Posts de 11 de setembro de 2010

A síndrome do Professor Pardal voltou contra o Grêmio. Resultado: vexame do Corinthians no Pacaembu…

albert einstein A síndrome do Professor Pardal voltou contra o Grêmio. Resultado: vexame do Corinthians no Pacaembu...

Zagueiro muito lento improvisado na lateral esquerda.

O volante se machuca, o treinador escolhe um meia para entrar.

Depois tira o lateral direito e coloca outro meia.

Troca um zagueiro por um meia esquerda.

O Corinthians terminou a partida contra o Grêmio com os quatro meias: Boquita, Defederico, Danilo e Bruno César.

Sem lateral direito.

Sem lateral esquerdo.

Finalmente, Adilson Batista revelou a sua temida face de Professor Pardal.

Sem Ronaldo e Roberto Carlos poupados para o confronto com o líder Fluminense, o técnico se revelou.

Diante do desesperado Grêmio de Renato Gaúcho, Adílson abusou.

Acreditava que iria ganhar a partida de qualquer maneira.

Escancarou o seu time.

Colocou inúmeros jogadores fora de posição.

Deixou Douglas livre de marcação.

Fez o que quis.

Até um gol maravilhoso que se tivesse coragem, batizaria de Mario Gobbi.

Ele só saiu do Corinthians porque o diretor de futebol forçou a sua saída pensando no dinheiro.

A dele e a de Cristian.

André Santos não precisou, já que ele ficou empolgado com o que ganharia na Turquia.

E Gobbi desmanchou o time que poderia ser campeão da Libertadores neste ano de centenário.

O dirigente que acredita que 'futebol é business' apenas, viu Douglas marcar um gol maravilhoso e não comemorar.

Porque ele ainda queria estar jogando no Corinthians e poderia ser muito útil.

Mesmo tendo o nono pênalti marcado a seu favor, o time de Adílson não conseguiu sequer empatar.

Fez a festa do Grêmio, que ganhou a sua primeira partida como visitante.

E foi responsável pela derrota corintiana depois de 23 partidas invictas no Pacaembu.

O clube poderia ter se igualado ao Fluminense se vencesse o fraco time gaúcho.

Adilson é trabalhador.

Inteligente.

Honesto.

Só tem esse defeito absurdo.

E que precisa ser controlado.

Essa síndrome de Professor Pardal é mais forte do que ele.

Os mais de 30 mil corintianos que foram esperançosos ao Pacaembu conheceram essa triste patologia.

Os cruzeirenses não tem a menor saudade dela...

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Acorda Muricy! É hora de agir, se quiser o Fluminense campeão do Brasil…

divulgação391 Acorda Muricy! É hora de agir, se quiser o Fluminense campeão do Brasil...

Hora de Muricy Ramalho agir.

Mais decepcionante do que a derrota para o Atlético Goianiense, só o clima entre seus jogadores.

O líder do Campeonato Brasileiro vive grandes problemas disciplinares.

E o clima ruim entre os atletas está influenciando em campo.

O Fluminense foi uma equipe instável, insegura, irritadiça em Goiânia.

O time começou na frente em um gol maravilhoso.

Deco descobriu Conga, que deu para Washington marcar: 1  a 0 aos 22 minutos do primeiro tempo.

Só que o time começou a errar, perder bolas fáceis, se enervar.

E rapidamente, aos 29 minutos, William empatou, depois de falha da zaga.

Tenso, o Fluminense nem parecia que estava em primeiro lugar no Brasileiro.

Jogava com desespero e não com consciência.

O Atlético Goianiense ficou com um jogador a menos, depois de justa expulsão de Gilson.

Aí o time se escancarou.

Não teve a mínima consciência tática.

Ainda mais depois que Muricy colocou o meia Marquinho no lugar do zagueiro Andre Luiz.

Ninguém teve equilíbrio emocional nem para pensar em segurar o empate.

Os jogadores sabiam que o Corinthians havia acabado de perder para o Grêmio, no Pacaembu.

O resultado não era o dos sonhos, mas o 1  a 1 dava mais um ponto de vantagem para o segundo colocado.

Só que o time aberto, tomou um outro gol infantil: e a virada aos 46 minutos, de Júlio César.

