Posts de 20 de agosto de 2010

Porque a seleção vai treinar? Ninguém aceitou pagar US$ 2 milhões para um time de novatos…

MoneyBaby Porque a seleção vai treinar? Ninguém aceitou pagar US$ 2 milhões para um time de novatos...

Convocar a seleção brasileira para passar uma semana na Espanha apenas treinando.

As várias explicações dadas por muita gente fugiram do principal.

US$ 2 milhões por uma seleção brasileira de jovens, sem nenhuma grande estrela internacional é muito caro.

Por isso a Kentaro, não fechou nenhum amistoso para essa segunda seleção convocada por Mano.

O Brasil só voltará a receber sua conta quando enfrentar a Alemanha, a França e a Argentina.

Por quê?

Porque já há a certeza de Mano Menezes levará atletas consagrados para esses jogos.

E fazer país médio bancar US$ 2 milhões livres só quando as promessas do novo treinador virarem realidade.

Por menos, Ricardo Teixeira não aceita.

Diz que deprecia o produto.

Assim, só resta desejar bom treino para Hulk, Philipe Coutinho, Douglas Costa & Cia. Limitada...

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Prato principal no Morumbi: Dagoberto ao molho pardo…

hellskitchen Prato principal no Morumbi: Dagoberto ao molho pardo...

Sem azeite, Dagoberto vem sendo cozido em fogo brando.

A diretoria do São Paulo quer se livrar do jogador que só decepcionou desde foi contratado.

Só há uma proposta: a do Metalist da Ucrânia.

Só essa.

E ele e seus empresários, os Malaquias Brothers não querem liberá-lo para lá.

Apesar do fraco futebol do seu jogador, eles continuam sonhando com Real Madrid, Manchester United, Inter de Milão.

A diretoria do São Paulo, principalmente o presidente Juvenal Juvêncio, não pode nem ouvir falar no nome do jogador.

Não é por acaso que ele não ficará nem no banco no esperado clássico contra o Corinthians, no domingo.

Faz parte do processo de fritar Dagoberto.

O interino Sérgio Baresi não afastaria um jogador tão importante do jogo sem o aval dos dirigentes.

Falar o contrário é até uma ofensa à inteligência mais rasa.

A pressão que aceite ir para a Ucrânia é enorme.

Dagoberto já sentiu e se retraiu.

Não reclama, não xinga, faz o que Baresi pede nos treinos.

Depois de jogar o agasalho no chão ao perceber que não entraria contra o Cruzeiro, ele sabia que haveria represália.

Por mais interino que fosse, Baresi não poderia perder o comando publicamente.

O ato de Dagoberto ter jogado o abrigo no chão foi mais comentado até do que o empate contra os mineiros.

A queda de braço vai ser forte.

Os Malaquias Brothers mandam desde Curitiba que o jogador não se entregue.

E se lembre que não é atleta para atuar na Ucrânia.

Enquanto faz tudo para acreditar, Dagoberto terá a chance de aproveitar bem o fim de semana, sem jogar.

Talvez fosse bom assistir a alguns vídeos sobre o futebol na Ucrânia.

Pode ser até que goste.

E deixe de ser o prato principal no Morumbi...

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Vitória do coração e não da razão. Mas o Palmeiras resgatou a sua autoestima contra o Vitória…

flautistadehamelin Vitória do coração e não da razão. Mas o Palmeiras resgatou a sua autoestima contra o Vitória...

Vitória com nome e sobrenome.

Luiz Felipe Scolari.

Nenhum treinador poderia mobilizar os torcedores como ele.

No Pacaembu havia seguidores.

Do Palmeiras.

E deste técnico gaúcho.

Ele chamou, pediu e mais de vinte mil palmeirenses estavam lá para ver a primeira decisão de Felipão.

O time precisaria ganhar do Vitória por três gols de vantagem.

Em Salvador, o time havia perdido por 2 a 0.

Não havia clima nem de fazer muita festa pelos 500 jogos de Marcos.

A homenagem da torcida, formando o  número 500 foi bonita, mas rápida.

Os melhores jogadores do clube estavam nas tribunas.

Lincoln, Kléber, Valdívia.que vai estrear domingo, e até quem quer voltar, Rivaldo, o primeiro e único.

No Pacaembu, um time desfigurado, sem meia.

Com volantes improvisados pela lateral: Márcio Araújo e Fabrício.

Dois atacantes novos, tendo de jogar com a pressão que fariam até veteranos tremer.

Mas assim que a bola rolou, tudo perdeu 0 sentido.

Valeu a paixão desenfreada do torcedor.

Os gritos nasciam naturalmente.

Não eram seguidos os de guerra das organizadas.

O torcedor 'desorganizado' gritava o que lhe vinha à mente.

E apoiou de verdade o Palmeiras.

Não foi o chato, irritante que não perdoava um passe errado.

Apoiou mesmo.

Bateu palmas a todo instante.

Clamava pelos guerreiros.

O Vitória começou a partida bem, forte para aguentar a pressão palmeirense.

Pelo menos, o seu treinador, ex-jogador e gerente do Palmeiras, Toninho Cecílio esperava.

Os baianos foram aos poucos ficando intimidados diante da pressão do time desorganizado.

Os palmeirenses não perdiam uma dividida.

Felipão gritava, empurrava, urrava.

E o time ia para frente, de qualquer maneira.

No fim do primeiro tempo, o gol desejado.

Na prorrogação, Marcos Assunção aproveitou uma bobeada do Vitória.

E lançou com perfeição, o atacante Tadeu.

Ele não se atreveu a perder o gol.

1 a 0, Palmeiras.

No segundo tempo, o Vitória voltou ainda mais encolhido.

E graças à irreverência do colombiano Viáfara, que pensou ser Higuita, o Palmeiras marcou 2 a 0, de novo com o limitado, mas esforçado Tadeu.

Ainda fiel ao esquema 'vamos que vamos', o Palmeiras conseguiu a classificação.

Aos 44 minutos do segundo tempo.

Marcos Assunção cobrou falta de maneira perfeita: 3 a 0.

E comemoração alucinante no Pacaembu.

Nem parecia que era apenas a classificação para as oitavas da Copa Sul-Americana.

E não era mesmo.

Era o resgaste do amor próprio do Palmeiras.

A torcida viu que tem um time para vibrar, lutar em campo.

E os jogadores perceberam que existe uma torcida que lhes passa confiança.

E fazia tempo que não havia essa simbiose, que ambos remavam para o mesmo lado.

A culpa é de um senhor gaúcho chamado Luiz Felipe Scolari...

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