reuters23 O medo de um novo vexame na Libertadores domina o Corinthians...
Grupo da morte na Libertadores.

Estudiantes, Cruzeiro e Guarani, do Paraguai.

Isso se o time passar pelos dois jogos eliminatórios com o terceiro colocado do Campeonato Colombiano.

O medo de uma desclassificação prematura domina o clube.

Seria o fundo do poço.

Uma pá de cal no crédito de Ronaldo.

De Andrés, não, já que as obras em Itaquera serão intensificadas.

Tite sabe que a situação do time está longe de ser confiável.

A saída do polivalente Elias.

A aposentadoria de William.

Reforços fundamentais estão sendo buscados.

A equipe precisando de novos jogadores para a zaga, para o meio e ataque.

O time será encaixado às pressas.

Só Adriano já divide o clube, deixa os dirigentes perdidos com os vários sinais contraditórios que recebem.

Ele acaba de ser escolhido como o Bidone d'Oro, como o pior jogador do ano na Itália.

Seis meses já bastaram.

Os dirigentes da Roma não querem dar o braço a torcer e liberar o jogador.

O empresário Gilmar Rinaldi não deseja seu retorno ao Brasil.

O jogador está dividido, tem a proposta de R$ 400 mil e mais os contratos publicitários que o Corinthians arrumar.

Tite nem dá palpite na transação.

Se der certo seriam, dois pesos pesados no ataque.

Enquanto isso, o volante Cristian está negociando seu retorno.

Anderson Polga ouve propostas e não se anima a atuar no Parque São Jorge.

O treinador corintiano não entrará em férias.

Coordenará as contratações que Andrés fizer e estudará os adversários na Libertadores.

Ele já sabe que a competição, para variar, é prioridade.

Andrés adora dizer que o centenário terminará apenas em agosto de 2011.

Para tentar amenizar a profunda decepção de 2010, quando o clube não conseguiu sequer um título.

Toda alegria e confiança do final do ano passado virou tensão neste ano.

Contratações de jogadores promissores como Wallace, 23 anos, para a zaga não confortam.

Até o otimista vice de marketing, Luiz Paulo Rosenberg, se mostra tenso.

Por mais que tenha conseguido lançar pedaços de carne e cachaça com a marca Corinthians, ele sabe que o clube precisa de títulos para convencer novos patrocinadores a colocar mais dinheiro.

Ronaldo e Roberto Carlos conversam como diretores de futebol pensando em reforços que possam sugerir a Andrés.

A interferência dos dois no futebol do clube cresceu com a definição da Libertadores.

Eles sabem que serão os mais cobrados em caso de novo fracasso.

Os sorrisos já diminuíram e chegou a preocupação.

Há uma aura de medo dominando 2011 no Parque São Jorge.

A definição do grupo que deverá ser o Corithians na Libertadores foi o golpe final na tranquilidade.

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