Posts de 5 de dezembro de 2012

Emerson detona Léo, agrada a torcida corintiana e até os vândalos que fizeram a festa no aeroporto de Cumbica. Faz tudo isso sem se expor. E ainda posa de esperto. Esse é o maior ídolo do Parque São Jorge…

ae19 Emerson detona Léo, agrada a torcida corintiana e até os vândalos que fizeram a festa no aeroporto de Cumbica. Faz tudo isso sem se expor. E ainda posa de esperto. Esse é o maior ídolo do Parque São Jorge...

Emerson quebrou um acordo de cavalheiros.

Jogadores de futebol não se ofendem publicamente.

Procuram se segurar.

Ainda mais pelo twitter.

Sheik não gostou da provocação de Leo.

Diante do vandalismo no aeroporto, o lateral ironizou.

Foi provocativo.

"Quem está acostumado com rodoviária não pode ir a aeroporto."

Errou.

Não deveria generalizar.

Sua experiência não foi usada.

Foram os vândalos que fizeram a arruaça no aeroporto.

Não a torcida corintiana como um todo.

Errou e tomou o troco.

Em Dubai, o corintiano soube da declaração do lateral.

E baixou o nível.

Chamou Léo de merda e perguntou quem ele era.

Mas foi esperto.

Ele já teve vários problemas com a Justiça.

Falsidade ideológica.

Alterou nome e da data de nascimento.

Ele se chama Márcio e sua idade foi diminuída para jogar futebol.

Responde ainda processo de sonegação por compra de um carro importado no Rio.

Ao atacar Léo de maneira tão grosseira, Emerson sabia que correria risco.

Seria alvo fácil de novo processo.

Então ele tratou de escrever o twitter.

Sabia que teria a gratidão da torcida.

E ainda escaparia de uma reação de Léo, já que não o citou nominalmente.

A resposta foi para ele,

Basta ter dois neurônios e somar um mais um.

Só que nunca ninguém irá provar.

Se Sheik ficou tão revoltado com o que o lateral santista disse, que assumisse.

Mas as idas aos tribunais lhe ensinaram.

Não vale a pena ser processado.

E, de maneira esperta, o corintiano agiu.

Deu a bordoada e não sofrerá qualquer consequência.

Assim vivem os espertos.

Léo e Sheik provaram.

Idade não é sinal de sabedoria.

Os dois são veteranos.

Mas se comportaram como dois garotos.

Mexeram com a raiva de milhões de pessoas.

Irresponsáveis...

Detalhes do terror que dominou Cumbica no embarque do Corinthians. O comando da Polícia Militar já decidiu. Muito mais policiamento na volta do time do Japão. A civilidade agradece…

ae18 Detalhes do terror que dominou Cumbica no embarque do Corinthians. O comando da Polícia Militar já decidiu. Muito mais policiamento na volta do time do Japão. A civilidade agradece...
"Fez uma baita festa, não quebrou nada, não destruiu nada, coisa normal, né?

Quem está acostumado com rodoviária não pode ir a aeroporto, não é?

Destruíram tudo, destruíram o aeroporto todo."

Esse foi o resumo da visita da torcida do Corinthians ao aeroporto de Cumbica.

Pelo menos na visão do lateral Léo do Santos.

Fora a brincadeira à ESPN...

Jornalistas que estiveram no local relatam: foi deprimente.

Fora todo o transtorno já exposto aqui no blog, houve mais.

Após o embarque do Corinthians, grande parte do efetivo da PM foi embora.

Como costuma fazer nos jogos de futebol em São Paulo.

É um comportamento habitual, normal.

Quem ficar por último nos estádios, fica sem proteção.

Criminosos sabem e se aproveitam disso para pequenos assaltos.

É normal pais perderem a noção do tempo tirando fotos de seus filhos nos estádios.

Depois viram alvo fáceis.

Em Cumbica, a situação foi parecida.

Os corintianos deveriam ficar só na entrada do portão 3 e irem embora assim que o time passasse.

Foi o que a maioria dos 20 mil torcedores que pararam a rodovia Ayrton Senna fizeram.

Mas cerca de 500 resolveram entrar no aeroporto durante a madrugada.

Jornalistas que lá estavam confirmam que havia vários embriagados.

A venda de cerveja e aguardente foi um sucesso no trajeto dos torcedores.

