Posts de 29 de dezembro de 2012

A melhor notícia dos últimos dois anos para o Palmeiras. Arnaldo Tirone não será candidato à reeleição. Já fez estragos suficientes em um só mandato. Sua herança maldita: clube na Segunda Divisão, endividado, sem rumo e querendo se livrar da Libertadores…

a15 A melhor notícia dos últimos dois anos para o Palmeiras. Arnaldo Tirone não será candidato à reeleição. Já fez estragos suficientes em um só mandato. Sua herança maldita: clube na Segunda Divisão, endividado, sem rumo e querendo se livrar da Libertadores...
O clima é festivo no Palestra Itália.

Foi a melhor notícia do ano.

Mais importante até do que a conquista da Copa do Brasil.

O Palmeiras está livre de Arnaldo Tirone.

Ele percebeu o óbvio.

Que seria massacrado na eleição de 21 de janeiro.

Perderia até se a disputasse com Zé do Caixão.

Tirone resolveu admitir hoje que está fora da disputa.

Ele entra na história.

Como um dos piores presidentes da história do Palmeiras.

Foram dois anos desastrosos.

Deixa o time na Segunda Divisão do Brasileiro.

Endividado.

Com antecipações de transmissão de televisão.

Com empréstimos para pagar o salário dos funcionários e jogadores em dezembro.

Ou seja, comprometeu a nova administração que assumirá no seu lugar.

O próximo presidente sabe que as dívidas ultrapassam R$ 210 milhões.

E terá logo de cara R$ 80 milhões para pagar.

A situação é mais do que constrangedora.

Arnaldo Tirone leva o nome do pai.

Ele sim um grande dirigente palmeirense.

Foi graças ao sobrenome e várias alianças que chegou ao poder.

No final de mandato, ele foi abandonado por grande parte dos aliados.

Isolado, sua situação era patética.

O último ato foi aceitar calado a imposição do Conselho Deliberativo.

Os conselheiros impediram que contratações fossem feitas sem a viabilidade.

Deram um basta nos gastos sem possibilidade de pagamento.

Na falta de responsabilidade administrativa.

Tirone foi uma enorme decepção.

A condução do futebol foi caótica.

Herdou Luiz Felipe Scolari de Belluzzo.

E o usou de escudo da cobrança da torcida.

Só que a situação era uma ópera bufa.

O vice presidente Frizzo detestava Felipão.

Queria um treinador que controlasse.

Sonhava com Paulo César Carpegiani, Dorival Júnior, com quem fosse.

Menos Felipão.

A guerra declarada entre os dois sabotou o Palmeiras.

E Tirone, nada fez.

Queria ficar bem com os dois.

Ainda bancou o salário mais caro da América Latina a um técnico.

Treinador que foi responsável pelo caminho para a Segunda Divisão.

Pensou mais em si na busca pela Copa do Brasil do que no Palmeiras.

O presidente não exergou.

Faltou coragem para enfrentar Valdivia.

O jogador de maior salário não se mostrava comprometido com o time.

Outro vexame histórico aconteceu na contratação de Wesley.

Tirone aceitou a bizarra ideia de pedir dinheiro para os torcedores.

Queria R$ 21,4 milhões.

Mal conseguiu R$ 800 mil.

A sua vaquinha virou motivo de piadas.

Tirone teve de se virar para arrumar dinheiro emprestado.

E confirmar a contratação do jogador por um preço absurdo.

O dirigente conseguiu unir todas as alas contra ele.

Governar ficou inviável.

Mas ele parecia não se abalar.

Logo depois do rebaixamento, foi fotografado tomando sol no Rio de Janeiro.

Outro exemplo absurdo de sua administração.

O contrato com a Kia.

Foi anunciado com pompa e circunstância.

Acabou 'vazada' a informação que chegaria a R$ 25 milhões.

O maior do Brasil.

Mas na receita do conselho, a verdade.

R$ 17 milhões.

Foram vexames em cima de vexames.

Foi divulgada a imagem da estátua de Marcos que o Palmeiras havia aprovado.

O clube teve a coragem de divulgar como ela ficaria.

Parecia o Corcunda de Notre Dame.

No campo, a decadência.

Depois da vitória na Copa do Brasil, o rebaixamento.

Quanto ele estava bem encaminhado houve uma reunião no clube.

Representantes de várias religiões tentaram passar boa energia aos atletas.

Enquanto isso, o assessor de imprensa, cumpriu ordens.

E jogou sal grosso nas traves para evitar a Segunda Divisão.

De envergonhar qualquer palmeirense.

