Posts de 2 de dezembro de 2012

O torcedor mais feliz nesta manhã de segunda-feira é o do Náutico. Não tem preço rebaixar o Sport, seu grande rival. E ainda no Aflitos lotado para toda torcida assistir…

ae13 O torcedor mais feliz nesta manhã de segunda feira é o do Náutico. Não tem preço rebaixar o Sport, seu grande rival. E ainda no Aflitos lotado para toda torcida assistir...
Atlético Goianiense, Figueirense, Palmeiras e Sport.

Irmanados na incompetência de suas diretorias.

Merecem o rebaixamento para a Segunda Divisão.

Hoje foi sacramentada a queda dos pernambucanos.

Da forma mais dolorida.

Foram despachados pelos rivais.

Caíram nos Aflitos, diante do organizado time de Gallo.

Derrota para o Náutico.

Vergonha, dor, humilhação.

Mas hoje foi só a estocada final.

A diretoria do Sport pediu para voltar à Segunda Divisão.

Paga o preço pela falta de capacidade.

Com uma torcida maravilhosa, pecou pela falta de visão.

Acabou a aura de modernidade que cercava Gustavo Dubeux.

Não adianta falar que o clube ganhará o mesmo dinheiro da tevê.

O rebaixamento é uma vergonha que o torcedor não merecia.

O clube teve quatro treinadores em 2012.

A falta de rumo acabou custando caro.

O time perdeu tempo demais com Vagner Mancini e Waldemar Lemos.

Foram onze partidas seguidas sem vitória.

Todos sentiram que se Sérgio Guedes tivesse sido contratado antes, não haveria queda.

Ele fez um ótimo trabalho.

O time foi outro, mais competitivo, organizado.

Ou seja: não adianta o presidente tentar repassar a culpa.

A visão turva na hora de escolher os comandantes do time foi do dirigente.

A queda desta vez tem nome e sobrenome.

A apaixonada e sofrida torcida viu Saulo fazer milagres no Aflitos.

Defendeu pênalti de Kieza.

Fez de tudo e mais um pouco.

Até deixar o campo tomado pelas caimbras.

Do banco de reservas, viu Araújo fechar o caixão.

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Marcar o gol que incendiou a agoniada torcida alvi-rubra.

O rebaixamento do Sport tem a assinatura do Náutico.

E como recompensa do ótimo trabalho de Gallo, a disputa da Sul-Americana.

O Sport voltou no ano passado e só conseguiu ficar um ano na elite do futebol brasileiro.

Volta à Segunda Divisão para se reciclar.

Principalmente seu presidente Gustavo Dubeux.

Enquanto os rubro-negros pernambucanos lamentam, festa no Canindé e em Salvador.

Geninho merece um busto pelo ótimo trabalho com o fraco time da Portuguesa.

Manuel da Lupa desmanchou o Barcelusa de 2011 a troco de moedas.

E viu o time ser rebaixado no Paulista.

A apaixonada e pequena torcida lusa já se preparava para o pior no Brasileiro.

Mas aos trancos e barrancos, Geninho conseguiu tirar água de pedra.

E também resgatar a sua carreira, abalada por escolhas e trabalhos ruins.

Dirigir o Comercial no Paulista foi uma bobagem sentimentalóide inaceitável.

Ainda mais para quem já dirigiu os maiores times do País.

Foi campeão brasileiro.

No Canindé, ele teve como escudeiro Dida.

O goleiro estava há dois anos sem atuar.

E parece ter uma piscina de formol em casa.

Continua com reflexo e físico de goleiro no auge da forma.

Não parece de jeito nenhum ter 39 anos.

Palmeiras e Grêmio estão interessados.

Depois do 0 a 0 contra a Ponte, que salvou a Portuguesas, o reconhecimento.

Os torcedores implorando para ele continuar no Canindé.

Mas no fundo até eles mesmos sabem que não vale a pena ficar para disputar a Segunda Divisão do Paulista.

Muito frio, calculista, Dida cumpriu a sua missão.

Deixou a Portuguesa, que Manuel da Lupa arrasou, na Série A.

Foi uma façanha.

"Não sei onde vou jogar.

Só digo que não vou parar."

E em Goiânia, quem estava mais feliz do que Dida e Geninho juntos era Jorginho.

Com a vitória diante do Atlético Goianiense, ele conseguiu.

Manteve o fraquíssimo time do Bahia na Série A.

Quem mereceu a permanência foi a maravilhosa torcida de Salvador.

Será fantástico para o futebol baiano ter Ba-Vi na Série A em 2013.

Se dependesse da diretoria, o Bahia merecia ser rebaixado.

Não adianta posar de moderna e ficar usando a mesma estratégia.

Pegar jogadores que os times grandes do Brasil não querem mais.

O Bahia merece muito mais do que isso.

Caminhava para o rebaixamento.

Até que os dirigentes apostaram certo em Jorginho.

Ele conseguiu compensar a falta de técnica com vontade, organização.

Tratou de agrupar os jogadores ruins que teve nas mãos.

E na base de uma marcação forte e muito correria, veio a inesperada permanência.

