Ramires, Kaká, Robinho vivendo suas melhores fases e esquecidos pela Seleção. Champions League na semifinal. E Mano no Pacaembu vendo Corinthians e Táchira…

divulgacao121 Ramires, Kaká, Robinho vivendo suas melhores fases e esquecidos pela Seleção. Champions League na semifinal. E Mano no Pacaembu vendo Corinthians e Táchira...
A imprensa inglesa está a seus pés.

Não só a do Reino Unido.

Mas a da Europa.

A pergunta mais recorrente no Chelsea é uma só?

Por que Ramires não está na Seleção?

Mano Menezes tem uma maneira peculiar de treinar o Brasil.

Ele repassa a culpa.

Douglas falhou no gol da Argentina de verdade, não é mais chamado.

Hernanes foi expulso diante da França?

Ficou fora de inúmeras convocações.

Só voltou quando não havia mais jeito de não convocá-lo.

O pecado de Ramires?

Ter sido expulso contra a Holanda em Goiânia.

Foi o amistoso em que o Brasil foi mais vaiado sob o comando de Mano.

Ramires recebeu um gelo.

E voltou sem moral para a Copa América.

Desde lá, o esquecimento.

Só que Mano não tem estrela.

Assim como acontece com Kaká e Robinho, injustiçados...

Ramires vive a sua melhor fase na carreira.

Na partida de ontem contra o Barcelona foi sensacional.

Anulou as descidas de Daniel Alves.

E ainda arrancou várias vezes com a bola dominada para o gol catalão.

Em uma delas deu o gol para Drogba.

Outro ótima atuação de Ramires.

Na semifinal da Champions League.

Impossível que Mano tenha tomado sorvete na hora do jogo.

Inaceitável que o treinador da Seleção não esteja na Europa.

Sua obrigação era acompanhar as semifinais da Champions League in loco.

divulgacao341 Ramires, Kaká, Robinho vivendo suas melhores fases e esquecidos pela Seleção. Champions League na semifinal. E Mano no Pacaembu vendo Corinthians e Táchira...

A CBF tem uma receita de R$ 300 milhões.

O técnico tem o aval para viajar pelo mundo.

Quando quiser.

Impossível que se contente em ficar excursionando pelo Brasil.

No dia em que Chelsea e Barcelona jogavam, ele estava no Pacaembu.

Viu Corinthians e Deportivo Táchira.

Quem será que ele não conhecia no elenco do clube de Andres Sanchez?

Ou ele estava querendo descobrir o esquema tático revolucionário venezuelano?

Enquanto o presidente da CBF, José Maria Marin...

Seu mentor Marco Polo del Nero...

O diretor de Seleções, Andres...

Não cobrarem uma postura realmente de técnico do Brasil, injustiças serão cometidas.

Agora é viável cobrar dessa gente que reservou 12 dias para treinamento da Seleção Olímpica?

Marin deixa claro que deseja a medalha.

E não pensa na péssima preparação.

Não é avisado por Andres.

Assim como Mano não tem coragem de pedir mais tempo ao diretor de Seleções...

É uma rede de falta de competência, planejamento sério envolvendo a cúpula do futebol do País.

Muita gente, inclusive esse repórter, sonhava que tudo iria melhorar com a saída de Ricardo Teixeira.

Pura ingenuidade.

Tudo continua estagnado.

O calendário continua a correr.

Faltam 99 dias para a Olimpíada.

Pouco mais de dois anos até a Copa do Mundo.

E o que se vê é um treinador inseguro e que não está onde deveria.

De 83 convocações e nem base de time.

Várias incoerências, injustiças e desculpas.

Enquanto Marin vê pensa na briga Zagallo e Marin, o futebol é abandonado.

Entregue nas mãos do mais inseguro e imaturo dos treinadores.

Que em 2014 não venham em falar em Maracanazo...

O Brasil só poderá perder no Maracanã se chegar à final.

O trabalho feito até agora não permite sonhar nem com a decisão do Mundial.

O vexame de não chegar até a jogar no Maracanã é mais do que possível.

Infelizmente, se não houver uma revolução, é bem provável.

Por tudo isso Kaká, Robinho e Ramires estão mais do que esquecidos...

divulgacao131 Ramires, Kaká, Robinho vivendo suas melhores fases e esquecidos pela Seleção. Champions League na semifinal. E Mano no Pacaembu vendo Corinthians e Táchira...

O Fluminense abandonou seu RG carioca da gema. E se tornou uma equipe moderna, competitiva. Graças a Abel Braga. Ele sabe muito bem o que está fazendo. Não foi o melhor entre todos na Libertadores por acaso…

Untitled O Fluminense abandonou seu RG carioca da gema. E se tornou uma equipe moderna, competitiva. Graças a Abel Braga. Ele sabe muito bem o que está fazendo. Não foi o melhor entre todos na Libertadores por acaso...
O Fluminense não é carioca.

Não quando perde a bola.

Seus jogadores não colocam a mão na cintura.

Não ficam olhando o adversário jogar.

Os calções de Edinho e Diguinho deveriam ser de alumínio, de tanto que o ralam no chão.

O sotaque do time é cantado, gaúcho da fronteira.

Não arrastado como do posto seis da Barra.

É isso que incomoda a Peter Siemsen.

O time fez a melhor campanha entre todos os participantes da Libertadores.

Mas o presidente não tolera Abel Braga.

Se dependesse só dele, o treinador do Fluminense seria outro.

Mas não depende.

Celso Barros é quem mantem o dinheiro para o clube ter ótimos jogadores.

Do meio para a frente, já que compra como torcedor empolgado que é.

O mecenas mantém Abelão.

Foi ele quem insistiu, fez o clube esperar por meses o treinador que estava no Oriente Médio.

Queria alguém capaz de suportar a sombra de Muricy Ramalho.

Abelão, como chamam seus amigos, não tem o refinamento e a subserviência que Siemsen desejava.

Apesar de falar quatro idiomas, o treinador é bem boleirão.

De almoçar junto com os jogadores.

