Posts de 7 de setembro de 2010

Uma derrota para a Argentina que valeu a pena aplaudir…

divulgação871 Uma derrota para a Argentina que valeu a pena aplaudir...

Ver o Brasil perder de uma Seleção Argentina e ainda sorrir?

Acompanhar os brasileiros sendo eliminados de um mundial e ainda aplaudir de felicidade?

Isso acaba de acontecer comigo e com quem assistiu a eletrizante partida entre Brasil e Argentina.

Em Istambul, pelo Mundial de Basquete.

Os brasileiros caíram nas oitavas-de-final.

A derrota custou caro.

Foi vendida com o time suando sangue.

Em pouco tempo de trabalho, o argentino, sim argentino!, Rubén Magnano transformou o nosso basquete.

Conseguiu a união entre os milionários da NBA com os lutadores atletas que atuam no País.

Passou a importãncia do jogo coletivo, da defesa mais forte.

O tempo da Seleção se matar para um virtuose como Oscar desfilar seu talento nos arremessos acabou.

Como também, ainda bem, passou o tempo da instabilidade emocional.

Da marcação frouxa.

O Brasil é capaz de enfrentar de igual para igual qualquer seleção do mundo.

Ainda está meio degrau abaixo dos hermanos campeões olímpicos e vice mundiais.

Assim como do renovado Estados Unidos.

Mas o caminho está aberto, escancarado.

E com o detalhe que o Brasil perdeu o pivô Nene Hilário, cortado graças um estiramento no amistoso contra a França.

Justo hoje Luis Scola fez 37 pontos, na sua melhor atuação no Mundial...

Leandrinho forçou arremessos de três pontos e deixou a bola escorregar de sua mão em momentos fundamentais...

O técnico argentino Sérgio Hernadez catimbou, pressionou os juízes e mesários como quis...

Mas nenhuma desculpa importa.

Vale o choro de Marcelinho Huertas, outra vez fantástico, com seus 32 pontos.

O choro foi de raiva.

Ele sabia que o Brasil poderia ter vencido, ter ido mais longe.

Isso já consola.

A Seleção Masculina de Basquete não consegue sequer ir para uma Olimpíada desde 1996.

É muito triste, para um país com tanto potencial, com tanta tradição no basquete.

Novos tempos chegaram, aleluia.

A derrota de hoje dói muito.

Mas finalmente há esperança.

O basquete brasileiro está nas mãos certas.

De um santo argentino chamado Rubén Magnano.

Que Londres em 2012 se prepare...

Verá um time brasileiro que dará orgulho nas suas quadras...

O dia em que o presidente do Atlético Mineiro autorizou a torcida a dar um ‘cacete’ nos seus jogadores…

gettyimages234 O dia em que o presidente do Atlético Mineiro autorizou a torcida a dar um cacete nos seus jogadores...

O dono do feriado de 7 de Setembro é Alexandre Kalil.

Só se fala nele.

E o motivo não é nada nobre.

O presidente do Atlético Mineiro rompeu seu silêncio sobre a vergonhosa campanha do seu clube.

Procurando poupar a maior e mais cara comissão técnica que contratou, ele já demitiu os fisiologistas.

Para continuar sendo escudo de Vanderlei Luxemburgo, passou por todos os limites.

Ele soube que a torcida atleticana, com medo do rebaixamento, decidiu fazer uma campanha.

Os torcedores vão caçar jogadores nas baladas, na noite em Belo Horizonte.

Kalil vibrou com a decisão.

Com essa campanha, a culpa inteira do fracasso do time no Brasileiro é repassada aos jogadores.

Como se o Atlético Mineiro tivesse em seu elenco 30 devassos, que passam todas as noites bebendo, fumando charuto, com mulheres e anões...

Ou quem sabe,  até jogando pôquer durante toda a madrugada...

Com rodadas até de R$ 5 mil...

São a encarnação dos bad boys.

Por isso que o Atlético Mineiro está perdendo.

Por culpa da noite.

Não é pela falta de esquema, pelo apanhado de jogadores desgovernados em campo.

Pelos erros do seu treinador.

Não.

O problema é que anoitece.

