Posts de 1 de janeiro de 2013

Lucas comete o mesmo estúpido erro de Robinho. Prometer ser o número um do mundo. É a pior das armadilhas para um jogador brasileiro chegando na Europa. Wagner Ribeiro já deveria ter aprendido…

reproducaocaras Lucas comete o mesmo estúpido erro de Robinho. Prometer ser o número um do mundo. É a pior das armadilhas para um jogador brasileiro chegando na Europa. Wagner Ribeiro já deveria ter aprendido...
"Não tenho medo da pressão, jogador de futebol vive disso.

Vim aqui para fazer o meu melhor.

Vou jogar contra grandes times e grandes jogadores.

Farei de tudo para alcançar o objetivo de ser o número um."

Pronto, Lucas caiu na mais estúpida das armadilhas.

Para que servem assessores de imprensa, agentes?

A frase que o jogador de 20 anos não poderia falar, falou.

Repete exatamente a mesma história de Robinho.

O jogador tinha 21 anos quando saiu brigado do Santos.

Era considerado em 2004 como o melhor do Brasil.

Viu o Manchester United, Chelsea, Bayern de Munique e Milan brigarem por ele.

No final, ele e seu empresário Wagner Ribeiro escolheram o Real Madrid.

A primeira declaração de Robinho ao fechar com os espanhóis foi essa mesma.

"Eu quero ser o melhor jogador do mundo, o número um."

Havia uma panela no clube comandada por Raúl.

O elenco estava bem entrosado.

A declaração de Robinho foi encarada como uma provocação.

Como se fosse usar o clube merengue.

E se achasse melhor do que todos que jogavam pelo Real.

Tudo o que conseguiu foi se queimar.

Ser isolado pelo elenco.

Só as pessoas mais próximas do brasileiro sabem o que ele sofreu.

E descontava a raiva na direção do clube que o cobrava.

A situação ficou insuportável.

Sua carreira acabou terrivelmente prejudicada pela declaração.

A imprensa espanhola comprou a versão dos demais jogadores do Real.

E dos dirigentes.

Robinho acabou rotulado como individualista, sem espírito de grupo.

Sonhava em ir para o Barcelona.

Lógico que seu caminho foi travado.

Depois, acertou tudo com o Chelsea de Luiz Felipe Scolari.

Mas a direção do Real ao perceber a sua felicidade, impediu o negócio.

Ele teve de engolir o Manchester City.

Irritado, descontou em Wagner Ribeiro.

E os dois romperam definitivamente.

No clube inglês não fez o menor esforço para se adaptar.

Acabou sendo emprestado para o Santos.

E de lá, vendido ao Milan.

Com desempenhos irregulares, decepcionou os italianos.

Eles o querem empurrar de volta para o futebol brasileiro.

O Flamengo já desistiu.

Mas o Santos, o Atlético Mineiro e o Grêmio negociam.

Em sete anos, Robinho deverá estar de volta.

Nestes anos de Europa ninguém pensou em apontá-lo como um dos melhores do mundo.

Quanto mais o número um, o melhor.

Robinho pagou feio pela boca.

Agora, Lucas comete o mesmo desatino.

No PSG, Ibrahimovic é o intocável no time francês.

O sueco representa o que Raúl significava ao Real em 2004.

Ele foi comprado por cerca de 20 milhões de euros ao Milan.

Cerca de R$ 54 milhões.

Seu ego é imenso.

Ele ficou que queixo caído com a compra de Lucas.

O brasileiro custou 43 milhões de euros.

Aproximadamente R$ 116 milhões.

Ou seja, o dobro de Ibrahimovic.

Ele não deixou por menos ao saber da transação.

"Sei que ele foi muito caro.

Não conheço muito bem, sei que ele está vindo em janeiro.

Se custou tanto assim é porque é bom."

Fez questão de falar em tom provocador para a imprensa francesa.

Estava demarcando território.

Lucas teria de provar que vale o dobro do melhor jogador do PSG.

Teria, porque agora se impôs o pior dos desafios.

O de mostrar ter condições de ser o melhor do mundo.

A cobrança da imprensa europeia acompanhará a promessa.

Será sempre ferrenha.

Assim como o dos próprios companheiros.

Capitaneados pelo egocêntrico Ibrahimovic.

Entre Robinho e Lucas existe um mesmo fator que os une.

Wagner Ribeiro.