De dar mais importância aos atletas do que aos dirigentes.

De ter coragem de montar um esquema tático feio, principalmente valorizando os contragolpes em velocidade.

O Fluminense é um time prático, cerebral.

Principalmente no meio de campo há quem pense: Deco e Thiago Neves.

No ataque, definidores como Fred, Rafael Sóbis, Rafael Moura.

Uma excelente reveleção: Wellington Nem.

Diego Cavalieri finalmente mostra ser o grande goleiro que todos desconfiavam.

Carlinhos é ótimo, veloz nos contragolpes.

Se marcasse um pouco melhor...

Abel conseguiu fazer que o time seja tão competitivo que absorve os pontos fracos da equipe.

Bruno, Leandro Euzébio, Gum e Anderson.

O miolo da zaga do Fluminense é de assustar.

Rebatedor, violento e principalmente lento.

Se Celso Barros não pensasse como torcedor, equilibraria o time.

Compraria dois excelentes zagueiros e faria a equipe muito mais poderosa.

Como lhe falta essa visão, Abel transforma o Fluminense em uma equipe gaúcha do meio para trás.

Foi campeão do mundo assim com o Internacional.

Marcando forte.

E aproveitando ao máximo o talento ofensivo para os contragolpes.

Para desgosto de Siemsen, Abel mostrou ser Abel na primeira declaração como dono da melhor campanha da Libertadores.

Em nenhum momento destacou a vantagem de decidir todos os mata-matas em casa.

Pelo contrário.

Lembrou do Barcelona das Américas de 2011.

O Cruzeiro de Cuca.

Primeiro colocado geral e que caiu logo nas oitavas-de-final.

Sendo eliminado pelo Once Caldas em casa.

Se quisesse poderia falar do Corinthians, que caiu diante do Flamengo.

Em campanha idêntica, no seu centenário.

Mas o treinador é vivido.

Não iria provocar um time que também está classificado para os mata-matas.

Falar do Cruzeiro hoje não faz mal algum.

Mesmo com a rejeição do próprio presidente, o Fluminense está muito forte.

Ganhou moral mesmo perdendo para o Boca em casa.

Venceu na Bombonera.

E ainda conseguiu mais pontos que o rival argentino.

Venceu a primeira batalha.

Chega com muita moral para os mata-matas.

Nas Laranjeiras ainda há o gosto da decepção de 2008.

Ninguém se esquece da derrota na final.

Até os confetes que enfeitavam os campeões equatorianos eram tricolores.

Enquando os jogadores da Liga Deportiva Universitaria comemoravam...

Levantavam a taça da Libertadores...

Eram quase sufocados por confetes brancos, verdes e grená.

Só para lembrar: o time havia perdido o primeiro jogo por 4 a 2.

Venceu por 3 a 1 em casa.

E o inédito título foi embora nos pênaltis.

Tudo isso pesa a favor de Abel.

Ele sabe muito bem o que aconteceu com o Fluminense.

E por isso montou o esquema que o fez vencedor por onde passou.

Que não tem nada de carioca.

E que provoca um profundo desgosto em Peter Siemsen.

Se dependesse do dirigente, Abel já teria deixado o clube há muito tempo.

O time fraquejou no Brasileiro.

Mas Celso Barros o treinador o salvou.

Pelo menos alguém neste país pode agradecer ao plano médico.

Sem ter de passar pelo sacrifício de marcar consultas, sofrer para agendar exames.

Abel foi salvo e teve tempo de fazer o Fluminense jogar à sua maneira.

Abandonando a malemolência, o toque de bola carioca.

Por isso é incompreendido.

Mas não dá para fechar os olhos.

É um esquema vencedor.

E que ganhou no campo o direito que todos queriam...

Decidir os mata-matas em casa.

Abel tem de ser reverenciado.

Não ameaçado de demissão.

Ele sabe o caminho que o Fluminense quer tanto descobrir...

O Corinthians nunca esteve tão bem preparado. Tão consciente. Tão unido para os mata-matas da Libertadores. Neste ano dá para sonhar com o título…

gazetapress34 O Corinthians nunca esteve tão bem preparado. Tão consciente. Tão unido para os mata matas da Libertadores. Neste ano dá para sonhar com o título...

Danilo, Paulinho, Jorge Henrique, Emerson, Liedson e Douglas.

Seis gols marcados por jogadores diferentes.

Na goleada por 6 a 0 diante do Deportivo Táchira, ficou explícita a maior força do time.

O conjunto.

O massacre no Pacaembu deve assegurar o Corinthians como segunda melhor campanha da primeira fase da Libertadores.

As possibilidades são enormes de enfrentar o Emelec  pelas oitavas de final.

Os mais de 27 mil corintianos, que proporcionaram a impressionante renda de R$ 1,6 milhão, estão eufóricos.

Aplaudiram de pé o time após a facílima goleada diante dos venezuelanos.

E saíram do estádio empolgados.

Certos que, nessa décima disputa de Libertadores, o clube quebrará o tabu.

E vencerá pela primeira vez a competição.

O clima na saída do Pacaembu era esse.

É aí que mora o perigo.

A fase é excelente.

Mas tudo o que Tite não quer é a confiança exagerada.

A convicção de que o time vencerá a Libertadores.

O treinador montou uma equipe rodada, vivida.

Todos no Parque São Jorge têm a convicção do que significa vencer o torneio na história do Corinthians.

E sabem que o grupo mostra condições de brigar pelo título.

Mas o principal adversário no caminho surgirá nos mata-matas.

"O lado psicológico sempre atrapalhou o Corinthians.

Desta vez será diferente", assegura Émerson.

Tite tem sido o psicólogo de plantão.

Além de montar uma equipe compacta, moderna...

Com variação de posições, ainda bem que evoluiu do simples contragolpe...

O treinador tem sido o Reich do clube.

Com conversas francas e nada rebuscadas, ele tem falado com cada jogador.

Com fartura no elenco, quer ter a certeza de que os melhores estarão em campo.

Por isso pode se dar ao luxo de guardar Alex e Willian.

