Posts de 9 de setembro de 2010

O drama de Zico e o seu Flamengo, a um passo da zona do rebaixamento…

r7 O drama de Zico e o seu Flamengo, a um passo da zona do rebaixamento...

O discurso público é de confiança.

Afinal, ele acaba de assumir o controle total do futebol do Flamengo.

Sua missão é sanear as dívidas.

Evitar a baderna.

As farras que desmoralizaram o clube com Adriano e Love.

Só que dentro do campo, Zico está fracassando.

Assumiu depois da demissão de Andrade.

Deu toda a força para a efetivação de Rogério como técnico.

Mas o viu sucumbir.

Não conseguiu dar um mínimo padrão aceitável ao Flamengo.

Foi com dor no coração que o demitiu.

Tentou contratar Parreira mas ouviu a negativa do ex-treinador da Seleção Brasileira.

Em seguida, Zico fechou com Silas, que havia sido mandado embora do Grêmio.

O  time precisava de reforços.

Principalmente do meio para a frente.

E lá foi Zico emprestar o seu prestígio pessoal.

Trouxe Diogo e Deivid.

Só que ambos muito abaixo do que o Flamengo precisa.

Muito fracos fisicamente.

As derrotas se sucedem.

A última contra o São Paulo, ontem no Morumbi, irritou a todos pela apatia.

O time parecia sonado no primeiro tempo.

Se não fosse o bom goleiro Marcelo Lomba, o São Paulo marcaria pelo menos quatro gols.

O clube já é o 16º no Brasileiro.

É a equipe grudada na zona do rebaixamento.

Os atacantes não conseguem marcar um mísero gol há oito jogos.

A equipe não consegue ganhar há seis.

Se pudesse, Zico colocaria o uniforme e entraria em campo.

Não se conforma com tanta falta de talento no time.

Silas está com um problema enorme.

Renato está muito fora de forma, assim como Deivid.

Diogo foi expulso de maneira infantil ontem no Morumbi.

Os jogadores estão irritados e se dividem em grupos.

Não de maneira clara, mas sutil.

Zico já percebeu a dramaticidade da situação.

Ele não pode correr o risco de entrar na história do clube como o responsável por um rebaixamento.

Está tenso e conversou muito com o supervisor Isaias Tinoco.

Ele quer uma solução.

Buscar reforços na Série B.

Forçar jogadores da base na equipe principal.

Qualquer situação.

A água já passou do pescoço.

E embore tente passar tranqüilidade, como é a sua obrigação, Zico está à beira de um ataque de nervos.

Sabe que toda a sua idolatria está em jogo.

Por isso que sua família não queria que ele aceitasse um cargo no Flamengo.

Havia a certeza que ele ficaria desesperado se as coisas não dessem certo.

E elas não estão dando.

Pelo contrário até.

Vão além do que qualquer pessoa poderia imaginar.

E Zico sofre.

Mas fez uma promessa à presidente Patricia Amorim.

"O Flamengo não cai de jeito nenhum."

Promessa de Zico ninguém duvida.

Mas que a situação está terrível.

Muitos jogadores estão acomodados no Flamengo, com muitos anos na Gávea.

Os jovens não estão preparados.

E os reforços não conseguem se firmar.

O medo de Zico é real e tem razão de ser.

A cada rodada do Brasileiro, o Flamengo se mostra cada vez mais próximo da zona do rebaixamento.

Essa situação tortura, apavora Zico.

Não bastasse isso, o Conselho Deliberativo vai investigar se seus filhos tiveram participação na vinda de Val Baiano e Borja para a Gávea.

Seria um escândalo.

 Zico nega.

Mas já houve o desgaste.

Seu prestígio no futebol e seu clube de coração estão ameaçadíssimos.

E ele sabe disso.

Zico nunca quis assumir a condição de treinador para não ser chamado de burro pela torcida que ama.

Decidiu virar diretor executivo.

Só que os palavrões que está arriscado a ouvir dos flamenguistas podem ser muito piores do que burro...

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Vitória e Ceará. Não há conspiração para a queda no Brasileiro. Só falta de competência dos seus dirigentes…

divulgação987 Vitória e Ceará. Não há conspiração para a queda no Brasileiro. Só falta de competência dos seus dirigentes...

