1siteflamengo Marcelo Moreno chega ao Flamengo. O boliviano que não quis pisar no Palestra Itália. Ele escancara a transação amadora que o Palmeiras fez com Barcos. A direção do Grêmio foi muito esperta...
Foi desmoralizante.

O Palmeiras além de negociar seu maior ídolo passou por um vexame.

Mal Paulo Nobre e Brunoro assumiram, Barcos foi embora.

Os torcedores ficaram revoltados.

Ele foi trocado por R$ 4 milhões e mais cinco jogadores.

O Grêmio arcou com a dívida de R$ 1,3 milhões que o Palmeiras tinha com o argentino.

E mais R$ 1,5 milhão à LDU.

Ou seja: apenas R$ 6,8 milhões.

Pouco dinheiro para o jogador tão importante.

Mas havia a cessão de um quinteto.

Entre os atletas havia alguém que passava confiança.

O do boliviano Marcelo Moreno.

Mas não durou nem duas horas e vinha o desmentido.

O jogador foi anunciado sem ser consultado.

E se recusou a atuar no Palmeiras.

A situação ficou absurda com as declarações do pai do jogador.

"O Palmeiras não tem dinheiro, não tem jogador.

E os jogadores que têm são fracassados.

É um time fracassado.

De Segunda Divisão.

Para time menor que o Grêmio, meu filho não vai."

Conselheiros quiseram fritar o fígado de Brunoro.

Ele e Paulo Nobre procuraram o presidente Fabio Koff.

O dirigente havia dado a sua palavra que liberaria o boliviano.

Ele liberou, mas Moreno não quis pisar no Palestra Itália.

A revolta de Koff foi enorme.

Deu a ordem e Luxemburgo o afastou do time.

Nem no banco era para ficar.

A guerra fria começou em fevereiro.

Só terminou com o interesse do Flamengo.

O dirigente achou melhor liberar o atleta.

Ele recebia R$ 500 mil mensais.

O clube gaúcho estava jogando dinheiro fora.

Koff avisou à diretoria palmeirense.

Marcelo Moreno estava indo por empréstimo para a Gávea.

Foi quando Paulo Nobre e Brunoro perceberam.

Seriam ridicularizados pelos conselheiros.

E cobraram a promessa de Fabio Koff.

Queriam uma porcentagem do jogador.

Ele prometeu aos palmeirenses 15% em uma negociação definitiva do boliviano.

Por enquanto ele foi ao Rio por empréstimo até o final do ano.

A direção palmeirense insiste, quer mais um atleta.

Para completar cinco na troca por Barcos.

Luxemburgo vai esperar passar a partida de volta contra o Santa Fé.

E aí repassar algum dispensável, que não seja importante a seu grupo.

Na prática, a negociação de Barcos ficou definida.

R$ 4 milhões e Vilson em definitivo.

Leandro, Léo Gago e Rondinelly por empréstimo, sem passes fixados.

Mais 15% de Marcelo Moreno.

E mais o empréstimo de um jogador que Luxemburgo definir.

A ida de Marcelo Moreno escancara de vez.

A transação de Barcos foi péssima.

O clube foi humilhado nacionalmente.

As palavras do pai do atleta reverberam até hoje.

E perdeu seu maior ídolo.

Leandro tinha vindo sem passe fixado.

Seu sucesso, suas convocações obrigou Paulo Nobre a agir.

E Koff fixou em 5 milhões de euros o preço do atleta.

R$ 13,3 milhões à vista, para serem pagos em dezembro.

 Marcelo Moreno chega ao Flamengo. O boliviano que não quis pisar no Palestra Itália. Ele escancara a transação amadora que o Palmeiras fez com Barcos. A direção do Grêmio foi muito esperta...

A transação é inviável.

Pelo último balanço, o clube deve R$ 280 milhões.

Há muita chance de o Palmeiras só ter valorizado o atleta.

Feito um serviço ao Grêmio.

Léo Gago teve o tornozelo direito operado e ficará três meses fora.

Rondinelly não se firmou nem entre os reservas.

Vilson sofreu artroscopia no joelho esquerdo.

Ficará mais de um mês parado.

Por enquanto, 15% de Marcelo Moreno é nada.

O clube espera por um jogador descartável no elenco de Luxemburgo.

A transação envolvendo Barcos irrita profundamente os conselheiros.

Eles estão controlados para não atrapalhar o time na Libertadores.

Onde faz campanha surpreendente com Gilson Kleina.

Depois que o Palmeiras acabar sua participação, a conversa será diferente.

Os conselheiros ainda não se conformam como a transação foi feita.

E também por acreditarem nas promessas que Paulo Nobre convenceria Marcelo Moreno.

Ele ainda atuaria no Palmeiras.

Só que ele foi para a Gávea.

Só resta agora a triste postura de esperar.

Aguardar um jogador dispensável do Grêmio.

Foi amadora, submissa e absurda a postura da direção palmeirense.

Cedeu seu único ídolo por pouco demais.

A transação toda foi ingênua, precipitada.

Mais humilhante do que os desaforos do pai de Marcelo...

Só a postura de Brunoro.

Anunciar um jogador contratado que o Palmeiras não tinha falado com ele.

E agora desembarca na Gávea.

Isso não é modernidade.

É amadorismo.

Melhor para Fabio Koff e o seu Grêmio...
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