Reconhece que Jorge Henrique e Danilo estão em excelente momento.

Principalmente psicológico.

O treinador diagnosticou que, para sonhar, precisa de um time preparado.

Rodado.

Pronto para suportar a ansiedade e a pressão da torcida.

Como o Barcelona influenciou até os jogos de botão no Brasil, Tite passou a valorizar muito mais a posse da bola.

E os passes no campo de ataque.

A enxurrada de gols diante do Táchira saiu assim.

Sem egoísmo ou insistentes chuveirinhos para a área.

O Corinthians ontem dominou seu adversário mais perigoso.

Todos no Parque São Jorge têm a convicção do que significa vencer o torneio na história do Corinthians.

E sabem que o grupo mostra condições de brigar pelo título.

Mas o principal adversário no caminho surgirá nos mata-matas.

"O lado psicológico sempre atrapalhou o Corinthians.

Desta vez será diferente", assegura Émerson.

Tite tem sido o psicólogo de plantão.

Além de montar uma equipe compacta, moderna...

Com variação de posições, ainda bem que evoluiu do simples contragolpe...

O treinador tem sido o Reich do clube.

Com conversas francas e nada rebuscadas, ele tem falado com cada jogador.

Com fartura no elenco, quer ter a certeza de que os melhores estarão em campo.

Por isso pode se dar ao luxo de guardar Alex e Willian.

Reconhece que Jorge Henrique e Danilo estão em excelente momento.

Principalmente psicológico.

O treinador diagnosticou que, para sonhar, precisa de um time preparado.

Rodado.

Pronto para suportar a ansiedade e a pressão da torcida.

Como o Barcelona influenciou até os jogos de botão no Brasil, Tite passou a valorizar muito mais a posse da bola.

E os passes no campo de ataque.

A enxurrada de gols diante do Táchira saiu assim.

Sem egoísmo ou insistentes chuveirinhos para a área.

O Corinthians ontem dominou seu adversário mais perigoso.

Os nervos.

A saída de Adriano foi ótima para o grupo.

O time assumiu a coletividade.

Não há uma estrela destacada.

Não que lembre Ronaldo.

Não o talento fabuloso que tinha.

Mas o final de sua carreira, quando decadente, exigia que o time corria por ele.

Esse tipo de obrigação a atual equipe não tem.

O que é excelente para Tite.

Ele foi moldando o time para ganhar a Libertadores.

Não assumirá isso publicamente.

Por que sabe o quanto o corintiano já se desiludiu com a competição.

Mas é fácil perceber que há um trabalho sólido.

O Corinthians não é só empolgação, coração.

O time que tem a segunda melhor campanha na Libertadores é calculista.

A base de tudo é a sua defesa.

É difícil marcar gols no time de Tite.

A sua defesa segue firme.

Mesmo com laterais limitados.

E um goleiro instável.

A sorte de Tite é possuir os dois melhores volantes da Libertadores.

Ninguém protege a defesa como Ralf.

E ninguém sai com a bola dominada e surge, de surpresa, no ataque como Paulinho.

Esses dois são o grande segredo corintiano.

O time ainda se ressente de uma meia criativo.

Douglas não consegue entrar em forma.

Já decepciona o departamento físico e Tite.

E o time vai precisar demais de um meia nestes mata-matas.

Mas tentará compensar com o esforço de Alex.

E com a vivência de Danilo.

No ataque o que não faltam são opções.

Mesmo com falta de sorte para marcar, Liedson desequilibra.

Emerson também vive brilhante fase.

Este conjunto é muito forte.

Não empolga pela beleza do futebol.

Aproveitou ontem a fragilidade dos venezuelanos, com um atleta expulso.

Tite sabe que o 6 a 0 foi exceção.

O time foi montado para ganhar de pouco.

Não tomar gols.

Sua intenção não é seduzir pelo futebol bonito.

Mas conseguir resultado.

A primeira fase foi com firmeza que empolgou seu torcedor.

Mas  agora vai começar outro torneio.

Dois jogos decisivos de uma vez.

Se vai ganhar ou não a Libertadores, é impossível prever.

Mas há uma garantia.

Nunca na história desse País, como gosta de ouvir Andrés Sanchez...

O Corinthians entrou tão bem consciente para os mata-matas.

E muito menos o elenco tão unido.

Não há discórdia.

Os jogadores perceberam que estão no mesmo barco.

Para o bem ou para o mal.

E se apoiam de verdade nesta competição tão importante.

É importante também a diretoria ter antecipado que a premiação de Tite é de R$ 1 milhão.

A dos jogadores, R$ 4 milhões pelo título.

Tornou-se mais um motivo para tanta aplicação.

O Corinthians pode ser eliminado logo no primeiro mata-mata.

Que deve ser contra o Emelec.

Mas deste vez não há quem negue...

O time se preparou muito bem com Tite.

Sabe o que faz em campo e fora dele.

Por isso a esperança de título.

Esperança, nunca certeza.

Porque Libertadores e certeza nunca combinaram com o Corinthians.

Talvez tenha chegado a hora de a história mudar...

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São Paulo consegue outra vitória na Justiça contra Oscar. O jogador e Dorival Júnior se desesperam. Clube só aceita a conversar sobre venda de Inter oferecer, no mínimo, R$ 17 milhões…

divulgacao22 São Paulo consegue outra vitória na Justiça contra Oscar. O jogador e Dorival Júnior se desesperam. Clube só aceita a conversar sobre venda de Inter oferecer, no mínimo, R$ 17 milhões...
Almoço festivo no São Paulo nesta quarta-feira.

Outra derrota, e feia, dos advogados de Oscar.

O Renato de Lacerda Paiva indeferiu o pedido de liminar na Ação Cautelar.

O julgamento impede que o meia atue em qualquer outro clube.

A não ser no São Paulo Futebol Clube.

Oscar havia sido convencido pelos advogados que seria liberado hoje para atuar pelo Inter.

O resultado foi recebido como um balde de água gelada.

Não só pelo jogador, por seus advogados, pela diretoria do Inter.