Confirmado o rebaixamento, veio a realidade.

A Libertadores ficou um peso enorme.

Só vai atrapalhar o clube.

Tanto que, sem saída, Paulo Nobre e Décio Perin, não poderão priorizar a competição.

Muito pelo contrário.

O Palmeiras vai montar um time barato e cheio de ex-juniores para voltar à Série A.

Libertadores será deixada para os clubes com dinheiro.

Esta é mais uma faceta da herança maldita de Arnaldo Tirone.

Fora as dívidas, há a moral.

O atual presidente transformou o Palmeiras em clube desmoralizado.

Desacreditado.

Capaz de mergulhar na Segunda Divisão depois de dez anos.

Com Tirone tendo de se contratar seguranças.

E pedir apoio da Polícia Militar para se proteger dos torcedores.

Por todos os ângulos, a administração de Tirone foi um fracasso.

Não concorrer não é poupar o Palmeiras.

É se poupar de passar mais vergonha.

Tudo o que poderia fazer de ruim para o clube, ele fez.

Houve um retrocesso de dez anos.

Fica a lição.

Um clube dividido e sem renovação de lideranças, abre espaço para quem não merece.

Basta repartir os poderes e dar uma parte para cada ala.

No final, o Palmeiras acabou ingovernável.

Implodiu.

Arnaldo Tirone entrou na história do Palmeiras.

Pela porta dos fundos.

Como uma das piores administrações do Palestra Itália.

A salvação do clube parece vir só em 2015.

Quando as eleições forem diretas, com os sócios votando.

Os conselheiros fizeram o clube encolher.

Perder a sua importância, sua representatividade nacional.

A tevê hoje sabe que o Palmeiras é sinônimo de baixa audiência.

Já ficará à margem no Paulista.

Na Segunda Divisão, será atração.

Pela vergonha e nada mais.

No Campeonato Paulista, Tirone deu outro vexame histórico.

Não foi no Conselho Arbitral.

Esqueceu.

Havia 20 representantes das equipes envolvidas.

Menos o do Palestra Itália.

O Palmeiras hoje é único clube que não pode reclamar de nada no Estadual.

Não tem direito a dar opinião por causa da falta de representante no Arbitral.

Com medo da agressiva torcida, jogadores importantes descartam propostas.

Preferem outros clubes para ganhar menos e ter paz.

Assim termina o ciclo deprimente de Arnaldo Tirone.

Cabe a Paulo Nobre e Décio Perin melhorar o clube.

Piorar o Palmeiras depois do desastre Tirone será impossível...

 A melhor notícia dos últimos dois anos para o Palmeiras. Arnaldo Tirone não será candidato à reeleição. Já fez estragos suficientes em um só mandato. Sua herança maldita: clube na Segunda Divisão, endividado, sem rumo e querendo se livrar da Libertadores...

Nacionalista, Marin não perdoa Emerson. Pode ter sido o destaque do Corinthians em 2012. Não há lugar para ele na Seleção Brasileira. Seu pecado foi ter vestido a camisa do Qatar nas Eliminatórias de 2010. Para Marin, a Seleção, como o país, é para os brasileiros. Ame-a ou deixe-a…

a14 Nacionalista, Marin não perdoa Emerson. Pode ter sido o destaque do Corinthians em 2012.  Não há lugar para ele na Seleção Brasileira. Seu pecado foi ter vestido a camisa do Qatar nas Eliminatórias de 2010. Para Marin, a Seleção, como o país, é para os brasileiros. Ame a ou deixe a...
José Maria Marin se considera um nacionalista.

Foi um dos líderes paulistas da repressão política.

Não tolerava a ideia dos comunistas se infiltrando no País

Sucessor biônico (sem eleição) de Paulo Maluf.

Seu mentor o encaminhou para o governo de São Paulo.

"O Brasil para os brasileiros", era um dos lemas prediletos na ditadura.

E não mudou em 30 anos.

Tanto que abortou no nascedouro a história de dar a Seleção a Pep Guardiola.

Mesmo reconhecendo nele um dos melhores do mundo.

"Um espanhol não vai comandar o futebol brasileiro.

Não comigo como presidente da CBF", disse ao vice Marco Polo del Nero.

E preferiu resgatar Luiz Felipe Scolari e Parreira.

Campeões mundiais e nacionalistas como ele.

Tanto quanto seu parceiro junto ao governo federal: o ministro Aldo Rebelo.

Diante desse quadro, Sheik já pode se preparar.

Conseguiu quase tudo que quis na vida.

