Juiz estraga Fluminense e Vasco. Se não tiver coragem, não é possível ser árbitro de futebol. Não há desculpa para Antônio Frederico Schneider…

divulgacao74 Juiz estraga Fluminense e Vasco. Se não tiver coragem, não é possível ser árbitro de futebol. Não há desculpa para Antônio Frederico Schneider...
Antônio Frederico Schneider fez duas façanhas ontem.

A primeira: colocou abaixo o mito que o poder econômico se impõe sempre.

A segunda, mostrou que os dois árbitros atrás do gol realmente não servem para nada.

Tudo isso em uma vergonhosa arbitragem do clássico entre Vasco e Fluminense.

Ele implodiu o endinheirado clube de Celso Barros.

Acabou com os nervos dos jogadores.

Não marcou dois pênaltis claros.

O primeiro de Dedé em Fred, mas sutil.

O segundo, de Fagner em Carlinhos, um escândalo.

Chega a ser um milagre que apenas Fred e Edinho levaram vermelho.

Pelos erros absurdos é incrível pensar como essa partida chegou ao fim.

Como Abel Braga pôde se conter e não tirar o seu time de campo.

Seria uma atitude exagerada, ridícula, mas compreensível.

O Vasco com seus salários atrasados não teve nada a ver com os erros.

Até prova em contrário, não pediu nada a Antônio Frederico Schneider.

Foi a sua própria incompetência e falta de personalidade que interferiram no jogo.

Principalmente contra o Fluminense.

Daí a revolta de seus jogadores justificarem oito amarelos e dois vermelhos.

Enquanto os vascaínos tiveram apenas três amarelos.

Além de toda ira contra o fraco árbitro Antônio Frederico Schneider...

Vale a pena destacar a falta de visão de Abel Braga.

Ele ajudou demais ao Vasco tirando Deco de campo.

O veterano meia fazia ótima partida, mas o preconceito da idade pesa.

Abel não acreditou que ele poderia manter o ótimo ritmo do primeiro tempo.

E o tirou.

Deco ficou revoltado e a atitude deverá ter desdobramentos nas Laranjeiras.

Abel precisa justificar seu alto salário e corrigir o marcação do seu time.

Seus zagueiros falham demais.

E deram toda a liberdade a Alecsandro virar o jogo.

Os gols que o Fluminense tomou foram infantis.

O Vasco brigou do início ao final do clássico.

Mostrou um futebol solidário, de muita luta.

Quando não deu na técnica, foi no coração.

Mas sem a ajuda de Antônio Frederico Schneider não venceria o jogo.

Agora a Federação Carioca tem a obrigação de afastar Schneider.

Também rever o pagamento de dois árbitros para ficarem atrás do gol.

De nada adianta eles acompanharem os lances a dois metros e não ter coragem de marcar nada.

Os pênaltis e um escanteio ridículo para o Fluminense foram lances claros não assinalados.

E implodiram o time das Laranjeiras.

Chegou a hora de os dirigentes mostrarem que têm muito mais do que o dinheiro de Celso Barros.

E pressionar a Federação Carioca.

Uma pessoa como Antônio Frederico Schneider não tem o direito de estragar um clássico tão tradicional.

Ele será afastado.

Ele precisa se reciclar.

Sem coragem é impossível apitar.

Ou então, terá de buscar outra profissão...