Posts de 15 de fevereiro de 2013

Juvenal Juvêncio aciona Andrés Sanches. E cobra o apoio dado ao prefeito Haddad. A área social do São Paulo virou um lamaçal coberto por escombros por causa de falta de obras da Prefeitura…

ae25 Juvenal Juvêncio aciona Andrés Sanches. E cobra o apoio dado ao prefeito Haddad. A área social do São Paulo virou um lamaçal coberto por escombros por causa de falta de obras da Prefeitura...
22 de outubro de 2012 foi um dia feliz.

Pelo menos para Fernando Haddad.

O então candidato à prefeitura de São Paulo não reclamou.

O ex-presidente corintiano Andrés Sanchez prometeu e cumpriu.

Filiado ao PT, ele levou pelas mãos Juvenal Juvêncio e Arnaldo Tirone.

Os dois deram publicamente apoio à Haddad.

O interesse de Tirone estava na liberação de algumas obras da Nova Arena.

Já Juvenal desejava apoio na reforma do Morumbi.

Os acordos ficaram amarrados.

Tudo estava caminhando lentamente.

Até mesmo os R$ 420 milhões em insenções do Itaquerão não foram liberados.

Apesar dos apelos de Sanchez e da direção corintiana.

Tudo estava indo lentamente até que chegou a chuva à capital paulista.

A tempestade de ontem correspondeu à metade do total de chuvas de fevereiro.

Foi um caos para a cidade.

E principalmente para o São Paulo.

Sua área social foi arrasada.

As águas represadas, não tinham para onde sair.

Invadiram o clube, que se transformou em uma espécie de canal.

Tudo virou um enorme lamaçal.

Principalmente a área das piscinas.

Uma calamidade.

Os escombros lembram um tsunami.

Com prejuízos enormes.

Serão quatro dias só para tentar contabilizar as perdas.

Isso se a chuva parar.

A área social está interditada.

Sem previsão de reabertura.

Para desespero dos sócios, em pleno verão.

spfc Juvenal Juvêncio aciona Andrés Sanches. E cobra o apoio dado ao prefeito Haddad. A área social do São Paulo virou um lamaçal coberto por escombros por causa de falta de obras da Prefeitura...

Mais do que explicável a revolta dos dirigentes.

Raiva direcionada a um alvo específico.

E não é São Pedro.

"A responsável é a Prefeitura, que tem obras anunciadas para a região e não as faz.

São quatro piscinões...

A canalização do córrego do Pirajuçara...

O prolongamento da avenida perimetral...

E as desapropriações que a Prefeitura está fugindo de fazer."

As palavras duras foram ditas pelo contido vice de futebol, João Paulo de Jesus Lopes.

Ele falou após o treino da manhã.

O mal estar da direção são paulina chegou ao seu presidente.

Juvenal foi muito cobrado pelo apoio a Haddad.

E o presidente são paulino já acionou seu interlocutor.

Quer que Andrés faça valer o apoio dado a Haddad.

Exige providências imediatas.

Até porque há uma certeza no Morumbi.

Se fosse no Parque São Jorge, a Prefeitura já teria agido.

Poucas vezes se viu Juvenal tão irritado.

Ele está arrasado com o estrago na sede social do São Paulo.

A cobrança já chegou até a Andrés.

Haddad precisa pagar a conta pelo apoio.

Ele veio na hora mais difícil.

Agora, é a vez de o São Paulo pedir ajuda...

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Depois dos fracassos em 2012, novas desculpas do técnico do Grêmio em 2013. Desta vez, diz que perdeu para o gramado. O clube vai até virar as costas para a nova arena de R$ 600 milhões por ele. Pode até custar a Libertadores, mas um dia Fábio Koff acordará…

ap Depois dos fracassos em 2012, novas desculpas do técnico do Grêmio em 2013. Desta vez, diz que perdeu para o gramado. O clube vai até virar as costas para a nova arena de R$ 600 milhões por ele. Pode até custar a Libertadores, mas um dia Fábio Koff acordará...
O gramado.

Foi ele que derrotou o Grêmio, não o Huachipato.

A solução será levar o time para o Olímpico.

Foi a desculpa mais esfarrapada.

Absurda, que só poderia vir de quem veio.

De quem acredita estar acima do bem e do mal.

E que não pode ser questionado.

