Posts de fevereiro/2012

Ricardo Teixeira bateu o pé e acabou com o motim dos presidentes das federações. Continua mandando e desfazendo na CBF e no COL. Para desgosto de Dilma e Blatter, o poder do futebol no Brasil é dele…

divulgacao4432 Ricardo Teixeira bateu o pé e acabou com o motim dos presidentes das federações. Continua mandando e desfazendo na CBF e no COL. Para desgosto de Dilma e Blatter, o poder do futebol no Brasil é dele...
Ricardo Teixeira mostrou hoje como faz o que quer no futebol brasileiro.

Dominou a Assembléia Extraordinária da CBF.

Abafou o início de motim de alguns presidentes de federações.

Mostrou que mesmo contra o desejo da Fifa, de Dilma e da postura indiferente da Globo, fica o tempo que quiser.

Como foi publicado no blog, a bancada da Bola em Brasília havia visto possibilidade de sobrevivência.

Principalmente porque os rebeldes não se mostraram tão unidos.

Todos queriam tirar vantagens pessoais ou para a sua região do País.

O articulador do movimento contra Teixeira, o presidente da Federação Gaúcha, Novelletto, ficou sozinho.

Marco Polo del Nero, da FPF, se juntou com o presidente da Federação Carioca, Rubens Lopes Filho.

Marco Polo e Rubinho haviam sido avisados por Teixeira que ele desejava continuar.

Não iria abrir mão tão fácil do poder.

Além da pressão externa, não há nada oficial que o retire do cargo.

As várias denúncias envolvendo o amistoso entre Brasil e Portugal são fortes, mas ainda podem ser defendidas na Justiça.

Mesmo se Blatter demonstrar todo o envolvimento de Teixeira no escândalo ISL...

O máximo que pode acontecer é o que já ocorrerá, ele não concorrerá à Fifa.

A presidência do Comitê Organizador Local é dele.

Só sairá também se quiser.

Os presidentes das Federações ficaram acovardados diante da firmeza de Teixeira.

As reuniões vararam esta madrugada.

E continuaram no café da manhã e no almoço.

Quando chegaram na sede da CBF, os presidentes das Federações já sabiam que nada mudaria.

Teixeira quis continuar e não negociar.

Não mexeu nos estatutos.

Não trocou o termo mais velho para o vice mais antigo na CBF, para agradar o Norte e Nordeste...

E abrir a possibilidade para Fernando, filho de José Sarney assumir.

Não, se ele sair, quem fica com todos os poderes é o octogenário José Maria Marin, homem de Marco Polo.

Há, no entanto, a questão da saúde.

Ele está com graves problemas na perna esquerda.

Por causa de um tombo que levou no cavalo, quando namorava a socialite Narcisa Tamborindeguy.

Foi na década de 90.

O problema o está incomodando, a ponto de não poder andar direito.

Talvez tenha de pedir licença médica.

O motim dos presidentes de federações ele acabou hoje em dois tempos.

Mas o Palácio do Planalto não está feliz com a solução.

Muito pelo contrário.

A pressão para que Teixeira saia vai continuar.

Mas hoje ficou claro que, se depender dos presidentes das Federações, ele ficará até 2015, como o previsto.

"Se Deus quiser ele não vai sair."

A frase foi dita na segunda-feira por Andres Sanchez, a quem Teixeira quer passar sua coroa...

Andres já sabia que Ricardo estava enfrentando o motim...

Mano Menezes vai abandonar seu único projeto para a Copa de 2014. Não a Kaiser, lógico. Ela vai continuar. Sentindo a pressão de todos os lados, desistirá de Ronaldinho Gaúcho…

divulgacaokaiser Mano Menezes vai abandonar seu único projeto para a Copa de 2014. Não a Kaiser, lógico. Ela vai continuar. Sentindo a pressão de todos os lados, desistirá de Ronaldinho Gaúcho...
Mano desistirá do único projeto que assumiu para a Copa de 2014.

Não, não será o contrato com a cerveja Kaiser, que continua firme forte e lucrativo.

Nem com a Ambev, vai poder anunciar guaraná Antarctica, Pepsi e Gatorade.

Se essas empresas ainda acreditarem que vale a pela vincular suas marcas ao técnico...

O dinheiro chegará aos seus bolsos até 2014.

O que não fará mais será bancar Ronaldinho Gaúcho.

Não tem mais respaldo da CBF.

Sentiu que está sozinho na aposta.

E não quer continuar assim.

Vai mudar o foco.

A relação de Mano com o jogador era da fascínio, de tiete.

Tinha a impressão que iria resgatá-lo ao futebol brasileiro.

E ele ainda é um grande talento não mais valorizado.

Apostava que sua visão obtusa agradava a imprensa da cidade sede da CBF.

O Rio, o Flamengo, a alegria, o Carnaval...

Seu protetor Andres Sanchez já havia avisado que não confiava mais no meia.

Via a impossibilidade física.

Conhece bem o que aconteceu no final da carreira de Ronaldo.

Gaúcho terá 34 anos na Copa do Mundo.

Atualmente, às vésperas de 32, é anulado facilmente no fraquíssimo Campeonato Carioca.

Mano acreditava que teria direito à famosa teimosia de um treinador de Seleção.

Mas ele está anos-luz de Telê Santana, Luiz Felipe, Zagallo e até de Dunga.

O envolvimento de Mano com o futebol é ralo demais.

Tem uma Copa do Brasil.

É especialista em Segunda Divisão, com duas conquistas...

Campeonatos estaduais em São Paulo e em Porto Alegre.

E muita amizade com Andres Sanchez.

Mais nada.

Não tem currículo para bancar qualquer desejo.

Ao desistir de Ronaldinho Gaúcho, Mano só se repetirá.

Segue as ondas como um navio desgovernado.

Mano já o havia chamado, depois desistiu, voltou a apostar nele e desistirá de novo.

