Posts de 24 de dezembro de 2012

O Milan valoriza. Mas quer levantar no Brasil os R$ 65 milhões por Pato e Robinho. E contratar Balotelli. O dinheiro deve sair do Corinthians pelo namorado de Barbara Berlusconi; e do Santos, São Paulo, Grêmio ou Flamengo. Quem vencer o leilão por Robinho. É liquidação de Natal…

ae35 O Milan valoriza. Mas quer levantar no Brasil os R$ 65 milhões por Pato e Robinho. E contratar Balotelli. O dinheiro deve sair do Corinthians pelo namorado de Barbara Berlusconi; e do Santos, São Paulo, Grêmio ou Flamengo. Quem vencer o leilão por Robinho. É liquidação de Natal...
Valem as fotos, as poses.

Os números são desanimadores.

Por trás de todo o lobby envolvendo Robinho e Pato...

Impera a realidade.

Os brasileiros deixaram de produzir.

Se tornaram mais do que dispensáveis ao Milan.

Mas são valorizados nesta hora de negociação.

O falastrão Adriano Galliani já avisou que vem ao Brasil para vendê-los.

Quer levantar R$ 65 milhões e comprar Balotelli, em baixa no Manchester City.

Seus planos não são segredo para ninguém.

O esperto dirigente italiano vem ao País onde os dois são ídolos.

Saíram por cima, cultuados no Internacional e no Santos.

Vivido, para valorizá-los, não pensa duas vezes.

Diz que ambos querem deixar o Milan.

Que sonham com a seleção brasileira, com a Copa.

Na verdade, o clube deseja fazer caixa com a dupla.

A conta para atingir R$ 65 milhões é muito fácil.

Basta somar os R$ 45 milhões que o Corinthians oferece por 50% de Pato.

Com R$ 20 milhões que o Milan pede a Santos e Flamengo por Robinho.

O São Paulo corre por fora, tentando vencer o leilão.

A pedido de Luxemburgo, o Grêmio também se interessa.

Se pagar um pouco a mais, leva.

Galliani já deixou claro à imprensa italiana que as negociações estão adiantadas.

Vem ao Rio para passar o final do ano com sua esposa brasileira e filha.

Tem certeza de que retornará para a Itália com os negócios concluídos.

Alexandre Pato é a estrela que a direção do Corinthians prometeu à Caixa.

Ao assinar o maior patrocínio de camisas do Brasil, os dirigentes avisaram.

Mesmo se o time conseguisse o título mundial, buscariam um atleta importante.

De preferência um artilheiro.

Que pudesse ser o garoto-propaganda da Caixa Econômica Federal.

Pato se encaixa perfeitamente no perfil.

Depois de quinze contusões musculares que teve no Milan, ele quer voltar ao País.

Marcou apenas seis vezes nas duas últimas temporadas.

Seis gols...

Sabe que suas chances de disputar a Copa diminuíram muito.

Teve fraquíssimo aproveitamento com Mano Menezes.

Espera que Felipão tenha paciência e faça com ele a mesma aposta feita em Ronaldo em 2002.

Para isso, precisa voltar a ter uma sequência de partidas e volte a marcar gols.

O futebol brasileiro é menos competitivo do que o italiano.

E a fase vivida pelo Corinthians é excepcional.

Melhor momento não existe.

Há uma lua-de-mel com a torcida e a mídia brasileira.

Bem ao contrário do que acontece com o Milan.

Massacrado por jornalistas e torcedores pelo fraco time.

Pato também não suporta as insinuações de que é protegido.

E 'intocável' por namorar a filha de Silvio Berlusconi.

Aos 23 anos acredita mesmo que precisa se reciclar.

Passar pelo menos duas temporadas no Corinthians.

Disputar a Copa do Mundo.

E depois voltar valorizado para a Europa.

É o caminho planejado.

Mario Gobbi não poderia deixar passar a oportunidade.

E dar a sua surreal visão sobre a negociação.

