Ninguém quer pagar para batizar o Itaquerão. Mais de 15 empresas foram consultadas. A diretoria corintiana se desespera…

divulgacao32 Ninguém quer pagar para batizar o Itaquerão. Mais de 15 empresas foram consultadas. A diretoria corintiana se desespera...
Andrés Sanchez já ofereceu para mais de 15 empresas diferentes.

Elas não quiseram gastar R$ 400 milhões.

Nem R$ 300 milhões.

Muito menos R$ 200 milhões.

Nem mesmo R$ 100 milhões.

Não houve o interesse em comprar os naming rights do Itaquerão.

Pagar centenas de milhões de reais para batizar o estádio por dez, vinte ou 30 anos.

Há a certeza de que a alcunha Itaquerão é mais forte do que qualquer nome.

Arena Petrobrás, Arena Caixa Econômica, Arena Hypermarcas, Arena Eike Baptista...

Os procurados não se interessaram.

A desculpa que Andrés Sanchez ouviu foi que Itaquerão chegou para ficar.

O maior exemplo moderno é o Engenhão.

Ninguém, simplesmente ninguém, se refere a ele como estádio João Havelange.

Ou mesmo o Maracanã.

De nada adianta chamar Mario Filho.

Andrés e o seu sempre atuante Luiz Paulo Rosenberg não desistem.

Tentaram agir onde têm a força de Ricardo Teixeira e de Lula.

Imploraram para a Fifa e o Itaquerão aparece como Arena São Paulo.

Mesmo mantendo a pose, Rosenberg sabe que a batalha está quase perdida.

Não há uma pessoa no Brasil que não se refira à arena de um bilhão de reais como Itaquerão.

Os departamentos de publicidade das estatais consultados não são ingênuos.

E por mais que recebam pressão política...

Têm negado sistematicamente a recomendação de gastar dinheiro em batizar o estádio corintiano.

A situação está constrangedora.

A solução é baixar ao máximo a pedida.

R$ 400 milhões para batizar o Itaquerão será impossível.

Foi um sonho de verão de Andrés Sanchez.

Um arroubo de prepotência.

Ele está sentindo isso na pele...