demitidos Andrade e Marcos Braz na rua. O que Patricia Amorim fará com o culpado pela falta de profissionalismo no Flamengo? Um tal de Adriano...

A apatia e a truculência.

Andrade foi avisado.

Seu amigos mais próximos, inclusive Zico, lhe deram conselhos.

Deveria deixar claro que não aceitava os privilégios, as farras de Adriano.

Se fingir de morto e dizer que era assunto da diretoria só o desgastou.

O envergonhou.

Trouxe para ela a sombra de omisso, passivo, medroso.

Justo ele que havia conseguido, depois da conquista do Campeonato Brasileiro, um salário de técnico de verdade.

Deixou o de mero auxiliar.

Passou para outro patamar.

Mas ele não reagiu de acordo.

Continuou se comportando como um auxiliar, com vergonha de tomar as decisões.

De usar o microfone com coragem.

Salvar a sua honra.

Mostrar sua indignação.

A direção teve a certeza que ele perdeu o comando do grupo no Campeonato Carioca e o time só conseguiu a vaga para as oitavas-de-final porque os deuses protegeram o clube.

Foi a deixa perfeita para que a presidente/vereadora Patricia Amorim fosse se aconselhar com Hélio Ferraz.

E ela demitiu não só o omisso Andrade.

Mas também o truculento vice Marcos Braz e o diretor de futebol, Eduardo Manhães.

Hélio disse a Patricia que era chegada a hora da independência.

Fugir do grupo político ligado a Braz.

E també da esperteza.

Não adiantaria contratar Luiz Felipe Scolari para tentar dobrar Adriano.

Nem trazer alguém que Adriano não respeite, como acontecia com Andrade.

Por isso a investida em Joel Santana.

Ninguém pode criticar a presidente/vereadora por omissão.

Muito pelo contrário.

Ela tomou medidas salutares para o Flamengo.

Agora, venha o treinador que vier, ela que tenha coragem de enquadrar Adriano...

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