Posts de 21 de dezembro de 2012

Corinthians, Fluminense e Atlético Mineiro terão vida fácil na primeira fase da Libertadores. O São Paulo passará certo incômodo com o Bolívar. O sofrimento ficou para o Grêmio e Palmeiras…

ae128 Corinthians, Fluminense e Atlético Mineiro terão vida fácil na primeira fase da Libertadores. O São Paulo passará certo incômodo com o Bolívar. O sofrimento ficou para o Grêmio e Palmeiras...
Depois dos insuportáveis discursos.

E troca de comendas, homenagens para os mesmos...

Veio o sorteio da Libertadores de 2013.

O campeão mundial não tem do que reclamar.

Seus adversários são fracos.

Só precisará de vários balões de oxigênio.

A começar pelo boliviano San Jose.

Oruro fica a 3.702 metros de altitude.

O time não oferece risco tecnicamente.

O pior será a logística da viagem e o confronto nas alturas.

O ar rarefeito e a bola correndo mais rápida.

Na Bolívia será um sofrimento, mas no Pacaembu, um divertimento.

A disparidade entre os times continua.

Assim com a angústia da altitude.

Foi assim que o Millonários da Colômbia quase chegou à final da Sul-Americana.

Perdendo fora e se superando nos 2.640 metros de Bogotá.

A sua incendiária torcida também é impressionante.

Mas tecnicamente, não há com que Tite se preocupar.

O outro adversário será o Tijuana mexicano.

A equipe também é limitada, não provoca susto.

Para o desconforto da viagem há a compensação.

Não há altitude.

Ou seja, o Corinthians poderá jogar normalmente aqui e no México.

A sorte foi parceira.

Dos seis brasileiros, o Grêmio teve o pior dos destinos.

Luxemburgo nem conseguiu manter o seu sorriso artificial.

O técnico nunca venceu a competição.

E agora tem a obrigação de chegar longe na disputa.

O grupo de empresários que apoia Fabio Koff.

E mais a novíssima arena gremista.

O treinador estava até engasgando na hora de falar.

Seu time terá pela frente a poderosa LDU do Equador.

Como não conseguiu ser vice do Brasil, enfrentará a fase classificatória.

Onde dois confrontos decidirão se passará para a fase de grupos.

A LDU era o pior adversário possível.

Pela tradição do time e principalmente por jogar em Quito.

A altitude de 2.850 metros mexerá com toda a programação de Luxemburgo.

Sabendo de sua responsabilidade, tentará convencer a diretoria gaúcha.

Quer fazer a pré-temporada em uma cidade com altitude.

Tem bem a noção que será uma guerra sobreviver.

A eliminação precoce seria um desastre, acabaria com 2013.

O irônico é que se o Grêmio passar, vai cair no grupo do Fluminense, o 8.

Com Huachipato do Chile e Caracas da Venezuela.

E aí poderá respirar.

Já que os dois brasileiros seriam os grandes favoritos para a classificação.

Não há comparação em elenco e estrutura em relação ao time chileno e venezuelano.

Sorte do campeão brasileiro.

O São Paulo só tem a reclamar da altitude.

Terá pela frente em dois jogos eliminatórios o Bolívar.

Ir para La Paz e seus 3.640 metros é desumano.

Fruto da estupidez dos caquéticos comandantes da Sul-Americana.

Mas todo ano é a mesma coisa.

A relação é a mesma com o que aconteceu com o Santos em 2012.

O time perdeu na Bolívia por 2 a 1.

E goleou por 8 a 0 na Vila Belmiro.

Os bolivianos só são adversários com o ar rarefeito a seu favor.

O ideal seria que Ney Franco disputasse o início do Paulista com os reservas.

E levasse os titulares para um local de altitude para disputar a pré-temporada.

Essa possibilidade existe.

Como 'prêmio' se o São Paulo passar, o Atlético Mineiro o aguarda.

No grupo 3, o Arsenal argentino e o Strongest com a altitude boliviana serão os adversários.

Os brasileiros são melhores.

Mas não poderão bobear diante da rivalidade portenha.

E outra vez a bizarra altitude.

Cuca não pode reclamar.

Assim como o Fluminense, se a preparação for séria, o grande rival será o brasileiro.

São Paulo e Atlético Mineiro têm tudo para se classificar.

Guerra de verdade sobrou para o Palmeiras.

O rebaixado time da Série B terá pela frente o Tigre.