Dirigente já agradeciam felizes com a recuperação, mas já aceitando o rebaixamento.

Jorginho foi além.

E conseguiu a permanência, ponto por ponto.

Suou sangue.

Agora que as diretorias de Portuguesa e Bahia acordem.

Sejam profissionais.

E montem times dignos da força de suas camisas para 2013.

Entrar em um campeonato só para não cair é pensar pequeno.

Foi por isso que Atlético Goianiense, Figueirense e Sport caíram.

E o Palmeiras, com sua cota milionária paga pela tevê?

Foi rebaixado por pura incompetência de Arnaldo Tirone mesmo...

ae3 O torcedor mais feliz nesta manhã de segunda feira é o do Náutico. Não tem preço rebaixar o Sport, seu grande rival. E ainda no Aflitos lotado para toda torcida assistir...

A vergonha que os titulares do Corinthians precisavam passar antes de embarcar para o Mundial. Derrota para os reservas do São Paulo. 3 a 1 foi pouco. Se Tite não acordar o time, vai passar vergonha no Japão…

ae12 A vergonha que os titulares do Corinthians precisavam passar antes de embarcar para o Mundial. Derrota para os reservas do São Paulo. 3 a 1 foi pouco. Se Tite não acordar o time, vai passar vergonha no Japão...
Foi empolgante o desfecho do Brasileiro de 2012.

Caiu quem tinha de cair.

E chegou à fase de grupos direto da Libertadores quem mereceu.

Na última rodada, quem teve o melhor resultado foi o Corinthians.

O time titular, que vai disputar o Mundial, tomou uma virada marcante.

Perdeu feio dos reservas do São Paulo por 3 a 1 em pleno Pacaembu.

Não havia hora melhor para a derrota.

Para fazer o time acordar.

Os jogadores e Tite já estavam se comportando como se fossem campeões mundiais.

Foram entrevistas, perfis.

Falaram familiares, pai, mãe, vizinha, mulher, amante.

Tentou-se até depoimento de macaca de estimação.

O dinheiro da Caixa Econômica Federal chegou.

Produtos especiais para o Mundial foram lançados.

Lembranças do torneio que ninguém sabe se a equipe vai mesmo ganhar...

Foi garantida uma invasão de milhares de corintianos ao Japão.

A previsão é que fiquem entre 10 e 20 mil brasileiros.

Nunca em tempo de paz os japoneses receberam tantos estrangeiros de um só país.

A festa de amanhã no aeroporto no embarque já está mais do que preparada.

Será algo inédito, cinematográfico.

Aliás, toda a ação estará sendo filmada.

O Corinthians espera lançar um DVD da conquista do Mundial no Japão.

A certeza é enorme por parte da diretoria.

Todos estão indo como heróis, como campeões antecipados.

Uma loucura.

Mas estavam.

Até que os reservas do São Paulo os fizeram descer das nuvens.

Mostraram o que a falta de concentração na marcação pode causar.

A falta de seriedade em um jogo.

Quando os corintianos se viram diante de meros reservas tentaram esnobar.

Ainda mais que saíram na frente, no gol de Guerrero, falha absurda de João Filipe.

Atleta que Muricy Ramalho tem fixação.

Depois de marcar 1 a 0, os corintianos se esqueceram do motivo que os fez campeão da Libertadores.

Os excessos de dribles desnecessários, a marcação frouxa e até pose na hora de chutar para o gol.

O castigo, imediato.

Ganso deu para Douglas, livre, empatar.

A defesa corintiana era uma peneira, bem diferente do que aconteceu na Libertadores.

O time partiu desesperado com o empate.

Deixou muito espaço nas intermediárias.

Perfeito para os traiçoeiros contragolpes de Ney Franco.

Tanto que o segundo gol veio da forma mais evidente.

Maicon teve toda a tranquilidade de acertar um belo chute virando o jogo.

O Corinthians deveria ter empatado, não fosse um gol legal anulado.

No chute de Douglas e na falha de Denis, Jorge Henrique não estava impedido.

Veio o segundo tempo e o Corinthians muito nervoso.

Irreconhecível.

Tentando empatar a partida de qualquer maneira.

Sem consciência, sem o toque de bola.

Pura correria fácil de conter.

Casemiro foi o melhor jogador em campo.

Foi dono da intermediária, da entrada da área do São Paulo.

O Corinthians estava tão agoniado que só poderia acontecer o pior para Tite.

Seu time tomou o terceiro gol.

Em uma falha incrível de Wallace, que deixou a bola passar por ele, Maicon ficou livre.

E fuzilou Cássio.

3 a 1 São Paulo.

Passaporte carimbado.

O Corinthians não foi nem sombra da equipe que venceu a Libertadores.

O resultado animou demais o clube que decide a Sul-Americana contra o Tigres.

E fez descer do salto alto os corintianos.

Se a equipe jogar assim contra o Chelsea, mesmo com o time inglês mal, será goleado.

Pior, pode até cair no primeiro jogo, encontrar o 'seu' Mazembe.

Como o Internacional achou.

O tapa na cara foi para acordar.