Nada fora do comum para um treinador sem convicções.

Ronaldinho estava muito à vontade ao chegar à Suíça.

Tamanho foi o respeito que foi tratado por seu fã Mano Menezes.

Ficou com a convicção que seria um dos três jogadores com mais de 23 anos que vai para a Olimpíada.

Encarou os poucos repórteres que foram cobrir o bizarro amistoso.

E disse claramente o quanto estava motivado e preparado para atuar em Londres.

Deu entrevistas como o líder do time olímpico.

Sozinho ele não chegou à esta conclusão.

Mas veio o jogo contra a Bósnia.

E a Europa logo lembrou porque o despachou para o Brasil.

O longo cabelo preso com uma fita e as luvas pretas eram os mesmos.

E só.

Não havia dribles desconsertantes, arrancadas, tabelas, cobranças de faltas.

Foi apenas um veterano tocando a bola de lado, ocupando o espaço de Neymar.

Improdutivo e sem personalidade na intermediária bósnia.

Um triste clone cansado.

Mesmo assim, o tiete Mano levou uma hora para perceber que nada produzia.

Outra vez.

E o treinador teve de colocar Paulo Henrique Ganso.

O jovem santista não foi fabuloso.

Mas o jogo fluiu melhor porque havia um meia de verdade para fazer a ligação do meio com o ataque.

E Ganso mostrou estar diferente.

Sua melhor participação foi pegar a bola com as mãos e cobrar rápido a falta violenta que recebeu no final do jogo.

Ao tocar para Marcelo, pegou a defesa bósnia desmontada.

E do lateral, a bola foi para Hulk e o gol contra salvador, aos 45 minutos de segundo tempo.

O resultado do ridículo amistoso não conta.

Vale o depois da partida.

Ronaldinho Gaúcho é esperto.

E os últimos anos o deixaram calejados.

Ele percebe uma rejeição de longe.

Não teve carinho no banco de reservas.

Não foi tratado como realeza.

Se negou a dar entrevistas.

Não quis coletiva, zona mista, Globo, nada.

Sabe que perdeu toda a moral que pensou que ainda tivesse.

Mano é um sobrevivente.

Não vai afundar junto com ele, não.

Já demonstrou na coletiva que repassa a culpa pelo que não dá certo aos jogadores.

De Ronaldinho disse que 'nem sempre é possível colocar alguém na cara do gol'.

Meias palavras que devem ser analisadas como inteiras.

Não é possível quando o jogador não consegue atuar bem.

Não tem mais explosão muscular, força física, envelhece.

Isso acontece com quem se cuida de maneira espartana.

E é pior com quem troca o dia pela noite há anos.

Mano está sendo mais crucificado de onde menos esperava.

No seu novo lar, o Rio de Janeiro.

A imprensa de lá foi a mais ácida em relação ao projeto Ronaldinho.

Acabou a tolerância.

Os recados, a pressão atingiu o treinador rei do twitter e redes sociais.

Percebeu que está indo para o abismo com Ronaldinho.

E desistiu.

Criará com toda a pompa o projeto Ganso.

Se Kaká se firmar no Real Madrid terá nova chance.

Em maio quando a Seleção enfrentará a Dinamarca na Alemanha, o Brasil terá um novo 10.

O único projeto de Mano, além da Kaiser e da Ambev, fracassou.

Tentando sobreviver, o técnico sem currículo vai mudar de projeto...

A falta de vivência na elite do futebol mundial é evidente.

Se mostra um novato perdido diante de tanta cobrança.

E repassa a culpa sem constrangimento.

Júlio César e Deivid Luiz estão na mira.

Quem for mal e acabar criticado.

Não há compromisso com o tal de planejamento.

O que importa é sobreviver.

Simples, assim.

Isso até que comecem a reparar de verdade no seu trabalho.

E alguém lembrar dos 82 jogadores convocados até agora.

E que o Brasil não tem nem base de time para a Copa.

Esse momento de Mano está chegando...

Pior que o péssimo futebol contra a Bósnia, só a garantia de Andres Sanchez. Aposta que segura Mano Menezes para a Copa de 2014…

AE7 Pior que o péssimo futebol contra a Bósnia, só a garantia de Andres Sanchez. Aposta que segura Mano Menezes para a Copa de 2014...
Constrangedora a vitória do Brasil diante da fraca Bósnia.

O jogo na Suíça só serviu para Kaká, Lúcio e Robinho.

Eles deverão ser chamados contra a Dinamarca.

O time de Mano, Andres e Teixeira teve outra atuação de envergonhar.

Sem imaginação, suou sangue para vencer por 2 a 1, com um gol contra.

A Bósnia foi eliminada da Eurocopa por Portugal por 6 a 2.

É uma equipe limitada, que se contentou em apenas marcar na intermediária.

O time todo.

Mas o problema é deles.

O nosso é verificar o quanto Mano Menezes está perdido.

E o time é mentiroso.

A começar por sua inacreditável aposta.

É querer ficar muito bem com a mídia carioca convocar Ronaldinho Gaúcho.

E sonhar em ser presidente do Flamengo ao deixá-lo mais de uma hora em campo.

Foi um crime.

Seu futebol está em fase terminal.

Se limitou a dar um chute no gol, acertar 41 passes de lado e errar onze jogadas.

Mano o deixou à vontade.

Colocou pertinho de Neymar para receber a bola de frente para o gol, pela esquerda.

Ao seu lado, correndo como um cavalo, sem merecer um passe, Leandro Damião.

O mais sacrificado de todos foi Hernanes.

Como alguém querendo vingança, Mano colocou o meia que vive excelente fase na Lazio como ponta direita.

Virou um mero auxiliar de Daniel Alves.

Função mais estúpida, impossível.

Desperdício ou não saber onde escalar?

Quem atua assim é o atacante Hulk, nunca Hernanes.

Daniel Alves e Marcelo perceberam que Ronaldinho Gaúcho era só um cartaz em campo.

