1ae4 Chapecoense 5, Palmeiras 1. A humilhação que o time de Marcelo Oliveira passou tem explicação. Sua equipe não consegue marcar. Só se preocupa em atacar. Isso não funciona nem com times juvenis...
5 a 1. Goleada história da Chapecoense diante do Palmeiras. Tragédia mais do que anunciada. O castigo até que demorou. Há muito tempo o time de Marcelo Oliveira insiste em não se preocupar com a marcação. Age como se o que importasse fosse apenas o ataque. Já escapou da eliminação da Copa do Brasil diante do Internacional por um triz. Mas hoje em Chapecó não houve jeito. O aproveitamento do time de Guto Ferreira foi excelente. E expôs as mazelas do milionário time montado por Paulo Nobre.

A derrota humilhante custou a vaga no G4 para o Santos.

E mostra que há algo muito errado que precisa ser corrigido para as semifinais da Copa do Brasil. E nos últimos nove jogos do Brasileiro. Algo muito sério acontece. E Marcelo Oliveira não toma providência.

Não adianta tentar repassar a culpa para o incompetente árbitro Jaílson Macedo Freitas. Ele é apenas mais um juiz inseguro, sem convicção que a Comissão da Arbitragem da CBF oferece para o Campeonato Brasileiro. Capaz de passar pela vergonha de mandar chamar Egídio, expulso do vestiário. E avisá-lo para esquecer o cartão vermelho e estava livre para seguir jogando.

O lance é vergonhoso. Vai estar em todos os noticiários amanhã. Mas não pode roubar a atenção com o que aconteceu com o Palmeiras.

Há a forte suspeita que no lance de expulsão houve influência externa. Alguém teria avisado o trio de arbitragem que Egídio não cometeu falta em Barbio. O que é absolutamente proibido e que poderia custar até a anulação do jogo. Mas não adiantam simples suspeitas. São necessárias provas.

Assim como não adianta Marcelo Oliveira se esconder, falar em 'apagão'. Já bastam Felipão, Parreira e dona Lúcia.

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O problema palmeirense nasceu na formação defeituosa do elenco. Oswaldo de Oliveira se deixou levar pela empolgação do bilionário Paulo Nobre. E trataram de incentivar Alexandre Mattos a contratar meias e atacantes em profusão. E pouquíssimos jogadores de marcação. Faltam jogadores com essa característica. O melhor, Gabriel, sofreu grave contusão e teve de ser operado. Amaral é faltoso, incapaz de sair jogando com a cabeça levantada. Erra passes de dois metros. Além de ser descontrolado psicologicamente.

A base palmeirense também não conseguiu oferecer um volante de forte pegada. Depois de muita demora, Thiago Santos do América Mineiro chegou. Mas também não é capaz de resolver o problema sozinho.

Como já foi escrito neste blog após a partida contra o Internacional, quem deveria resolver este problema é Marcelo Oliveira. Se Oswaldinho não teve capacidade para convencer Paulo Nobre, que muitas vezes age como mero torcedor endinheirado, o treinador bicampeão do Brasil precisa corrigir taticamente esta falha.

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Mas o Palmeiras é dos times grandes o que tem pior poder de recomposição. Seus jogadores se preocupam com o ataque. E escancaram a intermediária para os adversários desfrutarem.

Fernando Prass salvou a equipe diversas vezes. Tanto no Brasileiro como na Copa do Brasil. Seu desempenho esconde o rombo que existe na intermediária. Robinho é versátil e se desdobra para compensar as descidas exageradas de Lucas. Arouca sabe muito bem como driblar, tocar, pentear a bola. Mas fechar a intermediária do lado esquerdo, não. Egídio merece todas as críticas pelas falhas na marcação. Só que não está tendo a mínima proteção.

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O que aconteceu hoje em Chapecó foi marcante. Os empresários de Apodi deveriam levar o DVD para o Barcelona, o Real Madrid, Bayern. Quem assistir a atuação do lateral vai pensar que ele é a reencarnação de Garrincha. Ninguém vai se lembrar que ninguém o marcou. E Marcelo Oliveira exigia que Egidio só atacasse.

Camilo, Túlio, Barbio pareciam Messi, Neymar e Suarez. Tudo devido ao espaço absurdo oferecido pelo Palmeiras. Marcelo Oliveira passou vergonha porque pegou pela frente Guto Ferreira. O treinador que fez ótimo trabalho na Portuguesa e na Ponte Preta conhecia muito bem a falha na recomposição palmeirense. E deitou e rolou. Deu pena do milionário time montado por Paulo Nobre.

Foi suicídio entrar com Amaral e Arouca no meio de campo. Porque Rafael Marques só pensava da intermediária para a frente. Como Gabriel Jesus, Dudu e Lucas Barrios. O time parecia ter entrado outra vez no túnel do tempo. Enquanto a Chapecoense atuava no 4-2-2-2, com variação para 4-2-1-3, o Palmeiras atuava escancarado no 4-2-4. Tomou cinco gols, poderia ter sofrido oito. Fernando Prass foi excelente, apesar da goleada.

A perspectiva é perigosa. Marcelo Oliveira precisa acordar. Eduardo Baptista enxerga bem futebol. Tem uma equipe mais limitada que a palmeirense. Mas basta explorar a vergonha que o Palmeiras tem para marcar o adversário e poderá chegar à final da Copa do Brasil.

A Chapecoense mostrou o que os próximos nove adversários precisam fazer contra o Palmeiras.

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Ou Marcelo Oliveira faz uma mudança tática radical ou vai passar vergonha.

Seu time é o mais perdido entre os grandes, na hora de marcar.

Mistura arrogância com falta de empenho na recomposição.

O fato de o time não ter um meia que prenda a bola também conta.

É uma correria desvairada.

Com direito a chutões.

Quando eles são rebatidos pela defesa adversária se tornam apavorantes.

Pegam os adversários de frente para o gol e os zagueiros de costas.

Isso é obvio demais.

Faça valer seus R$ 400 mil de salários, Marcelo.

E mais, justifique ser bicampeão do Brasil.

Seu time é mais vulnerável que time juvenil contra profissional.

A reação vale muito dinheiro.

Paulo Nobre espera faturar dezenas de milhões com a Libertadores de 2016.

O caminho até ela é estar entre os quatro primeiros do Brasileiro.

Ou vencer a Copa do Brasil.

Se insistir nesta frágil marcação...

O Palmeiras fracassará nas duas competições...
 Chapecoense 5, Palmeiras 1. A humilhação que o time de Marcelo Oliveira passou tem explicação. Sua equipe não consegue marcar. Só se preocupa em atacar. Isso não funciona nem com times juvenis...

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