12 A Juventus mostrou sua força. Não tomou conhecimento do Monaco. Graças a Daniel Alves, Higuain marcou os gols da vitória por 2 a 0. A decisão mais desejada da Champions, contra o Real Madrid, está desenhada...
Real Madrid e Juventus. A final mais esperada da Champions League está mais do que desenhada. Depois de Cristiano Ronaldo marcar três vezes ontem e, praticamente, despachar o Atlético de Madrid, hoje, Higuain se deleitou com a parceria com Daniel Alves. O brasileiro deu duas assistências espetaculares para o argentino. A primeira, maravilhosa, de calcanhar.

E o argentino não desperdiçou. O time italiano venceu o Monaco, em plena França, por 2 a 0. O time francês terá de vencer por 3 a 0 para chegar à final da Champions. Isso na equipe que não tomou um gol sequer no mata-mata da maior competição de clubes do planeta.

O futebol está reservando os melhores para Cardiff.

O mundo quer ver o grande duelo.

Entre o time do melhor atacante, Cristiano Ronaldo.

Contra o mais eficiente sistema defensivo, o da Juventus...

O que Massimiliano Allegri preparou foi algo interessante. E que surpreendeu, desnorteou Leonardo Jardim. Sem abrir mão de sua consistência defensiva, Allegri tratou de colocar seu time no 4-2-3-1. Soltou as amarrar de Daniel Alves. Em vez de lateral, jogou como ala, quase um ponta, como quando atuava no saudoso Barcelona de 2015. Do outro lado, o também brasileiro Alex Sandro tinha toda a licença para atacar.

Pelos lados do campo, o Monaco, atuando em casa, foi destruído.

Perdeu a chance maior de chegar à final da Champions.

Daniel Alves teve uma atuação sensacional. Misturou habilidade, antevisão de jogo, técnica e sangue frio. Graças ao seu talento, Higuain finalmente pôde dar um basta nas críticas. O argentino era apontado pela imprensa italiana como o ponto fraco do time nesta Champions, tantos os gols que ele teve a coragem de perder.

A compactação, a intensidade na marcação por parte da Juventus travou a frágil tentativa do Monaco de vencer a partida. Os franceses esperavam usar a força da torcida, o fato de atuar em casa para encurralar os italianos. Só que atacar e marcar gols na atual Juventus é uma das tarefas mais difíceis na Champions. O time só tomou dois gols. E ainda na fase de grupos, antes dos mata-mata.

Os italianos sem a bola dão uma lição de empenho.

Os espaços são preenchidos com eficiência geométrica. A concentração e o empenho de seus jogadores são invejáveis. Higuain, e Mandzukic se desdobram como coadjuvantes preciosos nas duas linhas de quatro arquitetada por Allegri. Só que, ao contrário do que fez Simeone ontem em Madrid, as linhas do time italiano se formam na sua parte do semicírculo central. Travando assim o talentoso, refinado, mas frágil, toque de bola do Monaco.

A Juventus teve o domínio do jogo do início ao fim do jogo. O time italiano teve uma atuação excelente. Jogava na França com a convicção de atuava na Itália. Incrível.

Um dos grande segredos, além da tática, está na força física dos jogadores de Allegri. Além de melhores distribuídos em campo, eles ganhavam todas divididas. Bolas pelo alto. E também se superavam nos piques de 30 metros.

E para dar tranquilidade, um dos melhores goleiros de todos os tempos, Buffon.

O Monaco ficou o tempo todo tentando forçar o jogo na sua grande revelação. Mbappé é mesmo um talento. Mas o atacante de 18 anos acabou travado pelo fortíssimo sistema defensivo italiano. Nas poucas vezes que conseguiu se antecipar em cruzamentos, Buffon mostrou sua segurança, sem espalhafato, apenas com a colocação perfeita de sempre.

A torcida pressionava para o Monaco atacar.

Era tudo o que Allegri esperava.

32 A Juventus mostrou sua força. Não tomou conhecimento do Monaco. Graças a Daniel Alves, Higuain marcou os gols da vitória por 2 a 0. A decisão mais desejada da Champions, contra o Real Madrid, está desenhada...

Nas costa de Sidibé, Daniel Alves fez o que quis. Para desespero do brasileiro Jemerson, que tentava cobrir o lateral esquerdo. Aos 28 minutos, em um lance mais do que treinado, Higuaín tocou em profundidade para Daniel Alves. Mal a bola chegou, um toque genial de calcanhar. O argentino, que só havia feito dois gols em toda fase de mata-mata da Champions, fuzilou Subasic. 1 a 0, Juventus.

Os cumprimentos mais efusivos de todo o time foram para Daniel Alves.

Mesmo perdendo, o Monaco não teve como reagir.

O time se perdia diante do excelente sistema italiano.

Foi assim durante todo o jogo.

A grande decepção na partida foi o português Bernardo Silva.

Seu talento sumiu nas trincheiras italianas.

O que já era ruim para os franceses, ficou insuportável.

O argentino Dybala deu ótimo passe para Daniel Alves.

O jogador que o Barcelona jogou fora serviu Higuaín.

O argentino não teve coragem de perder o gol.

2 a 0, Juventus, aos 13 minutos do segundo tempo.

33 A Juventus mostrou sua força. Não tomou conhecimento do Monaco. Graças a Daniel Alves, Higuain marcou os gols da vitória por 2 a 0. A decisão mais desejada da Champions, contra o Real Madrid, está desenhada...

A partir daí, o sangue frio.

O saber o que quer prevaleceu.

Os italianos tocaram bola, seguiram marcando forte.

E seguraram a excelente vantagem.

Sabe que caminham firme para a decisão da Champions.

Em Turim, só um milagre tirará o time da final.

Os franceses, cabisbaixos, admitiam que tudo parece perdido.

A chance de chegar à final seria conseguir vencer e bem em casa.

Mas perderam.

E por dois gols de diferença.

A decisão da Champions League 2016/2017 está mais do que desenhada.

Com toda a justiça deverá reunir Real Madrid e Juventus.

Antes, a rodada obrigatória dos jogos de volta.

Só milagres salvarão Atlético de Madrid e Monaco.

E milagres são cada vez mais raros neste mundo...
22 A Juventus mostrou sua força. Não tomou conhecimento do Monaco. Graças a Daniel Alves, Higuain marcou os gols da vitória por 2 a 0. A decisão mais desejada da Champions, contra o Real Madrid, está desenhada...

http://r7.com/m9hv