Ceará e Vitória.

Os dois únicos representantes do futebol nordestino estão em crise.

Demitiram hoje seus treinadores.

As duas diretorias temem o rebaixamento.

A começar pelo candidato a deputado e presidente do Ceará, Evandro Leitão.

Foi quando o time liderava o Brasileiro que ele acreditou que sua eleição era fato consumado.

Mesmo sabendo que o potencial da equipe era para brigar pela Sul-Americana.

Mas acabou entrou na empolgação dos torcedores.

Com a esperta fuga de PC Gusmão para o Vasco, se havia alguém que sabia o verdadeiro potencial do time era ele, Leitão ficou desesperado.

Ele gosta tanto de futebol que não nomeou nenhum dirigente, ele é presidente e responsável pelo futebol.

Queria repor o treinador o mais rápido possível.

E apostou em Estevam Soares.

Fosse qual fosse a filosofia de Estevam, o elenco levaria o time.

Erro absurdo.

O time não ganhou nenhuma partida com o novo treinador.

E depois de seis jogos, a demissão.

Com Mário Sérgio veio a vitória diante do Grêmio.

E a confusão.

Com afastamento de 13 jogadores e a insegurança com a indefinição do esquema tático do time.

Nenhum atleta sabia como a equipe entraria em campo.

E pior: se ele seria reserva, jogaria ou nem ficaria no banco.

Um caos psicológico.

Depois da derrota de ontem diante do Fluminense, a gota d'água.

Mario Sérgio teve coragem de dizer que a liderança no início do Brasileiro foi enganosa.

Como os possíveis  eleitores de Evandro Leitão entenderiam a declaração?

E veio a demissão.

Ou seja: desde que PC Gusmão saiu, o time jogou onze vezes e só ganhou uma partida.

Despencou na tabela do Brasileiro.

Está em 11º.

Péssimo para quem teve o gosto de ser o primeiro.

No Vitória, o processo foi diferente.

Ricardo Silva fez um excelente trabalho na Copa do Brasil.

Levou o time até à final, quando perdeu para o Santos de Neymar, Ganso e Robinho.

Mas foi impossível levar bem o Campeonato Brasileiro ao mesmo tempo.

O elenco não era tão grande.

O Vitória estava em um perigoso 16º lugar.

E também estava claro que ele havia perdido o controle do elenco.

Os jogadores não o respeitavam como deveriam.

E ele acabou sendo rebaixado para auxiliar técnico.

Toninho Cecílio foi contratado, indicado pelo diretor de futebol, Carlito Arini.

Ele abandonou o Grêmio Prudente, onde fazia bom trabalho.

Tentou impor a linha dura no clube.

Mas encontrou resistência.

O elenco estava acostumado com a gentileza exagerada de Ricardo Silva.

O Palmeiras foi a grande pedra no sapato de Toninho Cecílio.

Logo o time que o acolheu como jogador e com gerente de futebol.

Na Copa Sul-Americana, a diretoria baiana detestou a eliminação diante da equipe de Felipão.

O time ganhou por 2 a 0 em Salvador.

Mas foi eliminado depois de uma derrota por 3 a 0.

Toninho Cecílio teve problemas com Schwenck e Egídio.

Ele deu uma bronca inesquecível no lateral esquerdo, gravada pela tevê.

Bronca justa.

Porém todo o elenco ficou revoltado com o treinador.

Logo depois do empate com o Palmeira ficou clara essa péssima relação.

A gota d'água foi quando uma repórter da TV Record perguntou em outras palavras se ele estava sendo boicotado pelo time.

Toninho passou uma descompostura na jornalista.

Mas todos no Vitória sabiam que o elenco queria a sua saída.

E ela se efetivou hoje depois de apenas um mês de trabalho.

A direção já contatou Toninho Cerezo.

Na verdade as diretorias dos dois clubes estão completamente apavoradas.

Acreditam que há uma vontade absurda do Clube dos 13 em alijar o Nordeste da competição.

É uma paranóia.

A alegação de bastidores é que as viagens não compensariam.

Sem representantes do Nordeste, os gastos seriam diminuídos.

