140 Apesar da arbitragem desastrosa de Ricardo Marques Ribeiro, que não marcou dois pênaltis, e ter jogado mal, o Palmeiras não pode reclamar. Perdeu para o Inter por 2 a 1, mas se classificou para as quartas da Copa do Brasil...

Mesmo com a absurda arbitragem de Ricardo Marques Ribeiro, que não marcou dois pênaltis claros, o Palmeiras conseguiu se classificar para as quartas-de-final da Copa do Brasil. Jogando mal, o time de Cuca perdeu a partida por 2 a 1 para o Internacional, em Porto Alegre. Como a equipe havia vencido por 1 a 0, em São Paulo, ficou com a vaga. Por causa do critério do gol fora.

O Palmeiras só não foi eliminado graças ao consagrado Cucabol. Um gol de Thiago Santos salvou o time paulista na competição. A milionária equipe montada pela Crefisa abriu mão do meio de campo. E viveu de cruzamentos, chutões. Da bola parada. O Internacional foi muito melhor no jogo. Acabou sendo injusta a desclassificação da equipe gaúcha. A torcida colorada reconheceu o bom futebol de seu time. E aplaudiu a equipe eliminada.

Foi a segunda derrota consecutiva do time sob o comando de Cuca.

Jogando da mesma maneira confusa.

Abandonando o meio de campo, atuando à base de ligações diretas.

Chutões e cruzamentos para a área.

Sem a mínima troca de bola, infiltração.

Há muito o que ser corrigido.

"Não sei o que é Cucabol. É cruzamento para a área? Poxa, a gente faz tantos gols bonitos, né? Fico tão triste quando vocês falam isso... Quando você está em uma batalha, não importa por onde, mas tem que conseguir aquele território. Se você for bonzinho, sai cheio de bala. Às vezes você consegue em uma jogada individual, numa bola na área, trabalho. Isso é o Cucabol. Falar que é só bola na área você está exagerando.

"Eu já falei muitas vezes, e não é crítica. Parece que o Palmeiras fortaleceu muito o seu elenco, mas se pegar o time do ano passado, não fortaleceu. Pelo contrário. Perdeu Vitor Hugo, Moisés e Jesus. Não temos a qualidade dos três, porque é muito raro achar três jogadores assim. Não adianta ficar falando que o Palmeiras é melhor e tem que ganhar tudo, porque se não ralar, não tiver entrega igualzinho aos outros, não vai chegar a lugar nenhum.

"Eu tenho muito serviço, muito trabalho para melhorar, para ter o encaixe que eu gosto, aquela volúpia, aquela velocidade. Tem muito trabalho, e não tem tempo, porque é jogo em cima de jogo. Requer um período, mas vai acontecer."

Cuca deu explicações como se seu time estivesse eliminado. E não classificado para as quartas de final da Copa do Brasil. E não foi para menos, o Palmeiras mostrou um futebol muito ruim, confuso, sem a menor consistência, segurança. Decepção enorme. Ainda mais enfrentando uma equipe tradicional, com uma história de conquistas, mas que hoje está na Segunda Divisão.

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Mas foi o Internacional que deu as cartas. Encurralou o Palmeiras. E com treinador interino. Depois de péssimo trabalho, Antônio Carlos foi demitido. E Guto Ferreira contratado. Para poupar a imagem do novo técnico, Guto não estava nem em Porto Alegre. O auxiliar Odair Hellmann comandou o time gaúcho.

Desde o início da partida, o Internacional deixou clara sua proposta de jogo. Marcou sob pressão o badalado Palmeiras. Marcou a saída de bola, queria acabar o mais rápido possível com a vantagem de 1 a 0, conquistada pelos paulistas no primeiro jogo.

O time de Cuca entrou outra vez muito mal para o jogo. Desatento, lento, com péssima recomposição na marcação. O meio de campo deixava a zaga exposta. As linhas atuavam distantes demais. Os colorados tinham muito espaço para articular seus ataques. Preferencialmente pelo setor esquerdo defensivo palmeirense. A ordem era se aproveitas do fraco potencial defensivo de Zé Roberto, piorado com a idade, 42 anos.

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Aos três minutos, depois de falha feia de Edu Dracena, Nico López já estava na cara de Fernando Prass. O goleiro fez ótima defesa. O sufoco prosseguiu. Apesar de Cuca ter entrado com três volantes, o Palmeiras tinha grande dificuldade em defender. Até que o melhor em campo, Edenílson deu excelente passe para D'Alessandro nas costas de Zé Roberto. O argentino polêmico não teve dificuldade para marcar 1 a 0, Internacional.

O Palmeiras seguia perdido em campo. Guerra estava poupado, nem viajou para o Rio Grande do Sul. O time tinha três volantes: Jean, Tchê Tchê e Felipe Melo. Mesmo assim falhava na marcação. Willian, Roger Guedes e Dudu não conseguiam ajudar na recomposição. Estavam dispersos. Fabiano e Zé Roberto não conseguiam apoiar.

Só que mesmo jogando mal, o Palmeiras poderia ter empatado. Aos 20 minutos, Willian chutou forte dentro da área. Léo Ortiz cortou com o braço o arremate. Pênalti claro que o árbitro teve a coragem de não enxergar. O que estava ruim, ficou muito pior. O único jogador com potencial para desmontar a defesa gaúcha com dribles em velocidade, saiu. Dudu sentiu forte dor no adutor e foi substituído por Keno.

O Internacional seguiu muito melhor e poderia ter ido para o intervalo com mais gols de vantagem.

Cuca errou feio na substituição que fez no intervalo. Tirou Edu Dracena que estava mal. Recuou Felipe Melo. Até aí, tudo bem. Mas o técnico colocou outro volante, Thiago Santos. Ele deveria ter colocado um meia para ligar o meio de campo com o ataque.

O Palmeiras seguia com os volantes longes dos atacantes. O Inter seguia bem postado. No tradicional 4-4-2. Levando enorme vantagem no meio de campo. E explorando o setor esquerdo da defesa do Palmeiras, Zé Roberto. E conseguindo resultados práticos. Aos dez minutos, Edenílson passou para D'Alessandro, que lançou William. O lateral cruza rasteiro para Nico López marcar 2 a 0.

O resultado classificava o Internacional.

Foi quando o árbitro resolveu não marcar o segundo pênalti contra o time da casa. D'Alessandro segurou Zé Roberto pelo ombro dentro da grande área. Sutil, mas penalidade. A segunda que o juiz preferiu não marcar.

O Palmeiras sem estrutura tática alguma, buscava descontar em bolas levantadas de qualquer maneira. O tal 'Cucabol' que o técnico do Palmeiras odeia rotulado. Mas foi graças a esse pobre recurso que o Palmeiras fez seu gol salvador. Bola cruzada para a área e Thiago Santos descontou. Eram 34 minutos do segundo tempo. O time paulista se fechou e segurou o resultado.

Enquanto a torcida colorada aplaudia seu time.

Os palmeirenses seguem tensos.

A equipe de Cuca não melhora.

Quanto a Ricardo Marques Ribeiro, geladeira à vista.

Ele precisa se reciclar.

Quase dá de presente a classificação ao Internacional...

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