Posts de 16 de dezembro de 2012

Com apoio da Globo, do governo federal e da torcida o maquiavélico plano de Andrés Sanchez deu certo. O milionário Corinthians tem tudo para dominar não só o Brasil. Mas virar um dos mais ricos clubes do mundo. O bicampeonato mundial foi só o primeiro passo…

ae123 Com apoio da Globo, do governo federal e da torcida o maquiavélico plano de Andrés Sanchez deu certo. O milionário Corinthians tem tudo para dominar não só o Brasil. Mas virar um dos mais ricos clubes do mundo. O bicampeonato mundial foi só o primeiro passo...
O futebol brasileiro está desequilibrado.

E ficará cada vez mais depois do título mundial corintiano.

Se na Espanha, Real Madrid e Barcelona mandam.

A tendência é o País se dobrar ao Corinthians.

O motivo é o dinheiro.

Não adianta o Santos ter Neymar.

0 São Paulo, o Morumbi.

O Grêmio, a Arena.

O Inter, o Beira-Rio.

O Corinthians deu uma guinada absurda.

De clube sinônimo de bagunça virou exemplo de administração.

E tem tudo para fazer do Brasil seu feudo.

O clube é o que mais ganha dinheiro no País.

A receita de 2012 deverá ficar em R$ 330 milhões.

E vai aumentar e muito em 2013.

O que torna tudo injusto é que ganha a mais do que os outros.

Da TV Globo recebe R$ 112 milhões.

A soma é dos campeonatos estaduais e nacional.

Vai continuar ganhando cada vez mais do que os rivais.

E sendo o mais mostrado na televisão.

É o clube de maior torcida no estado mais rico do Brasil

O patrocínio da camisa vai render R$ 50 milhões no próximo ano.

Ninguém terá tanto dinheiro.

Em 2013, o Itaquerão deverá estar terminado.

É um estádio de mais de um bilhão de reais construído para a Copa.

E que, depois do Mundial, ficará para o desfrute corintiano.

Um presente não dos céus.

Mas da conjunção Andrés Sanchez, Ricardo Teixeira, Lula e Blatter.

Todos os interesses deste quarteto foram pelo mesmo caminho.

Sorte do Corinthians.

Influência política pesa em um clube capaz de mobilizar milhões de pessoas.

Por isso, o Corinthians fechou com a Caixa Econômica Federal.

É o clube mais midiático do País.

Ocupa horário nobre em todos os canais de tevê.

Seu espaço é maior nas rádios, nos sites, nos jornais.

"O Corinthians vende.

É um fenômeno porque tem duas torcidas organizadas fortíssimas.

A a favor do clube e a que torce fervorosamente contra.

As duas consomem, querem acompanhar tudo envolvendo o clube.

Lógico que os patrocinadores percebem.

E o ciclo não termina.

O Corinthians chama mais atenção, vende mais, recebe mais.

Segue indefinidamente..."

A análise é do publicitário Washington Olivetto.

A relação acaba sendo excelente para os corintianos.

Mas péssimas aos concorrentes.

Ainda mais porque está para vir mais um golpe.

Com a conquista do Mundial há a certeza no departamento de marketing.

A venda do nome do Itaquerão.

Está amarrada acordo com a Globo.

A emissora carioca receberá 10% do que o clube arrecadar com a transação.

Em compensação assume que divulgará o nome do parceiro que batizar o estádio.

Executivos garantem que vão doutrinar a população.

E que, três ou quatro anos, todos irão se esquecer do Itaquerão.

O Mundial veio para ser mais um grande argumento, além da abertura da Copa.

A Ambev está na frente.

Mas há outros concorrentes, um banco e uma estatal.

Por enquanto.

Depois da conquista de hoje no Japão, novos interessados devem surgir.

A cúpula corintiana ficou entusiasmada com o bicampeonato mundial.

O preço dos naming rights já foi de R$ 400 milhões por dez anos.

Caiu diante da crise mundial para R$ 300 milhões.

Mesmo assim, não houve interessados.

A partir de hoje, voltou a subir.

O Corinthians não fecha por menos de R$ 400 milhões.

Mas o sonho dourado é fechar por meio bilhão de reais por dez anos.

Ou um bilhão por vinte anos.

Tudo ganha ainda mais veracidade com as pesquisas.

A última que fez barulho.

A Datafolha publicou na semana passada.

O Corinthians alcançou o Flamengo na preferência nacional.

Os dois clubes têm 16% da torcida brasileira.

O resultado de um instituto tão sério provocou taquicardia de alegria nos dirigentes.

Era tudo que os corintianos precisavam para vender o clube como o de maior torcida do País.

Os produtos licenciados também já batem recorde.

Assim como os sócios torcedores.

A organização chegou a um ponto absurdo para os parâmetros brasileiros.

