Posts de 21 de setembro de 2010

Neymar venceu. Dorival Júnior demitido e perto do São Paulo. Ninguém no Santos tem coragem de enfrentar esse menino de 18 anos…

the omen damien crosses Neymar venceu. Dorival Júnior demitido e perto do São Paulo. Ninguém no Santos tem coragem de enfrentar esse menino de 18 anos...

Neymar venceu.

Dorival Júnior acaba de ser demitido do Santos.

O seu grande pecado: não escalar o jovem atacante que o xingou de todos os nomes na partida contra o Atlético Goianiense.

Luís Álvaro havia dado carta branca ao técnico para escalar ou não Neymar contra o Corinthians.

O presidente não esperava que Dorival fosse manter o jogador afastado.

O dirigente ficou irritado.

E foi muito pressionado por seus companheiros.

Homens que se comprometeram a bancar a permanência do jogador no Brasil.

Bancar com dinheiro alto.

O empresário do jogador, Wagner Ribeiro, também queria uma postura de Luís Álvaro.

Ele só aceitou a proposta de deixar o garoto no Santos para valorizá-lo.

E o empresário acreditava que Dorival Júnior estava desvalorizando deu investimento.

Ficou acertada de última hora uma reunião entre os dirigentes.

E eles insistiram com o treinador.

Dorival Júnior deveria recuar, colocar Neymar em campo e tudo estava resolvido.

Só que ele foi firme.

Sabia que o seu comando estava em jogo e disse não.

Entre o técnico e Neymar, um jogador avaliado em R$ 101 milhões, ficaram com o atacante.

Dorival Júnior ficou nove meses na Vila Belmiro.

Ganhou o Campeonato Paulista e a Copa do Brasil.

Classificou o time para a Libertadores da América.

Está saindo com uma sondagem muito forte do São Paulo.

Os dirigentes desejam contratá-lo.

A negociação pode ser fulminante.

E ele ir para o Morumbi ainda nesta semana, talvez até mesmo amanhã, quarta-feira.

Com ele sai o seu auxiliar Ivan, ex-goleiro do Palmeiras.

Ivan foi cobrar Neymar pelos palavrões que ele gritou contra Dorival contra o Atlético Goianiense.

No vestiário, o jogador atirou uma garrafa de isotônico em Ivan.

Revoltado, o auxiliar teve de ser contido por três seguranças.

Narciso deveria treinar a equipe amanhã contra o Corinthians.

A direção procura um treinador mais compreensivo do que Dorival Júnior.

Ah, lógico...

Neymar está escalado.

Vai jogar contra o Corinthians.

Ele foi o grande vencedor no confronto com Dorival  Júnior.

Agora, o atacante que decida todas as partidas.

Alguém com tanto privilégio, tantas costas quentes, tem a obrigação de justificar.

O presidente Luís Álvaro disse que estava trazendo a modernidade ao Santos quando assumiu.

Na primeira dividida.

Na primeira situação difícil, age como os cartolas mais reacionários.

Pensa no dinheiro.

Despreza a hierarquia, a autoridade, o comando de um treinador.

Vale, porém, um aviso.

Neymar poderá se voltar contra o dirigente no futuro.

Hoje ele aprendeu a pior das lições: pode fazer o que quiser na Vila Belmiro.

Ninguém foi assim na maravilhosa história desse clube que orgulha o Brasil.

Nem Pelé.

Parabéns de novo, Neymar.

Estamos esperando o show que você dará amanhã e em todos os próximos jogos do Santos.

Mano Menezes: é bom abrir bem os olhos.

Pense em quem você depositará a confiança de ser o grande atacante da Olimpíada, da Copa do Mundo...

Mas é melhor deixar isso para lá...

Aproveite o doce gosto da vitória, Neymar.

Boas twittadas, Wagner Ribeiro...

(Neymar foi reintegrado hoje pela manhã à concentração.

Quem o viu disse que chegou sorrindo.

Por que será?