"Para trazer o Pato vai ser como namorar uma mulher e fazer com que ela se apaixone.

Primeiro temos de sondar o terreno, descobrir onde ela mora, o seu número de telefone.

Com quem se dá e quem são as suas amigas.

Tem de persegui-la um pouco, ver o que quer e se está interessada.

Depois vão jantar e se o amor despertar, ficar com ela."

Parece que Pato tem mesmo a sina de despertar paixões por onde passa.

Mesmo sendo as mais inesperadas.

A negociação está apalavrada.

Corinthians e Milan sabem o que cada um deseja.

Se as diretorias mantiverem suas palavras, a negociação deverá ser fechada.

Em relação a Robinho, o leilão está aberto.

Ele está em baixa na Europa.

Sua péssima fase é irritante.

Marcou apenas 11 gols nas duas últimas temporadas.

Tanto que foi o alvo da torcida na derrota por 4 a 2 diante da Roma.

O brasileiro acabou vaiado sem piedade.

E ouviu torcedores implorando por sua saída.

Justo ele que saiu do Brasil para ser o melhor do mundo.

Os italianos se interessam por Felipe Anderson e Arouca.

O Santos titubeia.

Mas também não quer pagar R$ 20 milhões de uma vez.

O presidente Luís Álvaro tem dificuldades em bancar o jogador em várias vezes.

Também está tenso em relação ao salário de R$ 1,2 milhão pedido pelo atacante.

Robinho fará 29 anos em janeiro.

O grupo de empresários que apoia Laor não vê como esse dinheiro será recuperado.

Enquanto os santistas não conseguem chegar a uma conclusão, surge o Flamengo.

A nova direção do clube já conversou com o jogador.

E garante ter como pagar o atacante.

Transformá-lo na sua grande estrela.

Resta ter como pagar R$ 20 milhões ao Milan.

Juvenal Juvêncio quer atravessar o negócio.

Ney Franco torce demais para que ele seja o substituto de Lucas.

Os quase 29 anos de Robinho desestimulam o presidente são-paulino.

Mas ele sabe que o jogador seria uma arma perfeita para a Libertadores de 2013.

Assim como a direção do Grêmio.

O clube gaúcho até mandou representante para a Itália no início do mês.

E Luxemburgo telefonou ao jogador.

Contou com o apoio de Elano.

Tanto o Santos como o Flamengo, o São Paulo e o Grêmio tentaram a mesma coisa.

Trazer Robinho por empréstimo.

Galliani respondeu: de jeito nenhum.

Só vendido.

Tudo será definido nesses até o início de janeiro.

O Corinthians está sozinho em relação a Pato.

E Robinho acompanha o leilão por seu futebol.

A direção milanesa já contabiliza, aposta.

Levará do Brasil o dinheiro para contratar seu sonhado Balotelli.

Será o seu presente de Natal.

Quanto aos egocêntricos Pato e Robinho, o choque.

Nunca imaginariam que os dois juntos valeriam apenas um jogador.

Vão acabar procurando psicólogos para lidar com a realidade...

ae131 O Milan valoriza. Mas quer levantar no Brasil os R$ 65 milhões por Pato e Robinho. E contratar Balotelli. O dinheiro deve sair do Corinthians pelo namorado de Barbara Berlusconi; e do Santos, São Paulo, Grêmio ou Flamengo. Quem vencer o leilão por Robinho. É liquidação de Natal...

Jorge Henrique conseguiu desrespeitar Corinthians e São Paulo. Antes de estudar o que é rivalidade, tem outra missão. Conhecer a bandeira do Brasil. Sergipe não precisava ser homenageado no Japão…

divulgacao Jorge Henrique conseguiu desrespeitar Corinthians e São Paulo. Antes de estudar o que é rivalidade, tem outra missão. Conhecer a bandeira do Brasil. Sergipe não precisava ser homenageado no Japão...
"Quero dizer para alguns torcedores corintianos.

Nós acabamos de ser campeões do mundo.

E vocês estão preocupados com um pano.