E viram que o Brasil não tinha meia.

Passaram a atuar nas diagonais, ao mesmo tempo.

Uma loucura.

O improviso deu certo aos três minutos, quando Daniel Alves serviu Marcelo.

O chute saiu cruzado: 1 a 0, Brasil.

O gol foi apenas um espasmo.

A animação parou por aí.

Foi quando David Luiz deu saudade de Lúcio.

E raiva por Mano ter levado Dedé para passear...

O jogador teve uma fraquíssima atuação e desestabilizou toda a defesa.

Ele errou um passe fácil para Sandro que permitiu o contragolpe bósnio.

A bola caiu nos pés de Pjani que tocou para Ibisevic.

O jogador invadiu e bateu fraco, a bola desviou em David Luiz.

Foi mascada para o gol.

Ficou claro que Júlio César também não merece ser titular absoluto.

E a torcida da Inter implora por novo goleiro.

O lance era defensável, a bola passou fácil por ele.

1 a 1.

Aos 13 minutos, o jogo ficava empatado.

E mostrou o quanto Mano está sem rumo.

A Bósnia recuou toda para buscar a bola na sua intermediário.

Como um hipnotizado, o treinador brasileiro não percebia que Sandro e Fernandinho não tinham função.

Não tinham a quem marcar.

E quando os bósnios desciam em contragolpes, pareciam duas estacas.

Se não fosse a inacreditável falta de pontaria deles, tudo seria muito pior.

O Brasil não teve criatividade, objetividade.

Foi um Barcelona ao contrário.

Teve 69% da posse de bola, mas só a tocava para o lado.

A fama de Neymar o precedeu.

Os desleais zagueiros europeus o caçaram diante de um apalermado árbitro.

O suíço Sascha Kever teve uma atuação constrangedora.

Só a sorte evitou que Neymar escapasse de uma contusão séria.

Os 20 anos pesaram e ele se perdeu tentando consagrar Ronaldinho Gaúcho.

O buscou em todos os lances na longa hora que o camisa 10 esteve em campo.

Se prejudicou e atrapalhou o Brasil.

Tudo só melhorou quando Mano tomou vergonha e colocou Ganso em campo.

A troca obrigatória de Sandro por Elias também teve efeito, deixou o time mais leve.

Mesmo assim, foi assustadora a falta de personalidade da Seleção.

O medo de chutar ao gol era incrível.

Tudo indicava que no minúsculo estádio de Saint Gallen viria o empate...

Um gol contra de canela deu a vitória ao Brasil.

Hulk recebeu de Marcelo e chutou forte da linha de fundo.

A bola bateu no péssimo zagueiro Papac : 2 a 1 Brasil.

Gol aos 45 minutos do segundo tempo.

Mano saltou do banco como se tivesse vencido a Copa.

Os jogadores brasileiros dançaram em campo.

Mas o ar de constrangimento era evidente em todos.

A vitória foi enganosa, falsa e não disfarça o péssimo futebol.

O primeiro jogo do Brasil em 2012 mostra que o rumo não mudou.

A Seleção não tem objetividade, consistência.

E um treinador fraquíssimo, sem personalidade.

Só pose.

Pior é que é mais protegido do que filha virgem no Interior da Paraíba.

Andres Sanchez disse a amigos na Suíça que Mano chegará à Copa de qualquer jeito.

Fará o mesmo que fez com Tite depois da eliminação da pré-Libertadores.

Disse que segurou um técnico que perdeu com Corinthians e com o Ronaldo para o Tolima.

Basta Ricardo Teixeira não sair, que ele garante o seu pupilo Mano.

Animador...

Ricardo Teixeira é deixado de fora na negociação entre Globo e Fifa pelas Copas de 2018 e 2022. Dispensaram o intermediário inconveniente. Não foi traição. Foi negócio, apenas… Dilma Rousseff adorou…

reproducao Ricardo Teixeira é deixado de fora na negociação entre Globo e Fifa pelas Copas de 2018 e 2022. Dispensaram o intermediário inconveniente. Não foi traição. Foi negócio, apenas... Dilma Rousseff adorou...
Os vôos com jatinhos com Marcelo Campos Pinto pela África ficaram na história.

Ninguém assume ter sido uma traição.

Foi uma negociação direta apenas.

Só que sem a intervenção de Ricardo Teixeira.

Nem da CBF.

A Fifa acertou direto com a TV Globo a transmissão das Copas de 2018 e 2022.

E com a anuência do Planalto Central.

A estratégia de continuar a esvaziar Teixeira continua fortíssima.

Ele ficou de fora das importantes negociações.

Embora ainda tenha uma profunda relação com a Globo, o dirigente foi convenientemente esquecido.

A emissora carioca tem uma relação profunda com a Fifa.

Em todos os aspectos.

Não só por causa das transmissões há mais de 40 anos.

Executivos da Globo foram mestres e não se envolveram na briga entre Teixeira e Blatter.

Organizaram, por exemplo, o sorteio dos grupos das eliminatórias da Copa do Mundo.

E deram o cerimonial à quem pertencia: a Fifa.

Tudo foi decidido pela entidade.

Até onde as 'autoridades' iriam sentar.

Como Blatter queria.

Como Dilma Rousseff desejava.

Não para agradar Teixeira.

A Globo foi liberada para cobrar quanto quisesse.

E foi o que fez.

A Prefeitura e o Governo Estadual do Rio dividiram a singela conta de R$ 30 milhões.

O sorteio dos grupos das Eliminatórias para a Copa de 2010, seguiu o mesmo roteiro.

Com poucos cantores, imagens do país e muitas bolinhas sendo sorteadas.

Transmissão também para todo o mundo.

Custou 15 vezes menos: R$ 2 milhões.

Ou seja, a ligação entre a Fifa e a Globo é forte demais.

A emissora carioca não está dando ênfase, por exemplo, à indecente Lei Geral da Copa.

