1reproducao20 Com Bruno Henrique e Moisés, a situação de Felipe Melo ficará difícil. Ou ele para de arrumar confusões ou não seguirá com Cuca em 2018. E Jair Bolsonaro perderá seu cabo eleitoral no Palmeiras...

A situação é clara.

Daqui a dez dias, Felipe Melo completará 34 anos.

Pela análise de desempenho do volante, ele tem todas as condições físicas de desempenhar o que Cuca espera do jogador. Marcar forte, individualmente, como prefere o técnico, e ainda garantir a saída de bola com qualidade, do meio de campo para o ataque.

Só que o treinador não o quer mais arrumando confusões.

Quer que sua liderança fique restrita ao grupo.

Ao contrário do que acontecia com Eduardo Baptista.

Nada de declarações polêmicas, como garantir que 'daria tapa na cara de uruguaio no Uruguai', frase que foi a base da briga generalizada com o Peñarol, que custou seis partidas de suspensão na Libertadores. Nem anúncio público de apoio a Jair Bolsonaro contra o que chamou de 'vagabundos'.

Cuca o quer jogando futebol, preservando o ambiente.

Não tumultuando.

E seguindo fielmente o que determina.

Caso contrário, não seguirá no Palmeiras em 2018.

Simples assim.

Não foi por acaso que ele pediu a contratação de Bruno Henrique.

Foram mais R$ 14 milhões para tirá-lo do Palermo.

O técnico recomendou pessoalmente a compra do ex-Corinthians.

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Cuca sabe que, no máximo, em agosto, terá Moisés recuperado.

Ele é o meio campista que considera fundamental ao seu esquema.

Além disso, acredita que Thiago Santos é subvalorizado.

Tem excelente poder de marcação e melhorou muito na saída de bola.

Além disso, Michel Bastos, Tchê Tchê, Jean estão prontos.

De maneira fria, Felipe Melo está longe de ser indispensável.

Cuca nunca teve grande predileção por estrela.

Muito pelo contrário.

Prefere atleta discreto, comprometido.

Como são Bruno Henrique, Moisés, Thiago Santos.

Não o consagrado volante na reserva por acaso contra o Atlético Mineiro.

Felipe Melo recebe R$ 350 mil por mês. Mais R$ 20 mil por jogo. Acertou parcelar R$ 8,4 milhões de luvas, a serem pagas em 12 parcelas trimestrais de R$ 700 mil cada; a primeira foi paga em fevereiro de 2017 e a última em novembro de 2019.

O contrato do volante está previsto para terminar em dezembro de 2019.

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Apesar de seu desempenho ser constante e muito bom, seu comportamento não é motivo para comemorações. E pior, o presidente Mauricio Galiotte e o executivo Alexandre Mattos sabem ser difícil demais pedir discrição.

Nas últimas semanas o jogador já estava diferente.

Percebeu que sua postura irreverente não agradava Cuca.

Estava menos falante, menos sorridente, visivelmente tenso.

Irritadiço.

A discussão ríspida com o preparador Omar Feitosa, em um rachão, no final de maio, teve um peso maior do que parece. E vai muito além da 'multa' que a diretoria divulgou ter aplicado no jogador, situação que inúmeras pessoas duvidam até na diretoria. Já é praxe clubes grandes anunciarem multas a jogadores depois de brigas em treinos e que nunca são aplicadas.

Se Felipe Melo não sentiu no bolso, sentiu no distanciamento de Cuca. O treinador não se conformou com a atitude do volante, que esteve perto de partir para a agressão contra Omar, seu superior hierárquico.

O jogador sofreu uma operação para corrigir uma fratura na mão esquerda. E também se ressente de uma distensão no músculo posterior da coxa esquerda. Deverá ficar um mês e meio longe dos gramados.

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Quando voltar terá grande concorrência.

Bruno Henrique e Moisés.

Mais do que isso, perceberá que seu espaço diminuiu.

As declarações pela imprensa seguirão restritas.

O futuro do polêmico jogador no Palmeiras é incerto.

Cuca não tem o menor entusiasmo por suas provocações.

E Felipe Melo já percebeu.

Ou se enquadra ou procurará outro clube em 2018.

Talvez o retorno ao amado Flamengo não seja utopia...

(A única boa notícia nestes últimos tempos veio hoje. Com a perdida e instável Conmebol reduzindo a pena que aumentou. Felipe Melo ficará três jogos suspenso pela briga generalizada em Montevidéu...)

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