Mas principalmente por Dorival Júnior.

O treinador sabe o quanto precisa do meia para as fases agudas.

Tanto da Libertadores quanto do Campeonato Gaúcho.

Os advogados de Oscar prometem recorrer.

Mas a perspectiva é que nova apreciação do caso leve pelo menos mais um mês.

O meia se mostra deprimido com o insucesso dos seus advogados.

Já está sem jogar uma partida há mais de 40 dias.

A chance de ir para a Olimpíada escorre pelos dedos...

E só piorou a sua situação no Morumbi.

Ao revelar eventuais ameaças do ex-dirigente Marco Aurélio Cunha ao deixar o clube.

Marco Aurélio disse ao próprio Juvenal que só quis mostrar que Oscar iria se prejudicar.

"E é o que está acontecendo", reafirma o vereador Marco Aurélio.

Líderes do time como Rogério Ceni e Luís Fabiano não o querem de volta.

Dizem que ele desprezou o São Paulo e não merece voltar a atuar no Morumbi.

Oscar sabe disso e é um dos motivos que o fazem não ter coragem de voltar.

E nem mesmo se sentar com Juvenal para negociar.

A única saída rápida para a situação é o Internacional aumentar e muito a sua oferta pelo jogador.

O Inter oferecer ao São Paulo R$ 7 milhões.

O empresário Giuliano Bertolucci mais R$ 2 milhões.

No total, R$ 9 milhões.

Juvenal Juvêncio desprezou a proposta.

Disse que o quer de volta atuando no São Paulo.

Mas por R$ 17 milhões avisou que pode retomar as negociações.

Enquanto o Inter não decide o que fazer...

Juvenal comemora mais esta vitória jurídica.

Vários amigos desembargadores garantem que não há o que temer.

Oscar terá de voltar ao São Paulo.

Ou então algum clube pagar pelos seus direitos federaticos e econômicos.

Juvenal já havia avisado.

Vingança é um prato que se come frio.

No caso de Oscar, quando mais gelado, melhor...

Gobbi finge desprezar com a Libertadores. Mas a premiação do Corinthians é enorme. R$ 1 milhão em bônus só para Tite. E mais R$ 4 milhões para os jogadores dividirem…

divulgacao2 Gobbi finge desprezar com a Libertadores. Mas a premiação do Corinthians é enorme. R$ 1 milhão em bônus só para Tite. E mais R$ 4 milhões para os jogadores dividirem...
"A Libertadores é um campeonato apetitoso, diferente.

Por nunca termos sido campeões, tem um sabor diferente.

Mas o Corinthians é maior.

A Libertadores não serve para limpar a sola do sapato do Corinthians."

As frases são de autoria de Mario 'futebol é business' Gobbi.

Ele é mestre em frases profundas.

E vazias.

Dignas de um Ruy Barbosa ao contrário.

"Se tiver um besouro fumando maconha, Morais sairá do Corinthians", jurou.

Mesmo sem aparecer um inseto drogado, o jogador foi para o Bahia.

Suas declarações costumam ser desastrosas.

O delegado Gobbi virou presidente por ter sido fiel braço direto de Andres Sanchez.

Em briga interna concorreu e venceu um granda amigo do ex-presidente.

O ex-bicheiro assumido, André Negão.

O delegado e o ex-contraventor convivem sem problemas na cúpula do clube.

É até possível que Gobbi apoie Negão na próxima eleição.

Nascido em Jaú, Mario não queria assumir a presidência.

Seu sonho era comandar o Conselho Deliberativo.

É um homem de legislação, não de futebol.

Assumido.

Ao perder sua sonhada eleição para a presidência do C. D....

Andres quis lhe dar uma compensação.

Resolveu o transformar em seu sucessor.

O escolheu por sua cega lealdade.

Andres os passos que Lula, seu mentor, fez com Dilma.

Deu o cargo de diretor de futebol a Gobbi.

Foi maquiavélico.

Escolheu a função pela popularidade.

Pela penetração na mídia.

E no próprio Parque São Jorge.

Sem ser conhecido dos sócios, não teria votos, por mais que Andres o indicasse.

Sincero, ao assumir deixou bem claro sua intimidade com o esporte.

"Eu não entendo nada de futebol", disse aos conselheiros e jornalistas.

Foi assim todo o seu mandato.

Era figura decorativa.

Andres e Mano Menezes eram quem tomavam as principais decisões.

Desistiu após o fracasso do Corinthians na Libertadores do centenário.

Ao receber a indicação oficial como candidato à presidência, brincou.

Quis soltar uma frase de efeito para os conselheiros do clube.

E escolheu essa pérola.

"Quando entrei disse que conhecia nada de futebol.

Agora saio dizendo que conheço menos do que quando entrei."

Sua escolha para suceder Andres foi certeira.

O fato de não ser um homem carismático pesou.

Não iria ofuscar o vaidoso ex-dirigente.

E sua sala está aberta.

Os telefones disponíveis para qualquer ato que Andres queira fazer.

Como a decisão de não aumentar os ingressos do Corinthians na Libertadores.

Andres mandou que enfrentasse o ambicioso Luis Paulo Rosenberg.

E travou o abuso.

O preço já é um absurdo: entre R$ 50,00 e R$ 500,00.

Rosenberg havia garantido que chegaria a R$ 650,00 nos mata-matas.

O Corinthians recuou.

Não por caridade.

Mas por pressão.

Os chefes da banida Gaviões da Fiel pressionaram Andres.

Não queriam mais aumentos.

O efeito foi cascata.

Andres repassou a pressão a Gobbi.

E ele posou de paladino dos corintianos.

Postura muito interessante.

Principalmente para quem já disse sem rodeios.

"Torcedor é nada mais que um analfabeto nas arquibancadas."

Diante de sua infelicidade total diante dos microfones, Gobbi foi aconselhado.

A cúpula que o cerca recomendou que se calasse.

Falasse apenas quando não houvesse outra saída.

Como ontem na reunião da FPF.

Quem acompanhou seu desempenho notou que ele chegou com todas as decisões tomadas.