Já foram vendidos 60 mil ingressos das três primeiras partidas no Pacaembu da Libertadores de 2013.

Não há nem os adversários, mas a procura foi imediata.

O dinheiro não para de entrar.

Há quem aposte que em 2013, o Corinthians deve faturar mais de R$ 400 milhões.

Por isso pode se arriscar a contratar jogadores importantes.

Fechou com o meia Renato Augusto.

E também está perto de concluir com o zagueiro Gil.

Aventa de verdade a possibilidade de ter Alexandre Pato.

Para concorrer ficará cada vez mais difícil.

É muito dinheiro, prestígio da mídia e, lógico, ligação com o poder.

Não foi por acaso que o prefeito Kassab agiu.

E forçou a Câmara Municipal a liberar os R$ 420 milhões de isenção fiscal no Itaquerão.

O governador Geraldo Alckmin também colaborou com o estádio como pode.

Político paulista que se preze não fica contra o Corinthians atual.

A conquista do Mundial deixou ainda mais tudo branco e preto.

No processo de espanholização do futebol brasileiro, havia uma expectativa.

Que Flamengo e Corinthians seriam o Real Madrid e o Barcelona.

Só que a bagunça administrativa da Gávea implodiu esse sonho.

O clube também não conseguiu seu estádio.

Não tem nem Centro de Treinamento concluído, uma vergonha para sua popularidade no país.

A dívida do Flamengo também é imesa.

O campo está aberto para o Corinthians reinar sozinho.

As perspectivas são excepcionais.

Inacreditável pensar que o clube estava na Segunda Divisão há quatro anos.

A guinada foi forte demais.

A conquista do bicampeonato Mundial terá efeitos significativos.

O Corinthians tem tudo para ser um dos clubes mais poderosos do planeta.

Dominar a América do Sul, o Brasil.

A revolução em branco e preto aconteceu nos olhos de todos.

E ninguém se atentou.

A alegria em vencer o Chelsea é pouco pelo que virá por aí.

Com muito dinheiro, torcida, patrimônio, jogadores...

TV Globo.

E a providencial bênção do governo federal...

A fase mais poderosa da história do Corinthians só está começando.

O bicampeonato mundial foi só o primeiro passo.

E méritos precisam ser dados a quem arquitetou todo esse plano.

O maquiavélico Andrés Sanchez...

ae33 Com apoio da Globo, do governo federal e da torcida o maquiavélico plano de Andrés Sanchez deu certo. O milionário Corinthians tem tudo para dominar não só o Brasil. Mas virar um dos mais ricos clubes do mundo. O bicampeonato mundial foi só o primeiro passo...

Tite deixou e o Corinthians foi Corinthians. Jogou como grande que é. E deixou de joelhos o Chelsea do bilionário Abramovich. É bicampeão do mundo. Para inveja do São Paulo, Palmeiras e Santos. Dói, mas tem de aplaudir…

 Tite deixou e o Corinthians foi Corinthians. Jogou como grande que é. E deixou de joelhos o Chelsea do bilionário Abramovich. É bicampeão do mundo. Para inveja do São Paulo, Palmeiras e Santos. Dói, mas tem de aplaudir...

O Corinthians foi Corinthians.

E é bicampeão do mundo.

Tite esqueceu a covardia tática contra o Al -Ahly.

E se impôs diante de um dos clubes mais ricos do planeta.

De nada adiantaram os bilhões de Roman Abramovich.

Seu Chelsea acabou de joelhos.

A vitória por 1 a 0 foi até magra, diante do domínio no segundo tempo.

O que se viu em Yokohama foi a vitória de um time contra jogadores talentosos.

Foram eles que obrigaram Cássio a quatro defesas espetaculares.

Não jogadas ensaiadas, tabelas.

Nada disso.

Nasceram na qualidade de seus jogadores.

Mas morreram nas corajosas defesas do goleiro brasileiro.

"O Corinthians jogou para caralho.

Eu sonhei que o time era campeão do mundo.

E o gol era meu."

Hoje o palavrão está liberado.

Ainda mais saído da boca do peruano Guerrero.

Ele entra para a história do clube.

O homem dos gols no Japão.

Marcou contra o Al -Alhy.

E contra o Chelsea.

Em duas vitórias por 1 a 0.

Campanha eficiente, com a cara de Tite.

O caminho corintiano foi espetacular.

Há 20 anos nenhuma equipe no Brasil colecionava tantas conquistas seguidas.

De forma crescente.

Campeão Brasileiro em um ano, da Libertadores e do Mundial no outro.

Só o São Paulo de Telê Santana.

Mas tudo foi mais difícil para o Corinthians por causa doa trauma da Libertadores.

A competição parecia maldita.

Mas com um trabalho sério, competente de Tite, ela foi domada.

Ele escorregou feio na estreia.

