112 Acabou a farsa do super homem irlandês. Conor McGregor volta, humilde, para sua categoria, aos penas. Um choque de realidade para a ganância descontrolada de Dana White e dos Irmãos Fertitta...
"Frankie Edgar. Ouvi dizer que você está pedindo uma luta pelo cinturão. Respeito você como lutador, mas vamos aos fatos. Você perdeu duas vezes para o Ben Henderson nos leves. E já veio direto lutar comigo, sem nunca ter disputado uma luta no peso pena. Fizemos uma grande luta. Mas o resultado todo mundo sabe qual foi.

"Não dá para chegar e sentar na janela. Espera um pouco. Você não tem direito nenhum.

"McGregor, em vez de fugir para a categoria de cima e falar merda de mim, poderia aproveitar esse tempo para ir para uma verdadeira academia e treinar jiu-jitsu de verdade. Mas sem problemas.

"UFC 200. Vamos tirar todas as dúvidas. Estou te esperando."

O recado foi dado por Zé Aldo, no seu Instagram.

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Os 13 segundos levou para o brasileiro perder seu cinturão para o irlandês estão esquecido. E com razão. Graças à ganância e manipulação de lutas de Dana White e os Irmãos Fertitta. Ensandecidos em busca de popularidade e mais dinheiro, eles seguem sugando, desesperados e sem critério, qualquer estrela que surja no UFC.

Foi o que aconteceu com Conor McGregor. Um lutador midiático. Que escolheu o caminho trilhado por Chael Sonnen para ganhar notoriedade. Não por acaso escolheu o apelido 'Notorious'. Muito versátil em pé, misturando boxe, caratê, muay thai e até capoeira. Seu ponto fraco, o chão. A faixa marrom no jiu jitsu é exagerada, um presente. Fora detestar, assumidamente, wrestling.

Da população dos Estados Unidos, 327 milhões, 12% tem origem irlandesa. Conor caiu do céu para Dana. Um campeão falastrão e irlandês. Com torcida e compradores de pay-per-view nos Estados Unidos e Reino Unido. Por isso a empolgação desmedida quando ele venceu o afobado José Aldo em 13 segundos e tomou do manaura o cinturão dos pena.

Conor já reclamava da dificuldade em cortar peso. Queria subir de categoria. E cobiçou o cinturão de Rafael dos Anjos, campeão dos leves. Seria um salto de 65,8 quilos para 70,3 quilos. Pode parecer pouco, mas faz uma grande diferença no mundo das lutas. O brasileiro era favorito na disputa do cinturão. Mas ele fraturou o pé treinando.

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O que fizeram Dana e os Fertitta? Como não levam em consideração o ranking que criaram ou a lógica, optaram pelo dinheiro. Não haveria disputa de título. Apenas de trash talk. Resolveram tirar da farra Nate Diaz. Sua função. Serviria de aperitivo, sparring de uma luta que deveria ser fácil para o irlandês.

O fato de ser meio médio foi levado em consideração. Excelente que lute na categoria até 77,1 quilos. Um disparate. 11,3 quilos a mais que Conor está acostumado a lutar. Só a ganância para cegar.

Os controladores do UFC mexeram com a família errada. Embora tenham desperdiçado grande parte da carreira com farras, provocações e maconha, impossível não destacar o talento de Nate e Nick Diaz. Excelentes, especialmente em boxe. Nate foi além do irmão mais velho no jiu jitsu. Não é faixa preta por acaso.

A bolsa de US$ 500 mil, R$ 1,8 milhão, foi um grande incentivo. Mas o maior seria dar uma inesperada reviravolta na carreira, que muitos já julgavam perdida, com seu potencial desperdiçado.

E Nate salvou o UFC 196. As bolsas de apostas e os críticos do UFC perceberam o golpe de Dana. O combate era um aperitivo para o UFC 200, marcado para 9 de julho. Conor teria pela frente Robbie Lawler. Seria a luta principal do evento que deverá ser grandioso.

O sonho neste início de ano era ver o irlandês conquistando três cinturões consecutivos. Os dos penas, dos leves e dos meio-médios. Seria uma façanha inédita, histórica.

A contusão de Rafael dos Anjos já foi uma ducha de água fria. Mas a gelada viria no sábado. Nate Diaz foi massacrado no primeiro round. Socado para valer. Além de não ter feito camp para a luta, Conor é mais rápido. Só que o irlandês seguiu pelo mesmo caminho de Anderson Silva. Não se esforçou para finalizar, acabar com o combate quando poderia. E se arrependeria amargamente.

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Veio o segundo round. E aí prevaleceram os socos, os golpes de um lutador acostumado a lutar em uma categoria 11,3 quilos acima. As pancadas têm muito mais força. E os socos que recebe têm maior intensidade. O sangue que encharcava o rosto de Nate só impressionavam os ingênuos. Vinham de cortes superficiais. Logo McGregor estava cambaleando com os diretos e cruzados que recebia.

Desesperado, tentou se agarrar às pernas de Nate. Pediu para ser finalizado. O faixa preta Diaz se divertiu. E acabou com a farra do falastrão. E deu um choque de realidade para Dana. Mostrou que o UFC não é manipulado. Para o show, seria muito melhor a vitória do irlandês.

Foi como se os Fertitta tivessem quebrado a coluna. Acabou a possibilidade do confronto entre Conor e Lawler. Para sorte do europeu. Porque a chance de ser massacrado no primeiro round era absoluta.

Mas Dana tem mais ideias do que Don King jamais imaginou. E logo tratou de reinventar o card. Quer agora a luta entre Nate Diaz e Rob Lawler. Com a disputa do cinturão dos meio-médios.

Quer encaixar Conor também. Na categoria de onde nunca deveria ter saído. A sua, a de penas. Daí vem a disputa entre Frankie Edgar e Zé Aldo pelo confronto. Os dois querem a luta. Seria justo que o brasileiro fosse escolhido, levando em consideração seu histórico. Ficou dez anos invicto e com o título por quatro anos. Mas o perdeu em apenas 13 segundos para o irlandês.

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Frankie poderia ter outro combate muito interessante. Contra o agressivo Max Holloway, com suas oito vitórias seguidas. O vencedor teria o direito da disputa do cinturão, com quem vencesse entre Conor e Aldo.

Há ainda a esperança de um retorno de George Saint Pierre. O canadense não fez o sucesso que esperava no cinema. E está treinando sério para a volta.

Dana e os Fertitta não ficaram tristes com a vitória de Miesha Tate sobre Holly Holm. E há enorme possibilidade de uma revanche já em julho. E a vencedora se encontraria com Ronda Rousey no final do ano.

O UFC tem esse DNA. Sem o menor compromisso com a lógica ou justiça. O que interessa para Dana e os Fertitta é ganhar popularidade e dinheiro. E por isso escolhem as lutas que devem dar mais pay-per-view. O desprezo ao ranking, que eles mesmo criaram, continuará.

Pelo menos descobriram. Cono McGregor é um excelente lutador. Mas peso pena. Talvez até faça estragos nos leves. Nunca será meio-médio de sucesso. O irlandês aprendeu da pior maneira possível. Embolsou US$ 1 milhão, R$ 3,75 milhões.

Foi desmascarada a farsa de super-homem irlandês.

Acabou com um belo e fácil mata-leão de Nate Diaz...
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