A OAS e o Grêmio firmaram um acordo de R$ 600 milhões.

Construíram uma das mais belas e modernas arenas do País.

Fabio Koff ressurgiu para resgatar o tempo das grandes vitórias.

Do bicampeonato da Libertadores, do título mundial.

Atropelou Paulo Odone nas urnas.

Queria Felipão, mas o treinador foi para a Seleção.

Teve de se contentar com quem estava.

Mesmo sabendo ser o treinador cabo eleitoral de Odone.

O técnico tinha tanta certeza que poderia sair que posou para fotos com Patricia Amorim.

Quando estava no final do seu mandato para a presidência do Flamengo.

Mas como acontece nos últimos anos, tudo o que encosta murcha, perde o encanto, fracassa.

Odone e Patricia Amorim foram derrotados.

Koff resolveu seguir com ele mesmo assim.

Sabendo que o Grêmio não chegou nem à disputa do título gaúcho em 2012.

Que o time caiu diante do Palmeiras na Copa do Brasil.

Mesma equipe que seria rebaixada no Brasileiro.

Na Copa Sul-Americana, novo fracasso.

Desta vez diante do colombiano Millonarios.

Ficou longe do título do Brasileiro.

Veio a Libertadores, pura compensação para o time caríssimo.

Koff venceu e veio com o apoio de empresários importantes gaúchos.

Os reforços vieram como no tempo em que Luxemburgo fez o nome.

Como na Parmalat: pensou, contratou.

E ainda fazendo pose.

André Santos, Vargas, Barcos, Willian José, Dida, Adriano, Cris.

Para fazer companhia a Elano, Zé Roberto, Marcelo Moreno, Souza, Marco Antônio.

É um grande plantel.

A diretoria até mandou confeccionar novo uniforme.

Com tons dourados.

A apaixonada torcida gremista estava entusiasmada.

Resolveu esquecer o péssimo trabalho do treinador em 2012.

É a sina de quem o contrata nos últimos anos.

Ele vive de seu currículo brilhante da década de 90.

Seu último grande trabalho foi há dez anos, no Cruzeiro.

Ganhou ainda o Brasileiro com o Santos.

Foi para o Real Madrid e foi despachado em 11 meses.

Sem conhecimento da história do clube e sem falar corretamente o espanhol, não se impôs.

Perdeu a chance de se consagrar.

Lamenta até mais 2005 do que a sua demissão da Seleção em 2000.

Entrou em franca decadência.

O máximo que conquistou desde então foram fracos estaduais.

O brilho, o toque mágico, a estratégia surpreendente se foi.

Fora vexames como a saída do Flamengo, mandado embora por Ronaldinho Gaúcho.

Em São Paulo tem portas importantes fechadas.

São Paulo, Palmeiras, Santos.

No Rio, sua última passagem pelo Flamengo foi terrível.

Fluminense e Vasco não se querem o seu trabalho.

Em Minas, decepcionou atleticanos para não mais voltar.

O estrategista teve de mudar o foco e aceitou o Grêmio.

a36 Depois dos fracassos em 2012, novas desculpas do técnico do Grêmio em 2013. Desta vez, diz que perdeu para o gramado. O clube vai até virar as costas para a nova arena de R$ 600 milhões por ele. Pode até custar a Libertadores, mas um dia Fábio Koff acordará...

E Fabio Koff sabe melhor do que ninguém o sufoco que foi contra a LDU.

Seu time quase cai na pré-Libertadores.

Se classificou na cobrança de pênaltis.

O presidente aceitou as desculpas.

O técnico disse que seria melhor abrir mão do Gauchão, colocar só reservas.

E, lógico, que ele não se exporia.

Repassou a responsabilidade para Roger.

A metodologia de trabalho é contestada.

Por exemplo pelo Corinthians, campeão do mundo.

Tite coloca os seus titulares no decadente Paulista para ganhar ritmo.

E assim entrar forte na Libertadores.

Mas no Olímpico, não.

Os jogadores ficam resguardados.

Como seu treinador.

Apenas esperando a Libertadores.

E veio o jogo de ontem contra o Huachipato.

Em plena arena, péssimo futebol.

O gramado não explica a ridícula distribuição do time.

Os atletas gritavam pedindo entrosamento.

Que viria se disputassem juntos o Campeonato Gaúcho.