Como já se tivesse aconselhado com alguém.

Com certeza esta pessoa é a mesma que o mandou menosprezar a Libertadores.

Andres seguia o mesmo caminho.

Fingia não ter interesse na competição mais sonhada pelos corintianos.

E lá foi Gobbi fazer o seu papel.

A imitação do seu mentor saiu tosca.

Para quem imaginou um inseto fumando maconha...

Dizer que a Libertadores não serve para lamber a sola do sapato do Corinthians é normal.

Só o que o presidente corintiano não revela algo muito importante.

Se despreza tanto a competição...

Qual o motivo que faz haver uma premiação especial pela conquista?

Tite e os jogadores sabem que vencer a competição vale muito dinheiro.

Um bônus especial para o técnico.

E bicho inédito aos corintianos.

Os valores já estão acertados.

Conselheiros ligados a Andres repetem os mesmos valores.

Se vier o título, o bicho é altíssimo.

R$ 1 milhão ao técnico.

E mais R$ 4 milhões para ser dividido entre os jogadores.

Isso explica parte do nervosismo do time.

Todos querem muito ganhar esse bicho inédito.

Os valores foram discutidos e acertados pela diretoria.

Inclusive com o aval de Andres.

Muito estranho pagar tanto.

Principalmente para uma competição que o presidente garante não ter importância.

O discurso de Gobbi é mais do que vazio...

A alegria acabou em Recife. A selvageria das torcidas organizadas transformou o futebol em um espetáculo de medo e mortes…

reproducaofolhadepernambuco 1 A alegria acabou em Recife. A selvageria das torcidas organizadas transformou o futebol em um espetáculo de medo e mortes...

 

Diversão e alegria.

 

Há tempos que isso deixou de reinar no futebol pernambucano.


Hoje, dia de jogo, sobretudo clássico, transformou-se em sinônimo de tensão e medo.

Muitos recifenses foram obrigados a conviver, no último domingo, novamente com esses sentimentos devido aos episódios de selvageria que sucederam antes e depois do Clássico das Multidões entre Sport e Santa Cruz, na Ilha do Retiro.


O resultado da partida, vencida pelo Leão, por 2x1, ficou em segundo plano diante da violência promovida pelas facções organizadas, que se denominam de torcida, mas estão longe de honrarem tal alcunha, e por isso mesmo não merecem nem terem seus nomes citados, já que gostam tanto dessa publicidade.

O domingo, geralmente um dia tranquilo em qualquer cidade para curtir a folga com a família, assustou a aqueles que foram ao estádio para acompanhar o clássico, amedrontou os cidadãos comuns que estavam no caminho dessas facções organizadas após a partida e deixou a população perplexa com as imagens de violência registradas pelas câmeras de TV e máquinas fotográficas.

 

Não faltaram relatos nas redes sociais das cenas de quebra-quebra pela cidade.

 

Dentro do estádio, um vaso sanitário foi arrancado e jogado da arquibancada, destinada à torcida do Santa Cruz, de uma altura imensa.

 

O objeto caiu na área reservada para estacionamento dos jogadores do Sport.

 

Por sorte, ninguém se feriu.

 

O bar do clube destinado aos visitantes também foi saqueado, levando todo dinheiro arrecadado e mercadorias.

 

No pós-jogo, dois jovens torcedores morreram na volta para casa.

 

Um deles, do Santa Cruz, teria fugido de uma briga e terminou atropelado por um ônibus.

 

Outra, trajada com camisa de uma uniformizada do Sport, não teve o motivo da morte confirmado ainda pela polícia.

 

As principais ruas e avenidas do centro do Recife se transformaram em um campo de batalha.

 

Os policiais, que já escoltam as facções do estádio até as suas sedes, não tiveram condições de conter os inúmeros tumultos.

 

Ao todo, 98 ônibus foram depredados, gerando um prejuízo de R$ 15 mil, que quem vai pagar, no final das contas, é a população, que nos dias seguintes vai andar nos coletivos com as janelas quebradas.

 

E o saldo disso tudo?

 

Apenas seis ocorrências no Juizado Especial do Torcedor (Jetep), nenhuma delas ocasionadas pelas organizadas.

 

O jogo de empurra entre polícia e Justiça é o de sempre e, infelizmente, o cidadão comum continua exposto no meio desse fogo cruzado.

 

O Ministério Público decidiu vetar a entrada das organizadas na fase final do Campeonato Pernambucano.

 

Mas é pouco.

 

A sociedade está cansada de medidas paliativas.

 

Campanhas educativas, como cartilhinhas para o torcedor, não resolvem o problema, porque os marginais infiltrados nessas facções estão longe de quererem ser educados.

 

A sociedade clama por medidas enérgicas, como o banimento dessas facções, com características muitas vezes criminosas, e pela prisão daqueles que promovem vandalismo, dilapidando o patrimônio público e ameaçando a vida do cidadão de bem.

 

Aliás, este não suporta mais ter que mudar sua rotina devido a um jogo de futebol, do qual muitas vezes ele nem aprecia.

 

Estamos cerceando nosso próprio direito de ir e vir, porque ninguém quer cruzar o caminho desses delinquentes.

 

Temos que ficar nos preocupando com familiares e avisando para não saírem de casa no horário pós-jogo, para não serem vítimas dessa violência. E até mesmo chegamos ao cúmulo de sua mãe ligar para saber de você se é dia de jogo, porque se for, ela ficará impedida de ir à igreja, próxima ao estádio, com receio de “levar uma carreira” de um marginal travestido de torcedor.

 

Infelizmente, no Recife, chegamos a este ponto das pessoas temerem em andar a pé nas ruas nas imediações dos estádios, que ficam em bairros residenciais, com medo de serem a próxima vítima. Até porque, até mesmo, em algumas ocasiões, um shopping center, que fica no caminho de volta das torcidas para suas sedes, já fechou momentaneamente suas portas, em pleno domingo, com temor de arrastão!

