Posts de 5 de fevereiro de 2013

Valdivia. A pior relação custo/benefício do futebol brasileiro. Não enfrenta o Corinthians e está fora da estreia na Libertadores. O chileno é caríssimo e ausente. Em 2012 foram 35 partidas e apenas três gols. Esse é o maior ídolo do Palmeiras…

a5 Valdivia. A pior relação custo/benefício do futebol brasileiro. Não enfrenta o Corinthians e está fora da estreia na Libertadores. O chileno é caríssimo e ausente. Em 2012 foram 35 partidas e apenas três gols. Esse é o maior ídolo do Palmeiras...
Desta vez foi fatalidade.

Valdivia teria recebido uma pancada na partida contra o XV.

E resultou em uma lesão na coxa esquerda.

Resultado, pelo menos 15 dias fora.

Não atuará contra o Atlético de Sorocaba e Mogi Mirim.

Essas partidas não interessavam para os conselheiros.

Eles estão revoltados que perderá jogos fundamentais.

Contra o campeão do mundo Corinthians.

E não estará na estreia da Libertadores contra o Sporting Cristal.

O clima é de imenso descontentamento com o meia.

No time sem dinheiro, ele é o maior ídolo.

Jogador com maior salário, cerca de R$ 500 mil.

O seu contrato até 2015 que espantou Riquelme.

Ou era um ou outro, pensou Brunoro e Paulo Nobre.

E mais uma vez, ele está fora de combate.

O chileno completará 30 anos em outubro.

Faltou a reapresentação.

Nem deu satisfação.

Mostrou fotos de um treinamento que fez no Chile.

O ex-gerente de futebol César Sampaio garantiu.

O ex-presidente Arnaldo Tirone jurou.

Ele seria multado.

Não foi, garantem membros do Comitê de Orientação Fiscal.

Valdivia não tem bom ambiente com os companheiros.

No ano passado discutiu com Marcos Assunção.

Um dos motivos foi a sua falta de envolvimento na luta contra o rebaixamento.

Ele estava contundido, mas poderia andar.

Só que não fez questão de estar com o grupo nos jogos decisivos.

Aos poucos, a idolatria de Valdivia está indo para o ralo.

Nas redes sociais, os torcedores desabafaram.

O tom foi o mesmo.

Mais uma vez criticaram o fato dele deixar o Palmeiras na mão.

Valdivia vai se tornando uma figura sem crédito.

Um jogador habilidoso, inteligente, mas ausente.

E cada vez menos importante.

Marcou um gol contra o fraquíssimo São Bernardo na semana passada.

Ele estava há exatos 210 dias sem marcar.

Não fez um gol sequer no Brasileiro que o Palmeiras foi rebaixado.

Também não marcou no Paulista de 2012.

Fez gols importantes apenas na Copa do Brasil.

Mas os números do ano passado dão assustadores.

Disputou apenas 35 partidas e fez três gols.

Isso é muito grave.

O mercado europeu já se fechou para ele há muito tempo.

Não houve confirmação do interesse árabe.

Só o Colo Colo o queria por empréstimo.

Com o Palmeiras pagando parte dos salários.

O clube comprometeu mais de R$ 15 milhões com seu retorno.

Pediu até para o empresário Osório Furlan Junior.

Ele investiu 36% ou 2,2 milhões de euros, cerca de R$ 5,9 milhões no seu retorno.

Osório já desabafou.

Se arrepende amargamente.

"É um investimento perdido.

Quando quis jogar, ele ajudou na Copa do Brasil, mas estava para ser vendido.

Para ver como é a índole dele", desabafou.

Os dois se detestam.

Valdivia voltou em 2010 para o Palmeiras.

O ex-presidente Belluzzo pensou mais como torcedor do que como dirigente.

Comprometeu R$ 15 milhões do clube.

E o amarrou ao meia chileno até 2015.

A Seleção Chilena parou de apostar nele.

Foi afastado por indisciplina, acusado de haver chegado bêbado à concentração.

Gilson Kleina jamais o colocou como indispensável.

Muito pelo contrário.

Acontece que não há interessados.

O salário do jogador, a idade, e o histórico assustam.

Paulo Nobre já espalhava no clube que tinha recuperado o meia.

Tinha conversado com ele e o deixado animado.

Mais uma vez o mesmo script.

Assim como fez com Belluzzo e Tirone.

Prometeu a Tirone que seria o grande líder do time.

Se machucou no início do Paulista.

E hoje veio a confirmação de mais um afastamento por contusão.

A relação é clara, nítida.

Quanto mais o Palmeiras precisa de Valdivia, menos o tem.

Mas o paga religiosamente em dia.

Essa tem sido a situação desde 2010.

Quando Belluzzo apostou no passado.

E fez com certeza a contratação de pior custo/benefício do Brasil.

Lá vai o Palmeiras contra o Corinthians e na estreia da Libertadores sem Valdivia.

É uma caríssima rotina...