Vamos então aos conselhos de Kalil aos torcedores.

O seu incentivo.

Se eles encontrarem qualquer um dos jogadores pela noite mineira, ele diz o que fazer.

Além de apoiar a caçada dos torcedores, Kalil vai além.

Muito além.

"Se quiserem virar a mesa, chamar a polícia, fazer o que for.

Quando o time é líder, está ganhando, tudo bem.

Nesse momento, a atitude da torcida do Atlético-MG está correta.

Eles têm meu apoio, têm o apoio da presidência.

Achei ótimo. Acho que os jogadores têm que se cuidar sim.

O Atlético-MG não é brinquedo.

E se eles tomarem um cacete na madrugada não vai fazer mal nenhum."

Essas declarações ele deu na rádio Bandeirantes.

Estão gravadas.

Promotores de Justiça estão avisados.

Presidentes de sindicatos de jogadores também.

Advogados desses atletas, idem.

Caso qualquer agressão aconteça aos profissionais que defendem o Atlético Mineiro, virou obrigação procurar Alexandre Kalil.

Ele sabe muito bem a força das palavras de um presidente de clube.

Ainda mais quando ele acha que "um cacete na madrugada não vai fazer mal nenhum."

E pensar que tudo isso é para desviar o foco.

Kalil se expõe para não admitir o erro em contratar um treinador ultrapassado e desmotivado...

(E fui alertado por um torcedor do Atlético Mineiro.

Há ainda a criação de um disque-denúncia.

Para quem encontrar um jogador na noite de Belo Horizonte deve ligar para a sede de uma torcida organizada.

Daí, o que acontecer é problema dos torcedores e do presidente Kalil.

Diante da péssima repercusão de suas palavras, o dirigente tentou ser irônico.

Disse que seria politicamente correto melhor mudar suas declarações.

Que o torcedor que encontrar um jogador na balada deveria pagar uma dose de uísque.

Ou então levar uma mulherzinha para eles.

O que ficou pior?)

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Sem TV, nem torcida: Brasil e Barcelona B. Enquanto isso, o mundo assiste Argentina e a campeã mundial Espanha…Não tem algo errado, não?

reuters89 Sem TV, nem torcida: Brasil e Barcelona B. Enquanto isso, o mundo assiste Argentina e a campeã mundial Espanha...Não tem algo errado, não?

No campo 7 do Barcelona, na Espanha, o jovem Brasil de Mano Menezes fará seu jogo treino.

Sem transmissão pela TV, a Globo não quis mudar sua programação por este jogo.

E ela tem exclusividade nas partidas do Brasil.

Já não mostrou a estréia de Mano no comando, contra os Estados Unidos.

Também não terá torcida.

O Brasil jogará na clandestinidade.

Enfrentará o Barcelona B.

Luis Henrique, treinador rival não está disposto nem a colocar todos os titulares.

O time teve uma partida dura no domingo (5) à noite, pela segunda divisão do Campeonato Espanhol.

O desgaste não seria necessário apenas por um jogo treino.

Diego Alves, Daniel Alves, David Luiz, Thiago Silva e André Santos; Lucas, Ramires, Philippe Coutinho e Carlos Eduardo; Robinho e Alexandre Pato.

Essa será a equipe brasileira, formada por atletas que só atuam no exterior.

Vale lembrar: o Brasil não está enfrentando um adversário de verdade por dinheiro.

A empresa Kentaro, que negocia as partidas do Brasil, não encontrou quem pagasse US$ 2 milhões por esse time.

Como há o envolvimento de muito dinheiro, os adversários exigem saber se as seleções levarão suas estrelas.

Não era o plano de Mano.

Então, não houve quem estivesse disposto a bancar o imberbe Brasil.

Enquanto isso...

No Monumental de Nuñez, a Argentina enfrenta hoje a Espanha, campeã do mundo.

Messi contra seus companheiro de Barcelona.

É para dar água na boca...

Mais de cem países acompanharão a partida ao vivo.

Inclusive, o Brasil.

O que dizer?

Como comparar o planejamento?

Só perguntando para quem manda no futebol brasileiro há 21 anos.

O senhor Ricardo Terra Teixeira...

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