1 1024x557 Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo. O espetacular português marcou três vezes. Traduziu o completo domínio do Real Madrid diante do acovardado Atlético de Madrid. Nem parecia. Mas era semifinal da Champions League...
Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo.

O português com seus três gols traduziu o incrível domínio do Real Madrid. Nem parecia que o time de Zidane estava enfrentando o Atlético de Madrid pela semifinal da Champions League. Os merengues fizeram o que quiseram contra a acovardada equipe de Simeone. O argentino tentou truncar o jogo colocando suas famosas duas linhas de marcação muito próximas da área. O resultado foi desastroso. Deu o controle total do jogo para o maior colecionador do torneio de clubes mais importante do mundo. E saiu humilhado do Santiago Bernabeú.

Coube a Cristiano Ronaldo traduzir esse domínio em gols. Ele chegou a 593 gols na carreira. 104 gols só na Champions League. E já em maio se torna mais do que favorito para conquistar a quinta bola de ouro como melhor do mundo, se igualando a Messi. A Champions é o torneio que mais pesa na escolha.

Com a vitória impactante, o Atlético de Madrid precisa vencer por 4 a 0, na próxima quarta-feira, no Vicente Calderon, para chegar à final. Missão quase impossível. O primeiro finalista da Champions parece estar mais do que decidido.

Diego Simeone conseguiu acabar com todo o clima de confronto, o esperado duelo tático, com o clima de tensão no maior clássico da capital espanhola. A expectativa generalizada era de um conflito bélico no meio de campo. Com o Atlético de Madrid montando duas trincheiras. Uma logo após o seu semicírculo e outra na entra da grande área. E deixaria seus jogadores prontos, para a cada retomada de bola, saírem em bloco buscando os contragolpes, em altíssima velocidade. Foi assim que o time ganhou espaço na Europa, chegou à duas decisões da Champions.

Mas nada disso aconteceu.

O argentino resolveu recuar suas duas linhas de quatro. A primeira na sua intermediária e a segundo já dentro da grande área. Ou seja, além de atrair o devastador toque de bola do excelente time de Zidane, deixou seus jogadores mais avançados longe da meta do Real Madrid. Adeus, contra-ataques. Deu bem-vinda pressão insuportável.

Simeone transformou o jogo em um massacre.

Time algum do mundo não tomaria gol deixando Kroos, Modric e Isco tocando a bola sem serem incomodados. Faziam triangulações, inversões com Carvajal e Marcelo. O Atlético foi sendo imprensado para sua grande área. Algo de muito errado acontecia. O cheiro de uma vitória massacrante, capaz de matar a semifinal logo no primeiro jogo, estava no ar.

E o primeiro gol não demorou.31 1024x673 Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo. O espetacular português marcou três vezes. Traduziu o completo domínio do Real Madrid diante do acovardado Atlético de Madrid. Nem parecia. Mas era semifinal da Champions League...

Casemiro, que deveria tomar conta da entrada da área, cobrir os laterais, proteger a defesa dos contragolpes do Atlético de Madrid, percebeu. Poderia ajudar o ataque, sem medo algum. E foi o que ele decidiu fazer. Aos nove minutos, o volante bateu cruzado a bola que sobrou nos seus pés dentro da grande área. O chute que bateu no chão e subiu foi parar na cabeça de Cristiano Ronaldo. Testada indefensável para Oblak. 1 a 0, Real Madrid.

Se enganou quem pensou que o gol iria fazer o time de Simeone reagir. Não. Seguiu encolhido. Parecia uma equipe pequena dos anos 70. Transpirava insegurança, medo. Não queria ser derrotado por muitos gols, mas fazia tudo errado. A marcação do Real Madrid não estava sufocante, alta. Era pura covardia colchonera, mesmo.

Lucas Hernandéz e Filipe Luís estavam presos na defesa, como dois laterais de pebolim. Koke e Carrasco deixaram de ser meias. Eram tão volantes quanto Gabi e Ñiguez. Deu dó do francês Griezmann e de Gameiro. A dupla de ataque atuou do meio de campo para trás.

De nada adiantou o Atlético de Madrid estar tão recuado. Os jogadores não conseguiram dar a mínima compactação ao time. Havia espaço demais para o Real Madrid tocar a bola e arrematar a gol. O primeiro tempo foi absurdo. Dez arremates a gol do time da casa contra nenhum da equipe perdida de Simeone.

No segundo tempo, se esperava duas coisas. A primeira, que o treinador argentino agradecesse aos céus de joelhos por não ter sofrido mais gols. E a segunda, que mudasse a postura do seu time. O Atlético até que esboçou um pouco mais de coragem. A partida ficou um pouco mais equilibrada.

Passou a síndrome covarde que dominou Simeone. Ele colocou no time Gaitán e Fernando Torres. Adiantou suas linhas. E o jogo ficou mais interessante. O Real Madrid passou a ter mais espaço para os contragolpes. E aos 27 minutos, o maior jogador português da história entrou novamente em cena. Benzema protege a bola da zaga e a entrega para Cristiano Ronaldo. Ele ganha de Filipi Luís. A bola quica e ele acerta um chute fulminante. Indefensável para o excelente Oblak. 2 a 0, Real Madrid.

O gol foi uma ducha de água fria no Atlético. O Real Madrid ficou ainda mais atrevido. Sentia que a semifinal poderia acabar hoje. E seguiu atacante, cruel. 21 Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo. O espetacular português marcou três vezes. Traduziu o completo domínio do Real Madrid diante do acovardado Atlético de Madrid. Nem parecia. Mas era semifinal da Champions League...

E aos 40 minutos, o golpe de misericórdia.

Lucas Vásquez invadiu a área e tentou servir Casemiro.

Mas a bola sabia a quem procurar.

Caiu nos pés de Cristiano Ronaldo.

Na marca do pênalti, livre.

3 a 0, Real Madrid.

Resultado mais do que justo.

Premiou quem teve coragem.

Quem entrou para se impor, buscar os gols.

Exemplar castigo para a covardia.

Esse 3 a 0 tem dois donos.

O mortal Cristiano Ronaldo.

O acovardado e decepcionante Diego Simeone...

41 Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo. Cristiano Ronaldo. O espetacular português marcou três vezes. Traduziu o completo domínio do Real Madrid diante do acovardado Atlético de Madrid. Nem parecia. Mas era semifinal da Champions League...

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