 

Mas há quem abra espaço para esses vândalos, como clubes que ao apresentarem um reforço, como no caso do Santa Cruz, na ocasião da contratação do folclórico Carlinhos Bala, fez questão de dar voz a uma facção organizada, colocando um representante da mesma na bancada onde estavam o jogador e a diretoria do clube, durante a coletiva de imprensa. Um lamentável exemplo a ser seguido.

 

E aí fica o questionamento, a quem interessa a sobrevivência das organizadas? Até a primeira metade da década de 80, os estádios brasileiros eram cheios, com os pais levando seus filhos a campo, e essas facções eram raras. As que existiam levavam apenas consigo as charangas e o amor a seus clubes, não o ódio aos adversários e a sede de aniquilá-los. Torcedor que é torcedor vai a campo independente de estar em bando.

 

(Kauê Diniz - Jornalista e editor assistente do Diário de Pernambuco)

 

divulgacao212 1024x720 A alegria acabou em Recife. A selvageria das torcidas organizadas transformou o futebol em um espetáculo de medo e mortes...

 

 

 

 

 

Muricy Ramalho mostra a obsessão do Santos: vencer a Libertadores de novo. E buscar a revanche contra o Barcelona no Japão. Muricy garante que já sabe onde errou…

Barcelona X Santos por perolasblogs no Videolog.tv.

A pancada ainda dói.

E os gemidos estavam engasgados há mais de quatro meses.

Parecem quatro dias.

A sensação da derrota ainda é muito forte, machuca.

Perder uma final de Mundial de Clubes por 4 a 0 foi demais.

Vexame para todo o planeta acompanhar comendo pipoca.

O Santos foi mero coadjuvante para o Barcelona brilhar.

Desmanchou o prazer de ganhar a Libertadores.

Mesmo que seu time tenha sido massacrado pelo Barcelona de Messi, Iniesta, Xavi, Fábregas.

Muricy Ramalho quer uma nova chance.

A revanche.

E revelou que se o Santos vencer de novo a Libertadores fará tudo diferente.

"Vamos mudar várias coisas.

A primeira: o time não ficará tanto tempo no Japão.

Foi muito ruim para os jogadores ficarem presos no hotel.

Eu os mandava sair para andar, comprar coisas.

Passar tanto tempo naquele frio danado só nos atrapalhou."

"Eu acredito que a equipe não estava em ritmo de competição.

Já havia abandonado o Brasileiro há muito tempo.

Isso foi ruim demais.

Entramos devagar no jogo e o Barcelona entrou voando.

Isso fez uma baita diferença.

Não vamos fazer isso de novo", falou à rádio Bandeirantes.

"Nós da Comissão Técnica estudaremos outro tipo de preparação.

Para tentar compensar algo que muito pouca gente percebeu.

A disputa do Mundial de Clubes pega os nossos jogadores no final de temporada.

Todos estão desgastados.

Os europeus estão no meio da sua temporada.

Estão voando baixo.

A diferença física é muito grande.

Isso pesou também na nossa final.

Fisicamente, o Barcelona estava muito melhor."

"Tenho de reconhecer que o Santos entrou assustado em campo.

Respeitou demais.

E além disso fez a sua pior partida no meu comando.

Pior.

Ninguém jogou nada.

E o Barcelona foi perfeito.

Jogou até mais do que está acostumado.

Logo nos primeiros minutos percebi que tudo estava perdido."

Muricy tirou proveito, lição daquela derrota.

O Santos passou a valorizar muito mais a posse de bola.

Ele 'apertou as linhas'.

A defesa, o meio de campo e o ataque jogam mais próximos, de forma compacta.

Tem insistido demais para seus jogadores desenvolverem a solidariedade.

Preferir passar a bola a arriscar dar um drible plástico.

Procurar um companherio livre a chutar sem ângulo para o gol.

O treinador tirou lições importantes daquela goleada.

Ele mesmo nunca mais levantará tanto a moral de um adversário.

Muricy chegou a dizer que para enfrentar o Barcelona precisaria de 15 jogadores em campo.

Deixa claro que isso impressionou os seus jogadores.

O treinador nunca foi tão claro.

Tão direto sobre aquele jogo no Japão.

Assumiu o erro de preparação.

O engano na postura submissa diante dos espanhóis.

Tudo o que o treinador quer é outra chance.

Por isso está trabalhando tanto na Libertadores.

Virou uma obsessão para ele vencer novamente.

E ter o direito de voltar ao Japão.

Torce desesperadamente para que o Barcelona vença a Champions League.

Só para ter o direito do reencontro.

É o seu maior desejo.

Seus amigos mais próximos sabiam.

E ontem, Muricy deixou escapar sua certeza.

Se os deuses do futebol lhe derem nova chance.

Tem a certeza que não a desperdiçará.

E por isso, ansioso, quer vencer logo a Libertadores.

E esperar os catalães.

De acordo com o treinador, 'tudo será diferente'.

Luís Álvaro já adiantou que fará o que ele pedir.

Os dirigentes também querem a revanche.

Ainda mais no ano do centenário.

Neymar e Ganso também falam raivosos que desejam uma nova chance.

O Santos tem como ideia fixa voltar para o Japão.

E não deseja nenhum outro adversário.

Quer o Barcelona de Messi, Xavi, Iniesta, Fábregas, Daniel Alves, Guardiola...

Será que dá para acreditar que tudo será diferente?

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A falta de rumo de Felipão no Palmeiras tem explicação. Seu ansioso assessor quer valorizá-lo a qualquer custo. Mas acaba fazendo o contrário. E pode conseguir com que perca sua chance de voltar à Seleção…

divulgacao1 A falta de rumo de Felipão no Palmeiras tem explicação. Seu ansioso assessor quer valorizá lo a qualquer custo. Mas acaba fazendo o contrário. E pode conseguir com que perca sua chance de voltar à Seleção...
A estratégia é antiga.

E usada por todos os técnicos e jogadores que passaram por Acaz Fellegger.

Assessor de imprensa vivido, sabe como a mídia funciona.

Tem amigos nos principais veículos de imprensa do País.