O auxiliar Marcelo Martelote será o treinador hoje contra o Corinthians.

Se houver um pênalti para o Santos quem vai cobrar?)

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Família e amigos convenceram Dorival Júnior a afastar Neymar. E enfrentar Wagner Ribeiro…

divulgação451 Família e amigos convenceram Dorival Júnior a afastar Neymar. E enfrentar Wagner Ribeiro...

Dorival Júnior resolveu mostrar a Wagner Ribeiro que não é desprovido de peito.

O empresário de Neymar havia duvidado que o treinador teria coragem de não escalar o atacante contra o Corinthians.

Havia deixado claro que contra o Guarani seria fácil.

Wagner Ribeiro não estava sozinho.

O mundo acreditava que o treinador não abriria mão do seu maior talento no clássico.

E tudo estava mesmo se encaminhando para isso.

No sábado, o treinador tirou Neymar 'do ônibus' que estava indo para Campinas.

Ele ficou fora da partida contra o Guarani.

Foi uma vitória diante da revolta do jogador por não bater o pênalti contra o Atlético Goianiense.

O treinador havia participado de uma reunião na sexta-feira com o presidente Luís Álvaro  e Neymar.

Quando  ficou combinada uma multa de 30% nos salários, Dorival não ficou conformado.

Pelo contrário.

Ele é ex-jogador e sabe que clube grande não costuma cobrar multas de suas estrelas.

Costuma ser um jogo de cena para a opinião pública.

Um esforço para o dirigente não parecer um banana.

Ele pode até ser, mas não pode parecer.

Talvez a multa fosse mesmo cobrada de Neymar, mas pelo sim ou pelo não, o treinador resolveu agir.

E completou a punição o afastando do jogo de Campinas.

Neymar seguiu o roteio e foi assistir à partida.

Ficou em um camarote, por acaso, lógico, mais do que perfeito para cinegrafistas e fotógrafos.

A melhor legenda das fotos: "Triste menino rico".

Sem ele, o Santos fez o que todos esperavam, não marcou.

A partida acabou em um melancólico 0 a 0 contra o limitado time de Mancini.

Estava tudo certo para o retorno.

Só que vazou o diálogo completo entre Neymar, Dorival Júnior e Edu Dracena.

Os palavrões que o jogador dedicou ao treinador foram graves demais.

Desmoralizantes.

Como o treinador tem televisão em casa, percebeu que Neymar foi mais longe até do que ele imaginava.

Durante a manhã conversou com a diretoria e comunicou a sua decisão.

O jovem rebelde nem no banco...

Luís Álvaro também é um privilegiado e tem rádio, tevê e assessores.

O presidente santista sabe que Dorival Júnior tem caminho aberto ao São Paulo.

Quando contratou o treinador, Luís Álvaro prometeu que só não faria uma coisa: interferir na escalação.

E hoje teve de cumprir sua palavra.

Mas depois se arrependeu por haver concordado em dar carta branca a Dorival.

Para evitar novo chilique, a notícia vazou, de propósito ao seu empresário.

Antes mesmo do treinamento, Neymar já sabia.

E não fez cena, como havia combinado com Wagner Ribeiro.

Dorival Júnior sabe que a partida ficou muito mais complicada.

Enfrentar o líder do Brasileiro, o rival Corinthians, sem Neymar.

Está com espírito preparado até para ser pressionado, cobrado em caso de derrota na Vila Belmiro.

Mas ele devia essa postura aos seus familiares e amigos, todos chocados com os palavrões de Neymar.

Demorou, mas Dorival Júnior resolveu parar de passar a mão no topete de moicano.

Um técnico que  o jogador tem a coragem de mandar se f..., entre outros palavrões, teria de agir.

Para não ficar marcado definitivamente como alguém sem comando.

Mesmo se for o jogador mais talentoso do Brasil.

Dorival Júnior provou para Wagner Ribeiro...

Tem sim peito para tirar Neymar do jogo contra o Corinthians...

