Roberto Justus já avisou ao São Paulo: patrocínio só se a camisa ficar mais barata. E Washington Olivetto volta a dizer não ao Corinthians de Andres…

divulgacao995 Roberto Justus já avisou ao São Paulo: patrocínio só se a camisa ficar mais barata. E Washington Olivetto volta a dizer não ao Corinthians de Andres...
O BMG desistiu do São Paulo.

O banco não aceitou renovar o patrocínio master da camisa do clube.

Pagou R$ 30 milhões em 2011.

A direção da instituição financeira considerou um mau negócio.

As confusões de Juvenal Juvêncio, a falta de rumo do time.

E, principalmente, os fracassos no Paulista, na Copa do Brasil, e no Brasileiro, foram decisivos no não.

O mínimo que o marketing do BMG esperava era a vaga na Libertadores.

E desistiu do São Paulo.

O clube do Morumbi havia acenado até com a redução para R$ 25 milhões por ano.

Nem com o desconto de R$ 5 milhões, o BMG quis ficar.

Foi quando os dirigentes resolveram apelar.

Foram pressionar Roberto Justus para que busque no mercado um patrocínio para o clube.

Embora já fosse do conselho consultivo do clube, ele não tinha espaço e nem autonomia para negociar pelo São Paulo.

Agora tem.

A indicação provocou certo ciúme no clube.

Mas Juvenal não quis nem saber.

Ele quer novos nomes trabalhando pelo São Paulo.

E, principalmente, trazendo dinheiro.

Com um ego proporcional ao seu topete, Justus já avisou que terá boas notícias em breve.

Negocia com outra instituição financeira, uma empresa do ramo alimentício, uma operadora de telefonia e um fabricante de veículos.

Ele já avisou que, pela crise internacional, é impossível conseguir R$ 30 milhões.

Se conseguir entre R$ 22 milhões e R$ 25 milhões já avisou que é motivo para comemoração.

Enquanto o São Paulo se assanha com Justus, a nova diretoria do Corinthians recebeu uma velha notícia.

O vice presidente Luis Paulo Rosenberg queria a volta de Washington Olivetto ao clube.

Ele e os seus inúmeros contatos.

As preocupações são duas.

E imensas.

Rosenberg quer manter o maior patrocínio do futebol brasileiro.

Só que perdeu Ronaldo.

Adriano mal levantou da tumba e não desperta confiança no mercado publicitário.

O grupo Hypermarcas não está disposto a continuar bancando os R$ 38 milhões anuais.

O pior é que o Corinthians sonhava com R$ 50 milhões.

Ronaldo se ofereceu até a entrar em alguns jogos festivos.

Essa era a idéia antiga de Andres Sanchez, por isso ele repetia que o jogador poderia renovar com o Corinthians.

Só que a história da carochinha não está colando.

Pior, o ex-jogador corintiano sabe que a rejeição a seu nome nunca foi tão grande.

A ligação com Ricardo Teixeira começa a pesar.

Outro motivo para a busca do publicitário consagrado é a caça a quem queira pagar para batizar o Itaquerão.

Missão que parecia fácil, mas se tornou terrível por conta da crise internacional.

E por Itaquerão já ter virado quase o nome oficial do estádio corintiano.

Olivetto recebeu a sondagem de Rosenberg, se animou, mas logo mudou de ideia.

Muito amigo do falecido Sócrates e de jornalistas tradicionais, Washington não queria trabalhar com Andres.

Pensou que com a saída dele, não haveria problema em trabalhar com Rosenberg e Mario 'futebol é business' Gobbi.

Só que ouviu mais de cem vezes que a pessoa que ainda manda no Corinthians é Andres.

E resolveu discretamente mandar avisar que 'adoraria, mas sua agenda o impede de colaborar como gostaria'.

Um não com o carimbo de Olivetto.

A preocupação toma conta do Parque São Jorge com a chegada de abril.

A Hypermarcas mudou sua cúpula.

Já mandou avisar...

Se não houver uma drástica redução na pedida...

Não renovará com o Corinthians...