O Cruzeiro transformou o Grupo da Morte em um grande baile…

divulgacao111 O Cruzeiro transformou o Grupo da Morte em um grande baile...
Como transformar o grupo da Morte no grupo mais fácil da Libertadores?

Aulas na Toca da Raposa.

Quando Cruzeiro, Estudiantes foram designados para o mesmo grupo, a situação já era complicada.

Ficou mais ainda quando o Corinthians deveria ser o terceiro clube.

Deveria por que o Tolima mudou o script fácil.

O Guarani do Paraguai nunca foi levado em consideração.

Zezé Perrela se empolgou com sua eleição para senador suplente.

E quis reforçar o caixa deixando sair ótimas opções para o banco de reservas.

Contratou com economia.

E disse para Cuca se preparar para a guerra.

O treinador analisou a sua trincheira e percebeu o quanto era limitada.

Um ótimo time, um banco nem tanto.

Para atravancar mais a situação, o obrigatório Campeonato Mineiro.

E o Atlético de Dorival Júnior babando para ganhar...

A chave sobre fortalecer o Cruzeiro passava sobre o que fazer com Gilberto, Roger e Montillo.

Tantos com nenhum meia.

E ele com três.

Técnicos, talentosos e vaidosos.

Montillo foi o injustiçado de 2010.

Se o Fluminense não fosse campeão brasileiro, ele seria o argentino melhor do Brasil.

Gilberto é um dos jogadores mais inteligentes taticamente da América do Sul.

Sabe onde deve estar e quando está improdutivo.

Para competir com os dois, o marido de Deborah Secco.

Ele não quis ir para o Vasco.

Não queria desperdiçar a Libertadores.

Quis ganhar a vaga no grito, usando a mídia de Bruna Surfistinha.

Acabou no banco.

Mas veio a Luz...

Com o auxílio de Dorival Júnior.

Depois da derrota para o Atlético Mineiro por 4 a 3, a sacada.

Por que não Gilberto como ala e Montillo com Roger no meio de campo?

Foi ótimo para o time.

Contra o Estudiantes, os argentinos nem viram a bola.

Ontem nem precisou.

Uma contusão afastou Gilberto do jogo contra os pobres paraguaios, fadados a lanternas do grupo.

A melhor descoberta do ano foi Wallyson.

Não há um ser vivente no território nacional que não esteja cansado de Thiago e Wellington Paulista.

A dupla do quase...

Quase boa...

Quase efetiva...

Quase tudo...

Faltava um atacante sem tantas firulas...

Que gostasse de chutar a bola na rede...

E ouvir a torcida cruzeirense vibrando...

Wallyson apareceu na hora certa, no clube certo.

Fez mais dois ontem.

Até o tosco Farias marcou.

Thiago Ribeiro fez o seu para ninguém se esquecer dele...

Novo gols nas duas primeiras partidas...

O Cruzeiro deu a melhor arrancada na Libertadores da sua história...

Transformou o grupo da morte em parque de diversões.

No reveillon, Cuca ganhou coragem de atacar, de buscar os gols.

E o milagre se fez.

Ele adiantou a marcação na intermediária.

E soltou Diego Renan e Pablo...

Treinou infiltrações em grupo e deslocações.

Além da insistir nas bolas paradas...

Victorino também entrou bem no time...

No ponto fraco do time azul...

O Cruzeiro está desfilando em Sete Lagoas.

A Libertadores está sendo uma brincadeira de criança.

O começo é melhor do que o senador Perrela poderia imaginar.

Esta empolgação no início é excelente para quem quem sonha com o título da Libertadores.

Que a coragem de Cuca não seja apenas um sonho de algumas noites de verão em Sete Lagoas...

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