É uma grande bobagem.

Na verdade, um escudo para tentar se defender das trapalhadas administrativas.

Onde em um clube, o presidente em pleno mandato resolve ser deputado.

E no outro, os jogadores tomaram conta da situação.

O resto é conversa para enganar torcedor.

Justificar já um eventual rebaixamento.

Ninguém jogou Ceará e Vitória nessa situação desconfortável no Brasileiro.

Não há preconceito ou armação do 'Sul Maravilha'.

O que há é o fraco trabalho, incompetência de seus dirigentes...

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Exclusivo. Juvenal Juvêncio quer efetivar Baresi como técnico do São Paulo…

reuters19 Exclusivo. Juvenal Juvêncio quer efetivar Baresi como técnico do São Paulo...

Havia ontem no Morumbi alguém mais contente do que Rogério Ceni.

Os sorrisos conseguiam ser mais entusiasmados do que o ídolo e sua festa de 20 anos.

Não dava nem para comparar com o riso amarelo de Jorge Wagner, que completou 200 partidas, mas que vai para o Japão no final do ano.

Sim, era ele mesmo: Sérgio Baresi.

O treinador interino conseguiu aumentar ainda mais os festejos.

Colocando o seu time com coragem para decidir a partida com o Flamengo desde os primeiros minutos, Baresi foi esperto.

O clima exigia uma boa vitória ontem.

Afinal, era fácil perceber que o jogo marcava o retorno de Juvenal Juvêncio à presidência.

Finalmente, ele se convencera de que perdera a batalha para ter o Morumbi na Copa de 2014.

Fechara o patrocínio de R$ 25 milhões com o BMG por dez meses.

Entregara troféus para Ceni e Jorge Wagner.

E o mais importante, e secreto, conversara demoradamente com Baresi.

Ele deixou claro que a chance para virar técnico do São Paulo é para valer.

As informações que Juvenal vem recebendo de Leco e de João Paulo Jesus Lopes são estimulantes.

Baresi está cativando os jogadores.

É muito receptivo à troca de opiniões.

Deles e dos próprios dirigentes.

O clima de trabalho está muito leve.

Baresi tem apoiado, insistido até com jogadores queimados com a torcida.

Um dos exemplos é Marlos.

Foi ele quem insistiu com ele começando a partida ontem.

E seu desempenho foi mais do que aceitável.

Marcando inclusive o gol que abriu caminho à terceira vitória consecutiva.

Baresi também está sendo obediente.

Cumprindo a determinação de lançar jogadores da base.

Com a grande vantagem de conhecê-los profundamente.

No começo do ano, ele foi o comandante do São Paulo na conquista da Taça São Paulo.

Mas voltemos à conversa entre Juvenal e ele.

O presidente deixou escapar antes da partida contra o Flamengo sua nova idéia.

Para quem segurou o inseguro Ricardo Gomes, a decisão não é difícil.

Depois de insistir com Paulo Autuori, Juvenal está determinado a efetivar Baresi.

Dar um aumento digno, de treinador de verdade do São Paulo.

Detalhe importante: essa conversa aconteceu antes do jogo.

Depois, os conselheiros e torcedores eram só sorrisos em relação a Baresi.

Até na coletiva de imprensa ele foi mais firme, mais seguro.

A arrancada da equipe já faz o São Paulo chegar a oitavo no Brasileiro.

Baresi sorrindo deixou claro sem falar o que está préstes a acontecer.

Juvenal deve anunciar a sua sonhada efetivação como treinador.

O momento é dele hoje no São Paulo...

Você acha que é o caminho ideal ao clube?

Ou seria melhor apostar em um treinador mais experiente, vivido como Luxemburgo?

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Depois do décimo empate, Felipão volta a jogar a toalha. Ou alguém acha que o Palmeiras pode ser campeão do Brasil em 2010?

walt disney world Depois do décimo empate, Felipão volta a jogar a toalha. Ou alguém acha que o Palmeiras pode ser campeão do Brasil em 2010?

Ninguém fala nada ruim no Palmeiras na frente de Felipão.

Pegue medo, acrescente respeito e coloque uma dose de covardia.

É assim que conselheiros criticam o treinador que chegou como um rei ao Palestra Itália.

