Posts de 10 de setembro de 2010

O São Paulo quer aumentar em dez vezes a multa de Marcelinho, o Kaká que tirou do Corinthians… E que Ricardo Gomes não queria escalar…

kakaspfc O São Paulo quer aumentar em dez vezes a multa de Marcelinho, o Kaká que tirou do Corinthians... E que Ricardo Gomes não queria escalar...

Juvenal Juvêncio já disse que o ano valeu pela descoberta de Marcelinho.

Rogério Ceni o comparou a Kaká.

Seu empresário, Vagner Ribeiro diz que é uma mistura de Cristiano Ronaldo, Messi e Rooney

Os jogadores mais velhos no elenco, como Fernandão, apostam em futuras convocações.

E o mais irônico é que se Ricardo Gomes continuasse no São Paulo, o garoto não teria chances no time.

Desde o ano passado, o ex-treinador do clube ouvia falar no talentoso garoto da base.

Mas ele se recusava sequer a pensar no jogador.

"Agora não é hora de testar meninos", repetia sempre que ouvia o nome Marcelinho.

O calmo Ricardo Gomes chegou a se irritar este ano com a insistência em relação ao meia.

Recusou pedidos explícitos dos dirigentes.

Foi uma das situação em que ele foi mais firme no São Paulo.

Sem perceber foi um dos seus grandes erros que não foram perdoados por Juvenal.

Marcelinho é tratado como um grande trunfo no Morumbi.

E que vai além do seu talento.

Ele é tratado como um trunfo contra o presidente do Corinthians, Andres Sanches.

O garoto treinava no Parque São Jorge quando era mais jovem.

Ele se chama Lucas, tem o apelido de Marcelinho porque começou em uma escola de Marcelinho Carioca.

Logo foi levado para o Corinthians, como um jogador de muito futuro.

Só que, de acordo com parentes, o clube sempre o tratou com descaso.

Muito magro, seu sonho era ganhar força muscular para enfrentar os zagueiros adversários.

Mas, de acordo com Marcelinho, o Corinthians nunca lhe deu essa importância.

E aí surgiu o São Paulo...

"O São Paulo o roubou do Corinthians. As coisas precisam ser colocadas como elas são", diz, raivoso, Andres Sanches.

Só que o casamento não foi tão imediato.

Mesmo com o ótimo futebol mostrado na conquista da Taça São Paulo, Marcelinho não tinha chances reais entre os profissionais.

Ricardo Gomes sempre dizia não.

Vagner Ribeiro procurou os dirigentes várias vezes falando em nome do jogador de 18 anos.

De acordo com conselheiros do São Paulo, Ribeiro ameaçava tirá-lo do clube e o oferecer ao Santos.

A situação chegou a um impasse.

Tanto que o empresário ironizou a diretoria do Morumbi.

"Se Neymar jogasse no São Paulo estaria sendo preparado para disputar a Copa São Paulo de 2011."

Ele tocou na ferida, no medo do clube de lançar jovens atletas.

Vagner diz a amigos o quanto foi difícil para o próprio Kaká se impor no Morumbi.

Mas com Sérgio Baresi, tudo mudou.

Ele conhecia profundamente o garoto e logo o colocou para jogar.

O meia atuou em oito jogos pelo São Paulo.

E apenas cinco como titular.

Mas agora ganhou seu espaço no time e muito mais.

Os dirigentes já tiveram duas conversas com Vagner Ribeiro.

Querem alterar o contrato do garoto.

Sua multa é irrisória para grandes clubes e time do Exterior: R$ 4,6 milhões.

O contrato vai até 2013.

Mas os dirigentes querem dar grande aumento e prorrogá-lo até 2015.

E fazer a multa subir para pelo menos R$ 40 milhões, quase dez vezes mais.

As conversas vão prosseguir na próxima semana.

Vagner Ribeiro só não o leva agora para um clube do Exterior porque ele quer continuar negociando com o São Paulo.

Por causa da venda de Kaká para o Milan, as portas do Morumbi estiveram fechadas para ele por anos.

E não quer fechá-las novamente...