A entidade que controla o futebol está dobrando leis previamente aprovadas no Brasil.

Por causa dos seus bilionários patrocinadores.

A Globo faz o seu papel.

E não se aprofunda na discussão.

Não é conveniente.

Esse é só um exemplo.

A união entre Fifa e Globo é lucrativa para os dois lados.

É isso que interessa.

E nessa luta por cada vez mais dinheiro, sobrou para quem era o grande elo entre os dois.

Ricardo Teixeira foi solenemente afastado do processo.

Quem sorri com tudo isso é Dilma Rousseff.

Ela sabe o que a Bancada da Bola, senadores e deputados federais favoráveis a Teixeira, estão fazendo para tentar mantê-lo no poder.

Mas o golpe de hoje foi forte demais.

Ficar de fora desse grande negócio foi péssimo para o presidente da CBF.

Mais uma prova que seu poder é apenas provinciano, restrito ao nosso território.

Triste fim para quem tinha certeza que sucederia Blatter em 2015.

A bochecha direita de Teixeira deve esta coçando.

Foi onde ele recebeu um belo beijo de Jerome Valcke, o secretário geral da Fifa.

Na época o ósculo representa aliança.

Hoje remete a um certo apóstolo...

O desespero do marketing do Corinthians. Não foi só uma sedução à Hyundai. Mas uma pressão na Hypermarcas. O tiro saiu pela culatra…

divulgacao9932 O desespero do marketing do Corinthians. Não foi só uma sedução à Hyundai. Mas uma pressão na Hypermarcas. O tiro saiu pela culatra...
"Não foi só uma tentativa de sedução na Hyundai.

Foi uma pressãozinho na Hypermarcas."

Esta foi a explicação de um dos responsáveis pelo marketing no Corinthians.

Uma das pessoas ligadas à nova fracassada tentativa de reaproximar Washington Olivetto do clube.

O vice Luiz Paulo Rosenberg diz que adora estratégias de marketing diferentes, fortes.

"Agressivas", como gosta de classificá-las.

Aceitou de primeira a ideia de mandar fazer uma camisa do Corinthians com símbolo da Hyundai.

E entregá-la ao presidente da montadora no Brasil, Seong-Bae Kim.

Não na sua sala, mas em pleno Pacaembu, no sábado, na partida contra o Botafogo.

Lógico que teria alguém para bater uma foto 'ao acaso'.

E esta foto 'ao acaso' cair na Internet.

Como Chen Zhi-Zhao já está em São Paulo fazendo testes físicos, a associação oriental iria acontecer.

Poucos iriam parar para pensar que a Hyundai é sul-coreana...

E Chen é chinês bancado pela Nike.

Vale é passar para o inconsciente coletivo que o Palmeiras fechou com a montadora Kia Motors, rival da Hyundai.

Mas como rival?, lembra bem o fiel leitor Rafael.

Em 1998, a Hyundai adquiriu a Kia Motors.

Ou seja: formam uma empresa só.

Concorrer consigo mesma em um mesmo estado, eu um mesmo país?

É um pouco difícil.

Mas vai que a história acabe colando...

Para muita gente, olho puxado é olho puxado...

Um samba marqueteiro do criolo doido.

Mas que tem por alvo encurralar a Hypermarcas.

A empresa não quer mais pagar R$ 37 milhões pela camisa do Corinthians.

Não sem Ronaldo, seu principal atrativo.

Rosenberg sabe disso.

O contrato termina em abril.

Pelo acordo, Ronaldo recebia R$ 12 milhões pelo acordo.

Aos cofres corintianos entravam R$ 25 milhões.

Andres Sanchez sabia do encantamento dos executivos da Hypermarcas com Ronaldo.

E acenava como um desesperado para a prorrogação de contrato, mesmo sem a menor possibilidade dele entrar em campo.

Sabia que signficaria dinheiro ao Corinthians.

Ronaldo teve o bom senso de dizer não mais de 30 vezes ao ex-presidente.

Sem um dos jogadores mais midiáticos do mundo, a Hypermarcas quer reduzir custos.

Sabe que ninguém paga tanto no Brasil para ter o patrocínio master de qualquer camisa.

São Paulo e Flamengo estão na praça correndo atrás de interessados.

Mesmo assim, o Corinthians fala em querer cobrar R$ 50 milhões para a Hypermarcas continuar.

Por isso esse carinho todo de Rosenberg para o presidente da Hyundai no Brasil.

Ele que está longe de ser um alienado, percebeu a jogada.

E mandou seu departamento de marketing avisar que não está negociando com o Corinthians.

A princípio não está nos planos investir em futebol.

Ainda mais com os valores cogitados de R$ 50 milhões.

A agressividade de Rosenberg pode ser perfeita para fechar com empresários de carne, aguardente, isqueiros.

Mas sem Ronaldo, a camisa corintiana perdeu uma referência mundial.

E há o medo real de ter de baixar demais a pedida para a camisa continuar com patrocínio.

Só que o vice já antecipava que o clube continuaria a ter o fardamento mais valioso do país.

Rosenberg pode até montar uma fábrica de logotipos no Pacaembu...

E ficar doando camisas estampadas para todo presidente de multinacional que chegar.

Não será assim que conseguirá R$ 50 milhões por ano.

Um dia talvez descubra que não é só ele quem é esperto neste mundo.

Apesar de acreditar piamente nisto.

A crise mundial não é segredo para ninguém.

Assim como o atual descrédito do futebol brasileiro.

Talvez por essa 'agressividade', Olivetto não quis voltar ao Corinthians...

divulgacao9953 O desespero do marketing do Corinthians. Não foi só uma sedução à Hyundai. Mas uma pressão na Hypermarcas. O tiro saiu pela culatra...