Sem saída, a acusação foi do gramado.

O time perdeu porque o gramado é ruim.

Fábio Koff aceitou outra vez a desculpa.

E está fazendo de tudo para jogar no Olímpico.

Local, onde o time principal não iria voltar.

Que na despedida fez torcedores irem às lágrimas.

Choraram à toa.

A derrota por 2 a 1 para os chilenos complica logo de cara a situação na Libertadores.

O próximo confronto será no Rio contra o Fluminense.

O Huachipato terá o fraco Caracas em casa.

Em duas rodadas, o Grêmio poderá ficar a seis pontos dos rivais.

Tem sido assim a aventura em Porto Alegre.

Com erros, decepções e nenhuma conquista pelo Grêmio.

Mas com muitos investimentos, compras de jogadores.

E desculpas, desculpas e mais desculpas.

Só que esta do gramado não convenceu ninguém.

Nem Fábio Koff.

Matreiro, ele não pode dizer o óbvio.

Que o Grêmio está jogando mal onde pisa.

E não só na nova arena.

Assim caminha o Grêmio, colecionando decepções.

Frustrando seus torcedores e dirigentes.

Estão conhecendo na prática um técnico que já foi o melhor do País.

Mas perdeu o brilho.

E se esconde atrás de desculpas.

Sejam elas quais forem.

O mundo é culpado, menos ele.

O mestre.

Gênio que nunca chegou nem perto de vencer uma Libertadores.

Isso em apenas 30 anos como técnico.

Não é por acaso que a imprensa chilena foi no ponto.

Chamou o Grêmio de gigante adormecido.

Foi o que se viu em campo.

Mais uma vez...

Isso acabará mudando.

Fábio Koff um dia vai acordar.

Pode ser que demore, mas despertará.

Pena que esse sono pode custar a Libertadores...

ae24 Depois dos fracassos em 2012, novas desculpas do técnico do Grêmio em 2013. Desta vez, diz que perdeu para o gramado. O clube vai até virar as costas para a nova arena de R$ 600 milhões por ele. Pode até custar a Libertadores, mas um dia Fábio Koff acordará...

Com Ronaldo magro, atlético, renasce no Parque São Jorge o velho sonho. O último jogo do Fenômeno atuando com os campeões mundiais no Pacaembu. Despedida digna, festiva e lucrativa para quem revolucionou o Corinthians…

a19 Com Ronaldo magro, atlético, renasce no Parque São Jorge o velho sonho. O último jogo do Fenômeno atuando com os campeões mundiais no Pacaembu. Despedida digna, festiva e lucrativa para quem revolucionou o Corinthians...

"Não tem cabimento a sua despedida ter sido em Ibagué.

Na derrota para o Tolima na Colômbia.

Ele merece um último jogo decente pelo Corinthians.

Pode estar explodindo de gordo, o quanto for.

Não sei quando e nem contra quem.

Mas esse jogo sai.

Eu garanto."

A promessa foi feita por Andrés Sanchez.

Falou a amigos quando viu Ronaldo chorando no adeus do Parque São Jorge.

O ex-presidente corintiano sabe.

Desde que chefiava a delegação brasileira na África do Sul, insistia.

Ronaldo teria uma grande despedida do Corinthians.

O dirigente sonhava até em renovação de contrato até 2012.

Mas o jogador só suportou atuar até fevereiro de 2011.

Sua despedida não foi nada do que deveria ser.

O clube deve a Ronaldo a reviravolta na sua história moderna.

Foi a chegada do jogador midiático que revolucionou o clube.

O modernizou.

Trouxe o maior patrocínio do Brasil.

Internacionalizou o nome Corinthians.

Fechou as feridas da queda para a Segunda Divisão.

Recuperou a autoestima do torcedor.

Chacoalhou a mídia.

Por tudo isso, Andrés não se conformava.

A saída do atacante foi pela porta dos fundos.

Pouca gente se lembra ou faz questão de lembrar.

Mas Ronaldo foi muito criticado, xingado pelos torcedores depois da eliminação da Libertadores.

A queixa era o seu peso descomunal para um jogador importante.

Atrapalhou demais o time de Tite nas partidas da pré-Libertadores.

O jogador ficou magoado demais.

Desabafou com Roberto Carlos depois da derrota para o Tolima.