O empresário precisa diminuir essa mania de grandeza de seus atletas.

Essa obsessão de querer impressionar imprensa e dirigentes é suicida.

E completamente desnecessária.

O Paris Saint-Germain enfrentou Manchester United, Juventus e Real Madrid.

Pagou R$ 118 milhões.

Já credencia Lucas como um dos melhores do mundo.

Não precisa falar, se elogiar.

Colocar o maior dos obstáculos pela frente.

É muita arrogância colocar como meta ser o mais talentoso do planeta.

É algo que se consegue jogando e não falando.

Basta analisar a trajetória de Messi, por exemplo.

Uma pena.

A história se repete.

Outro jogador de Wagner Ribeiro é comprado a peso de ouro.

Outra vez promete ser o melhor do mundo.

Pode ser interpretado como alguém disposto a usar o clube como trampolim.

E que se considera melhor do que todos no elenco.

O exagero tem tudo para custar caro.

Quem conhece Lucas de perto sabe que ele não é arrogante.

A frase foi encomendada na entrevista.

Dada para chocar.

Mas é um tiro no pé.

Resta apenas aos jornalistas franceses cruzarem os braços e esperar.

E a Ibrahimovic cobrar o brasileiro em todas as partidas.

Se Lucas não tiver desempenho de melhor do mundo, vai se arrepender.

Isso só mostra que dinheiro não significa nada.

Ainda falta visão a quem cerca os grandes jogadores brasileiros.

Sobra ganância.

Neymar deverá ir para o Barcelona em 2014.

Adivinha quem é o seu empresário?

Wagner Ribeiro.

Que o jogador santista não siga pelo mesmo caminho.

A cobrança é terrível.

Qualquer dúvida, pergunte ao parceiro Robinho.

O atacante circula pelo Brasil esperando um clube que o contrate.

Ele mesmo.

Aquele que iria ser o melhor do mundo em 2004...

(Para quem não viu nada demais na declaração de Lucas.

A resposta de Ibrahimovic.

"Ele não vai precisar de mim para se adaptar.

Tem todas as qualidades para jogar e ganhar na Europa."

A cobrança já começou.)

ae32 Lucas comete o mesmo estúpido erro de Robinho. Prometer ser o número um do mundo. É a pior das armadilhas para um jogador brasileiro chegando na Europa. Wagner Ribeiro já deveria ter aprendido...

Na festa de Haddad, vitória de Andrés. Chegou a hora de o prefeito cuidar dos R$ 490 milhões do Itaquerão, dos alvarás do novo Palestra Itália e da cobertura do Morumbi. Acordo é acordo…

ae1 Na festa de Haddad, vitória de Andrés. Chegou a hora de o prefeito cuidar dos R$ 490 milhões do Itaquerão, dos alvarás do novo Palestra Itália e da cobertura do Morumbi. Acordo é acordo…

1º de janeiro de 2013.

Primeiro dia do novo ano.

Dia de fé, esperança, resoluções.

E posse dos prefeitos no Brasil.

Fernando Haddad receberá a cidade de Gilberto Kassab.

Seu mentor Lula estará na posse.

Andrés Sanchez também está entre os 1.500 convidados.

Mas nem precisa estar presente.

Seu nome será um dos mais citados.

Graças a um acordo que amarrou com muita perspicácia.

Chegou a hora da cobrança para o novo prefeito.

Haddad sabe que tem um problema de R$ 490 milhões nas mãos.

De nome Itaquerão.

São R$ 420 milhões de incentivos fiscais.

E mais R$ 70 milhões de estruturas provisórias em torno do estádio.

O governador Geraldo Alckmin havia prometido não dar o dinheiro.

Depois disse que daria.

Por pressão política voltou atrás e no final do ano passado disse não novamente.

Cabe à prefeitura pagar a conta.

Haddad também terá de ajudar em entraves da nova arena do Palmeiras.

A construtora WTorre fez várias alterações no projeto original.

E cada uma delas necessita de um novo alvará.

Enfrentou a lentidão de Kassab que não queria o conflito.

Passou o entrave burocrático para o novo prefeito.

Tirone até virou as costas para o palmeirense Serra pelo acordo.

Juvenal Juvêncio também espera ação do petista.

Quer a liberação completa da cobertura do Morumbi.

Além do envolvimento oficial da prefeitura em relação ao CT de Cotia.

E do seu apoio para os monotrilhos até o estádio.

