campeão do Brasil? Muricy precisa reinventar esse time...
Muricy Ramalho pode dizer o que quiser.

Elogiar, exaltar o espírito, a distribuição tática.

Falar bem até da cor dos cabelos de Diguinho...

Mas a verdade é que o Fluminense desperdiçou quatro pontos nos seus dois primeiros jogos na Libertadores.

Depois do Argentinos Juniors, ontem foi a vez do Nacional do Uruguai empatar no Engenhão.

Outra decepção do campeão brasileiro.

No sábado já havia sido eliminado da final da Taça Guanabara pelo Boavista...

Muricy Ramalho resolveu apostar no esquema que o consagrou no São Paulo.

Com três zagueiros.

Só que colocou seis jogadores no meio de campo e não cinco.

E deixou apenas Rafael Moura como referência no ataque.

Os uruguaios trataram de fazer o que a lógica indicava.

E que seria seguida por qualquer time juvenil.

Marcaram o jogador de neurônios e talento no time brasileiro.

Anularam Conca.

E travaram o Fluminense.

Sem opção, os cariocas logo se afobaram.

Partiram para os chutes de longa distância e cruzamentos da intermediária.

Quando havia um escanteio era uma festa para o banco do Fluminense.

Foi uma atuação patética.

Principalmente na comparação de tudo o que essa equipe fez no Brasileiro de 2010.

No segundo tempo, Muricy, desesperado, desmanchou tudo o que montou.

Colocou Souza e Araújo e 'vamos que vamos'.

O que melhor aconteceu para o time brasileiro foi não tomar o gol.

Santiago partiu em disparada em um contragolpe.

Driblou Leandro Euzébio e Ricardo Berna...

Com o gol vazio, chutou embaixo da bola, para fora...

Foi o momento de maior alegria da torcida tricolor no Engenhão.

Por falar em torcedores, o número pequeno, dez mil, já mostra a descrença.

A empolgação da conquista do Brasileiro já acabou.

Mesmo os jogadores estão tensos, à beira da crise.

Agora o Fluminense terá três partidas seguidas fora de casa pela Libertadores.

Tudo que não fez em casa deverá fazer no México, na Argentina e no Uruguai.

Há todos os motivos do mundo para preocupação.

Muricy rebate a quase todos.

Menos um.

O fraco futebol do seu time em 2011.

Os adversários decoraram a forma de jogar e sabem, de olhos fechados, anulá-lo.

Por isso, não há desculpas para o treinador que deveria estar no lugar de Mano na Seleção...

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O Palmeiras salvou o ano do Bode dos Carnaubais. Quem salva o Palmeiras?

divulgacao0015 O Palmeiras salvou o ano do Bode dos Carnaubais. Quem salva o Palmeiras?
"O desgaste é deles.

Vou estar sentadinho no banco de reservas."

Felipão tentou ironizar, brincar com a desgraça.

Mas ele mais do que ninguém sabe que a vitória por 2 a 1 contra o Comercial do Piauí foi uma derrota.

A CBF faz do primeiro, o jogo mais fácil da Copa do Brasil.

Há anos é assim.

O time grande do Rio, de São Paulo, de Minas, do Rio Grande do Sul vai a um lugar fora do eixo do futebol.

É a chance dos torcedores locais assistirem pelo menos uma partida por ano de um grande do Brasil.

E até dos jogadores desconhecidos do grande público enfrentarem atletas que conhecem pela tevê.

Se o grande é atração por lá, o pequeno com seus desconhecidos não são atração nos grandes centros.

Como a Copa do Brasil prevê a renda do mandante, esse segundo jogo é prejuízo certo ao grande.

Por isso, o regulamento reza que, em caso de vitória fora de casa por dois gols de diferença, não há volta.

Isso vale nas primeiras rodadas.

A primeira é obrigação o time grande ganhar, fazer a diferença de gols, se livrar do jogo da volta.

E ainda dividir a arrecadação, já que, quando há eliminação direta a divisão é obrigatória.

Foi tudo o que o Palmeiras não conseguiu.

Diante de um adversário fraquíssimo, com folha salarial de R$ 40 mil, outra vez o time decepcionou.

Contra os piauienses, os paulistas criaram e desperdiçaram chances de gol.

Mas nem tanta como se imaginaria.

A falta de vocação do líder do Campeonato Paulista em atacar é algo gritante.

Incomoda até torcedor do Corinthians.

A equipe não tem objetividade.

É carente de atletas criativos, talentosos.

E olhe que Valdivia esteve em campo.

Jogou por uma hora, mas foi uma sombra do meia que o clube gastou R$ 16 milhões para ter de volta.

