1cbf Marin tentou até a última hora ajudar o aliado Alexandre Kalil. Insistiu, mas a Conmebol manteve seu regulamento. A final será no Mineirão. Não no Independência, onde sonhavam Cuca e seus jogadores...
Vitória espetacular em campo.

Derrota esperada fora dele.

Alexandre Kalil nutria todas as esperanças.

Tinha a certeza de que José Maria Marin agiria.

Mas sabia que era quase impossível.

Conseguir fazer com que a final da Libertadores fosse no Independência.

Marin insistiu com o novo presidente da Conmebol.

Mandou recado, conversou, insistiu.

Mas não houve jeito.

O uruguaio Eugenio Figueredo não cedeu.

Até porque a cúpula do Olimpia estava atenta.

Dirigentes paraguaios já haviam alertado Figueredo.

Não aceitariam de maneira alguma jogar no Independência.

Reza o regulamento a capacidade de no mínimo 40 mil pessoas.

E ponto final.

A direção e o time do Olimpia sabem que o Horto é um trunfo fatal para o Atlético.

Mas no pedaço do Inferno na Terra só cabem 23 mil torcedores.

Não há como esticar o estádio.

Prática que Santos e Corinthians fizeram com o Pacaembu.

Nas decisões de 2011 e 2012 da Libertadores, o estádio teve borderô de mais de 40 mil torcedores.

Peñarol e Boca Juniors nunca questionaram os laudos que permitiram números tão altos.

O normal no Pacaembu lotado é 38 mil pessoas.

Ninguém contou cada uma das pessoas presentes nas finais.

Mas não havia como esticar o Independência.

Não para já.

Há um projeto da BWA, do Atlético e do América de colocar arquibancadas modulares.

A ideia é fazer com que chegue à capacidade de 40 mil torcedores.

Mas o custo chegaria a R$ 50 milhões.

As conversas começaram no ano passado.

Mas não progrediram.

Kalil apostou todas as fichas em Marin.

Mas nem se Nicólas Leoz continuasse comandando a Conmebol nada seria mudado.

O Olimpia é tão paraguaio quanto o ex-presidente da entidade.

E Leoz não poderia favorecer os brasileiros e prejudicar os compatriotas.

Foi um grande golpe a postura do presidente Eugenio Figueredo.

Mas Marin afirmou que fez de tudo.

Não houve jeito.

O Atlético Mineiro perdeu uma grande arma.

3reproducao3 Marin tentou até a última hora ajudar o aliado Alexandre Kalil. Insistiu, mas a Conmebol manteve seu regulamento. A final será no Mineirão. Não no Independência, onde sonhavam Cuca e seus jogadores...

Não haverá saída a não ser jogar mesmo no Mineirão.

A decisão pode fazer com que Kalil retome o plano de ampliar o Independência.

O dirigente detesta fazer o Atlético atuar como mandante no Mineirão.

Cuca e os jogadores também têm a certeza de que a pressão será menor.

Os torcedores ficam mais afastados do gramado.

Mas o jeito é confiar nos apitos, máscaras, gritos dos atleticanos.

Pelo menos estarão em número maior.

A capacidade do estádio é de 63 mil pessoas.

A direção do Atlético Mineiro tentou.

Kalil pressionou Marin.

As conversas aconteceram desde antes das semifinais.

Quando os dois viajaram para o Paraguai ainda nas oitavas.

Mas não houve jeito.

O time irá jogar a partida mais importante de sua história onde não queria.

Isso foi sacramentado e não haverá volta.

Há pelo menos o reconhecimento.

O Independência fez muito bem seu papel.

Peça fundamental na chegada até a final.

Cuca que prepare seu time para o Mineirão.

O site oficial da Conmebol mostra o palco da final.

De nada adiantou a tentativa de Marin...
1reproducaoconmebol Marin tentou até a última hora ajudar o aliado Alexandre Kalil. Insistiu, mas a Conmebol manteve seu regulamento. A final será no Mineirão. Não no Independência, onde sonhavam Cuca e seus jogadores...

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