E, em bandos, passaram a importunar os passageiros.

"Mexiam com mulheres acompanhadas.

Não tiveram o menor respeito.

Foi constrangedor", disse o repórter Márcio Spimpolo da rádio Jovem Pan.

Não bastasse isso, vários resolveram se dependurar nas escadas rolantes.

Ao mesmo tempo.

Elas tiveram de ser paralisadas.

Pessoas desembarcando do Exterior não sabiam o que estava acontecendo.

Entravam em pânico.

ddae22 Detalhes do terror que dominou Cumbica no embarque do Corinthians. O comando da Polícia Militar já decidiu. Muito mais policiamento na volta do time do Japão. A civilidade agradece...

A polícia foi acionada.

Policiais pediam para os torcedores irem embora.

Mas eles se recusavam.

Começaram a pegar extintores de incêndio.

E os descarregar em direção de passageiros e soldados.

Em menor número, os policiais resolveram dar tiros de borracha.

E a atirar bombas de efeito moral.

Só assim, os torcedores foram embora.

Mas muito fizeram questão de arrastar carrinhos de carregar malas.

E os deixaram caídos na entrada de Cumbica.

O caos dominou também o estacionamento.

Com a bagunça feita para o embarque corintiano, as filas para o pagamento ficaram quilométricas.

As pessoas, irritadas, começaram a ameaçar funcionários do aeroporto.

A solução foi liberar o estacionamento.

Ninguém pagou.

Mas como os políticos, a concessionária que administra Cumbica não quis ficar contra os corintianos.

Seria antipático, elitista.

E divulgou a seguinte nota.

"A manifestação dos torcedores no embarque da delegação do Corinthians realizada na noite da segunda-feira não impactou a operação de pousos e decolagens no terminal aeroportuário. Não houve dano significativo às instalações do aeroporto, que opera normalmente."

A concessão é um ato político.

Não há porque reclamar, provocar.

Nem despertar a atenção da opinião pública para o seguinte fato:

A administração do aeroporto também falhou.

Deixou expostos os passageiros e funcionários de Cumbica.

O caminho escolhido para a concessionária foi disfarçar e seguir em frente.

Só que a baderna não passou despercebida.

Na volta do Corinthians, a atuação da Polícia Militar será outra.

O número de soldados aumentará muito.

E haverá um controle mais rígido em relação às bebidas.

A proteção ao aeroporto mais importante da América Latina continuará depois de o time ir embora.

A PM não cometerá a mesma imprudência.

Não deixará Cumbica à disposição de bandos de embriagados.

A civilidade agradece...

 Detalhes do terror que dominou Cumbica no embarque do Corinthians. O comando da Polícia Militar já decidiu. Muito mais policiamento na volta do time do Japão. A civilidade agradece...

Kaká pode ir tranquilo jogar nos Estados Unidos. Basta Ronaldinho maneirar nas farras. Marin já avisou aos dois. Eles estarão no Brasil de Felipão. A decisão é do presidente. Rejeitada, a Seleção precisa de ídolos…

ae17 Kaká pode ir tranquilo jogar nos Estados Unidos. Basta Ronaldinho maneirar nas farras. Marin já avisou aos dois. Eles estarão no Brasil de Felipão. A decisão é do presidente. Rejeitada, a Seleção precisa de ídolos...
Hora de decisão nas carreiras de Ronaldinho e Kaká.

E envolvendo a Seleção Brasileira.

José Maria Marin foi discreto.

Usou toda a movimentação na festa dos melhores do Brasileirão.

Se aproximou discretamente para cumprimentar Ronaldinho.

Ele já havia ganho a Bola de Prata da revista Placar.

E foi escolhido como Craque da Galera, com votação direta pela Internet.

Ainda estava na seleção do campeonato.

O presidente da CBF se deixa levar por aprovação popular.

Ao contrário de Ricardo Teixeira.

Se o ex-presidente dizia ter cólicas intestinais sobre o que falavam dele, com Marin é diferente.

Ex-governador biônico, ele busca a aprovação para a Seleção.

Ele percebe a rejeição à Seleção Brasileira.

Teme fiasco na Copa das Confederações.

E na Copa do Mundo.

Não sabe que o time de Scolari precisará de apoio popular, torcida.

A volta de Ronaldinho Gaúcho é um trunfo que deseja desfrutar.

E foi muito além de cumprimentar Ronaldinho.