O lateral também estava decepcionado por ser questionado pela torcida e pela mídia.

Ele decidiu ir embora do Parque São Jorge.

E Ronaldo antecipou ao amigo que abandonaria a carreira.

Na sua última entrevista como jogador do Corinthians chorou.

Sentia ingratidão por parte dos torcedores por sua ajuda ao Corinthians.

Andrés acalanta essa ideia de despedida há dois anos.

Já tentou até convencer Ronaldo logo depois de seu último jogo pela Seleção.

Mas o ex-atacante recusou.

Estava gordo demais.

Sua participação contra a Romênia no Pacaembu foi constrangedora.

Gordo demais, não conseguiu se movimentar.

Mesmo com a defesa europeia facilitando as coisas.

Ronaldo engordou ainda mais.

Preocupados, seus amigos até sugeriam a operação de redução de estômago.

Foi quando surgiu a ideia do quadro Medida Certa no Fantástico no ano passado.

Segundo a Folha, ele recebeu R$ 6 milhões para emagrecer.

Mais toda a mídia provocada por três meses aparecendo na tevê.

Inteligente, Ronaldo aproveitou para recuperar a sua imagem.

Estava muito desgastada e ligada a Ricardo Teixeira.

Ronaldo ganhou do ex-presidente da CBF o cargo de membro do Comitê Organizador Local da Copa.

Teixeira caiu e ele viu no programa para emagrecer uma ótima oportunidade.

Carismático, ganhou a simpatia de grande parte da população.

Se comparou ao "Zé Gotinha", quando se viu de sunga e touca de natação.

reproducao Com Ronaldo magro, atlético, renasce no Parque São Jorge o velho sonho. O último jogo do Fenômeno atuando com os campeões mundiais no Pacaembu. Despedida digna, festiva e lucrativa para quem revolucionou o Corinthians...

Os brasileiros ficaram solidários e espantados com os mais de 20 quilos que perdeu.

Além dos exercícios e regime, Ronaldo não é mais jogador.

Estava livre para tomar qualquer remédio que pudesse acelerar o processo.

Não precisaria passar por antidoping.

Ele pegou gosto pelos exercícios.

Tem corrido constantemente.

Além de jogar tênis e golfe.

Está vaidoso ao lado de sua namorada nova.

Tem controlado os excessos com a bebida.

Desde os tempos de Espanha é um apaixonado por vinho.

E também por cigarro e charutos.

Bebeu e fumou muito no final de carreira.

A prova que tudo mudou está nas fotos que tem postado na Internet.

Ronaldo se mostra orgulhoso do fim da enorme barriga.

Diante de tudo isso, amigos de Andrés Sanchez têm insistido.

Pedido ao ex-presidente que organize uma despedida para Ronaldo.

Agora ele teria condições de jogar sem dar vexame.

Fazer uma partida pelo campeão mundial.

Com 36 anos e fôlego, seria bem diferente de Brasil e Romênia.

Além do lado emocional, há o financeiro.

O adeus a Ronaldo no Pacaembu seria a certeza de uma grande arrecadação.

E ainda mais dinheiro com transmissão.

Além do envolvimento da Nike, patrocinadora do jogador e do clube.

Haveria a certeza que mais uma vez o planeta prestaria atenção no Corinthians.

A ideia começa a criar forma no Parque São Jorge.

Conselheiros garantem que o adversário ideal seria o Real Madrid, ex-clube de Ronaldo.

E com quem ainda tem uma grande relação com dirigentes.

Tudo está embrionário.

Mas muito mais factível.

Por causa da forma física de Ronaldo.

Andrés Sanches poderá cumprir a sua palavra.

Tirar Ibagué e o Tolima da biografia de ex-atacante.

Fazer com que sua despedida seja festiva.

Recebendo palmas, não palavrões.

E além de tudo, que consiga repetir o que mais fez.

Animar os torcedores.

Levar holofotes, dinheiro e autoestima ao Corinthians.

Ronaldo merece o adeus digno do clube que revolucionou...

(A despedida deverá ser especial.

Que até o amado Pacaembu ficará para trás.

A intenção é fazê-la no Itaquerão.

Especial para os torcedores corintianos.

O desejo agora é que Ronaldo pare de emagrecer.

Para que não vire um faquir...

Quando o estádio estiver pronto...)

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