Quando perdeu o direito de sediar a abertura da Copa...

Os monotrilhos até o Morumbi deixaram de ser prioritários.

Deseja que Haddad torne questão de honra o seu uso na Copa do Mundo.

O prefeito deve esses favores aos clubes paulistanos.

Andrés Sanchez conseguiu o começou a apoiar quando estava desacreditado.

Mal tinha 3% da intenção de votos dos paulistanos.

Andrés se envolveu na candidatura a mando de Lula, seu grande amigo.

O ex-presidente da Nação sabia da importância do futebol na eleição paulistana.

Itaquerão, novo Palestra Itália e a cobertura do Morumbi.

Eram as iscas perfeitas para corintianos, palmeirenses e são-paulinos.

Não por acaso que Andrés levou Tirone e Juvenal para o apoio público a Haddad.

Foi o seu grande ato político.

Levou o apoio explícito dos rivais à candidatura.

As fotos ganharam portais, jornais.

Virou assunto para a tevê, rádio.

Foi um apoio importantíssimo.

Todavia ninguém dá a imagem de graça em uma eleição tão importante.

E agora chegou a hora da cobrança.

Será o ex-presidente corintiano que será o cobrador.

O fará porque desfruta de total intimidade com Haddad.

Tem as portas escancaradas na prefeitura.

Andrés só não virou secretário municipal de Esporte porque não quis.

Sua prioridade é outra.

O envolvimento com o Itaquerão.

Com a demissão do cargo de diretor de seleções, ele quer os holofotes do estádio.

Mostrar como uma obra sua.

Esvaziou o vice do Corinthians, Luiz Paulo Rosenberg, com esse intuito.

Deseja ficar na história como o 'pai do estádio'.

E realmente é.

O Itaquerão de 1 bilhão não existiria sem sua aliança com Lula.

E com Ricardo Teixeira.

Depois de cem anos, o Corinthians ganhou um estádio graças a Andrés.

E ele quer usá-lo como símbolo de poder.

O objetivo é atrair presidentes de clubes e federações.

Os quer do seu lado em uma dura batalha.

Destronar Marin e Marco Polo na eleição da CBF, em maio de 2014.

Astuto, Andrés se organiza até para se perder o pleito.

Usar a mesma estratégia que seguiu no Clube dos 13.

Quando perdeu uma eleição importantíssima.

A que decidiu a maneira como seriam vendidos os direitos de transmissão.

Não teve dúvidas na derrota.

Apelou para o plano B.

Convenceu os outros presidentes de clubes a abandonar o Clube dos 13.

Conseguiu implodir a entidade.

Quer fazer o mesmo, se perder a eleição para a CBF.

Confirmada a vitória de Marin e Marco Polo, anuncia outro plano B.

A formação de uma liga dos maiores clubes do futebol brasileiro.

E implodir também a CBF.

Marin e Marco Polo já estão sabendo dessa estratégia.

E começam a se preparar para a guerra.

Neste primeiro dia de 2013, o movimento é de Andrés.

Hora de Haddad cumprir sua promessa.

Garantir os R$ 490 milhões ao Itaquerão.

Até porque a Odebrecht teve de pedir dinheiro emprestado.

E exige o dinheiro para concluir o estádio da abertura da Copa.

O prefeito precisará assegurar os novos alvarás para a WTorre.

Garantir todo o auxílio municipal à cobertura do Morumbi.

Mas o acerto de contas não pode ser explícito.

Caberá ao secretário Celso Jatene anunciar as soluções dos problemas.

Homem do PTB, assumiu o cargo como um acordo político do PT.

As cúpulas corintiana, palmeirense e são-paulina estão tranquilas.

Andrés assegurou que Haddad é um homem de palavra.

E os dirigentes dos clubes não se arrependerão do apoio dado.

Chegou apenas a hora da cobrança.

Enquanto o acerto está sendo amarrado, há uma certeza.

Além do Itaquerão, esse acordo político foi grande vitória de Andrés.

Além do Corinthians, Palmeiras e São Paulo deverão muito a ele.

E Sanchez vai cobrar na hora certa.

Em abril de 2014.

Feliz Ano-novo...

ae3 Na festa de Haddad, vitória de Andrés. Chegou a hora de o prefeito cuidar dos R$ 490 milhões do Itaquerão, dos alvarás do novo Palestra Itália e da cobertura do Morumbi. Acordo é acordo…