Ou pessoas que o suportam por interesse.

E se dispoem a fazer seu jogo.

Sabem que receberão exclusivas em troco.

É assim que funciona.

E viram escudos dos seus assessorados.

Quando vivem má fase, sempre aparecem notícias favoráveis.

Ele faz isso desde a década de 90, quando saiu do Palmeiras.

Brigou com Mustafá Contursi e foi demitido.

Scolari o adotou e o recomendou para Alex, Zinho, Sampaio.

Começava a sua conhecida assessoria de imprensa.

Dono de uma fidelidade que vai além do bom senso, defende quem lhe paga.

Muitas vezes grita, berra.

E se perde.

Tudo o que consegue é fazer seus assessorados odiados.

Mas mantém seus amigos fiéis por segurança.

Já virou rotina na imprensa esportiva brasileira.

Desvendada a estratégia, vem a crítica.

Essa atuação exagerada de Acaz serve para todos seus assessorados.

Mas para Felipão fica ridícula.

O assessor já tem uma rede de informantes no Palmeiras.

E sabe quem deseja o treinador fora do clube.

Como Roberto Frizzo.

Persegue quem publica o salário de Felipão.

O mais alto da América Latina.

Soube primeiro que todos que Kléber detestava o treinador.

E o avisou, tornou o clima insuportável para o atacante.

No ouvido de Felipão também chegaram informações sobre Valdivia.

Por coincidência, acabou o carinho com o chileno.

Deola foi catequizado.

Felipão lhe explicou que não era Marcos.

As reclamações do goleiro nos bastidores também foram captadas pelo assessor.

Acaz tenta ajudar Felipão, a quem tem uma devoção de pai.

Só que acaba por deixá-lo louco, transtornado.

Costuma mostrar reportagens sobre o treinador de uma maneira interessante.

Faz a clipagem e onde vê críticas ou maldades sobre o treinador...

Marca com caneta vermelha.

Como tem problemas de audição, Acaz costuma gritar.

Os gritos perturbam Felipão.

Estimulam o desejo de estrangular o repórter ou o veículo que, na visão de Acaz, está contra ele.

Essa tem sido a vida do treinador desde que chegou ao Brasil.

Sua irritação excessiva foi controlada com a revolta dos palhaços.

Jornalistas que colocaram nariz de palhaço para protestar contra o treinador.

Felipão havia dito ser palhaçada perguntar sobre Valdivia.

A postura ríspida havia sido recomentada por seu assessor pessoal.

Tudo só foi pacificado na Aceesp, quando Felipão prometeu se controlar.

E é o que está fazendo.

Mesmo diante da série de fracassos do Palmeiras.

Mas Felipão está ouvindo Acaz e tomando uma atitude desnecessária.

Para tentar se valorizar, ele revela publicamente que recebeu duas sondagens.

Ambas para trabalhar na Copa de 2014.

Logo se pensa em Inglaterra, Itália, Holanda, Espanha.

Treinador campeão do Mundo deveria atrair o que há de melhor no planeta.

Mas, não.

São duas seleções asiáticas.

Elas lutam por uma vaga no Mundial do Brasil.

Se conseguirem, talvez o procurem.

Talvez.

Um homem com o currículo de Felipão não deveria expor esse 'interesse'.

Mal orientado, mostra apenas como está por baixo.

Não bastassem seus quase dois anos de fracassos no Palmeiras...

Agora o esquecimento dos grandes selecionados.

Dos grandes times do mundo.

Felipão deveria ficar de boca fechada.

Ele nunca esteve tão cotado para voltar para a Seleção.

José Maria Marin e Marco Polo del Nero o querem no comando do Brasil.

Esperam apenas pelo fracasso de Mano nas Olimpíadas.

Se quer mesmo proteger o treinador que lhe permitiu ter a assessoria, Acaz deveria ser mais esperto.

Perceber a desvalorização a que sujeita Felipão.

Revelar tais sondagens é uma bobagem imensa.

Não será mais respeitado no Palmeiras por isso.

Muito pelo contrário.

Apenas acentuará seu momento decadente.

Justo quando a Seleção está ao alcance das mãos.

Felipão deveria trabalhar ao máximo com o limitado time palmeirense.

E montar uma estrutura tática mais de acordo com seus jogadores.

Fazer seu time atuar de forma compacta, fechada.

E guerrear em campo.

Reconhecer que é inaceitável uma equipe com dois jogadores a mais empatar com outra já rebaixada.

E jogando em casa.

Assumir o fracasso.

Buscar novas fórmulas.

E não se esconder atrás de sondagens de seleções asiáticas.

É pouco demais para quem ganhou duas Libertadores.

E a Copa do Mundo de 2002.

Chegou à final da Eurocopa.

Pouco para quem pode suceder Mano.

Voltar à Seleção Brasileira.

Seus defensores ficaram decepcionados.

Os rivais pelo treinador são pequenos demais.

Esse interesse deveria ser escondido.

Não exposto...

Acaz precisa se reciclar.

Gritar menos.

Pensar mais.

Parar de expor Scolari a vexames desnecessários.

E que podem custar sua volta à Seleção...

Exclusivo: placa é apenas o primeiro passo para o Santos tentar reconquistar Paulo Henrique Ganso. E tentar segurá-lo ao lado de Neymar até pelo menos 2014…

divulgacao03 Exclusivo: placa é apenas o primeiro passo para o Santos tentar reconquistar Paulo Henrique Ganso. E tentar segurá lo ao lado de Neymar até pelo menos 2014...

Não é segredo para ninguém na Vila Belmiro.

Paulo Henrique Ganso e seus escudeiros do DIS têm um compromisso verbal.

Com o Porto.

O rico clube português seria a sua porta de entrada para a Europa.

Todos garantiram aos portugueses que o meia fará tudo para jogar lá no meio do ano.

O acordo foi fechado no final de 2011.

Luís Álvaro já tinha até se rendido às evidências.

E estava disposto a deixá-lo partir.

O relacionamento com Ganso ficou distante, frio.