Depois da lama do Gabão, o Brasil de Teixeira, Mano e Andres começa 2012 na Jundiaí suíça. Em um estádio para 17.500 pessoas. Contra a Bósnia, eliminada da Europa por perder por 6 a 2 para Portugal…

reproducaojornalcomunicaçao1 Depois da lama do Gabão, o Brasil de Teixeira, Mano e Andres começa 2012 na Jundiaí suíça. Em um estádio para 17.500 pessoas. Contra a Bósnia, eliminada da Europa por perder por 6 a 2 para Portugal...
A CBF está caprichando onde coloca a Seleção de Mano para jogar.

Depois da lama no Gabão.

Chegou a vez da 'imponente' AFG Arena, estádio do Saint Gallen.

O clube nada menos é do que líder da Segunda Divisão suíça, ora pois.

Serão 17.500 pessoas acompanhando o jogo contra a Bósnia.

Capacidade do estádio Jaime Cintra da provinciana Jundaí, em São Paulo.

A imagem é perfeita: o Brasil de Mano, Andres e Teixeira, em Jundaí.

E com temperatura de zero grau.

Brasil e Bósnia.

Enquanto a Alemanha enfrenta a França.

E a Holanda pega a Inglaterra.

Isso é que é planejamento nota 10.

Mais de um ano e meio já foi perdido de preparação.

Foram exatos 82 jogadores convocados e não há uma base no time de Mano.

Neste primeira partida de 2012, a principal aposta é Ronaldinho Gaúcho.

Jogador em péssima fase e perto dos 32 anos.

A sua simples convocação já é a desmoralização do diretor de Seleções, Andres Sanchez.

Ao ganhar o cargo e os R$ 75 mil por mês disse que não queria jogador de mais de 30 anos na Seleção.

É bom Andres abrir bem o ouvido.

Por que Ronaldinho não quer só a Seleção Brasileira normal.

Ele avisou na Suíça que deseja estar na Olimpíada em Londres.

E Mano não está querendo negar nada à estrela do futebol do Rio de Janeiro, sua nova cidade.

Já antecipou que os três com mais de 23 anos estão na Suíça.

As chances maiores são de Júlio César, Daniel Alves ou Thiago Silva e ele, o balzaquiano dentuço do Flamengo.

Ronaldinho terá uma postura privilegiada hoje.

Atuará sem precisar marcar ninguém.

Apenas terá de ficar perto de Neymar e Leandro Damião para enfrentar a fortíssima defesa da Bósnia.

Preocupado com o adversário, Mano tratou de colocar a combatividade de Hernanes, em ótima fase...

E deixar o talento de Paulo Henrique Ganso.

Fosse corajoso, o treinador deixaria os dois juntos, bastaria recuar Hernanes.

E sacar Fernandinho.

Mas aí, Mano não seria Mano.

Julio César, Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e Marcelo;

Sandro, Fernandinho e Hernanes;

Neymar, Ronaldinho e Leandro Damião.

Esse é o primeiro time do Brasil em 2012.

Mano teve toda a liberdade de chamar e não chamar quem quisesse.

Deixou de fora Lúcio, Kaká e Robinho entre poucos outros.

Lucas, pivô da briga entre CBF, São Paulo, Andres e Leão ficará fora do time titular.

Com calma, todos vão percebendo que não há mais opções fantásticas.

Jogador que mereça protesto por não ser chamado.

Há apenas Neymar fora dos padrões.

Mas ainda precisa amadurecer, mal fez 20 anos.

É isso que incomoda, tira o sono e a vontade de assistir a Seleção.

Com a atual safra, o Brasil precisaria ter um excepcional técnico.

De visão privilegiada para tirar mais do que o óbvio deste elenco.

O que não é o caso.

O currículo de Mano traz uma Copa do Brasil, duas Segundas Divisões e campeonatos estaduais.

É pobre demais, como constatam os europeus na Suíça.

Ele é muito inexperiente para tanta responsabilidade.

Ocupa o cargo por indicação de Andres e porque Muricy não quis aceitar.

O adversário foi escolhido a dedo.

Vale lembrar que não conseguiu classificação para a disputa da Eurocopa.

A Bósnia foi eliminada pela instável Seleção Portuguesa.

Perdeu por nada menos do que 6 a 2.

Tem seus poucos valores individuais.

Dzeko, do Manchester City, e Ibisevic, do Stuttgart, além do meia Pjanic, da Roma.

E deu.

É uma seleção que marca forte e sai em contragolpes velozes.

Nada demais.

Foi um selecionado escolhido para dar moral.

Para fazer o Brasil vencer.

Melhorar as estatísticas.

Seria fantástico vencer novamente.

O Brasil de Mano já derrubou os adversários escolhidos para recuperá-lo no cargo.

Derrubou os fracos argentinos que não conseguiram ir para o Exterior...

A Costa Rica...

O México...

Gabão...

E Egito...

De dar orgulho.

Por que será que mesmo após esses triunfos históricos a Fifa rebaixou o Brasil para sétimo do mundo?

Mesmo assim não há a certeza de vitória hoje, para variar.

Não há base e muito menos planejamento sério.

O time fez apenas um treino para o jogo.

E será cobrado como qualquer Seleção Brasileira será eternamente cobrada.

O Brasil continua a se preparar para a Copa de 2014 o mais longe possível.

Por três motivos.

O primeiro é que é mais lucrativo.

O segundo, a facilidade de contar com os jogadores que atuam na Europa.

E o terceiro, fugir da pressão da torcida brasileira.

Sim, a cúpula da CBF acredita que a Seleção não está pronta para ser vista pelo exigente público brasileiro.

E assim vai matando qualquer tipo de cumplicidade que poderia nascer.

Mas é a maneira de Ricardo Teixeira e Andres trabalhar.

Pior ainda foi a revelação de Sanchez sobre o planejamento para a Seleção Olímpica.

Cheio de pose, ele adiantou que vai exigir de 10 a 12 dias o time treinando junto.

Sim, a Seleção Olímpica vai treinar 12 ou 10 dias para tentar ganhar a inédita medalha de ouro.