Se eu não respeitasse a camisa do Corinthians, eu não teria escondido o escudo do São Paulo.

E tem mais.

Honrar a camisa do Corinthians é dentro de campo.

Dando carrinho, brigando e lutando pelo Timão como sempre fiz.

Não é à toa que conquistei(de) títulos estaduais ao Mundial com esta camisa."

Essa foi a resposta de Jorge Henrique.

O jogador foi participar de um jogo de final de ano organizado por Denílson.

A partida aconteceu no sábado, em Campina Grande, na Paraíba.

Coube ao atacante corintiano atuar no time do volante.

E o uniforme era do São Paulo.

O jogador sabia que daria confusão.

O torcedor iria se irritar em vê-lo com a camisa do rival.

Em vez de atuar pela outra equipe, Jorge Henrique tentou outra solução.

Colou várias fitas isolantes pretas no escudo do São Paulo.

E foi todo sorridente posar para foto ao lado de Denílson.

Lógico que a foto rapidamente estava circulando pela Internet.

Ele conseguiu uma façanha.

Provocou a ira dos torcedores corintianos e dos são paulinos.

Foi uma enorme demonstração de falta de bom senso.

E desrespeito aos dois times.

Jorge Henrique deveria se posicionar diante da rivalidade.

Um jogador que pertence ao Corinthians não deveria atuar com a camisa do São Paulo.

Colar fita isolante para cobrir o escudo só piora a situação.

Tudo ficou ainda mais pesado diante das críticas dos corintianos.

Jorge Henrique fez questão de classificar a camisa tricolor como 'um pano'.

Ataque desnecessário e sem noção da importância do clube rival.

O atacante está muito mal orientado.

Precisa saber da grandiosidade não só do Corinthians.

Comparar a camisa do São Paulo a um pedaço de pano é inaceitável.

Um atleta profissional deveria respeitar o futebol brasileiro.

Não é uma questão de falso moralismo, hipocrisia.

O símbolo de um clube significa muita coisa.

As conquistas, as tristezas, a história.

O São Paulo Futebol Clube representa a paixão de 17 milhões de brasileiros.

Jorge Henrique não tem o direito de desprezá-los.

Os cerca de 30 milhões de corintianos não têm razão de ficar orgulhosos.

A conquista do Mundial não é desculpa para vestir o uniforme do rival.

E ainda posar para a foto sorridente.

Seja na Paraíba, em Dubai, onde for.

O jogador não tinha noção que a foto iria circular o mundo.

Corintianos do Exterior também o criticaram pela Internet.

Alguém precisa urgentemente orientar Jorge Henrique.

Após a vitória do Corinthians contra o Chelsea ele fez um gesto histórico.

Que deve ter enchido de orgulho e surpresa todos os sergipanos.

O corintiano se enrolou na bandeira de Sergipe.

Ninguém entendeu nada.

Ele nasceu em Resende, no Rio de Janeiro.

Jorge Henrique conseguiu uma façanha.

Confundiu a bandeira do Brasil com a de Sergipe.

Um absurdo.

Agora vai disputar amistoso com a camisa do São Paulo.

Cola fita isolante e pensa que a vida segue.

Não segue.

Apesar de ser campeão do mundo, ele não sabe o que representa o Corinthians.

Se soubesse nem pensaria em colocar o uniforme tricolor.

E menos ainda respeita o São Paulo, um dos maiores clubes do mundo.

Ou não teria coberto o símbolo do clube.

Mas tudo precisa ser feito com calma.

Primeiro, Jorge Henrique tem uma obrigação.

Sabe qual é a bandeira do seu país.

Depois estudar sobre Corinthians, São Paulo, rivalidade.

E parar de homenagens desnecessárias a Sergipe...

reproducaofolha Jorge Henrique conseguiu desrespeitar Corinthians e São Paulo. Antes de estudar o que é rivalidade, tem outra missão. Conhecer a bandeira do Brasil. Sergipe não precisava ser homenageado no Japão...