Posts de 24 de fevereiro de 2011

O perigo de a Seleção Brasileira depender tanto do instável Júlio César…

divulgacao032 O perigo de a Seleção Brasileira depender tanto do instável Júlio César...

No vestiário do estádio Nelson Mandela Bay, Júlio César chegou com o rosto inchado.

Chorando muito.

Sua dor na consciência era maior do que a dos pilotos que lançaram as bombas atômicas em Hiroshima e Nagasaki.

A prepotência havia ido embora com a falha infantil no levantamento para a área de Sneijder.

Precipitado, se chocou com Felipe Mello.

A bola desviou no volante e foi para as redes.

A falha do goleiro mexeu com a confiança de todo o time.

Os jogadores não acreditavam que Júlio César pudesse dar o gol aos holandeses daquela maneira.

Logo o melhor goleiro do mundo...

Sentindo o descontrole dos brasileiros, os holandeses fariam o segundo, também com Sneijder.

E fim do sonho do hexa...

Eu estava lá em Port Elizabeth e não acreditei na cena.

Não parecia o mesmo jogador intimidador das coletivas.

Onde estava a confiança do goleiro que se achava o melhor do mundo?

Lembrei-me do que colegas cariocas haviam me dito.

Júlio César é um jogador com características especiais.

Ele é tão prepotente, tão cheio de si, que a cada falha entra em profundo processo de depressão.

Sempre foi assim, desde as categoria de base do Flamengo...

E, de novo, Júlio César passa pela mesma situação.

Seu mundo caiu depois da falha absurda que custou a derrota da Inter contra o Bayern de Munique.

O chute do holandês (sempre eles...) Robben era fácil de segurar para um goleiro do nível do brasileiro.

O cronômetro apontava 44 minutos do segundo tempo.

O empate na Itália já não era bom para Leonardo, que tenta fugir da sombra de José Mourinho.

Mas Júlio César inexplicavelmente tornou tudo pior.

Rebateu a bola para a frente.

Ela caiu nos pés de Mario Gomez: 1 a 0 Bayern...

A situação ficou dramática para a Inter.

Terá de derrotar o Bayern em Munique.

O goleiro brasileiro deu o direito do empate aos alemães...

A feição de Júlio César já denunciava o que viria pela frente.

Ele foi para o vestiário e pediu desculpas para todo o time.

Depressivo, foi para a sua casa andando.

Deixou o carro no estacionamento do estádio.

Ela fica perto do San Siro, mas o goleiro fez questão de encarar o frio, a tristeza, o fracasso, a vida...

Como me disseram jornalistas cariocas, ele leva dias, semanas para se recuperar de uma falha.

Isso é péssimo para o goleiro escolhido por Mano Menezes para ser o goleiro da Copa de 2014.

O Brasil não pode ficar dependendo de um atleta com comportamento tão extremo.

Ou age como se fosse o enviado dos Céus...

Ou como o culpado pelos pecados da humanidade...

Se alguém tem dúvida da importância de um psicólogo particular acompanhando um jogador de futebol...

Olhe bem para Júlio César...

Preste atenção nos altos e baixos de sua carreira...

Repare na sua fisionomia transtornada ao encostar na trave do San Siro, depois do gol que sofreu...

O Brasil precisa ter um goleiro reserva preparado para Júlio César...

Não é possível que dependa de um atleta tão instável...

E nem se preocupe em formar um reserva para 2014...

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Dívida segurou os quatro do Rio ao Clube dos 13…E abre espaço até para conciliação…

divulgacao0084 Dívida segurou os quatro do Rio ao Clube dos 13...E abre espaço até para conciliação...
A polêmica união dos clubes cariocas para a discussão dos direitos de transmissão precisa de intérprete.

Uma explicação sobre o motivo que os fez se juntar e não sair do Clube dos 13.

A resposta é simples, direta.

Vem dos assessores de Fábio Koff.

Eles não se desfiliaram por dinheiro.

Juntos devem mais de R$ 60 milhões à entidade.

Como?

Empréstimos e adiantamento de cotas de televisão.

Se fossem se desfilliar teriam de pagar à vista o que devem.

Então o caminho foi o da esperteza.

Eles inventaram uma licença por conta própria.

Continuam filiados, não pagam o que devem e negociam à parte só o direito dos Brasileiros de 2012, 13, 14.

Koff não está disposto a aceitar a tal licença nada poética.

Para ele ou os clubes pagam e fazem o que quiser da vida...

Ou ficam e participam normalmente das decisões do Clube dos 13...

Isso abre a possibilidade de conciliação...

Koff também quer imediatamente os R$ 25 milhões que o Corinthians deve.

Como Andres anunciou a sua desfiliação, tem de pagar.

O maior aliado de Ricardo Teixeira nesta revolta finge que não é com ele.

E nem ameaça pagar.

O Coritiba já aderiu aos revoltosos.