Com o auxílio da sua mãe, diminuiu a idade para jogar futebol.

Em três anos.

Assim teve a chance de começar a carreira no São Paulo.

Com enorme vantagem diante dos outros meninos.

Conseguiu atuar até pela Seleção Brasileira entre os garotos.

Mudou até o seu nome.

Não bastasse esse problema, surgiu outro.

Foi processado pela justiça pela compra e venda de um carro.

O automóvel estaria envolvido com a Máfia dos Caça-Níqueis no Rio.

Nenhuma dessas confusões o impediria de jogar na Seleção.

Marin já mandou avisar que não tolera é outro pecado.

O fato de Emerson ter 'virado as costas' para o Brasil.

E haver aceito se naturalizar qatari.

Isso depois de vestir a camisa verde e amarela na juventude.

A 'traição' ficou maior ainda.

Nas eliminatórias de 2010, jogou três partidas pelo Qatar.

O país sede da Copa de 2022 costuma apelar para a naturalização de jogadores estrangeiros.

Inclusive pagando.

O meia Marcinho, ex-Flamengo e ex-Atlético Mineiro é um exemplo explícito.

Ele está lá feliz da vida.

A sua proposta foi de R$ 5,7 milhões ou dois milhões e meios de euros, em 2011.

E deverá jogar a partir de 2013 com o time qatari.

A Fifa não gosta nada dessa situação.

Prevendo isso, o Qatar desenvolveu um projeto importante.

Batizado de Aspire, o país busca jovens talentos.

Principalmente em países africanos.

Entre dez e 15 anos.

E os naturaliza.

Os prepara para jogar futebol.

Com o objetivo de fortalecer o País na Copa de 2022.

A Fifa, por enquanto está fechando os olhos para o Aspire.

Mas Marin não fechará os olhos para Sheik.

Aliás, detesta o apelido vindo exatamente do período que passou no Qatar.

O presidente nem gosta de pensar na ideia de vê-lo na Seleção.

Por mais sucesso que o corintiano tenha feito em 2012.

Sido o principal jogador na Libertadores.

E conquistado o Mundial no Japão.

O caminho está travado definitivamente.

Pouco importa que seu empresário, Reinaldo Pitta esteja consultando a Fifa.

Tentando a liberação para seu jogador atuar pelo Brasil.

Mesmo se ela vier, será desprezada.

O presidente da CBF já mandou recados.

Nem adianta consultas, pedidos, novenas.

Ao vestir a camisa do Qatar, Emerson selou seu destino.

a13 Nacionalista, Marin não perdoa Emerson. Pode ter sido o destaque do Corinthians em 2012.  Não há lugar para ele na Seleção Brasileira. Seu pecado foi ter vestido a camisa do Qatar nas Eliminatórias de 2010. Para Marin, a Seleção, como o país, é para os brasileiros. Ame a ou deixe a...

O irônico é que não adianta Sheik rezar pela seleção de Paulo Autuori.

Dói mais saber que o time está a um ponto do líder do grupo,o Uzbequistão.

A chance é real de classificação para a Copa aqui no Brasil.

O Qatar deixou de convocá-lo.

Assim que vazou o escândalo da sua falsificação de documentos.

Colocá-lo em campo seria arriscar perder pontos.

O Iraque quase consegue anular uma derrota para o Qatar por causa de Emerson.

Só não obteve êxito por demora na entrega dos documentos.

Desde 2010, a Federação Qatariana o riscou dos seus planos.

Só restou a Emerson sonhar com a Seleção Brasileira.

Nem adianta alimentar qualquer esperança.

Além da nacionalidade qatari e de Marin...

Há aina outros fortes obstáculos.

Os 34 anos (idade verdadeira) e a personalidade encrenqueira.

Scolari quer atletas vividos e mais jovens.

Com o gênio bem diferente de Emerson.

O atacante corintiano conseguiu tudo o que queria em 2012.

No entanto termina o ano sem a perspectiva que sonhava.

Não vestirá a camisa amarela da Seleção.

Com José Maria Marin é assim.

O Brasil para os brasileiros.

Ame-o ou deixe-o.

Emerson que se prepare.

Copa do Mundo não fará parte do seu currículo...

twitter Nacionalista, Marin não perdoa Emerson. Pode ter sido o destaque do Corinthians em 2012.  Não há lugar para ele na Seleção Brasileira. Seu pecado foi ter vestido a camisa do Qatar nas Eliminatórias de 2010. Para Marin, a Seleção, como o país, é para os brasileiros. Ame a ou deixe a...