divulgacao7 A faixa caiu. O Terceiro Mundo venceu o Imperialismo da Nike. A camisa da Seleção Brasileira volta a ser a camisa da Seleção Brasileira...
Os comunistas do passado ficariam exultantes...

Comemorariam em praça pública.

O gigante do império norte-americano cedeu.

Diante do apelo dos brasileiros, terceiromundistas, a Nike pediu trégua.

E a partir de amanhã, a camisa da Seleção volta às origens.

Nada mais da inexplicável faixa verde no peito.

A modernidade perdeu diante do bom senso.

Com a ajudinha do péssimo futebol do time de Mano Menezes, a camisa com a faixa vai para o armário da história.

O que aconteceu foi a vitória da rejeição.

A Nike leva em consideração em primeiro lugar as vendas das camisas, o faturamento.

No mundo todo.

E as camisas da Seleção com o rabisco verde seguiram o futebol do time de Mano.

Foram mal.

Não emplacaram.

O sacrilégio não foi aceito.

Lógico que os números são sempre um segredo.

Mas em todas as partidas da Seleção em 2011 foi possível perceber nas arquibancadas.

E mesmo na rua, que o torcedor usava a tradicional, a inteira amarela.

Camisa que o Brasil usou nas suas cinco conquistas mundiais.

Com toda a pompa e circunstância, a multinacional lançará amanhã a camisa 'nova'.

Algumas alterações tecnológicas, cibernéticas...

Os estilistas mudaram a gola redonda para em V...

Mas o essencial estará lá.

Ela será amarela inteira.

Nos calções uma faixa para compensar a derrota.

Foi a pequena compensação que a Nike conseguiu.

Mas o resultado da guerra é claro, límpido.

Os ianques foram derrotados.

Neymar e Ganso mostrarão a vitória tupiniquim ao mundo.

O baixo clero da América do Sul pode vibrar.

Ler com paixão os Veias Abertas da América Latina.

O imperialismo perdeu uma.

Pelo menos uma.

Evoé...

divulgacao32 A faixa caiu. O Terceiro Mundo venceu o Imperialismo da Nike. A camisa da Seleção Brasileira volta a ser a camisa da Seleção Brasileira...

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