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Adilson Batista e a síndrome de Professor Pardal ameaçam o Corinthians…

divulgação45 Adilson Batista e a síndrome de Professor Pardal ameaçam o Corinthians...

A torcida do Cruzeiro sente um enorme arrepio ao se interar do noticiário atual do Corinthians.

Toda vez que Adílson Batista escondia o time e dizia que iria estudar variações táticas, era um horror.

Ele não ganhou o apelido de Professor Pardal à toa.

A origem foi no Campeonato Mineiro de 2008.

Seu time, o Cruzeiro favoritíssimo.

Enfrentava o Ituiutaba.

A equipe ganhava por 4 a 1, quando começaram as invenções.

Ele tirou os laterais Jonathan e Jadílson.

Colocou o volante Elicarlos e o zagueiro Thiago Martinelli.

Não satisfeito, foi ao extremo dos extremos.

Tirou o atacante Guilherme e o trocou pelo lateral direito Apodi.

Resultado: 4 a 4.

"É...Hoje eu dei uma de professor Pardal...", disse o próprio técnico.

Resultado, o apelido que ele odeia grudou mais do que cola instantânea.

Até porque suas 'invenções' continuaram.

Em uma partida contra o Boca Juniores, ele foi criativo.

Colocou cinco volantes, dois deles nas laterais.

Perdeu o jogo por 2 a 1.

O volante  Marquinhos Paraná jogou de lateral e meia.

O volante Fabinho atuou pela lateral e como zagueiro.

Durante os jogos, jogadores cansaram de atuar improvisados.

Ele dizia que queria surpreender os adversários.

Só que havia o efeito colateral: seus próprios jogadores detestavam tanta improvisação.

Adilson Batista arrastou o apelido de Professor Pardal até sair do Cruzeiro.

No Corinthians, na sua apresentação, ele disse que iria se conter.

Mas aos poucos está sucumbindo à tentação.

Ainda mais cercado de volantes, como ele tanto adora.

Hoje ele fez um treinamento secreto no Parque São Jorge.

Disse que não sabe se vai usar Ronaldo ou Roberto Carlos.

Ou mesmo o número de volantes que colocará amanhã contra o Grêmio.

E onde esses volantes atuarão.

A torcida e os jogadores do Cruzeiro conhecem bem essa situação desconfortável.

Pelo jeito, o professor Pardal está de volta.

Bem na fase aguda do Brasileiro...

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De herói de 2009 a vilão de 2010. Torcida do líder Fluminense revoltada com o ego de Fred…

gettyimages De herói de 2009 a vilão de 2010. Torcida do líder Fluminense revoltada com o ego de Fred...

Que direito Fred tem de provocar deliberadamente uma crise no Fluminense?

Ele sabia quando se propôs a dar uma coletiva o que provocaria nas Laranjeiras.

O time de Muricy Ramalho mesmo sem ele é o primeiro colocado no Campeonato Brasileiros.

Líder.

Está se superando.

Fazendo uma campanha empolgante, mesmo com os tropeços normais de uma equipe em formação.

Deco e Belletti acabaram de chegar.

O time perdeu Emerson.

Ficou sem a sua casa, o Maracanã.

Enfrenta a resistência da CBF desde que negou seu treinador para o comando da Seleção.

A torcida está apaixonada pela equipe.

Sonha em ver o clube campeão brasileiro de novo.

A espera dura 26 anos.

O Fluminense foi campeão do País uma única vez.

Em 1984.

A patrocinadora Unimed Rio gasta o que pode e o que não pode com Celso Barros.

Tudo estava indo bem, até demais, quando Fred resolve protestar.

Não tolerou ser chamado de inseguro pelos médicos do Fluminense.

Ele está parado desde o dia 25 de julho, contundido.

Ontem à noite, quando todos deveriam estar comemorando a diferença para o Corinthians ter aumentado para três pontos, Fred rouba a cena.

E cria uma crise enorme acusando em público os médicos de terem forçado sua volta ao futebol.

Provocado nova contusão.