(A decisão do treinador foi tão corajosa que surpreendeu os dirigentes.

Com medo que Neymar possa romper a promessa de ficar no clube até 2014.

E, principalmente, da desvalorização do jogador.

Eles estão reunidos, decidindo o que fazer.

Estão na dúvida a quem apoiar.

Pode até acontecer a demissão de Dorival Júnior, campeão paulista e da Copa do Brasil.

A situação está indefinida.

Nunca é demais: parabéns Neymar pelo clima que você criou no Santos)

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Ronaldo não joga contra o Santos. Cadê a novidade?

divulgação843 Ronaldo não joga contra o Santos. Cadê a novidade?

Sábado à noite, festa dos 34 anos no sofisticado bar Cortez.

Brincou de jogar golfe com Sabrina Sato.

Ela sugeriu um esporte menos estressante.

Talvez por acaso o mais difundido entre os aposentados do Primeiro Mundo.

Domingo, descanso da festa.

Segunda-feira, fisioterapia.

E hoje, provocar Dentinho no twitter.

Mais tarde, fisioterapia e outra vez a confirmação: fora de outra partida.

Desta vez contra o Santos, na Vila Belmiro.

Desde o início de agosto, ele não participa de uma partida.

Ninguém mais se choca, questiona.

Esta está sendo a vida de Ronaldo no Corinthians.

Adilson Batista simplesmente não conta com ele.

Não perde tempo bolando esquemas alternativos para que jogue.

Pelo contrário.

Quando ele não atua tudo fica mais simples.

O jogo flui.

O ataque cria muito mais.

Só que Ronaldo simboliza dinheiro de patrocínio.

E prestígio internacional ao clube.

O atacante vai testando o poder da medicina ortomolecular.

Quer perder peso e sabe que diuréticos são proibidos, caso seja sorteado para o antidoping.

Não há clima ruim, tensão.

Ronaldo brinca, os jogadores o adoram, a diretoria não cobra, a torcida aceita.

Está calmo demais esse período da relação Corinthians e Ronaldo.

De acomodação.

Os dois lados já sabem que não adianta cobrar, reclamar , lembrar do R$ 1,5 milhão por mês.

Ronaldo passou a ser um bônus.

Faltando 15 rodadas para o líder do Brasileiro tentar o título, o importante é deixar Ronaldo fazer o que pode, o que tem condições.

O time é muito bom e joga até melhor sem ele.

E será nessa batida que o jogador que já foi três vezes o melhor do mundo vai seguir.

Pelo menos até o final da Libertadores de 2011, como prometeu a Andres.

Depois...Nem ele sabe...

Então hoje à noite em vez de concentração, Ronaldo tem uma bela noite livre em São Paulo...

Pode ir para um restaurante...

Jogar poquêr...

Assistir dvd...

Se divertir no twitter...

Essa é a rotina de Ronaldo no Corinthians de 2010.

Até o torcedor mais fanático quando vai comprar o ingresso sabe que não pode contar com ele em campo.

Virou um especialíssima celebridade  que, de vez em quando, joga futebol...

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Se deixarem…Palaia presidente. Boa sorte, Belluzzo. Boa sorte, Palmeiras…

divulgação442 Se deixarem...Palaia presidente. Boa sorte, Belluzzo. Boa sorte, Palmeiras...

O poder nos clubes de futebol é presidencialista.

Na maneira mais ampla do termo.

Ele é quem decide tudo.

Não há exceção no Brasil.

Todos são centralizadores.

O caminho administrativo de uma entidade depende apenas de uma cabeça.

Da vontade de um homem.

O destino de um time de futebol também.

Milhões de pessoas aguardam quem esse homem vai colocar como treinador.

Que jogadores contratará...

Quem mandará embora...

Os acordos com os patrocinadores...

A renovação de um estádio...

Não há plano B.

Não há vice, não há auxiliar.

Em caso de uma emergência, o clube para.

Fica refém do seu presidente.