Colocou o time atrás e tomou um sufoco desnecessário contra o Al -Ahly.

A vitória por 1 a 0 teve efeito colateral muito bom.

Fez com que os ingleses só se preocupassem com o sistema defensivo corintiano.

Acreditaram que a tremedeira que atacou o seu comandante no primeiro jogo perduraria.

Fatal engano.

Em Yokohama hoje, o Corinthians não teve medo do confronto.

Houve inteligência.

Tite colocou Jorge Henrique em campo apenas para marcar Colo, desafogo do Chelsea pela esquerda.

Rafa Benitez quis agradar aos veteranos do time.

Fez Lampard começar o jogo.

Voltando de dois meses de contusão estava sem ritmo.

Mas o treinador espanhol quis agradar ao líder dos jogadores.

Sacou Mikel muito mais produtivo.

Seu grande erro, no entanto, foi sacar Oscar.

Começou a partida com Moses, muito menos ofensivo.

Mais marcador.

O plano era deixar Mata e Hazard livres para servirem Fernando Torres.

Havia a certeza de que os brasileiros fariam uma retranca.

Se contra os egípcios eles terminaram assim, não iriam encarar os ingleses.

Errou feio.

Tite deve ter visto o teipe do seu próprio time na Libertadores.

E tomou uma dose de coragem.

Colocou o time para brigar, marcar na intermediária inglesa.

O tempo todo.

Bem ao contrário da estreia.

Ficou claro que ele havia apenas sofrido o efeito Tolima misturado com Mazembe.

Tudo o que não queria era perder o jogo mais fácil.

Na decisão do Mundial, tratou de deixar o Corinthians ser Corinthians.

Contando com o apoio frenético dos torcedores no Japão.

Seu maior cuidado foi fixar Ralf na entrada da área.

Paulinho se desdobrou, teve mais liberdade para marcar e sair para o jogo.

Jorge Henrique, Danilo e Emerson também se multiplicaram em campo.

Quando o Corinthians perdia a bola, viraram volantes.

Mas a grande diferença é que tiveram permissão para atacar sem ela.

Guerrero ficou isolado à frente, segurando dois zagueiros.

Sonhando com sobras para concluir a gol.

No primeiro tempo, o jogo foi equilibrado, com chances dos dois lados.

Com o grande diferencial que Cássio.

Cahill aproveitou sobra de escanteio.

E chutou muito forte, o goleiro conseguiu defender no reflexo.

A bola parou embaixo de sua perna.

Depois, em chute colocado de Moses da entrada da área.

Conseguiu defender com a ponta dos dedos.

O Corinthians não teve nenhuma clara.

Cech não teve de trabalhar.

No segundo tempo, tudo melhoraria.

Tite adiantou ainda mais a marcação de bola.

Como se enfrentasse um time pequeno.

Na verdade, imprenssou o Chelsea na defesa.

A equipe passou a dar chutões na saída de bola.

O domínio foi crescendo até que veio o inevitável.

Depois de Paulinho invadir a área, a bola sobrou para Danilo.

O chute forte bateu na zaga.

A bola subiu e procurou Guerrero.

O peruano se consagrou.

Cabeceou forte, a bola tocou no travessão e entrou.

Gol histórico do Corinthians.

Aos 23 minutos do segundo tempo.

A partir daí, os ingleses se desesperaram de vez.

E partiram sem a menor estrutura tática.

Benitez se viu obrigado a colocar Oscar.

Mas o Chelsea estava dominado, sem confiança.

Vivia apenas de sobra de bola.

Cássio fez mais uma defesa absurda em chute de Torres.

Se consagrou como o melhor jogador corintiano, por ironia.

Mas o Corinthians foi bicampeão do mundo porque foi melhor time.

Acabou com a banca do Chelsea e seus jogadores que foram jogar boliche no Japão.

Tite se recuperou do péssimo trabalho da estreia.

Fez o Corinthians se impor.

Mostrar que não é só o melhor time do País.

O melhor da América do Sul.

O melhor do mundo.

Não há hoje nenhum clube no planeta como o Corinthians.

Venceu para calar a boca daqueles que desvalorizam o Mundial de 2000.

O clube não deve mais nada a ninguém.

É, com toda a justiça, bicampeão mundial.

Há quatro anos, esse clube estava na Segunda Divisão do Brasil.

Hoje fez o futebol do planeta se dobrar a seus pés.

Os rivais que enxuguem as lágrimas.

Acordaram cedo neste domingo para passar raiva.

E sentir aquela raiva exagerada.

Também conhecida como inveja...

ae32 Tite deixou e o Corinthians foi Corinthians. Jogou como grande que é. E deixou de joelhos o Chelsea do bilionário Abramovich. É bicampeão do mundo. Para inveja do São Paulo, Palmeiras e Santos. Dói, mas tem de aplaudir...