O dia é histórico, de júbilo. O palmeirense tem de comemorar. À meia-noite o clube se livrará para sempre de Arnaldo Tirone. O presidente que transformou a alegria em desgraça. Que ele aproveite a praia do Leblon e acompanhe o clube que levou para a Segunda Divisão…

ae16 O dia é histórico, de júbilo. O palmeirense tem de comemorar. À meia noite o clube se livrará para sempre de Arnaldo Tirone. O presidente que transformou a alegria em desgraça. Que ele aproveite a praia do Leblon e acompanhe o clube que levou para a Segunda Divisão...
Não há dúvidas porque o Palmeiras foi rebaixado.

Fernando Prass e Ayrton sentiram na pele.

Tiveram o desgosto de atuarem no 0 a 0 contra o Bragantino.

Logo na estreia do Campeonato Paulista, a decepção, velha companheira.

A partida de despedida tem a marca registrada Arnaldo Tirone.

Luan vaiado e ameaçando ir embora.

"Estou de saco cheio."

Que beleza...

Onde chegou o Palmeiras nas mãos desse presidente.

Um dos piores, se não for o pior que pisou no Palestra Itália.

Seu mandato termina hoje.

O legado: um time ridículo, a Segunda Divisão no Brasileiro.

Quase R$ 200 milhões em dívidas.

Contas reprovadas pelos conselheiros.

E travado, impedido de contratar por irresponsabilidade administrativa.

A história do clube e o torcedor pagaram o preço de uma escolha errada.

Se aproveitando da guerra de egos no Palestra Itália, Tirone apareceu.

Carregando o nome do pai, excelente dirigente, atrasou a vida do Palmeiras em dois anos.

Deixou o time na Série B e sai sorrindo.

Acompanhado por seu fiel escudeiro, Roberto Frizzo.

Vice que trabalhou contra o treinador do time.

Sem força política para tirar Scolari, minou seu trabalho até mais não poder.

Com medo da parte violenta das organizadas palmeirenses, Tirone manteve Felipão.

Mesmo trabalhando mal demais.

Com uma visão estrábica da realidade, trocou a Copa do Brasil pelo rebaixamento.

Tirone foi capaz de transforma a alegria em desgraça.

Time rebaixado, foi tomar sol no Leblon.

Para tirar o stress.

E teve a coragem de desperdiçar dinheiro com Valdivia.

Só um ingênuo não percebe o quanto ele corrói o ambiente do time.

Ganha o maior salário e não se envolve em nada.

Faltou força moral para os dirigentes vendê-lo, emprestá-lo, trocá-lo.

Doá-lo e deixar de pagar cerca de R$ 500 mil a cada 30 dias.

Sem vontade de jogar ou sequer de se enturmar, ele apenas desfruta do grande salário.

É ele que Tirone queria que fosse ídolo do seu time.

O presidente ouviu péssimos assessores e passou pela vergonhosa contratação de Wesley.

Esticou o pires para os torcedores, querendo R$ 23 milhões.

O presidente implorou.

Obrigou até Marcos entrar nesse vexame.

E a resposta ao pedido de esmola foi rejeitado.

O Werder Bremen exigiu o dinheiro ou iria à Fifa porque Wesley já treinava no clube brasileiro.

E o Palmeiras pagou o dinheiro de um craque por apenas um bom jogador.

O ambiente do clube foi de resignado fracasso na gestão Tirone.

Os ex-presidentes que o apoiavam no início se afastaram.

Inseguro, como dirigente tinha comportamento bipolar.

Um dia prometia que seguiria o que a ala de Mustafá Contursi pedia.

No outro jurava ir no caminho de Belluzzo.

Não teve competência para seguir por caminho algum.

Confuso, perdeu reunião na Federação Paulista de Futebol.

Complicou as finanças do clube.

Fora dele, aceitou fazer tudo o que Andrés Sanchez exigia.

Não levou os clássicos do Palmeiras ao Morumbi.

Só para agradar o corintiano, que o aproximou de Kassab e de Haddad.

Sozinho, Tirone acreditou não ter representatividade junto aos prefeitos.

Nunca enxergou a representatividade do Palmeiras.

Por tudo isso, só um vexame a mais poderia marcar a sua despedida.

Mais de dez mil apaixonados e ingênuos foram hoje ao Pacaembu.

Apoiaram, gritaram e se frustraram.

Voltaram para casa com o 0 a 0 diante do fraquíssimo Bragantino.

O Palmeiras de Gilson Kleina foi uma arremedo de time.

Com jogadores não limitados, mas ruins mesmo.