Deu uma bela assistência para Adriano Michael Jackson marcar.

Nem a dança que o tornou conhecido o jogador se dispôs a fazer.

Ele quer se livrar do personagem bizarro que criou para ele mesmo com seus gols marcados no Rio e na Bahia.

O segundo gol do Palmeiras foi ridículo.

Nasceu de um lateral cobrado para Kléber, o atacante virou entre três zagueiros e fez 2 a 0.

A um minutos do segundo tempo.

Perfeito para os paulistas.

Placar que matava a volta.

Só que Anibal Lemos mandou o Bode dos Carnaubais, como o Comercial é conhecido, para cima do Palmeiras.

E aos 30 minutos, Barata caprichou no escanteio e o zagueiro Rafael cabeceou forte e...gol...

Foi um dos gols mais comemorados da história do Albertão em Teresina...

A derrota foi uma das mais festejadas.

A partida rendeu R$ 250 mil e o dinheiro ficará com o Comercial.

Para pagar seis meses de salários e ainda guardar R$ 10 mil.

Ao Palmeiras, o prejuízo financeiro e moral.

Foi mais um fracasso na sua história recente.

Vai enfrentar o São Paulo no domingo mais uma vez questionado.

Depois, jogar na próxima quarta-feira no Pacaembu contra o Bode.

Quem se interessa por esse segundo confronto?

O dinheiro será curto, outra decepção.

E Felipão está errado.

O desgaste não é só dos jogadores.

Que treinador pentacampeão do mundo não consegue montar uma equipe para ganhar por dois do Bode dos Carnaubais?

Você quer, mas não vai sair ileso de mais esse vexame.

O Palmeiras de Michael Jackson e Pardalzinho envergonhou mais uma vez seu torcedor.

Isso já virou rotina, um hábito...

No Pacaembu, na próxima quarta-feira, o grito de guerra será:

Dá-lhe, Bode...

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O caos organizado para acabar com a força dos clubes está dando certo…

divulgacao96 O caos organizado para acabar com a força dos clubes está dando certo...

TV Globo e CBF conseguiram o que desejavam há décadas: acabaram com a força do Clube dos 13.

Tendo o presidente do Corinthians como o grande articulador, terminou a união dos grandes brasileiros.

Há dois blocos dispostos a ir até a última conseqüência: talvez até a disputa de dois torneios nacionais paralelos.

Corinthians, Flamengo, Vasco, Fluminense, Botafogo, Cruzeiro e Palmeiras de um lado.

Do outro, os outros clubes restantes, tendo à frente o São Paulo de Juvenal Juvêncio, vice de Fábio Koff.

A chegada ao olho do furacão foi hoje.

A disputa pela transmissão dos jogos dos Brasileiros de 2012, 2013 e 2014, revolucionou o futebol brasileiro.

Pela primeira vez a concorrência à Globo foi para valer.

A emissora que estava disposta a pagar R$ 500 milhões pelos direitos da TV aberta, a cabo, pay-per-view.

E mais telefonia celular e Internet.

Só que o Cade ordenou que tudo seja vendido individualmente.

E para um clube ter o direito de exclusividade sobre todos os meios terá de ganhar todas as concorrências.

O que deveria valer um aumento de, no mínimo, 150% do atual contrato.

Dos R$ 250 milhões atuais para R$ 650 milhões.

A cúpula da Globo quase caiu de costas quando soube que o Clube dos 13 exigia R$ 500 milhões só pela tevê aberta.

Alegou que os índices de audiência não justificavam esse aumento.

E diz que não vai fazer qualquer proposta ao Clube dos 13.

Vai negociar com os dissidentes.

Esta ameaça abre margem para a criação de Brasileiro com os clubes que saíram da administração de Koff.

E com o aval da CBF, que desejava há anos recuperar o poder pleno no futebol brasileiro.

Enquanto isso, os demais clubes organizariam um campeonato paralelo.

A radicalização da Globo pegou a todos de surpresa.

Muitas reuniões e coletivas acontecerão.

Tudo está ainda indefinido.

Mas uma situação é clara, transparente.

Os clubes estão divididos e muito mais fracos para reivindicar qualquer coisa.

Vitória política da CBF.

De Andres Sanches, que se vê cada vez mais forte para suceder Ricardo Teixeira...

E que saboreia cada vitória contra o lado em que estiver Juvenal Juvêncio...

Terrível derrota para o Clube dos 13 e Fabio Koff.

Depois de 26 anos de controle absoluto sobre o futebol brasileiro...

