Publicado em 13/01/2012 às 18h15
Na tarde de autógrafos, mais uma lição do MMA para o futebol. De envergonhar quem não tem a menor consideração pelos fãs…
Rio de Janeiro...
De envergonhar qualquer ídolo de futebol.
O comportamento de grandes lutadores do MMA na tarde de autógrafo foi exemplar.
Minotouro, Lyoto Machida, Wanderlei Silva e Cigano demonstraram um dos motivos pelos quais o esporte só cresce.
O quarteto não se importou com a imensa fila de fãs na HSBC Arena.
Eram milhares esperando em uma fila quilométrica para autógrafos.
Idosos, crianças, grávidas, adolescentes, executivos, pobres...
Os lutadores se mostravam mais animados do que os próprios torcedores.
"O prazer tem de ser nosso.
Isso só acontecia nos Estados Unidos.
É importante demais isso estar acontecendo no Brasil.
O torcedor esperava por isso há muito tempo.
E nós também", disse Wanderlei Silva.
A felicidade de Minotauro era verdadeira.
O clima entusiasmava.
Lyoto abraçando cadeirantes.
Wanderlei Silva pegando garotinhos no colo.
Eles ficaram por mais de uma hora e meia, sorrindo, brincando.
Aí que entrava a esperteza americana.
A imensa fila terminava justo em uma loja com vendas de camisetas, bonés e até cinturões do UFC.
Quem tinha dinheiro, comprava.
Quem não tinha, já estava feliz.
Quanto vale um autógrafo, uma foto, um abraço verdadeiro de um ídolo?
Pena que os dirigentes e jogadores de futebol não estavam aqui na Arena.
Sentiriam muita vergonha...
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