Henrique, Barcos, Wesley e Fernando Prass se salvam.

O restante não deveria vestir a camisa palmeirense.

Coloca porque Tirone é o presidente, Frizzo, o vice.

E César Sampaio, o gerente.

Ele marcou sua passagem no futebol do clube.

Prometendo entregar para a Mancha Verde o espião.

A pessoa que vazava informações sobre as muitas confusões no elenco palmeirense.

Sampaio se esqueceu que, quando jogador, conheceu de perto a ala violenta da Mancha.

Ele atuava no Palmeiras de Nelsinho, que teve atletas ameaçados de morte.

Passados os anos, ele resolveu ameaçar entregar pessoas a essa torcida.

Assim caminhou o Palmeiras com Arnaldo Tirone.

Da maneira com que os torcedores saíram do Pacaembu.

Decepcionados, envergonhados com o 0 a 0 diante do Bragantino.

Com Barcos infectado pela ruindade dos companheiros.

Batendo pênalti na trave.

Tirone foi um péssimo presidente até o final.

Ele implorou para Riquelme jogar no Palmeiras.

Queria deixar como último ato a contratação do meia.

"A caneta é minha", disse, desafiando os conselheiros.

Viajou para Buenos Aires, com medo do fracasso, não assumiu sequer a viagem.

Fez muito bem, se conhece.

Riquelme, jogador problemático de 34 anos...

E que não entra em campo há seis meses não se dobrou.

Sabia da situação no Palmeiras e só aceita assinar se a proposta vier do próximo presidente.

Outro fracasso marca registrada Tirone.

Paulo Nobre e Décio Perin duelam amanhã pela presidência.

O que vencer já sabe que será quase impossível ter uma administração pior.

O atormentado torcedor palmeirense que termina mais esse domingo de cabeça baixa, já sabe.

A segunda-feira será muito pior.

Acabou a onda de incompetência que dominou o clube nos dois últimos anos.

Há um enorme motivo de jubilo, alegria.

Arnaldo Luiz de Albuquerque Tirone não será mais presidente.

O mandato termina nesta meia-noite.

Terminará a penitência dos torcedores.

Que ele vá para a praia, aproveite.

E nunca mais ocupe um cargo no Palmeiras...

reproducaoveja O dia é histórico, de júbilo. O palmeirense tem de comemorar. À meia noite o clube se livrará para sempre de Arnaldo Tirone. O presidente que transformou a alegria em desgraça. Que ele aproveite a praia do Leblon e acompanhe o clube que levou para a Segunda Divisão...

53 Comentários

"O dia é histórico, de júbilo. O palmeirense tem de comemorar. À meia-noite o clube se livrará para sempre de Arnaldo Tirone. O presidente que transformou a alegria em desgraça. Que ele aproveite a praia do Leblon e acompanhe o clube que levou para a Segunda Divisão…"

20 de January de 2013 às 20:16 - Postado por Cosme Rímoli

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Comentários
  • erico(camboriu)
    - 21 de janeiro de 2013 - 22:14

    E ainda tem o Luan pedindo pra sair?sério cara,é muita alegria para um dia só!

    Responder
  • Hudson da Silveira
    - 21 de janeiro de 2013 - 20:25

    O Cosme Rímoli escreve há tempos verdades dolorosas tipo “O Palmeiras foi uma arremedo de time com jogadores não limitados, mas ruins mesmo” e “Piorar o Palmeiras depois do desastre Tirone será impossível”. Mesmo assim, têm palmeirenses que escrevem imbecilidades como “o time do Tirone é bom”, “o time foi rebaixado porque a Copa do Brasil atrapalhou” e “o culpado foi o Felipão”. O timeco de várzea dos Três Patetas Tirone-Frizzo-César Sampaio foi rebaixado porque era repleto de jogadores cabeças-de-bagre e pernas-de-pau, contratados por dirigentes medíocres. Riquelme, com uma perna só, é um milhão de vezes melhor do que o bichado Valdivia, fominha Maikon Leite, imprestável Luan e meia-boca Wesley, com as duas pernas. Pior do que cair para a Segunda Divisão, é antecipar R$ 80 milhões em receitas, ou seja, sumir com 1/3 dos orçamentos de 2013 e 2014, prejudicando drasticamente a próxima administração. Pior do que cair para a Segunda Divisão, é deixar como herança tragédias como Mauricio Ramos, Juninho, Wendel, João Denoni, Patrick Vieira, Luan, Maikon Leite, Mazinho, Fernandinho, Marcio Araújo, Tiago Real e Bruno. Tirone, Frizzo, César Sampaio e Valdivia mereciam entrar para o Guinness World Records: Tirone, pior presidente da história do futebol brasileiro; Frizzo, pior vice-presidente...; César Sampaio, pior gerente de futebol...; Valdivia, pior custo-benefício do futebol mundial de todos os tempos. O Sarney manda no Congresso Nacional há séculos e o Mustafá manda no Palmeiras há milênios. O Décio Perin é outro Tirone Bananone da vida, que, caso eleito presidente do Palmeiras para o biênio 2013/2014, afundará ainda mais o Titanic do Palestra Itália, tanto que fugiu dos debates com o Paulo Nobre na Rádio e TV Bandeirantes. Para aumentar o calvário dos milhões de palmeirenses, só falta o próximo presidente do clube “melar” a contratação do Riquelme (3 Libertadores nas costas) e ir atrás do Daniel Lovinho, Deyvid Sacconi, Max, Max Pardalzinho, Márcio Careca, João Vitor, Osio, Denys, Jaime Bôni, Benazzi, Polozzi, Aragonés, Baroninho,...