Os jogadores do Fluminense desceram para os vestiários irritadíssimos.

Nem se olhavam, de tanta raiva.

O time acabava de perder de um dos últimos colocados do Brasileiro.

E o adversário com um jogador a mais.

Foi fácil perceber que a insegurança e a raiva entre os atletas domina o Fluminense.

Já passou da hora de Muricy interferir.

Não tem cabimento a história confirmada que o goleiro Rafael faz campanha com os torcedores para criticarem Fernando Henrique.

Questionado, Rafael disse que Fernando Henrique fazia a mesma coisa com ele.

A direção do Fluminense, diante das acusações de Fred contra o departamento médico do clube, resolveu agir.

Aceitou a demissão do chefe do departamento médico.

E ainda quer trazer o fisioterapeuda do Cruzeiro só para tratar seu atacante.

Ninguém teve coragem de cobrar Fred pelo péssimo ambiente que ele criou nas Laranjeiras.

Hoje o time perdeu a chance de abrir seis pontos de vantagem contra o Corinthians.

Bastava derrotar o limitado Atlético Goianiense.

Mas o Fluminense teve um inimigo muito mais poderoso.

Os egos de seus jogadores.

Principalmente Rafael, Fernando Henrique e, lógico, Fred.

Muricy, acorda.

Está na hora de agir...

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Fred perdeu a admiração que tinha no Fluminense. Muricy, os jogadores e a torcida não o perdoam por acabar com a paz do líder do Brasileiro…

divulgação282 Fred perdeu a admiração que tinha no Fluminense. Muricy, os jogadores e a torcida não o perdoam por acabar com a paz do líder do Brasileiro...

Muricy Ramalho comprou a briga.

Enfrentou a menina dos olhos de Celso Barros, presidente da Unimed Rio, o homem do dinheiro.

O técnico não pensou duas vezes quando Fred resolveu expor o clube para mostrar que não é inseguro.

Ele não se importou se, com a sua atitude, abalaria a equipe líder do Brasileiro.

Que não vence o sonhado título desde 1984.

Pensou no seu ego.

Ao ouvir o coordenador médico Michel Simoni dizer que ele estava inseguro em relação à sua recuperação física, o jogador se irritou.

E decidiu mostrar que havia sido vítima de um grave erro médico.

Que foi forçado a voltar antes do tempo, o que fez com que a lesão voltasse.

Simoni chamou o jogador de covarde e ignorante.

Disse que a lesão é a mesma e que, em 30% dos casos, as lesões musculares reaparecem.

E pediu demissão.

A torcida ficou revoltada com Fred.

Começou atacá-lo pela Internet, Twitter.

O jogador usou seu blog para tentar se defender.

Mas ele sabe que fez uma enorme bobagem.

No meio do furacão, Muricy Ramalho comprou a versão do grupo.

"Se fosse comigo, eu resolveria dentro do clube.

Não procuraria a imprensa.

Mas essa é a minha maneira de agir."

Depois disso, o treinador fez questão de elogiar, e muito, Washington.

Artilheiro veterano, sem o requinte técnico de Fred.

Mas se submete a fazer exames periódicos no seu coração em Curitiba, sem fazer alarde.

Ele sabe que seu coração foge dos padrões de um atleta.

Mas não se importa, evita estar falando em entrevistas.

Não usa a situação para se defender das más atuações.

"Ele é um exemplo do que quero de um jogador", diz Muricy.

Os jogadores também ficaram contra Fred.

Acreditam que ele poderia ter conversado dentro do Fluminense.

E que deveria ter respeitado a campanha excelente que o time faz sem a sua presença.

Há quem fale até em inveja.

O tom da cobertura do clube por parte da imprensa mudou.

Só se questiona o departamento médico, as perguntas são sobre crise.

A partida de hoje contra o Atlético Goianiense se tornou até mais difícil do que deveria.

Muricy Ramalho não se conforma com isso.

Ainda mais porque Fred é o eterno capitão do Fluminense.

A sensação que o treinador não faz questão de esconder é que se sentiu traído pelo atacante.

O atacante já não tem bom ambiente no clube.

Tudo isso pode ter consequências na próxima janela no final do ano.

Fred deixou de ser inegociável no Fluminense...

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