Será o primeiro brasileiro a jogar com os argentinos depois do São Paulo.

O ódio do clube de Juvenal Juvêncio foi generalizado.

Vale para todos os brasileiros.

O Palmeiras que se cuide.

Terá duas batalhas sangrentas pela frente.

Isso porque não há dúvida que o Tigre derrotara o fraco Deportivo Anzoategui.

O time venezuelano não é páreo na primeira fase da Libertadores para os argentinos.

O Sporting Cristal peruano é uma equipe competitiva.

Mas com pouca qualidade técnica.

Mas melhor do que o atual Palmeiras.

Quem é o grande favorito para vencer o grupo é o Libertad.

Acabou de ganhar o Campeonato Paraguaio.

Tem uma equipe rápida e muito técnica.

É bem melhor do que os palmeirenses.

O clube de Tirone precisa contratar jogadores importantes.

Se não o fizer, novo vexame à vista.

Com todas as chances de eliminação ainda na primeira fase.

E ainda tomar uns tabefes dos argentinos do Tigre.

O Grêmio pela força da LDU e da altitude de Quito.

E o Palmeiras pela péssimo time que possui.

Esses são os maiores ameaçados entre os brasileiros.

São Paulo pode reclamar de jogar na altitude La Paz.

Mas está seguro.

Corinthians, Atlético Mineiro e Fluminense não têm do que reclamar.

Fica apenas o registro.

Quando a direção da CBF tiver coragem, acabam os jogos na altitude.

Basta o Brasil ameaçar não disputar a Libertadores.

Sem o dinheiro brasileiro, a competição hoje não existe.

Mas cadê a firmeza de Marin para enfrentar a Conmebol?

É a mesma omissão patética de Ricardo Teixeira.

Pior para Grêmio, São Paulo, Corinthians, Atlético...

Sob orientação de Ricardo Teixeira e apoio de Lula, Andrés começa a batalha contra Marin. Com o Corinthians, patrocinado pela Caixa, e com o Itaquerão pertíssimo de vender seu nome como trunfos. A briga será sangrenta pela CBF…

ae127 Sob orientação de Ricardo Teixeira e apoio de Lula, Andrés começa a batalha contra Marin. Com o Corinthians, patrocinado pela Caixa, e com o Itaquerão pertíssimo de vender seu nome como trunfos. A briga será sangrenta pela CBF...

Melhores holofotes não podem haver.

O Corinthians campeão do mundo e o Itaquerão à sua disposição.

O clube a seus pés.

E o estádio de R$ 1 bilhão para demonstrar seu poder.

Tornar impossível esquecer que só existe por causa dele.

Assim como o privilégio de levar a abertura de uma Copa para Itaquera.

Graças a seus relacionamentos íntimos.

Com Lula e com Ricardo Teixeira.

Os ex-presidentes do Brasil e da CBF.

O plano é simples, maquiavélico.

Aproveitar a mídia para se mostrar um estadista.

E começar a formar o bloco de oposição para enfrentar Marin.

Basta relembrar os tempos de Dualib.

Com o apadrinhamento de Nesi Curi, Andrés se aproximou do então presidente corintiano.

Foi seu diretor das categorias de base.

E depois de futebol.

Viajou para a Inglaterra com Dualib.

Sem falar inglês, os dois fecharam acordo com Kia e sua MSI.

Andrés Sanchez logo conheceu o poder dos jornalistas.

E se encantou com as manchetes de jornais, sites.

Em se ver na tevê.

Ouvir sua voz no rádio.

Ficou embevecido.

Virou um personagem mítico, maior do que realmente é.

Perfeito para seduzir eleitores e conduzir o clube, um gigante adormecido.

Muito bem cercado, despachou Dualib pela porta dos fundos do Parque São Jorge.

Seu padrinho saiu também.

Mas Nesi entendeu o que acontecia e o perdoou.

A revolução que comandou no Corinthians impressionou Ricardo Teixeira.

Assim como a fidelidade na tentativa impossível de destronar Fabio Koff do Clube dos 13.

Apoiou com todas as forças a candidatura fracassada de Kléber Leite.

Fez milagres, mas não o suficiente para colocá-lo no poder.

A outra missão foi ainda mais difícil.

Proteger os interesses da CBF e da Globo.

E implodir o Clube dos 13.

A transmissão do futebol precisava ficar entre amigos.

Aí, foi perfeito.

E ganhou o amor incondicional e eterno de Teixeira.