    Responder
  • Salmo
    - 21 de janeiro de 2013 - 20:19

    "O terror voltou" kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder
  • David
    - 21 de janeiro de 2013 - 18:39

    Cosme,a verdade é que o Palmeiras é um clube com uma linda história,uma enorme e apaixonada torcida,mas tem trê cânceres,que se não forem extirpadis acabarão por matar o clube:presidentes medíocres em sucessão,incapazes de vislumbrar grandes tiradas para alavancar o clube; mesquinharias políticas e ganância por dinheiro em todos que administram o clube.E a terceira mazela são 2 ou 3desses vagabundos fofoqueiros que vivem vendendo informações à Imprensa,expondo no Palmeiras situações QUE A MAIORIA DOS RIVAIS VIVENCIAM,mas ninguém sai alardeando,mas que sobre o Palmeiras...viram manchete.

    Responder
  • Samanta
    - 21 de janeiro de 2013 - 18:26

    Davi,não seja tão pessimista.O Corinthians quando caiu estava na mesmavsituação deplorável.E se recuperou rapidinho.Também podemos ter a sorte de que se eleja um(a) presidente que não seja corintiano ou que a neutra Dilma continue...

    Responder
  • Mauro
    - 21 de janeiro de 2013 - 17:30

    Essa Sociedade Esportiva Palmeiras que está aí é "insalvável" pelo menos com essa corja que comanda o clube há tantas décadas permanecendo nos bastidores, controlando os marionetes presidentes. beluzzo e tirone não erraram sozinhos, disto tenho certeza foram péssimos, horríveis, desastrados, mas ... não agiram sozinhos. essa máfia que controla o clube é a responsável por tudo isso que se passa no Meu Palmeiras. Portanto, não acredito que muito coisa mudará a partir de hoje, seja quem for o eleito, ele tem rabo preso com os velhacos conselheiros vitalícios.

    Responder
  • Davi
    - 21 de janeiro de 2013 - 15:04

    É uma pena um time grande como Palmeiras estar em uma situação assim. O pior é que o estrago feito uma diretoria assim vai levar anos e anos para ser desfeito;

    Responder
  • Marcelo Novaes Pereira
    - 21 de janeiro de 2013 - 14:34

    Cosme, a respeito do seu comentário sobre Brunoro. Eu acho que ele pode fazer uma revolução no Palmeiras, mesmo sem o orçamento dos tempos de Parmalat.

    Responder
  • Alex Timão
    - 21 de janeiro de 2013 - 13:46

    Marcelo Novaes, calma, não leve tão a sério alguns comentários e não se coloque no mesmo nível. Dizer que o Corinthians atual não tem qualidade é um absurdo.

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  • André
    - 21 de janeiro de 2013 - 13:41

    Cosme, tu como é um cara do meio e vive os bastidores, qual dos dois candidatos a presidência, tem mais feeling ou DNA de lider, para presidir este gigante do Brasil, chamado Palmeiras, porém sempre em mâos de incompetentes? Abraços Cosme! André, sinceramente? Não há motivo de muita empolgação. O Décio é bancado pelo Belluzzo e pelo Della Monica. Quer profissionalizar o futebol. E segue a cartilha de Juvenal Juvêncio, não quer muitos palpites. Já Paulo Nobre, sonha que Brunoro relembre os tempos da Parmalat. Por trás dele há Mustafá Contursi. A situação não é animadora. Mas pelo menos há a certeza de que pior do Tirone não irá ficar. Grande abraço. Cosme Rímoli...

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