A única conquista que o Brasil não tem na sua história.

"12 ou 10 dias", bradou Andres Sanches.

O trabalho olímpico específico está abandonado.

Mano convoca alguns jogadores e os mistura com a Seleção principal e acabou.

É esta profundidade que atinge.

Realmente há de se dar o braço a torcer.

A Seleção de Teixeira, Mano e Andres escolheu bem o lugar para jogar.

Vai atuar onde merece.

No Jaime Cintra suíço.

Na Jundiaí da terra do chocolate e relógio.

A zero grau.

Contra a Bósnia.

Para 17.500 torcedores acompanharem ao vivo.

Está muito bom.

De ótimo tamanho.

Combina com o trabalho sério para a Copa e para a Olimpíada...

Ricardo Teixeira mudou de ideia, quer ficar na CBF. Mas já amarrou a sua sucessão com Marin. Mas se ‘Deus quiser’ como diz Andres Sanches, não será necessária. Acovardados, os presidentes de Federações dizem amém…

divulgacao Ricardo Teixeira mudou de ideia, quer ficar na CBF. Mas já amarrou a sua sucessão com Marin. Mas se Deus quiser como diz Andres Sanches, não será necessária. Acovardados, os presidentes de Federações dizem amém...
"Se Deus quiser o Ricardo Teixeira vai continuar na CBF.

E vai acabar essa pentelhação."

Foi assim dessa maneira elegante que Andres Sachez resumiu o que acontece no Rio.

Os presidentes de federações do Brasil inteiro ficaram travados quando viram o primeiro despacho de Ricardo Teixeira, hoje no Rio.

Ele está de volta.

E de cara acabou livrou a Federação Piauiense de sanções.

Quer todos os votos de todos para a provável mudança dos estatutos da CBF.

Teixeira quer deixar claro que não há espaço para revoltas, rebeliões.

Pessoas poderosas na Federação Paulista de Futebol antecipam que ele não estaria mais disposto a renunciar.

Acredita que pode suportar mais tempo a pressão do governo federal e as ameaças veladas da Fifa, de seu novo maior inimigo, Blatter.

Se não conseguir, quer pelo menos amarrar os braços dos presidentes das federações.

E quer deixar acertado por estatuto o mais claro possível que colocar o sucessor dos seus sonhos.

Não quer correr o risco de uma eleição que coloque um dirigente inimigo no seu lugar.

Que exponha as entranhas da CBF.

Muito pelo contrário.

Quer um parceiro.

E o ex-governador José Maria Marin já mandou recados que é ele.

Haverá a garantia se ele assumir no lugar de Teixeira que Andres Sanchez continuará no comando das Seleções.

Mano Menezes no cargo de treinador.

Rodrigo Paiva como diretor de comunicação.

Tem a garantia de Marin.

A quer por escrito.

O medo de Teixeira é o afável Marco Polo del Nero.

Ele é o mentor de Marin.

E não suporta Andres Sanchez.

Teixeira se viu sufocado tanto em Miami como no Brasil.

Repórter chegou até a tocar a campanhia da sua mansão nos EUA.

Por isso decidiu voltar.

Vai tentar ficar, continuar, enfrentar a pressão.

Mas se preparar para um eventual tombo.

E tem no octagenário Marin seu parceiro.

O acordo já foi fechado.

Mas Andres não para de instigar Teixeira a continuar.

O presidente da CBF já se reuniu com advogados.

Consultou sua bancada da bola em Brasília.

Deputados e senadores estão recuando.

Já enxergam luz no fim do túnel.

E acreditam que Teixeira ainda pode arriscar a sobrevida.

Tanto que ele recebeu vários telefonemas e e-mails de apoio hoje.

Principalmente de presidentes de Federações.

Eles agem como se o big boss voltou.

Ficam na posição que os consagrou durante décadas: de joelhos.

O que Teixeira decidir, eles vão aceitar.

O tom de motim acabou.

Como se nunca tivesse existido.

Presidentes de federações consultaram seus advogados.

E eles dissecaram os estatutos da CBF.

A conclusão comum é que tudo continua nas mãos de Teixeira.

Ninguém o tira do cargo.

Só ele mesmo.

E o dirigente não parece tão mais disposto a sair.

"Graças a Deus", diz Andres Sanchez...

Palmeiras estica seu pires e pede esmola aos torcedores para comprar Wesley. Outros clubes torcem para dar certo. É a desmoralização do futebol brasileiro…

divulgacao02 Palmeiras estica seu pires e pede esmola aos torcedores para comprar Wesley. Outros clubes torcem para dar certo. É a desmoralização do futebol brasileiro...
Esticar o pires e pedir dinheiro para a torcida...

Essa é a vergonhosa estratégia do Palmeiras tentando se reforçar.

Arnaldo Tirone chegou ao fundo do poço.

Depois de fechar o patrocínio de R$ 25 milhões por ano com a Kia Motors, ele declarou sua independência.

Garantiu que investiria tudo no futebol.

E, empolgado como uma criança, mandou empresários fecharem com Wesley.

O Atlético Mineiro já havia acertado com o Werder Bremen e com o jogador.

Tirone ordenou pagar mais.

Os alemães e o versátil meio campista acreditaram na proposta.

Para o Werder, seis milhões de euros e, para Wesley, três anos de contrato de R$ 240 mil.

Tudo certo.

Tirone tinha alguns contatos com investidores.

E acreditava piamente que tudo seria acertado.

Eles pagariam a primeira cota de 2 milhões de euros.

Só que eles recuaram.

E o presidente palmeirense se viu sem saída.

Seu grito de independência de Mustafá Contursi foi o seu maior inimigo.

O ex-presidente controla o Conselho Deliberativo do clube.

E para a liberação da verba haveria a necessidade de ter Mustafá ao seu lado.

O Palmeiras já deve mais de R$ 180 milhões.