Além do fraco futebol que o time vem mostrando, ninguém o perdoou quando depois da virada que o time sofreu diante do Cruzeiro, ele falou que o melhor seria priorizar a Copa Sul-Americana.

Ele teve coragem de falar que o Palmeiras não será campeão brasileiro.

Ah, vamos torturá-lo.

Como ousa?

A equipe que tem jogadores brilhantes...

Todos com nível para a Seleção Brasileira, de acordo com seus pais...

Um treinador de renome, pentacampeão do mundo já jogando a toalha?

Isso não existe, disseram conselheiros e gente influente do clube.

Lógico que falaram isso bem longe dos ouvidos de Felipão.

Depois de mais um melancólico empate, ontem contra o Vitória, o técnico voltou a falar.

"Todo mundo sabe que o Palmeiras tem 99% de chances de não ser o primeiro colocado.

A situação é essa.

Não dá para mentir."

O desabafo de Felipão é realista.

O empate em 1 a 1 foi o décimo de 20 partidas.

O time ganhou cinco jogos, empatou 10 e perdeu cinco vezes.

Felipão se impôs ontem diante de Valdívia e o deixou na reserva.

E o colocou na vaga de Luan.

Mas ele não estava feliz.

Pelo contrário, desolado.

Não foi para passar vexame que ele voltou do Exterior.

Mas será esse potencial que o time manterá até o final do Brasileiro.

Pelo menos, ele vai continuar falando a verdade.

Não há quem o cale.

Quem o impeça de enxergar.

Só ele, Valdívia, Kléber e Marcos não serão suficientes.

A briga será para evitar o rebaixamento no Brasileiro.

Por mais que palmeirenses mimados e poderosos se recusem a enxergar a realidade...

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Corinthians e Atlético Paranaense saíram satisfeitos. O democrático Jailson Macedo inventou pênaltis para os dois.

Sharing Corinthians e Atlético Paranaense saíram satisfeitos. O democrático Jailson Macedo inventou pênaltis para os dois. 

O que pode fazer a falta de personalidade de um árbitro?

A resposta aconteceu ontem em Curitiba.

Jailson Macedo Freitas se curvou a Ronaldo em um lance banal.

O atacante corintiano chutou em cima do lateral Wagner Diniz.

A bola bateu no seu pé e chutou, atingindo o braço.

Lance involuntário, primário.

Mas acontece que Jailson olhou para quem chutou.

Para quem estava gritando, implorando por um pênalti.

Era o 'Fenômeno'.

Cadê personalidade para dizer não a Ronaldo?

Foi a oportunidade de ouro ao atacante voltar a marcar depois de quatro meses.

Ronaldo foi injusto.

Deveria comemorar o gol com uma dancinha com o árbitro.

Para retribuir, deveria mostrar o seu talento no axé.

No intervalo, Jailson foi para o vestiário.

E lá ele tem contato sim com o mundo exterior.

Há como falar com ele por celular.

Pessoas de confiança.

Ou superiores podem lhe cobrar o pênalti inexistente.

E foi o que aconteceu.

Fácil demais perceber o constrangimento com que o baiano voltou para o segundo tempo.

Ele estava caçando um pênalti para o Atlético Paranaense.

E Wagner Diniz simulou muito mal até.

Mas como Leandro Castan estava perto da queda do lateral, pênalti.

Para livrar a consciência.

E equiparar as coisas.

Um pênalti inventado para cada lado.

A partida foi mesmo equilibrada.

Outra vez o Corinthians não consegue se impor fora do Pacaembu.

E Carpegiani parece que endireitou o limitado time paranaense.

No jogo em que o time paulista deixou o Fluminense voltar a abrir três pontos, Wagner Diniz roubou a cena.

E perguntado se sofreu pênalti de Castan, Diniz ironizou.

"Foi tão pênalti em mim quanto o que eu fiz."

Pelo menos as informações do Paraná dão conta que Jaílson se conteve.

E não levou para casa a camisa de Ronaldo de presente como parecia que iria fazer.

Vamos ver o que a Comissão de Arbitragem fará com o árbitro democrático.

Aquele que reparte os seus erros de maneira justa...

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