A grande maioria das vezes, seu vice não é uma pessoa com quem tenha afinidade política.

De pensamentos.

Essa é a situação atual do Palmeiras.

Luiz Gonzaga Belluzzo teve um problema de saúde e terá de passar por um cateterismo.

Talvez até colocar pontes de safena.

Ele errou e acertou como presidente do Palmeiras.

Tomara que tenha uma ótima recuperação no Sírio Libanês.

Mas a questão agora é outra.

Nesse período em que deverá ficar hospitalizado, os estatutos mandam que seu vice deve assumir.

O vice é Salvador Hugo Palaia.

Um homem que dedicou sua vida ao Palmeiras.

Mas que tem ideias completamente diferentes das de Belluzzo.

Principalmente para o futebol.

Foi dirigente na década de 80.

Ficou de 83 a 86.

Anos do jejum de títulos palmeirenses.

Não deu certo.

Saiu frustrado.

Mas continuou fazendo política no Palmeiras.

Sempre comandou um grupo importante, sendo muito importante nas eleições do clube.

Ocupou o departamento financeiro por anos, mas sempre sonhou em voltar ao futebol.

Rico, emprestou dinheiro ao clube várias vezes.

A mais importante foi na contratação de Valdivia.

Assumiu o departamento de futebol em 2005.

Teve uma passagem tumultuada.

Não se adaptou aos novos tempos.

Com a cobrança da imprensa, da torcida, da necessidade de conquistas.

Acostumado à hierarquia, não gostou quando ouviu o então treinador Tite se queixar das arbitragens.

E sem constrangimento o mandou 'calar a boca' pela imprensa.

Não satisfeito, estava muito pressionado quando resolveu contratar um assessor.

Por coincidência ou não, o mesmo de Luiz Felipe Scolari.

E os dois treinaram como deveria ser uma coletiva tensa que aconteceria no Palmeiras.

Palaia adorou as respostas que os dois treinaram para as prováveis perguntas dos repórteres.

Resultado: levou o papel com as perguntas.

E, sem cerimônia, tomou o microfone e fez história.

Revolucionou o jornalismo.

Em uma cena inacreditável e inesquecível, Palaia perguntava e Palaia respondia.

Foi tão vergonhosa a cena para um comandante de futebol do Palmeiras que ele teve de largar o cargo.

Saiu em 2006.

Mas continuou na sua trajetória política no Palmeiras.

Pela quantidade de votos que arrebanhava, acabou convocado para ser vice de Belluzzo.

As ideias renovadoras do presidente nunca combinaram com as antigas de Palaia.

Mas o arranjo foi feito em nome da política, do poder.

Na realidade, nunca ninguém esperava que Belluzzo se afastasse da presidência e Palaia assumisse.

Mas o cateterismo vai mudar essa situação.

Ninguém sabe por quanto tempo.

Boa sorte, Belluzzo.

Boa sorte, Palmeiras...

(Diante da pressão da opinião pública, há um movimento para que Palaia não assuma.

Ao contrário do que a própria assessoria de imprensa do clube havia informado.

Cada dirigente deve ser responsável pelo seu setor.

Só que Palaia promete brigar, fazer valer o seu direito de ser presidente...)

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Corinthians arca com o prejuízo de R$ 8 milhões por Defederico. Caiu no conto do ‘el nuevo Messi’…

reuters24 Corinthians arca com o prejuízo de R$ 8 milhões por Defederico. Caiu no conto do el nuevo Messi...

Montillo, Conca e D'Alessandro são tratados como reis por suas torcidas.

Os dirigentes do Cruzeiro, Fluminense e Internacional não imaginam seus clubes sem eles.

São argentinos felizes demais, são ídolos no Brasil.

Mas não são todos hermanos que vivem essa felicidade.

No Corinthians, há quem ande angustiado desde o ano passado.

Contratado a peso de ouro, Matias Defederico é uma sombra no Parque São Jorge.