Corinthians aposta no fracasso de Dedé. O clima para o zagueiro já está muito ruim. Novas falhas contra o Fluminense no sábado podem deixar ainda tudo mais fácil. E Tite ter o último jogador que deseja para a Libertadores…

ae6 Corinthians aposta no fracasso de Dedé. O clima para o zagueiro já está muito ruim. Novas falhas contra o Fluminense no sábado podem deixar ainda tudo mais fácil. E Tite ter o último jogador que deseja para a Libertadores...
O mundo dos negócios é cruel.

Ainda mais no futebol.

Ainda mais quando envolve um salto no salário.

Pular de R$ 240 mil para R$ 400 mil.

E o status de jogar no melhor elenco do País.

Campeão da Libertadores e do Mundo.

Ter holofotes muito maiores com competições mais importantes.

Ver as chances de voltar à Seleção e à Copa aumentarem.

Além de tudo isso, o que deveria ser obrigatório.

A certeza de que o salário será pago em dia.

Tudo isso está perturbando, Anderson Vital da Silva.

Dedé não é o mesmo em São Januário.

Desde que começou o assédio corintiano.

As sondagens começaram de forma discreta.

Assim que o Corinthians venceu a Libertadores.

E foram aumentando com a aproximação do final do ano.

Ao mesmo tempo em que as coisas foram piorando no Vasco.

Os salários atrasaram, assim como o direito de imagem.

O clima ficou insustentável.

Juninho Pernambucano e Felipe, ídolos do time preferiram partir.

Dedé também estava muito disposto a ir embora.

Suas conversas com representantes corintianos o animavam.

Quando pediu sua liberação a Roberto Dinamite, ouviu que não seria vendido.

O dirigente aumentou seu salário atrasado de R$ 130 mil para R$ 250 mil.

E garantiu que receberia em dia.

Isso não impediu o assédio corintiano.

Ele está fortíssimo.

Ainda mais depois da saída de Wallace e da operação de Chicão.

Na semana passada, o clube ofereceu R$ 21 milhões pelo jogador.

A diretoria vascaína havia dado o aumento ao zagueiro, mas colocado sua multa em R$ 70 milhões.

Não quis vendê-lo.

Dedé é fatiado.

45% dos seus direitos pertencem ao Vasco.

45% são do grupo DIS.

E os outros 10% são do grupo Ability.

A diretoria vascaína acredita que consegue oferta maior.

Algo perto de R$ 27 milhões.

Por menos, prefere esperar o meio do ano.

E aí sim despachá-lo para a Europa.

Neste jogo de blefes, o Corinthians diz ter oferecido seu máximo.

Pagou as primeiras parcelas de Pato, Gil e Renato Augusto.

Gastou R$ 23 milhões.

Por isso se recusa a pagar mais do que os R$ 21 milhões oferecidos.

Só que a proposta ao jogador continua valendo: R$ 400 mil.

Dedé quer sair.

Viu o fraco time que o Vasco montou.

Seu sorriso sumiu, anda irritadiço.

A não convocação para a Seleção foi um golpe fortíssimo.

Luiz Felipe Scolari deu uma enorme contribuição para o jogador querer sair do Vasco.

O reflexo por tudo isso mexeu com o futebol do zagueiro de 24 anos.

Não parece nem sombra do melhor defensor atuando no Brasil.

Nervoso em campo, tem falhado seguidamente.

A defesa vascaína é a segunda pior defesa do fraco Carioca.

Tomou nove gols em cinco partidas.

Dedé falhou feio na goleada para o Flamengo por 4 a 2.

E no último jogo, na derrota para o Bangu por 1 a 0.

Torcedores vascaínos já começaram a xingá-lo.

A cúpula corintiana não admite publicamente.

Mas está adorando esse clima ruim para o jogador.

Facilita sim a sua contratação, acreditam os empresários.

Roberto Dinamite começa a ser pressionado por seus conselheiros.

Ele promete não ceder.

Mesmo se Dedé voltar a pedir para sair.

Para colocar mais lenha na situação, os corintianos projetam nova proposta.

Acreditam estar mais fácil a contratação.

O momento seria agora.

Seria o último jogador que Tite deseja para fechar o elenco para a Libertadores.

O clima em relação ao zagueiro nunca esteve tão otimista no Parque São Jorge.

As falhas de Dedé animam o Corinthians.

Muita gente por lá vai assistir ao clássico entre Vasco e Fluminense.

Em pleno sábado de Carnaval, a fantasia será a camisa tricolo.

Nunca a torcida pelos gols de Fred será tão grande no Tatuapé.

O mundo dos negócios é cruel...