Era lógico que a Globo reagiria ao enfrentar pela primeira vez concorrência de verdade...

Esse caos não tem nada de espontâneo...

Nada...

O uso da Taça das Bolinhas que o diga...

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A farra dos empresários no Brasil não tem hora para acabar… Viva a Lei Pelé! Viva!…Viva!…

divulgacao0110 1024x702 A farra dos empresários no Brasil não tem hora para acabar... Viva a Lei Pelé! Viva!...Viva!...
"Eu pensei que a mudança da lei iria tirar o poder dos clubes e dar aos jogadores.

Mas o domínio do futebol brasileiro caiu no colo dos empresários.

Me incomoda a lei levar o meu nome."

A declaração é de Pelé.

Durante décadas, os clubes trataram seus jogadores como escravos.

Os usavam como queriam.

Foram inúmeros casos que carreiras foram prejudicadas, interrompidas por pura teima de dirigentes.

A lei Zico de 1993 foi criada para mudar essa relação.

E a lei Pelé, de 1998 chegou para acabar com distorções, aprimorar a anterior, que havia deixado vários pontos soltos.

"Os contratos passaram a ter limites, as multas rescisórias baseadas nos salários e tempo de contrato estabelecido.

Todos nós pensávamos que o jogador iria assumir a sua carreira.

Foi o nosso maior engano", afirma Pelé.

Em todas as ocasiões que é questionado, ele fecha a fisionomia e se mostra decepcionado.

A situação está neste pé porque é mais cômoda aos jogadores.

Os empresários atualmente têm escritórios com advogados e, mais importante, estão ligados a empresários do Exterior.

Alguns deles estão riquíssimos, a ponto de oferecer seu dinheiro para comprar o passe de um atleta.

E usar um clube laranja para registrá-lo, já que uma pessoa física não pode ter um jogador.

É a vitória da hipocrisia.

Criaram redes fortíssimas e enfrentam dirigentes sem medo.

Com dinheiro, advogados de alto nível e clubes do Exterior para colocar seus jogadores, estão muito bem armados.

Foi o caso da renovação de Lucas com o São Paulo.

Wagner Ribeiro já havia antecipado que o seu salário iria ser multiplicado por 10.

Se não fosse, daria um jeito de tirar o jogador do São Paulo.

Ele recebia R$ 12 mil.

A diretoria teve de ceder porque a ameaça era real.

E se dobrou: hoje Lucas ganha R$ 120 mil e tem a sua multa contratual de R$ 180 milhões.

Maior do que Ganso e Neymar.

Casemiro, também titular absoluto e grande revelação da sub-20, tentou a mesma situação.

Ele ganha R$ 30 mil no Morumbi.

E tinha certeza de que também ganharia um aumento.

Inocente, sonhou que ele seria espontâneo.

Como não foi, acionou seu agente Júlio Fressato.

Só que ele não tem o mesmo poder de fogo de Wagner Ribeiro.

Os dirigentes são-paulinos nem se desgastaram em mandar recado dizendo que não haveria aumento algum.

Casemiro tem contrato por mais cinco anos.

Ele que consiga se firmar como titular do clube, ser convocado para a Seleção principal.

E cruze os dedos para um clube do Exterior fazer uma proposta verdadeira por ele.

O jogador insinuou que havia sido procurado por representantes de equipes européias.

A direção percebeu a manobra e rebateu que não chegou qualquer proposta efetiva no Morumbi.

Para não criar problemas, Casemiro agora resolveu se calar.

Ou seja: Pelé está mais do que certo.

Os jogadores brasileiros trocaram de donos.

Passaram das mãos dos dirigentes para as dos empresários.

E os mais fortes fazem o que querem com os atleta e com os próprios clubes.

Fazem a festa com gosto.

Talvez por isso, Wagner Ribeiro parece um sultão.

Em vez de 120 mulheres, tem 120 jogadores.

Mesmo que tenha dificuldades várias vezes de lembrar até o nome de quem representa.

Não tem 300, 4000 porque não quer.

Famílias oferecem meninos a ele com 11, dez, nove anos...

Nove anos...

Você não ofereceria?

Se ganhasse um salário mínimo e soubesse o que o sultão, desculpe, empresário pode fazer pelo futuro do seu filho?

Ele é empresário do Neymar...

Isso ninguém se esquece...

Todos não querem nem pensar nas centenas de garotos que ficaram pelo caminho e apostaram em Wagner.

Sem estudo e que não deram certo como jogadores...

Frustrados, despreparados e sem saber o que fazer da vida...

E assim caminha o futebol no Brasil...

País que tem uma lei chamada Pelé...

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