Quando, frustrado, Andrés Sanchez não conseguiu contratar Riquelme, caiu no conto do 'novo Messi'.

Ele e seu vice-presidente de marketing Luiz Paulo Rosenberg.

Em uma negociação complicadíssima, o Corinthians gastou o que tinha e o que não tinha.

Contou com o auxílio da Nike.

Só com o dinheiro da empresa americana pôde se comprometer com a fortuna de R$ 8 milhões.

O clube paulista ficou com 80% dos direitos federativos do meia.

50% que eram do Huracan e mais 30% do seu empresário Alejandro Bouzas.

Em agosto de 2009, ele chegou mesmo como se fosse Messi.

Com a bandeira do Corinthians enrolada no corpo, parou o aeroporto de Cumbica.

Prometeu que faria, ao lado de Ronaldo, uma dupla inesquecível.

E que faria do Corinthians a ponte para a seleção argentina que iria disputar a Copa da África.

Mas antes lutaria "até a morte" pela Libertadores do centenário.

Sonhos, sonhos, sonhos e mais sonhos.

Todos se transformaram em um enorme pesadelo.

Mano Menezes não pôde analisar profundamente o jogador.

Ele havia feito uma excelente temporada pelo Huracan.

O forte da equipe argentina era o conjunto.

E o craque do time era Javier Pastore, que foi para o Palermo.

Mano percebeu que Defederico era um jogador franzino, sem a rapidez que ele desejava no ataque.

E sem condições de ser um meia efetivo.

Ele era uma peça muito bem encaixada no esquema do Huracan, apenas isso.

O treinador comunicou a triste descoberta a Andrés.

Mas com contrato de quatro anos, não havia o que fazer.

Defederico não ajudou em nada na Libertadores do centenário.

Além de não se firmar no time, mostrou-se um jogador que não se adaptou ao grupo.

Mais fechado do que os demais atletas, ele prefere ficar isolado.

Seu desconforto é transparente.

As várias contusões seguidas o deixaram ainda mais deprimido.

No início do ano, o River Plate tentou levá-lo por empréstimo.

Em crise financeira, o clube argentino não estava disposto a pagar nada.

Andrés Sanchez recusou.

Com a saída de Mano Menezes, Defederico pensou que teria mais chances.

Adilson Batista até o testou.

Mas logo percebeu que ele não rendia e o deixou de novo na reserva.

O jogador que havia ficado esperançoso, ficou revoltado e andou se queixando.

Reclamando no famoso Twitter.

Queimou-se de vez com o novo treinador.

Enquanto D'Alessandro, Conca e Montillo podem até ganhar estátuas nos seus clubes....

Tudo o que Matias Defederico quer é que 2010 acabe.

Ele terá uma conversa definitiva com a diretoria.

Sonha em sair do Corinthians.

Isso é tudo que o clube de Andrés mais deseja.

Só que quem banca R$ 8 milhões por um reserva do reserva?

Com esse dinheiro dava para comprar Montillo e ter R$ 2 milhões de troco.

Ou ter Conca e ainda embolsar R$ 1,5 milhão.

Ou colocar mais R$ 3 milhões e ter o meia da Seleção Argentina, D'Alessandro.

Mas os olheiros corintianos escolheram o novo Messi...

(Por supuesto, el nuevo Messi não está relacionado para o clássico de amanhã.

Não ficará nem entre os reservas contra o Santos...)

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O Fluminense reza pelo sim de Dida e espera resolver de vez seu problema com goleiros…

divulgação33 O Fluminense reza pelo sim de Dida e espera resolver de vez seu problema com goleiros...

O gol do Fluminense vem sendo um ponto de interrogação há muito tempo.

Fernando Henrique nunca despertou suspiros na torcida, na diretoria, nos treinadores.

Mas jogava.

Um goleiro instável.

Alternava grandes defesas com gols fáceis.

Rafael, seu reserva, já teve várias chances.

Não as aproveit0u.

O clima entre os dois nunca foi bom.