Desde que ele teve de operar o joelho e não foi procurado enquanto se restabelecia.

Eles estavam conversando sobre um plano de carreira igual ao de Neymar.

Quando Luís Álvaro sumiu, Ganso foi convencido pelos empresários que o dirigente desconfiava da sua recuperação.

Não quis acertar nenhum plano enquanto não o visse jogando novamente.

O presidente diz que apenas estava deixando o meia se focar no tratamento para depois falar em dinheiro.

E que nunca desconfiou do seu retorno.

Mas Ganso não acreditou.

E por isso os dois se afastaram.

O plano bolado pelo Santos para segurar Neymar deu mais do que certo.

A estrela santista recebe R$ 3 milhões por mês.

Enquanto isso, Ganso empacou nos R$ 135 mil.

A diferença é gritante.

Indecente.

Vários atletas do Santos ganham mais do que ele.

O pior exemplo é o afastado Fábio Costa, com seus R$ 150 mil.

Com o clima festivo do centenário santista, Luís Álvaro mudou seu pensamento.

Não quer mais abrir mão de Paulo Henrique.

O dirigente está ouvindo cada vez mais do grupo de empresários que o assessora sobre uma necessidade urgente.

Engolir o orgulho, quebrar o gelo e procurar Ganso e seus empresários do DIS.

E oferecer um novo plano de carreira.

A vontade é segurá-lo também até depois da Copa de 2014.

Ganso está mais acessível depois que soube que será pai.

E já não vê Luís Álvaro como seu inimigo.

Neymar está interferindo.

E tentando convencê-lo que poderá ganhar muito dinheiro no Brasil até a Copa.

Depois, fazer como ele, seguir para a Europa, sonho da dupla.

Brincando, o atacante diz que poderiam até jogar juntos por lá.

Mas essa é uma etapa posterior.

Antes é preciso convencer Ganso a ficar.

E que o Santos o vê também como imprescindível.

Não há como negar que ele tem um certo ciúme de seu compadre Neymar.

A diretoria santista começou a agir para tentar reconquistá-lo.

Só esperava uma desculpa para dar o primeiro passo.

Ela surgiu com o maravilhoso gol que marcou ontem contra a Catanduvense.

Ganso já marcou vários.

Mas como o momento é de aproximação, veio a ideia.

Luís Álvaro dará uma placa pelo gol ao meia.

Já anunciou pela imprensa.

Esta placa que ficará na Vila Belmiro terá uma importância enorme.

Será a reaproximação entre os dois.

Ganso ficou empolgado.

Muita gente se esquece que ele tem apenas 22 anos.

É um garoto.

E quer, além de dinheiro, reconhecimento pelo seu talento.

Só assim ficará na Vila Belmiro.

Luís Álvaro entendeu que seria estupidez abrir mão do jogador por orgulho.

Mesmo que ele seja amigo íntimo do ex-presidente e seu inimigo Marcelo Teixeira.

Deixá-lo ir para Portugal no meio do ano poderia quebrar o clima do centenário.

Ainda mais depois da recusa de Zé Roberto e Robinho em voltar ao Santos.

E seus amigos empresários o convenceram que não há jogador como ele no mercado.

Esse argumento dobrou Luís Álvaro.

A estratégia para reconquistar Ganso começou.

Um novo plano de carreira será oferecido ao meia.

Foi dado o primeiro passo.

Essa simples placa pode mudar o destino do excelente meia.

E do próprio Santos...

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Alívio no Corinthians por pegar o Palmeiras. Graças à incompetência do São Paulo de Leão, que ficará com o Santos de Neymar e Ganso nas semifinais do Campeonato Paulista…

agestado34 Alívio no Corinthians por pegar o Palmeiras. Graças à incompetência do São Paulo de Leão, que ficará com o Santos de Neymar e Ganso nas semifinais do Campeonato Paulista...
Nem sob tortura Tite vai confirmar.

Jamais.

Só que conselheiros ligados à direção do clube não precisam ser tão éticos.

Houve um grande alívio com a tomada da primeira colocação do São Paulo.

Veio a certeza que o caminho para a decisão do Paulista será mais fácil.

E não vai atrapalhar tanto a Libertadores.

Ao derrotar a Ponte Preta, com seus reservas...

O Corinthians ganhou não só o direito de enfrentar o mesmo time nas quartas.

Jogou para o São Paulo o provável confronto com o Santos nas semifinais.

No quase certo caminho corintiano estará o Palmeiras.

Se o rival vencer o Guarani.

É um grande negócio ter o limitado time de Scolari.

E não a equipe campeã da Libertadores de Neymar e Ganso.

Tite esperava pelo caminho mais espinhoso.

Não acreditava na incompetência do time de Leão diante do Linense.

E já lamentava por ter o Santos nas semifinais.

Agora tudo mudou.

A derrota do São Paulo foi um prêmio.

Com a liderança veio o Palmeiras no caminho das semifinais.

Os confrontos deverão ser os mesmos de 2011.

Contra o time verde há muito mais confiança.

No jogo que vai decidir a semifinal há a certeza da chegada à decisão.

E sem comprometer os mata-matas da Libertadores.

Não há mais nem clima de guerra entre os clubes.

No Parque São Jorge, há a certeza da superioridade diante dos Palmeiras.

E veio também a convicção que o São Paulo fracassará contra o Santos.

Tite espera que 2011 se repita também nas finais do estadual.

Com o Corinthians tentando evitar o tricampeonato paulista santista.

Mas isso virá depois.

Por enquanto, o treinador e os jogadores respiram aliviados.

A tomada da liderança da fase de classificação foi algo totalmente inesperado.

E serviu internamente para dar muito mais confiança.

No Campeonato Paulista e na própria Libertadores.

Mas Tite proibiu a Comissão Técnica e os jogadores de assumir para a imprensa.

Todos estão muito felizes por ter o Palmeiras e não Santos como provável adversário das semifinais.

Agradecem com carinho o presente dado pelo time de Leão.

A derrota do São Paulo para o Linense foi uma dádiva aos corintianos...