1reproducao1 No jogo da vergonha, o Linense não se contentou em vender o mando para o São Paulo. O time fez até gol contra. Lucas Pratto marcou o outro. 2 a 0. O jogo decisivo onde será? Novamente no Morumbi, ridículo...
No jogo da vergonha,o Linense não se contentou apenas em vender o mando de jogo para o São Paulo. O time interiorano fez o gol contra que deu a vitória ao São Paulo. Rodrigo Caio tentou ajeitar a bola para os companheiros, mas a bola bateu no rosto de Diego Felipe e entrou. 1 a 0. O jogo foi monótono, já que o time de Rogério Ceni atuou o tempo todo no ataque. Tanto que no último minuto, Lucas Pratto marcou 2 a 0, de cabeça.

A ironia ficou nas arquibancadas. Os dirigentes do Linense acabaram com a credibilidade do Campeonato Paulista de 2017 por pouco dinheiro. Apenas 15.480 foram ao estádio. A renda bruta foi de apenas R$ 396.216,00 e líquida de R$ 121.431,04.

Nunca foi tão barato jogar a decência de um torneio na sarjeta.

Acabou sendo uma lição de como não gerir uma equipe.

A parte do Linense foi a metade dessa renda líquida, R$ 60 mil.

Contra o Palmeiras, em Araraquara, o time arrecadou R$ 320 mil.

Mais que cinco vezes do que conseguiu hoje.

Além de ver seu nome criticado em todo o país.

Virou sinônimo de clube que vende mando de jogo.

O que é lastimável.

Que patrocinador vai querer essa fama?

O São Paulo deu o primeiro passo firme para as semifinais.

Tem a vantagem de dois gols.

Se aproveitou muito bem como visitante.

Foi a primeira vez, aliás, que foi visitante no seu estádio.

E onde será a partida decisiva contra o Linense?

No mesmo Morumbi.

Ridículo...

"Com dois gols de desvantagem, temos a certeza que o Linense se abrirá, tentará reverter no segundo jogo. Teremos mais espaço para jogar", dizia Luiz Araújo. Ele sabia bem do que falava. A covardia tática do time do interior foi descabida. Passou quase toda o jogo recuado, com uma linha de cinco jogadores na sua intermediária para ajudar o seu quarteto de zagueiros.

Mesmo com o São Paulo sem os neurônios de Cueva, a proposta de Márcio Fernandes era suicida. Não havia nenhuma articulação decente para contragolpes. Sua tática era postar o time como uma equipe de pebolim e rezar pelo 0 a 0. O que seria uma façanha. Já que o time era dono da pior defesa do Paulista. Conseguiu tomar 25 gols em 12 jogos.

O São Paulo não tinha muito motivo para orgulho. Afinal, tinha a segunda pior defesa. Tomou 20 gols em 12 partidas.

A única diferença hoje no Morumbi, 'casa do Linense', era que o time do Interior mal se atrevia a passar o meio de campo. O que significaria enorme alívio para Rogério Ceni. Seria um domingo especial, desde os primeiros minutos ficaria claro que sua equipe não sofreria gols. O que é um fato raro.

Como foi bom esse Linense na vida do São Paulo...

3spfc No jogo da vergonha, o Linense não se contentou em vender o mando para o São Paulo. O time fez até gol contra. Lucas Pratto marcou o outro. 2 a 0. O jogo decisivo onde será? Novamente no Morumbi, ridículo...

A partida foi monótona do início ao fim.

Com um time com medo de jogar futebol, travado no seu campo.

Contra outro, no ataque.

Mas sem neurônios, com organização tática primária.

Muita correria, cruzamentos e falta de coordenação.

O São Paulo ganhou o mando e o controle total da partida.

Mas fez muito pouco diante de tanta facilidade.

A equipe precisa de muitos reforços.

É incrível que Rogério Ceni coloque Buffarini na lateral direita.

Ele é a pior herança de Edgardo Bauza.

Parece que tem alergia, preguiça de chegar à linha de fundo.

Seus cruzamentos são da intermediária, parece sempre estar cansado.

Júnior Tavares tem muita disposição, mas ainda é afobado.

Sem laterais eficientes time moderno algum se torna candidato a título.

Pode vencer jogos fáceis como o de hoje.

E só.

Ceni tentou compensar a ausência de Cueva armando o time no 4-3-3.

O onipresente Cícero como meia.

Mas ele não tem talento para tanto.

É um jogador competitivo, vibrante.

Mas não articula infiltrações, não é um pensador.

Não foi na técnica, foi na força, na volúpia que o São Paulo venceu.

Mas o primeiro tempo acabou sendo de incompetência, inoperância.

Os cruzamentos não foram suficientes para abrir a retranca interiorana.

Só que mal começou o segundo tempo e a sina do Linense veio à tona.

Se estava difícil para o São Paulo, que tal um gol contra?

Rogério Ceni havia liberado Rodrigo Caio para atacar.

Não precisava dele na defesa.

E o zagueiro desviou um levantamento de Bufarini.

De onde?

Da intermediária.

Mas a zaga interiorana estava mal postada.

Rodrigo Caio desviou a bola.

Ela bateu no rosto do meio campista Diego Felipe.

1 a 0, São Paulo, aos quatro minutos.

O jogo ficou ainda mais cansativo de assistir.

O Linense não sairia da sua defesa.

Nem se houvesse um terremoto no 'seu' Morumbi.

Ficou esperando tomar o segundo gol.

E ele veio.

Aos 47 minutos, em uma cabeçada de Lucas Pratto.

Foi o quinto gol dele com a camisa do São Paulo.

O quinto de cabeça.

A diversão contra o Linense terminará no sábado para o São Paulo.

No mesmo Morumbi, na mais vergonhosa quarta de final do Paulista.

O time interiorano já mostrou que não tem condições de ir além.

Nem os seus dirigentes acreditavam, por isso venderam o mando.

Mas o domingo não foi só de boas notícias para os são paulinos.

O presidente Leco garantiu que o clube não briga por Everton Ribeiro.

"Não temos esse dinheiro", assumiu o dirigente.

Se o meia fosse do Linense, talvez fosse bem mais barato...
 No jogo da vergonha, o Linense não se contentou em vender o mando para o São Paulo. O time fez até gol contra. Lucas Pratto marcou o outro. 2 a 0. O jogo decisivo onde será? Novamente no Morumbi, ridículo...

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