O Cruzeiro está próximo.

Os presidentes de Santos e Palmeiras mudam de postura de hora em hora.

Juvenal Juvêncio tem, por enquanto, o grande apoio de Inter e Grêmio para tentar manter o Clube dos 13 vivo.

A TV Globo jura que não negociará com o C13 de jeito nenhum.

Mas muita gente importante acredita ser um blefe da emissora carioca.

Continuam as reuniões, telefonemas, promessas e mentiras.

Muitas mentiras...

Os bastidores do futebol brasileiro poucas vezes estiveram tão sujos...

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Adriano corre sério risco. Nem a volta ontem garante que seu contrato não será rescindido na Roma…

divulgacao0034 Adriano corre sério risco. Nem a volta ontem garante que seu contrato não será rescindido na Roma...
"Vocês ficam inventando muita m... de mim."

Foi assim que Adriano evitou as entrevistas, ontem no seu embarque forçado para a Itália.

Forçado porque a Roma lhe deu um ultimato.

Ou voltava imediatamente para lá ou seu contrato seria rescindido.

E ele daria adeus aos R$ 8 milhões por ano que recebe.

Para vir ao Rio, Adriano insistiu, brigou, pediu, implorou aos italianos.

Disse que precisava estar perto da família para se recuperar da operação no ombro.

Só que mal desembarcou nas terras brasileiras, ele já aprontou.

Perdeu a carta de habilitação porque dirigia o seu Porshe Carrera visivelmente embriagado.

Tanto que se recusou a fazer o teste do bafômetro.

Dirigentes italianos tentaram defendê-lo por lá dizendo que ele não estava dirigindo o carro.

Seria um mero carona.

As declarações foram desmentidas facilmente pelos correspondentes europeus aqui no Brasil.

Em seguida, circulou na Intenet fotos do jogador ao lado de um copo alto de cerveja, bebida que adora.

Novo motivo para o jogador virar motivo de piada em Roma.

Ele atrasou em dois dias a sua volta à Itália.

Enganou o seu próprio agente, Gilmar Rinaldi.

Há uma grande pressão por parte da diretoria do seu clube para que o contrato seja rescindido.

Mesmo com o retorno ontem do brasileiro.

Há uma cláusula que protege do clube do comportamento pouco profissional de Adriano.

Ele viajou irritado e com medo.

Sua contratação foi considerada o desperdício de 2010.

De acordo com a nutricionista do clube, ele chegou 15 quilos acima do peso.

Demorou cerca de dois meses para perder peso.

Quando jogou, ficou muito abaixo do esperado.

Não marcou sequer um gol.

E se contundiu...

A sua situação com a Roma está no limite.

Se escapar da rescisão agora, não escapará se aprontar outro ato de indisciplina.

Mas Adriano sabe que não precisa se preocupar...

Enquanto esteve no Rio recebeu recados de Patricia Amorim...

As portas do Flamengo estarão sempre abertas para ele no Flamengo...

A proposta é mais do que interessante para Adriano...

E pode ser o seu destino a partir de junho...

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O que aconteceu com o forte Fluminense, campeão do Brasil? Muricy precisa reinventar esse time…

divulgacao0082 O que aconteceu com o forte Fluminense, campeão do Brasil? Muricy precisa reinventar esse time...
Muricy Ramalho pode dizer o que quiser.

Elogiar, exaltar o espírito, a distribuição tática.

Falar bem até da cor dos cabelos de Diguinho...

Mas a verdade é que o Fluminense desperdiçou quatro pontos nos seus dois primeiros jogos na Libertadores.

Depois do Argentinos Juniors, ontem foi a vez do Nacional do Uruguai empatar no Engenhão.

Outra decepção do campeão brasileiro.

No sábado já havia sido eliminado da final da Taça Guanabara pelo Boavista...

Muricy Ramalho resolveu apostar no esquema que o consagrou no São Paulo.

Com três zagueiros.

Só que colocou seis jogadores no meio de campo e não cinco.

E deixou apenas Rafael Moura como referência no ataque.

Os uruguaios trataram de fazer o que a lógica indicava.

E que seria seguida por qualquer time juvenil.

Marcaram o jogador de neurônios e talento no time brasileiro.

Anularam Conca.

E travaram o Fluminense.

Sem opção, os cariocas logo se afobaram.

Partiram para os chutes de longa distância e cruzamentos da intermediária.

Quando havia um escanteio era uma festa para o banco do Fluminense.

Foi uma atuação patética.

Principalmente na comparação de tudo o que essa equipe fez no Brasileiro de 2010.

No segundo tempo, Muricy, desesperado, desmanchou tudo o que montou.

Colocou Souza e Araújo e 'vamos que vamos'.

O que melhor aconteceu para o time brasileiro foi não tomar o gol.

Santiago partiu em disparada em um contragolpe.