Ele e Marco Polo de Nero foram diretos.

Perguntaram se poderiam contar com seu comprometimento se voltasse à Seleção.

Lógico que Ronaldinho disse que sim.

Ficou subentendido que sua fase de gandaia se deveu ao Flamengo de Patricia Amorim.

Sem receber, ele se perdeu nas farras.

Agora, com o tratamento profissional que passou a receber no Atlético Mineiro tudo mudou.

Marin e Marco Polo gostaram do que ouviram.

Liberarão mais convictos a sua convocação para Luiz Felipe Scolari.

Ele fará parte do grupo que será chamado no amistoso de fevereiro contra a Inglaterra.

Assim como Kaká.

Esteja jogando onde estiver.

Essa é a garantia que Bosco Leite, pai e empresário do jogador recebeu.

Ele está muito preocupado.

Mourinho continua pressionando a direção do Real Madrid.

Quer que o clube se livre dos gastos com Kaká.

E com o dinheiro economizado acalmar Cristiano Ronaldo.

Ainda buscar outro atleta.

O problema é que não surgiam interessados.

Agora, com a saída de David Beckham, o Los Angeles Galaxy querem uma estrela.

E escolheram Kaká para jogar pelo time nos Estados Unidos.

Acabaram de convidar Bosco para conhecer o clube.

Mostrar que possui estrutura para ter o meia brasileiro.

E oferecer a vida de estrela que Beckham desfrutou.

Ganhando um salário compatível ao que recebe no Milan.

Cerca de R$ 27 milhões por ano.

Marin e Felipão querem o meia de qualquer maneira na Seleção.

Já chegou esse recado nos ouvidos de Bosco.

Isso dá um grande alívio para Kaká.

A negociação pode ser até acelerada, fechada com essa confirmação.

Seria a abertura de horizontes.

Um jogador atuando na fraca liga Norte-Americana de Futebol sendo convocado para a Seleção.

O que menos importa para Scolari e Marin é onde os ídolos estão.

A Seleção Brasileira precisa de Ronaldinho e Kaká.

Eles será chamados por Scolari.

E dividirão a atenção e a pressão sobre Neymar.

Isso já está mais do que decidido...

A melhor chance da carreira de Luis Fabiano. Se livrar da fama de pipoqueiro. Em uma decisão na Bombonera, contra um time argentino. Não importa se o Tigre é fraco demais. Isso ninguém quer saber…

ae16 A melhor chance da carreira de Luis Fabiano. Se livrar da fama de pipoqueiro. Em uma decisão na Bombonera, contra um time argentino. Não importa se o Tigre é fraco demais. Isso ninguém quer saber...
"Pipoqueiro, pipoqueiro, pipoqueiro."

A própria torcida do São Paulo já ecoou esse coro.

Foram várias vezes.

E tendo, por ironia, o jogador mais indisciplinado do elenco.

O mais sangue quente, irritadiço.

Colecionador de cartões, de brigas.

Um homem como ele não suporta provocações.

Não tem nada de pipoqueiro em relação aos adversários.

O torcedor sabe que ele não foge de uma troca de socos, pontapés.

O problema nestes seis anos e 169 partidas pelo São Paulo é outro.

A insignificância de títulos que conseguiu no Morumbi.

Ele só tem na carreira o torneio Rio-São Paulo de 2001.

Tirando esse fraquíssimo campeonato, nada.

Já foi questionado em 2002.

O São Paulo fez a melhor campanha no Brasileiro.

Iria enfrentar o Santos, oitavo colocado, dono da pior trajetória entre os classificados.

O time de Oswaldo de Oliveira entrou como favorito absoluto.

Perdeu os dois jogos.

A torcida tricolor não perdoou Luis Fabiano.

Tudo ficaria ainda pior no Paulista de 2004.

O São Paulo outra vez fez a melhor campanha na fase de classificação.

O treinador era Cuca.

Entrava para enfrentar o São Caetano, de Muricy Ramalho.

Perdeu por 2 a 0 no Morumbi.

Luís Fabiano além de jogar mal, foi expulso.

Deu um carrinho violento no falecido zagueiro Serginho.

Ouviu a sua torcida gritar.

"Pipoqueiro, pipoqueiro, pipoqueiro."

Raivoso, deu bananas para os torcedores do São Caetano.