Até que há dez dias foi revelado que Rafael fazia campanha entre os torcedores, dizendo ser melhor do que o titular.

Questionado sobre isso, respondeu que quando foi titular, Fernando Henrique fez a mesma coisa.

O presidente da Unimed Rio, Celso Barros, é apaixonado por jogadores do meio para a frente.

Nunca se preocupou de verdade em contratar um goleiro.

E nem iria.

Só que, como Fernando Henrique quebrou um dedo e teve de operar, Muricy aproveitou.

E pediu um goleiro.

Quer um jogador vivido, um goleiro com experiência.

Sugeriu Bosco, eterno reserva de Rogério Ceni no São Paulo.

Além de bom goleiro, um líder.

Lauro, segundo reserva do Inter, foi oferecido por empresários.

Só que Celso Barros quer holofotes.

E já mandou empresários contatarem Dida.

O goleiro, de 36 anos, despediu-se do Milan.

Ele atuou lá por dez anos.

Neste ano, o clube italiano disse que não o queria mais.

Foi uma conversa franca com os dirigentes.

Teve até festa de despedida, no começo de julho.

Dida sempre foi um jogador difícil de negociar.

O Corinthians lhe fez três propostas nestes dez anos de Itália.

O Internacional chegou sondá-lo.

Mas ele sempre respondeu que sua família estava adaptada à Europa.

Curto e grosso, sem muita enrolação.

Ele mudou muito desde que flagrado com passaporte falsificado na Itália.

Passou a fugir de entrevistas, se tornou um jogador calado, ressentido.

Sabia que se voltasse para encerrar sua carreira no Brasil teria de ficar se explicando.

A história seria relembrada.

Como agora.

Só o goleiro desta vez está na dúvida.

Não sabe se aceita ou não o Fluminense.

A reação da diretoria ao saber que Celso Barros havia autorizado a contração do goleiro foi excelente.

Houve muita animação.

Há uma grande vontade de ver no gol tricolor um nome mais consagrado do que Fernando Henrique.

Atento, Muricy só quer saber se Dida tem condições imediatas de jogar.

Dois meses parado para um goleiro é muito tempo.

Entre hoje e amanhã vai acontecer a definição.

Se realmente o Fluminense contratar Dida, o time pode se reforçar em uma posição chave nesta briga pelo título.

O clube precisa de um goleiro muito melhor do que Fernando Henrique há muito tempo...

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Torcida do Botafogo não merece o dedo de Caio…

old woman middle finger Torcida do Botafogo não merece o dedo de Caio...

A torcida do Botafogo não merecia o dedo médio de Caio.

O gesto foi grotesco, desnecessário.

Ele não jog0u bem contra o Cruzeiro.

Deveria, sim, ser substituído.

Mas foi vaiado.

Como viu que Loco Abreu se deu mal ao tentar enfrentar Joel Santana, fez o gesto obsceno.

Assim como um dia fez o lateral Fininho, do Corinthians.

Nunca mais vestiu a casa branca e preta.

A diretoria do Palmeiras teve a mesma postura.

Diego Souza não quis pedir desculpas pelos gestos obscenos e acabou no Atlético Mineiro.

A postura do Botafogo: soltar uma nota oficial e dizer que vai punir o atleta. Deixar a vida seguir é muito pouco.

Jogador algum tem o direito de insultar os seus torcedores.

Por mais que esteja sendo insultado.

Afinal, o que é o profissionalismo?

Todos campeonatos acontecem por causa das torcidas.

São de verdade a razão de existir de um clube.

Ainda mais a apaixonada torcida botafoguense que só apoio deu a esse elenco esforçado.

Caio foi vaiado porque estava mesmo muito mal, repito.

Ou ele pede desculpas de maneira sincera ou não é justo vestir novamente a camisa do Botafogo.

Até porque a diretoria deu a impressão de que não vai acontecer punição de verdade.

Chega de molecagens irresponsáveis no futebol...

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