Driblou Leandro Euzébio e Ricardo Berna...

Com o gol vazio, chutou embaixo da bola, para fora...

Foi o momento de maior alegria da torcida tricolor no Engenhão.

Por falar em torcedores, o número pequeno, dez mil, já mostra a descrença.

A empolgação da conquista do Brasileiro já acabou.

Mesmo os jogadores estão tensos, à beira da crise.

Agora o Fluminense terá três partidas seguidas fora de casa pela Libertadores.

Tudo que não fez em casa deverá fazer no México, na Argentina e no Uruguai.

Há todos os motivos do mundo para preocupação.

Muricy rebate a quase todos.

Menos um.

O fraco futebol do seu time em 2011.

Os adversários decoraram a forma de jogar e sabem, de olhos fechados, anulá-lo.

Por isso, não há desculpas para o treinador que deveria estar no lugar de Mano na Seleção...

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O Palmeiras salvou o ano do Bode dos Carnaubais. Quem salva o Palmeiras?

divulgacao0015 O Palmeiras salvou o ano do Bode dos Carnaubais. Quem salva o Palmeiras?
"O desgaste é deles.

Vou estar sentadinho no banco de reservas."

Felipão tentou ironizar, brincar com a desgraça.

Mas ele mais do que ninguém sabe que a vitória por 2 a 1 contra o Comercial do Piauí foi uma derrota.

A CBF faz do primeiro, o jogo mais fácil da Copa do Brasil.

Há anos é assim.

O time grande do Rio, de São Paulo, de Minas, do Rio Grande do Sul vai a um lugar fora do eixo do futebol.

É a chance dos torcedores locais assistirem pelo menos uma partida por ano de um grande do Brasil.

E até dos jogadores desconhecidos do grande público enfrentarem atletas que conhecem pela tevê.

Se o grande é atração por lá, o pequeno com seus desconhecidos não são atração nos grandes centros.

Como a Copa do Brasil prevê a renda do mandante, esse segundo jogo é prejuízo certo ao grande.

Por isso, o regulamento reza que, em caso de vitória fora de casa por dois gols de diferença, não há volta.

Isso vale nas primeiras rodadas.

A primeira é obrigação o time grande ganhar, fazer a diferença de gols, se livrar do jogo da volta.

E ainda dividir a arrecadação, já que, quando há eliminação direta a divisão é obrigatória.

Foi tudo o que o Palmeiras não conseguiu.

Diante de um adversário fraquíssimo, com folha salarial de R$ 40 mil, outra vez o time decepcionou.

Contra os piauienses, os paulistas criaram e desperdiçaram chances de gol.

Mas nem tanta como se imaginaria.

A falta de vocação do líder do Campeonato Paulista em atacar é algo gritante.

Incomoda até torcedor do Corinthians.

A equipe não tem objetividade.

É carente de atletas criativos, talentosos.

E olhe que Valdivia esteve em campo.

Jogou por uma hora, mas foi uma sombra do meia que o clube gastou R$ 16 milhões para ter de volta.

Deu uma bela assistência para Adriano Michael Jackson marcar.

Nem a dança que o tornou conhecido o jogador se dispôs a fazer.

Ele quer se livrar do personagem bizarro que criou para ele mesmo com seus gols marcados no Rio e na Bahia.

O segundo gol do Palmeiras foi ridículo.

Nasceu de um lateral cobrado para Kléber, o atacante virou entre três zagueiros e fez 2 a 0.

A um minutos do segundo tempo.

Perfeito para os paulistas.

Placar que matava a volta.

Só que Anibal Lemos mandou o Bode dos Carnaubais, como o Comercial é conhecido, para cima do Palmeiras.

E aos 30 minutos, Barata caprichou no escanteio e o zagueiro Rafael cabeceou forte e...gol...

Foi um dos gols mais comemorados da história do Albertão em Teresina...

A derrota foi uma das mais festejadas.

A partida rendeu R$ 250 mil e o dinheiro ficará com o Comercial.

Para pagar seis meses de salários e ainda guardar R$ 10 mil.

Ao Palmeiras, o prejuízo financeiro e moral.

Foi mais um fracasso na sua história recente.

Vai enfrentar o São Paulo no domingo mais uma vez questionado.

Depois, jogar na próxima quarta-feira no Pacaembu contra o Bode.

Quem se interessa por esse segundo confronto?

O dinheiro será curto, outra decepção.

E Felipão está errado.

O desgaste não é só dos jogadores.

Que treinador pentacampeão do mundo não consegue montar uma equipe para ganhar por dois do Bode dos Carnaubais?

Você quer, mas não vai sair ileso de mais esse vexame.

O Palmeiras de Michael Jackson e Pardalzinho envergonhou mais uma vez seu torcedor.

Isso já virou rotina, um hábito...

No Pacaembu, na próxima quarta-feira, o grito de guerra será:

Dá-lhe, Bode...

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