Em seguida, o time foi eliminado da Libertadores pelo Once Caldas.

Outra vez a cobrança em cima do atacante.

Foi a senha para ir embora.

Contratado pelo Porto, saiu questionado pelos torcedores.

Mas o tempo cura muitas feridas.

A raiva e a decepção passaram.

E Juvenal Juvêncio o trouxe de volta para o São Paulo.

Entrou em um leilão com o Corinthians.

E o comprou do Sevilla.

O atacante escolheu o Morumbi.

O então presidente corintiano, Andrés Sanchez não o perdoou.

E escolheu o termo que Luis Fabiano mais odeia.

"Estava tudo certo, mas ele pipocou de vir para o Parque São Jorge."

Juvenal Juvêncio gastou R$ 20 milhões no seu retorno.

Ele voltou em março de 2011 sonhando com seleção brasileira.

Quer disputar a Copa de qualquer maneira.

A recepção foi de reconciliação.

Emocionante.

Foram mais de 40 mil torcedores saudar o seu retorno.

Não imaginariam que ele só entraria em campo em outubro.

Teve de fazer duas cirurgias antes de jogar novamente pelo clube.

O Brasileiro do ano passado terminou de forma deprimente.

Nem classificação para a Libertadores.

Veio o Paulista e Luis Fabiano voltou a decepcionar.

O São Paulo goleou o Bragantino.

Mas por um lance maldoso, tomou cartão amarelo.

E não pôde jogar a semifinal contra o Santos.

O time foi eliminado.

As críticas ao destempero do jogador cresceram.

Mas havia a Copa do Brasil.

Torneio de nível técnico fraco, muito fraco.

O time era mais do que favorito para derrotar o Coritiba.

E depois decidir com o Palmeiras.

Só que a equipe perdeu no Paraná por 2 a 0.

A Independente, principal organizada, não perdoou Luis Fabiano.

Na sua página oficial do Facebook, foi ofendido novamente.

O mesmo adjetivo: pipoqueiro.

Veio a derrota no Brasileiro contra o Vasco, no Morumbi.

E outra vez teve de ouvir o que não queria.

As organizadas do São Paulo começaram e boa parte dos torcedores aderiu.

O coro de 'pipoqueiro, pipoqueiro, pipoqueiro' dominou o estádio.

O atacante deu entrevistas, disse que iria pensar no que fazer.

Deixou subentendido que poderia ir embora do Morumbi.

"Vamos pensar agora e, durante esses dias, repensar.

Vamos com a cabeça fria analisar o que é bom para mim e bom para o São Paulo.

Vamos ver o que vai acontecer."

Circularam boatos entre os conselheiros que teria uma proposta para jogar no Oriente Médio.

Iria atuar no Al Rayyan do Catar.

Só que os árabes não pagaram o que o São Paulo queria.

Luis Fabiano ficou.

E outra vez não conquistou o Brasileiro.

Mas voltou a ser convocado para a seleção.

Jogou contra a Argentina no Superclássico das Américas, em Goiânia.

E o São Paulo foi ganhando seus jogos na Sul-Americana.

Ney Franco conseguiu dar padrão à equipe que tanto sofreu nas mãos do ultrapassado Leão.

Como Rogério Ceni disse, a principal competição da América é a Libertadores.

Mas para um clube que não vence nada desde 2008, a Sul-Americana é ótima.

Todos sabem que é um torneio de segunda linha, mas está valendo.

Principalmente para Luis Fabiano.

O time enfrenta na final o Tigre na Bombonera.

A equipe é fraquíssima.

Sem torcida.

O temido estádio do Boca Júnior não deverá ficar lotado.

Muito pelo contrário.

Está na penúltima colocação no Argentino.

É uma espécie de Palmeiras portenho.

Mesmo com elenco fraco, resolveu investir tudo em um torneio mata-mata.

E esqueceu o campeonato nacional.

A chance é espetacular.

Luis Fabiano pode marcar seus gols, posar de Usain Bolt.

Conseguir o seu segundo título com o São Paulo.

E, principalmente, realizar seu maior sonho.

Se livrar da fama de pipoqueiro.

Jogador que some nas decisões.

Principalmente com a camisa do São Paulo.

A hora é essa.

Adversário mais fraco em uma decisão é impossível.

A hora da pose, do desabafo, chegou.

E perguntar:

"Quem é pipoqueiro?"