Tite estava raivoso, como precisava estar.

Perder hoje para o detestado rival foi a melhor coisa para o Corinthians.

Os jogadores e Tite acordaram.

Não vão mais se deixar levar pelo clima de 'já ganhou'.

Será uma outra equipe, muito mais responsável que chegará ao Japão.

A festa dos são-paulinos é compreensível.

Humilharam o campeão da Libertadores.

Mas quem tem de comemorar são as pessoas que gostam de seriedade no Corinthians.

Ela era o único ingrediente que estava faltando no embarque ao Japão.

Não falta mais.

A chacoalhada dos reservas do São Paulo foi um presente para Tite.

Ele que saiba aproveitar...

Os funcionários do Banco do Brasil mostraram a Felipão. Os brasileiros se cansaram de serem mal tratados pela Seleção. E darão o troco…


Cada palavra do treinador da Seleção tem peso.

É divulgada em todo o País.

Muitas vezes até no Exterior.

Por isso o técnico precisa estar preparado na hora da entrevista.

Ou então dá no que dá.

Funcionários do Banco do Brasil, em uma festa de fim de ano, viram notícia.

Todos em coro, durante show da Capital Inicial, começam a ofender Felipão.

Os palavrões dominam o ambiente e o vocalista Dinho dança ensandecido.

A cena não é para ser levada a sério.

É uma galhofa.

Troco infantil para a tola comparação de Felipão.

Ele insistiu na história que jogador de Seleção tem de suportar pressão.

O que é mais do que normal.

Só que ele tentou ser engraçado.

E emendou.

"Não quer pressão, vai trabalhar no Banco do Brasil."

Lógico que ele passou a ideia de que no local não há cobranças.

Ninguém trabalha pressionado por ser concursado.

Não há metas, cobrança.

Pura bobagem.

O Banco do Brasil é um banco competitivo.

Onde o funcionário é pressionado, cobrado como em qualquer instituição financeira.

Houve revolta contra o treinador.

Ele teve de se desculpar com o presidente do BB.

Ir contra o Itaú, que patrocina a Seleção.

E dizer ter conta no Banco Brasil.

Mas não foi perdoado.

Tanto que os funcionários gritaram a todo pulmão o que desejam a Felipão.

Um pouco de orientação e bom senso é o que se pede ao técnico da Seleção.

Era claro que seria cobrado sobre a responsabilidade de vencer a Copa.

E sobre seus jovens jogadores.

Não precisa ser gênio para adivinhar tais perguntas.

E Felipão escorregou feio.

Ele quer repetir o que fez em 2002 no Brasil.

E em 2004 e 2006 em Portugal.

Quer unir a população do pais em torno do selecionado que comanda.

A situação está difícil.

Há muita rejeição a esta Copa do Mundo.

Marin sabe e quase chorou na apresentação de Felipão.

Ele exigiu apoio ao Mundial mais caro de todos os tempos.

Aos mais de R$ 80 bilhões por uma competição de um mês.

Que todos batam palmas para as 12 arenas.

Aos quatro elefantes brancos: Natal, Brasília, Cuiabá e Manaus.

A lei brasileira será pisada e a cerveja invadirá os estádios.

Afinal, é uma das patrocinadoras da Fifa.

A Fifa cuida dos seus patrocinadores.

O Brasil não cuida da sua própria legislação.

Se dobra diante de qualquer pressão.

O país terá sua Caxirola, seu Fuleco e agora a sua Cafusa.

Felipão precisará de apoio mais do que nunca.

E logo de cara.

O sorteio da Copa das Confederações foi péssimo para o Brasil.

Terá Itália e México como indesejáveis parceiros.

O povo brasileiro não tem mais identificação com a Seleção.

Além de na sua base de jogadores que estão no exterior...

Há o fato de não atuar no País.

Londres virou sua casa.

Não há paciência com as derrotas na Alemanha e na África do Sul.

Por isso é preciso ter cuidado.

Felipão precisa respirar, pensar antes de falar qualquer coisa.

Os funcionários do Banco do Brasil já demonstraram.

Não haverá perdão.

O povo deste país já se cansou de perdoar treinadores da Seleção.

Agora chegou a vez de Scolari.

Ele que aprenda que está brincando com fogo.

Ninguém está exigindo o politicamente correto.

Apenas um pouco de bom senso.

A rejeição à Seleção está à flor da pele.

Ricardo Teixeira levou 23 anos para conseguir esse sentimento ruim.

Que Felipão pense, seja orientado.

Assessores de imprensa ao seu redor não faltam.

E que alguém lhe mostre essa festa.

A galhofa dos funcionários do Banco do Brasil.

Assim ele valorizará cada palavra que diz como treinador da Seleção.

Porque o troco já está armado.

Na ponta da língua dos brasileiros que estão pagando caro por essa Copa.

O coro foi um aviso a Felipão.

Se provocar vai ter troco.

Acabou a paciência com a Seleção.

Ela tratou muito mal os brasileiros desde 2002.

E ninguém será poupado, respeitado.

Nem Luiz Felipe Scolari...