Como foi publicado neste blog, a Prefeitura está colocando entraves nas licenças da construção da Arena.

Os problemas se acumulam.

Mustafá detesta o acordo fechado com a WTorre.

Seu relacionamento atual com Tirone é péssimo.

Sem saída, o dirigente resolveu tentar pedir o dinheiro para a torcida.

Aproveitando a rara fase boa.

Usando o nome rebuscado de crowdfunding para disfarçar o pires esticado.

Em um site com o nome wesleynoverdao.com.br, torcedores podem doar o seu suado dinheiro para que seja feita a contratação.

O Palmeiras não quer só a primeira parcela, cerca de R$ 4,6 milhões.

Ele está implorando por R$ 21,3 milhões, por todos os direitos federativos.

E mais: é doação.

O torcedor não será investidor, dono de cotas, nada.

O princípio básico é o da esmola.

Dá para mendigo e não se preocupa como ele vai usar.

Não terá retorno algum.

O Corinthians fracassou recentemente com essa estratégia ao tentar repatriar Cristian.

Dirigentes do Parque São Jorge garantiram que não vão expor mais o clube a esse tipo de humilhação.

Mas o que foi fracasso no Corinthians chegou como esperança ao Palmeiras.

O gerente César Sampaio fez questão de anunciar que vai doar R$ 5 mil para a campanha.

O que ele faz de boa vontade é uma ingenuidade.

Só confirma a incompetência do presidente Tirone.

Alguém capaz de comprometer a carreira de um jogador.

O relacionamento do Palmeiras com o Werder Bremen, com o mercado internacional.

Só falta Tirone lembrar que o São Paulo pedia sacos de cimento para a construção do Morumbi.

E começar a arrecadar cimento em frente à reconstrução do novo estádio.

Ou ainda se lembrar da Segunda Guerra Mundial e pedir anéis, alianças e dentes de ouro aos torcedores.

Porque com o pires esticado o Palmeiras já está.

Pode ser informatizado, mas não deixa de ser um pedido de esmolas.

Um atestado puro de incompetência...

O que é pior: outros clubes acompanham com interesse a campanha.

Se der certo, esticarão seus pires também...

(O que é ruim pode sempre ficar pior.

Está revelado o motivo de o time ter se comprometido a pagar cerca de R$ 13 milhões ao Werder...

E cobrar mais de R$ 21 milhões aos seus torcedores.

O Palmeiras quer que eles paguem as comissões dos intermediários e impostos.

A história fica cada vez mais patética...)

Leão está fazendo o que sua capacidade alcança. Está implodindo o São Paulo. O time se acusa pelos gols que sofreu do Palmeiras. E Lucas toma bronca homérica por não ficar do lado do técnico na briga com a CBF…

divulgacao841 Leão está fazendo o que sua capacidade alcança. Está implodindo o São Paulo. O time se acusa pelos gols que sofreu do Palmeiras. E Lucas toma bronca homérica por não ficar do lado do técnico na briga com a CBF...
Não é por acaso que Leão virou um técnico com prazo de validade.

Ele segue o caminho da autodestruição.

De maneira direta.

Como?

Assumindo as vitórias e jogando a culpa pelos fracassos em seus jogadores.

Antes do clássico contra o Palmeiras ele chamou o time.

E perguntou como gostariam de marcar a bola aérea.

Se marcando individualmente um jogador palmeirense o tempo todo.

Ou por setor.

Isso mesmo, perguntou.

Os jogadores ficaram divididos, inseguros.

E Leão avisou a imprensa e a diretoria o que fez.

Se livrou do que pudesse acontecer nos levantamentos de bola do Palmeiras.

Lavou as mãos, como um Pôncio Pilatos de cabelos brancos e rugas.

Treinador tem determinar caminhos, escolher o que é melhor.

Fazer valer o salário.

Mas aí, é preciso ter capacidade.

A aposentadoria de Leão não havia chegado por acaso.

Ele foi enxotado do Goiás para sua casa.

E teve de tirar os pijamas graças a Juvenal Juvêncio, que seguiu conselho de Marco Aurélio Cunha.

Deu no que deu.

No ano passado, o clube tinha chances de chegar à Libertadores.

Leão assumiu e elas desapareceram.

No Paulista, o time mostra que tem atacantes que decidem na individualidade.

Mas não há um treinador que saiba como organizar o sistema defensivo do São Paulo.

O time já tomou 14 gols em dez jogos.

E tudo está piorando.

Foram seis nas últimas duas partidas.

O clima entre os jogadores já é péssimo.

Uns culpam os outros.

Rodolfo disse que tudo recai nos zagueiros, deixando claro que o time é culpado como um todo mas se omite.

Os atacantes como Fernandinho dizem que a parte deles estão fazendo.

É nesse ambiente conturbado que Leão sobrevive, cultivando o rancor.

Como com Lucas.

Ele não o apoiou totalmente na denúncia que o treinador fez em relação à CBF.

Disse na sexta-feira que alguém da entidade sugeriu que o jogador forçasse suspensão para não enfrentar o Palmeiras.

E viajar com todo a Seleção para a Europa, onde enfrenta na terça-feira a Bósnia.

A CBF o liberou mas promete fazer uma representação contra Leão para que tenha de se explicar.

Lucas se recusou a falar sobre o assunto em Presidente Prudente.

Não quis confirmar a acusação de Leão.

E abriu duas possibilidades.

A simples conservação, não querendo se queimar com Mano Menezes.

Ou Leão falou o que não aconteceu.

O treinador ficou irritadíssimo com a postura neutra de Lucas.

E descontou.

Deu uma bronca absurda, o culpando pelo terceiro gol do Palmeiras.

Exagerada de propósito.

Tanto para cobrar a falta de apoio às palavras do treinador contra a CBF...

Como na gostosa hora de repassar a culpa de mais um gol pelo alto para alguém...

E sobreviver.