O chefe do departamento médico, Michel Simoni, pediu para ir embora.

Sem antes detonar Fred.

O chamou de 'covarde' e de estar culpando os médicos por seu fracasso em campo.

O constrangimento domina as Laranjeiras.

Muricy Ramalho não sabe como se posicionar.

Vai defender sua equipe atacando quem?

Fred é o jogador que mais recebe no time carioca.

Foi contratado para ser o grande líder do clube.

E conseguiu exercer essa função no ano passado, quando foi a principal figura a salvar o time do rebaixamento.

Fred sonhava com a Copa de 2010, mas teve inúmeras contusões e nunca brigou a sério por uma vaga.

Há quem contabilize que ele já teve oito contusões diferentes no Fluminense.

A diretoria deve decidir se aceita o pedido de demissão de Simoni.

Mas independente disso, a torcida já escolheu um lado.

E está massacrando Fred pelo twitter e por sites.

Deve até se manifestar contra ele hoje no clube.

De grande herói de 2009, o atacante se tornou no vilão.

No homem que pode desestabilizar sozinho o líder do Brasileiro.

Os dirigentes e Muricy Ramalho não sabem o que fazer em relação a ele.

Por falta de inteligência e humildade para resolver seu problema dentro do clube, Fred se tornou algo inimaginável.

Seu ego o tornou  o inimigo número 1 do Fluminense, líder do Brasileiro de 2010...

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Como é duro para o Santos voltar à realidade. Acabou o supertime…

 Como é duro para o Santos voltar à realidade. Acabou o supertime...

Edu Dracena reclamando do individualismo do time.

A torcida vaiando a equipe ao final da partida.

No jogo de ontem contra o Botafogo, o Santos viveu situações de um time comum.

A derrota revelou que não há equipe que consiga ficar sem Robinho, Ganso, Andre, Wesley e ainda consiga ser especial.

Neymar tentou, mas não tinha companheiros à altura do seu talento, do seu raciocínio.

Além disso, Joel Santana montou excelente esquema defensivo.

Os torcedores santistas que foram ao Pacaembu até que tentaram apoiar a equipe.

Mas estavam mal acostumados.

E diante da falta do futebol envolvente que marcou o Santos desde o início do ano, vaiaram.

No intervalo, Dorival Júnior tirou Marquinhos e Keirrison, duas figuras tristes que nada produziam.

E apelou para Madson e Zé Eduardo.

O esquema tático dos cariocas era explícito.

O sonho era empatar.

Mas o enredo de filme para adolescente começou no final do jogo.

Foi quando Joel colocou Loco Abreu em campo.

Os dois haviam se desentendido na partida contra o Grêmio Prudente.

O uruguaio reclamou por ter sido substituído, gesticulou, enfrentou o treinador.

Mas tomou uma bronca desmoralizante.

Tanto que havia decidido no final do ano sair do Botafogo.

O clima entre os dois estava horrível.

Ele perdeu a posição, virou reserva.

E ontem Joel o colocou no final da partida para buscar uma cabeçada ao acaso.

Mas ele fez mais do que isso.

Aos 45 minutos de jogo, ele recebeu uma bola ajeitada de cabeça por Edno.

Com um toque sutil ele deu um chapéu no goleiro Rafael.

E chutou com raiva para a rede santista.

Depois, irreverente e magoado, saiu andando como se nada tivesse acontecido.

Não queria comemorar o gol.

Mas foi sufocado pelos abraços dos companheiros de Botafogo.

No banco de reservas, Joel vibrava como uma criança.

O gol pacifica o Botafogo e o deixa mais do que animado na briga por uma vaga para a Libertadores.

Ou mesmo para o título do Brasileiro.

Do lado santista, a certeza de que o time agora está nivelado aos melhores do Brasil.

Acabou a superioridade.

A hora é se adaptar à nova realidade.

E Dorival Júnior e os jogadores se unirem para fazer um final de Brasileiro digno.

Sem trocas de acusações, reclamações explícitas, cobranças.

Porque eles também estavam mal acostumados com o supertime que tinham.

E está duro voltar à realidade...

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