Marin joga com as palavras. Diz que antecipou Felipão para manter o foco de Tite no Mundial. Foi o contrário. Com o Corinthians campeão, a pressão seria insuportável para que outro técnico de Andrés assumisse o Brasil. O presidente da CBF foi maquiavélico…

cbf Marin joga com as palavras. Diz que antecipou Felipão para manter o foco de Tite no Mundial. Foi o contrário. Com o Corinthians campeão, a pressão seria insuportável para que outro técnico de Andrés assumisse o Brasil. O presidente da CBF foi maquiavélico...
José Maria Marin é um político na sua essência.

Aprendeu com Paulo Maluf a jogar com as palavras.

Inverter situações, sem o menor constrangimento.

E ele mostrou isso com maestria ontem.

Quando pela primeira vez revelou porque antecipou o nome de Felipão.

O presidente da CBF disse que não esperou por janeiro deste ano.

Como havia prometido ao demitir Mano Menezes.

Marin disse ao Sportv que o motivo foi o Corinthians.

Ele não queria ser acusado de atrapalhar o time no Mundial.

"Se o Tite perdesse o Mundial falariam que o Marin tirou o foco de Tite."

Foi essa a sua desculpa ao antecipar a chamada de Felipão.

Mas no Parque São Jorge, a certeza é outra.

Pessoas ligadas a Andrés Sanchez garantem.

Ele antecipou a chamada exatamente pelo contrário.

Ou seja, não haveria como não chamar Tite com o título mundial.

O treinador conseguiu conquistas seguidas incontestáveis.

Venceu o Brasileiro de 2011.

E foi campeão da Libertadores da América e o Mundial de 2012.

A pressão da mídia e da população seria imensa.

Marin não queria ninguém ligado a Andrés na CBF.

Por isso extirpou sem dó Mano do cargo.

Ele havia escolhido Felipão ainda quando trabalhava no Palmeiras.

Esperto, sabia se deixasse para depois da disputa no Japão as comparações seriam evidentes.

Como escolher um treinador que havia acabado de sair de um clube rebaixado?

E preterir aquele que havia sido campeão do mundo?

Marin e Marco Polo del Nero anteciparam a escolha para não correr o risco.

Cortaram o mal pela raiz.

Quem perdeu com a antecipação foi só Tite.

Os inimigos de Marin que comandam o clube até que gostaram.

O treinador corintiano manteve mesmo o seu foco no Mundial.

Trabalhou até com mais empenho, mais raiva.

Ele sabe que foi injustiçado, mas não tornará pública a sua indignação.

Se Tite fosse chamado, Mano Menezes assumiria o Corinthians.

Isso já estava certo entre Andrés e Gobbi.

Marin aproveitou a entrevista de ontem para garantir Felipão.

Ele tem o direito de perder a Copa das Confederações.

Está liberado pelo chefe.

Para o dirigente, a competição serve de teste para os jogadores.

Não para o treinador.

Vai com ele até a Copa do Mundo de 2014.

A relação entre os dois é realmente excelente.

Felipão perdeu a rebeldia que tinha em 2002.

Ele está muito mais afável com o presidente da CBF.

Até porque Marin não tenta influenciar tanto nas convocações quando Ricardo Teixeira.

Os dois concordavam com nova chance a Ronaldinho.

E a Júlio César, as duas maiores polêmicas do jogo de estreia, amanhã contra a Inglaterra.

O presidente da CBF usou também a retórica para se livrar de Guardiola.

Ele disse que quem comanda os espanhóis é Vicente del Bosque.

E se eles o preferem a Guardiola, o catalão não serviria para o Brasil.

Jogo de palavras novamente.

Mera retórica que Marin decorou e expôs sem contestação ontem.

Ele sabe que o ex-treinador do Barcelona é homem de difícil trato.

Nacionalista e um dos maiores defensores da ditadura militar, Marin não se dobraria jamais.

Dar a Seleção na Copa dentro do Brasil a um estrangeiro.

Jamais.

E o presidente ainda fez uma 'revelação'.

Disse que foi Ricardo Teixeira quem se antecipou.

E se desligou da CBF no dia 31 de janeiro.

Abandonou o cargo de consultor.

Abriu mão dos R$ 130 mil mensais.

Não quis mais receber o dinheiro nos Estados Unidos.

Depois de um ano, se cansou.

Foi apenas coincidência, Teixeira parar de ganhar quando Juvenal Juvêncio protestou.

O presidente do São Paulo estava disposto a romper com Marin por causa dessa situação.

E se aproximava de Andrés Sanchez para formar a oposição na próxima eleição da CBF.

Coincidiu.

Assim caminha o comando do futebol brasileiro.

Repleto de coincidências e retórica vazia.

Por isso Tite, atual campeão do Mundo, não comanda a Seleção.

E Guardiola nunca teve a mínima chance.

Com Marin, o Brasi é dos brasileiros.

Ame-o ou deixe-o...

agenciacorinthians Marin joga com as palavras. Diz que antecipou Felipão para manter o foco de Tite no Mundial. Foi o contrário. Com o Corinthians campeão, a pressão seria insuportável para que outro técnico de Andrés assumisse o Brasil. O presidente da CBF foi maquiavélico...