59 Está claro porque Luis Enrique não seguirá no Barcelona. A mitológica virada por 6 a 1 contra o PSG não adiantou. De novo, seu time foi estático. Ajudou Allegri a anular Neymar, Messi e Suárez. 3 a 0 Juventus foi até pouco...
Está mais do que evidente porque Luis Enrique não continuará no Barcelona. De nada adiantou a mitológica virada contra o PSG, com a vitória por 6 a 1 na Catalunha, depois da derrota por 4 a 0, em Paris, pelas oitavas de final.

Outra vez, o treinador espanhol não conseguiu montar um esquema tático decente, no primeiro jogo nas quartas de final da Champions League. Seu time estava estático. Com Messi preso na direita. Suárez pelo meio e Neymar era um ponta esquerda fixo. Parecia ataque de pebolim. Depois de anular o poderoso trio, a Juventus fez o que quis com os catalães.

Venceu por 3 a O, em Turim.

Dois gols da revelação argentina, Paulo Dybala.

Daniel Alves foi muito bem na marcação de Neymar.

Com o auxílio perfeito de Cuadrado.

Massimiliano Allegri mostrou a importância da tática, da estratégia.

E ficou muito claro.

A Juventus é muito mais equipe que o PSG.

26 Está claro porque Luis Enrique não seguirá no Barcelona. A mitológica virada por 6 a 1 contra o PSG não adiantou. De novo, seu time foi estático. Ajudou Allegri a anular Neymar, Messi e Suárez. 3 a 0 Juventus foi até pouco...

Reverter o 3 a 0 será muito mais difícil do que aqueles 4 a 0.

Precisará de novo milagre para sobreviver.

Marcar quatro gols em um dos times que melhor se defende no mundo.

Ficou muito claro que Allegri decorou a maneira com que o PSG goleou o sempre favorito Barcelona. Com uma marcação corajosa, alta, na saída de bola dos espanhóis. Atuando forte, em bloco. Muita vibração, triangulações e força física. Há muito tempo o preparo do Barcelona vem sendo questionado na Catalunha.

Luis Enrique também errou ao escalar Mascherano como volante, à frente dos três defensores. Piqué, Umtiti e Mathieu. O argentino está habituado a atuar na zaga. E não conseguiu a saída de bola com qualidade e nem acompanhar o versátil meio de campo da Juventus.

Além disso, a zaga espanhola segue com terrível problema em qualquer bola aérea. A marcação era infantil. Homem a homem, permitindo que qualquer corta-luz básico atormentasse o goleiro Ter Stegen. Foi assim que Higuain quase abriu o placar logo aos três minutos, cabeceando livre, para fora. Porém, três minutos mais tarde, os italianos abririam o placar.

Cuadrado deu um ótimo passe para Dybala. O argentino deu uma virada incrível e surpreendeu a todos. Gol típico de futsal. 1 a 0 Juventus, aos seis minutos. Os espanhóis queriam reagir. Mas estavam presos pela marcação implacável e pela maneira primária que Allegri montou seu time. Tratando de fixar Messi na direita, Neymar na esquerda e Suárez no meio. Todos longe, distantes. Iniesta também estava atrás demais do trio. Rakitic tinha de tentar compensar os erros de Mascherano na marcação na intermediária. E não conseguia auxiliar Iniesta.

A Juventus, depois do seu gol, seguiu firme na sua estratégia de bloqueio. Eram duas nítidas linhas de quatro defensores e os dois atacantes Higuaín e Mandzukic se transformando em volantes sem a bola. Mas preparadíssimos para os contragolpes, em bloco. Aleggri prendeu Daniel Alves e Alex Sandro nas laterais, mal podiam atravessar o campo. A preocupação era com Neymar e Messi.

44 Está claro porque Luis Enrique não seguirá no Barcelona. A mitológica virada por 6 a 1 contra o PSG não adiantou. De novo, seu time foi estático. Ajudou Allegri a anular Neymar, Messi e Suárez. 3 a 0 Juventus foi até pouco...

O Barcelona padeceu de seus fraquíssimos jogadores que atuaram pelas laterais. Sergi Roberto e Mathieu não conseguiam atacar ou defender. É incrível como Luis Enrique não percebia.

O segundo gol da Juventus veio aos 21 minutos. Dybala bateu da entrada da área. Chute forte e colocado e que pegou de surpresa Ter Stegen. 2 a 0. O jogo seguiu o mesmo ritmo até o final do primeiro tempo. Com o Barcelona sem espaço, sem oxigênio.

A etapa final não mudou.

A marcação dupla nas laterais, Daniel Alves e Cuadrado em Neymar, e Alex Sandro e Pjanic em Messi, era excelente. Não havia espaço para os dribles, malabarismos. Havia sempre a cobertura firme de Bonucci e Chiellini. Aliás, ele encontrou novamente Suárez, depois do incidente da mordida do uruguaio, na Copa de 2014. O clima foi de competição, mas pacífica desta vez.

O Juventus seguia atacando muito menos, mas com mais objetividade, perigo.

E em um simples escanteio, tudo se complicou de vez.

Chiellini, 1m87, não tomou conhecimento da marcação de Mascherano, 1m74. Cabeceou e marcou 3 a 0, aos nove minutos. O Barcelona tentou reagir, buscou ao menos descontar, fazer um gol. Mas a Juventus seguiu firme na marcação. E segurou o excelente placar.

Durante a partida, Buffon fez duas excelentes defesas.

Parou Iniesta e Suárez.

Ou seja, os catalães precisam de outra incrível reviravolta para seguirem vivos na Champions. Incrível perceber que todo o sofrimento diante do PSG não serviu para nada. Luis Enrique não tem mesmo condições de seguir como técnico de um time tão importante.

Enquanto isso, na Alemanha, a outra partida marcada para a Champions não aconteceu.

Por causa de um atentado.

Três bombas esperavam o ônibus do Dortmund sair de sua concentração. Explodiram e apenas o zagueiro espanhol Marc Bartra teve ferimentos leves. O confronto contra o Monaco foi adiado para amanhã.

O terrorismo chega ao futebol...
118 Está claro porque Luis Enrique não seguirá no Barcelona. A mitológica virada por 6 a 1 contra o PSG não adiantou. De novo, seu time foi estático. Ajudou Allegri a anular Neymar, Messi e Suárez. 3 a 0 Juventus foi até pouco...

http://r7.com/GFug