Quando caiu, exilado em Boca Ratón, o ex-presidente da CBF tentou salvá-lo.

Se Marin tivesse cumprido o acordo, Mano e Andrés ficariam até a Copa.

Mas Marco Polo del Nero mostrou ser uma bobagem.

E que os dois não eram homens de total confiança do octogenário dirigente.

Andrés passou pela humilhação de ser uma figura decorativa na CBF.

De Boca Ratón, Teixeira pedia que tivesse paciência.

Percebendo que não pediria demissão, Marin resolveu jogar ainda mais duro.

Demitiu Mano Menezes no seu melhor momento.

Obrigou Andrés a dar a notícia à imprensa.

E ainda explicar algo com o qual não concordava e que não desejava.

Mesmo assim, queria ficar até o sorteio da Copa das Confederações.

Andrés tentou aproveitar o restinho da mídia espontânea.

Marin não quis dar esse gosto.

Andrés “se demitiu” e foi para o Japão.

Foi quando teve a total dimensão do que acontecia no Corinthians.

O vice Luiz Paulo Rosenberg estava se apropriando de todos os méritos do Itaquerão.

Até do maior patrocínio do futebol brasileiro, o da Caixa Econômica Federal.

E também crescia os olhos sobre a venda do nome do Itaquerão, que está perto de ser fechada.

Todos no Parque São Jorge sabem que esses feitos são de Andrés.

Graças aos seus relacionamentos influentes.

Ainda quando estava na CBF, seu futuro estava definido.

O blog teve a sorte em antecipar, graças a informações por gente importante no Corinthians.

Andrés iria usar o Itaquerão como sua plataforma eleitoral.

Usar o estádio de 1 bilhão e que só existe por causa dele.

Para convencer indecisos presidentes de federações e clubes que é possível.

E, em abril de 2014, vencer Marin nas eleições da CBF.

Seria a suprema humilhação.

Faltando dois meses para a Copa, Andrés Sanchez destronar o octogenário.

E ainda o seu mentor e homem de confiança, Marco Polo.

Para isso, o primeiro passo foi dado.

Tudo foi acertado no Japão.

Andrés ficaria por lá até que Rosenberg informasse no Brasil.

Por livre e espontânea vontade, ele está se afastando do Itaquerão.

E o repassa a Andrés Sanchez.

O vice-presidente não teve escolha.

Seu mundo caiu para que o ex-presidente voltasse à cena.

Mais forte.

A eleição de Fernando Haddad como prefeito de São Paulo veio a calhar.

Foi Andrés quem levou até ele Juvenal Juvêncio e Arnaldo Tirone.

As fotos mostraram o apoio público dos três principais clubes da capital.

Fica mais evidente que o Corinthians terá a melhor das convivências com a Prefeitura de São Paulo.

Andrés só não pode contar com o apoio aberto, escancarado de Marcelo Campos Pinto.

O executivo que cuida do Esporte da Globo não pode ficar contra Marin.

Há muito interesse em jogo.

A esperança do dirigente corintiano é que a emissora mantenha uma postura neutra.

Isso já o ajudará demais na guerra até abril de 2014.

Sob a orientação de Ricardo Teixeira, Andrés está se estruturando.

Vai contar com o apoio de aliados do ex-presidente da CBF.

Como Kléber Leite, Jota Hawilla.

E presidentes de federações que só esperam por um líder para enfrentar Marin.

Há muito descontentamento com o deslocamento do eixo do poder para São Paulo.

Andrés tem elos fortes demais com poderosos cariocas como Kléber Leite.

Marin se agarra com firmeza ao ministro Aldo Rebelo.

Só que o ex-presidente corintiano tem Lula nesta batalha.

O Corinthians campeão do mundo.

E o Itaquerão.

Neste cenário, a briga ficou forte demais para Rosenberg.

Sua sede de poder e holofote de nada adiantou.

Andrés precisa de mídia.

E o Itaquerão será seu cabo eleitoral.

Só há espaço para um.

Não há saída.

A hora é de ser discreto, se afastar.

Sair à francesa.

O homem que revolucionou o Corinthians precisa de apoio.

E terá incondicionalmente no Parque São Jorge.

O Itaquerão tem dono.

E se chama Andrés Navarro Sanchez.

Agora, sim, de forma aberta.

O inimigo número um de José Maria Marin.

E de Marco Polo del Nero.

Os três se encontrarão nas urnas da CBF em abril de 2014.

A briga será sangrenta.

Quem puder mais vai chorar menos...