O São Paulo começa a viver a tensa rotina de ter Leão comandando seu time.

Tem sido assim nos seus últimos anos de carreira.

Ele chega para fazer o trabalho de bedel.

Grita, xinga, cobra, manda embora os jogadores que a diretoria quer.

E na hora de montar o time, não sabe o que fazer.

Está matando a tese de que foi ele o responsável pelo título mundial de 2005.

E que muitos acreditavam.

Leão só teve um excelente time nas mãos desde o início.

O Santos de 2002, que foi geração espontânea.

Ou para quem não sabe ele queria se livrar de Robinho, porque era muito franzino.

E o ofereceu ao São Caetano.

O time do ABC ficou indeciso.

E Marcelo Teixeira insistiu para que o treinador desse chance ao garoto.

Leão só aceitou porque foi uma exigência do presidente.

Foi assim que ele ganhou mais dez anos de sobrevivência no futebol.

Falta de sorte das diretorias dos clubes que acreditaram nele.

Como a do São Paulo de 2012.

O processo de rejeição do time já está começando.

Agora é só uma questão de tempo...

Na vitória épica do Fluminense na Taça Guanabara, o abraço mais sem graça: o de Celso Barros em Abel Braga. Os dois sabiam que o mecenas queria Renato Gaúcho comandando o time…

AE44 Na vitória épica do Fluminense na Taça Guanabara, o abraço mais sem graça: o de Celso Barros em Abel Braga. Os dois sabiam que o mecenas queria Renato Gaúcho comandando o time...
Não há dúvidas qual foi o abraço mais sem graça no Engenhão.

Foi entre Celso Barros e Abel Braga.

Os dois sabiam muito bem que, se dependesse do mecenas do Fluminense, o treinador seria outro.

Aproveitando a inconstância do time no Brasileiro, no Carioca e neste início de Libertadores...

O presidente da Unimed queria Renato Gaúcho.

E iria contratá-lo no lugar de Abel se não fosse a recuperação do Fluminense.

Se não fosse o Vasco ter agido com honestidade e vencido o Boa Vista e garantido o rival no quadrangular.

E Abel surpreendeu.

Foi o escultor da vitória do time bancado por Celso Barros.

Apostou na empolgação vascaína das oito vitórias em oito jogos.

Inflou o ego dos rivais, repassando o favoritismo para o lado de São Januário.

E os atraiu para o seu campo.

Apostou na empolgação vivida por Dedé, sua precipitada ascensão.

E investiu na velocidade de Wellington Nem para servir Fred.

Deixou Deco finalmente jogar como gosta e como pode.

Sem ter nem de cercar volante algum.

Só se preocupar em organizar os contragolpes ou chutar a gol, que faz com muito talento.

Como no jiu jitsu usou a força do adversário para vencê-lo.

Ao fazer Cristóvão acreditar Juninho Pernambucano e Fagner, o Vasco venceria.

Mas ao ter o meio de campo aberto.

O lado direito para explorar entre Fagner e Dedé, que Abel ganhou o jogo.

Não sem antes passar um grande susto.

Diego Souza acertou a trave de Cavallieri em uma das muitas falhas da fraca zaga tricolor.

Fraca, não.

Péssima.

Principalmente para um time que deseja ser campeão da Libertadores.

O problema é que do bolso de Celso Barros só sai dinheiro para jogadores do meio de campo e atacantes.

Mas o Fluminense suportou a blitz.

Tinha o seu desafogo pelo lado esquerdo.

De tanto ter criar chances de gols, Wellington Nem apavorava a defesa vascaína.

E de forma infantil, sem necessidade, Fagner cometeu pênalti no atacante.

Fred bateu de maneira convicta e fez 1 a 0.

O Vasco quase empatou de maneira imediata.

Diego Souza cabeceou livre, mas jogou fora.

A pressão vascaína crescia, colocando tensão ao jogo.

Quando Deco recebeu a bola do lado esquerdo, na entrada da área.

Os jogadores do Fluminense esperavam o cruzamento.

Qualquer atleta faria o óbvio e levantaria para a área.

Viciado no enredo do futebol, foi o que Fernando Prass esperava.

E deu dois passos fatais para o lado esquerdo do seu gol.

Quando Deco chutou alto, preciso no canto direito.

Foi fatal: 2 a 0 Fluminense.

Foi como terminou o primeiro tempo.

Abel Braga esperava que o Vasco voltasse ainda mais ofensivo.

Marcando a saída de bola.

Foi o que aconteceu.

A pressão vascaína foi impotente.

Aí, Deco teve espaço para explorar a liberdade que tinha no desespero cruzmaltino.

Deixou vários Wellington Nem e Thiago Neves livres para marcar o terceiro gol.

Mas coube a quem está acostumado a não desperdiçar fazer 3 a 0.

Com um passe genial de Thiago Neves e a conclusão seca do artilheiro Fred para as redes.

A partir daí, os favoritos vascaínos abandoram de vez o que restava do plano defensivo.

Dedé virou centroavante fixo.

Foi uma bagunça que Cristóvão permitiu de braços cruzados.

Sem estratégia, só com o coração, o Vasco diminuiu em cabeçada raivosa de Eduardo Costa.

Dedé em seguida acertou a trave.

E Cavallieri fez duas grandes defesa a queima roupa.

O Fluminense suportou o sufoco suicida vascaíno e venceu.

Fez a festa.

Comemorou o primeiro turno que, espertamente, os cariocas batizaram de Taça Guanabara.

Depois de 19 anos, o Fluminense conseguiu ganhar a tal taça.

E Abel Braga ganhou um dos abraços mais sem vontades da sua história como técnico.

O abraço de Celso Barros.

O homem que queria a sua demissão.

Tem o dinheiro, desejava Renato Gaúcho, mas teve de engolir o obeso Abel.

Coisas do futebol brasileiro, que não é movido pela sinceridade...

Ou pela razão...

Página 1 de 912345...Último