Posts de 23 de janeiro de 2012

post-icon

23
jan
16:36

Ninguém quer pagar para batizar o Itaquerão. Mais de 15 empresas foram consultadas. A diretoria corintiana se desespera…

comentarios-icon(158) Comentários »

divulgacao32 Ninguém quer pagar para batizar o Itaquerão. Mais de 15 empresas foram consultadas. A diretoria corintiana se desespera...
Andrés Sanchez já ofereceu para mais de 15 empresas diferentes.

Elas não quiseram gastar R$ 400 milhões.

Nem R$ 300 milhões.

Muito menos R$ 200 milhões.

Nem mesmo R$ 100 milhões.

Não houve o interesse em comprar os naming rights do Itaquerão.

Pagar centenas de milhões de reais para batizar o estádio por dez, vinte ou 30 anos.

Há a certeza de que a alcunha Itaquerão é mais forte do que qualquer nome.

Arena Petrobrás, Arena Caixa Econômica, Arena Hypermarcas, Arena Eike Baptista...

Os procurados não se interessaram.

A desculpa que Andrés Sanchez ouviu foi que Itaquerão chegou para ficar.

O maior exemplo moderno é o Engenhão.

Ninguém, simplesmente ninguém, se refere a ele como estádio João Havelange.

Ou mesmo o Maracanã.

De nada adianta chamar Mario Filho.

Andrés e o seu sempre atuante Luiz Paulo Rosenberg não desistem.

Tentaram agir onde têm a força de Ricardo Teixeira e de Lula.

Imploraram para a Fifa e o Itaquerão aparece como Arena São Paulo.

Mesmo mantendo a pose, Rosenberg sabe que a batalha está quase perdida.

Não há uma pessoa no Brasil que não se refira à arena de um bilhão de reais como Itaquerão.

Os departamentos de publicidade das estatais consultados não são ingênuos.

E por mais que recebam pressão política...

Têm negado sistematicamente a recomendação de gastar dinheiro em batizar o estádio corintiano.

A situação está constrangedora.

A solução é baixar ao máximo a pedida.

R$ 400 milhões para batizar o Itaquerão será impossível.

Foi um sonho de verão de Andrés Sanchez.

Um arroubo de prepotência.

Ele está sentindo isso na pele...

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks
post-icon

23
jan
13:51

D’Alessandro e Montillo só ficam no Inter e no Cruzeiro se ganharem um grande e inesperado aumento. As diretorias se desdobram para tentar pagar…

comentarios-icon(54) Comentários »

divulgacao30 DAlessandro e Montillo só ficam no Inter e no Cruzeiro se ganharem um grande e inesperado aumento. As diretorias se desdobram para tentar pagar...
Alessandro e Montillo.

Dois grandes motivos para o futebol brasileiro admirar o argentino.

Mais tradicionais, os treinadores de base do país rival desprezam o 3-5-2.

E insistem na importância dos meias e não os volantes como acontece no futebol brasileiro.

Por isso os camisas 10 de verdade continuam nascendo por lá e rareando por aqui.

Os dois são ídolos absolutos do Inter e do Cruzeiro.

Mas vivem situações idênticas.

Os dois têm propostas financeiras compensadoras para abandonar seus times.

O Shanghai Shenhua oferece nada menos do que dez milhões de euros a D'Alessandro.

Basta que cumpra dois anos de contrato.

São cerca de R$ 23 milhões por 24 meses.

Mais de R$ 900 mil a cada 30 dias.

Ele recebe R$ 350 mil.

Ao time gaúcho, os chineses oferecem apenas sete milhões de euros.

Cerca de R$ 16 milhões.

Por esse dinheiro, a direção do Inter não negocia o jogador fundamental para a Libertadores.

Aliás, os dirigentes não querem vendê-lo de jeito algum.

Dorival Júnior o coloca como jogador fundamental ao time na competição mais importante do ano.

E desde que surgiu a proposta, no começo da semana passada, D'Alessandro está sendo bombardeado.

Foram inúmeras reuniões com os dirigentes.

E conversas com Dorival Júnior.

Todos estão tentando convencê-lo a ficar.

E virar as costas para o dinheiro chinês.

Os torcedores colorados fazem campanha, imploram.

O argentino vai completar 31 anos em abril.

Está no Inter desde 2008.

Tem a chance de ganhar três vezes mais no Oriente.

Mas o clube gaúcho sonha em vencer a Libertadores e o Mundial de Clubes outra vez.

E não há outra saída.

Por mais que disfarcem, os gaúchos só manterão o atleta satisfeito se ele ganhar um bom aumento.

A direção tentou fugir, mas não há outra tentativa de solução.

O medo é de um efeito avalanche.

Mas não há outro jeito.

O meia dá sinais que está disposto a aceitar ficar.

E até jogar na quarta-feira contra o Once Caldas na pré-Libertadores.

Mas quer entrar em campo com tudo acertado.

Os dirigentes estão trabalhando para dar esse aumento e seguir com o planejamento.

Dorival Júnior se mostra esperançoso, mas não iludido.

Sabe que de uma hora para outra, os chineses podem voltar.

Por isso conversa, elogia.

Coloca D'Alessandro no céu.

A estratégia não é garantia de nada.

Mas no Brasil só há um outro clube tão empenhado para manter seu camisa 10.

E está em Belo Horizonte.

Montillo já demonstrou ontem que sabe separar as coisas.

Ele continua insatisfeito com o que poderia ganhar no Corinthias

Dois milhões de euros como luvas (R$ 4,5 milhões) e mais R$ 500 mil mensais.

É uma proposta digna de clube europeu.

Ou chinês, como está na moda.

Mas a direção do Cruzeiro não quis.

Iria receber apenas R$ 19 milhões.

Queria R$ 34 milhões.

E a transação foi abortada.

A direção corintiana disse que desistiu, mas sonha com um telefonema de dirigentes cruzeirenses.

Esperam que eles reavaliem.

Montillo sabe que vai disputar o esvaziado Campeonato Minero e a Copa do Brasil.

Por um time limitado, sob o comando de um treinador ainda mais fraco.

A derrota contra o América Mineiro ontem mostra o que o espera.

A equipe paulista foi campeã brasileira e vai disputar a Libertadores.

A valorização e a exposição seriam muito maiores.

Mas a direção cruzeirense disse não.

Vagner Mancini e os torcedores imploraram que ficasse em Belo Horizonte.

Ele diz que fica, mas quer imediatamente um aumento.

"Se o Corinthians me valorizou, o Cruzeiro também precisa valorizar", disse.

Ele recebe R$ 150 mil em Belo Horizonte.

Quer ganhar pelo menos o dobro.

A direção cruzeirense sabe que o clube não nada em dinheiro.

Mas não vê outra solução.

Terá sim de aumentar o que ele recebe.

Pouco importa que tenha assinado até 2015.

Internacional e Cruzeiro sabem o que têm nas mãos.

São dois dos mais talentosos jogadores no País.

O assédio é poderoso.

Mas se querem manter seus camisas 10 argentinos não há outra solução.

Precisam dar dois belos aumentos.

Mesmo assim torcer para que eles não tenham uma recaída.

E queiram sair de qualquer maneira...

Espalhe por aí:
  • RSS
  • Live
  • del.icio.us
  • Twitter
  • Digg
  • Netvibes
  • Facebook
  • Google Bookmarks