Posts de 11 de agosto de 2010

Rivaldo está livre do Uzbequistão. E sonha com o Palmeiras…

reuters29 Rivaldo está livre do Uzbequistão. E sonha com o Palmeiras...

Depois de enfrentar problemas com promotoria pública pela Arena, notícia boa para o Palmeiras.

Pelo menos para metade da diretoria que ainda sonha com ele.

Rivaldo acaba de rescindir seu contrato com o Bunyodkor do Uzbequistão.

Ele tem 38 anos.

No ano passado, ele deixou claro para dirigentes palmeirenses sua vontade de encerra a carreira no clube.

Inclusive, reafirmou essa posição em entrevista exclusiva ao blog.

Rivaldo e Felipão trabalharam juntos no ano no Uzbequistão.

O que assusta é a idade do meia.

Mas fisicamente ele está muito bem.

Além disso, Rivaldo nunca foi um jogador barato.

A notícia se espalhou como pólvora nos restaurantes próximos ao Palestra Itália.

Amigos garantem: se não der certo com o Palmeiras, Rivaldo quer encerrar sua carreira no Brasil...

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Por que a CBF resolveu mostrar tanto carinho com Alex Escobar da TV Globo?

divulgação288 Por que a CBF resolveu mostrar tanto carinho com Alex Escobar da TV Globo?

A mídia internacional ficou encantada com o futebol do Brasil, ontem nos Estados Unidos.

São elogios de todos os lados.

Mano Menezes resgatou o futebol ofensivo.

O Brasil voltou a ter coragem.

Apostou de novo no talento...

E por aí vão as manchetes.

Mas além do realmente ótimo futebol mostrado no amistoso de ontem, leitores não param de questionar.

Por que a CBF mandou os jogadores darem uma camisa da seleção a Alex Escobar?

Com o nome dele nas costas....

Alex foi o jornalista xingado por Dunga durante a Copa da África do Sul.

As interpretações são de cada um.

Ricardo Teixeira não quis falar sobre o tema.

Na sua visão: porque a CBF deu a camisa a Escobar?

E fez questão de divulgar?

Foi uma prova de amizade à Globo?

Mostrou que Mano será diferente de Dunga?

Qual a sua visão sobre o público gesto de carinho?

Por que não teve coragem de dar na Copa da África depois dos palavrões de Dunga?

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Renato Gaúcho e final da Libertadores. Pegue a erva e a carne. Hoje tem festa vermelha e azul no Rio Grande…

divulgação399 Renato Gaúcho e final da Libertadores. Pegue a erva e a carne. Hoje tem festa vermelha e azul no Rio Grande...

Como a aurora precursora
Do farol da divindade
Foi o 20 de Setembro
O precursor da liberdade

Mostremos valor constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

Mas não basta pra ser livre
Ser forte, aguerrido e bravo
Povo que não tem virtude
Acaba por ser escravo

Mostremos valor constância
Nesta ímpia e injusta guerra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

De modelo a toda Terra
Sirvam nossas façanhas
De modelo a toda Terra

Este é o hino do Rio Grande do Sul.

Antes das partidas em Porto Alegre ele é executado.

Ainda um resquício separatista que o resto do Brasil  finge não perceber.

Mas hoje é um dia em que ele merece ser tocado muito alto.

Nas casas dos vermelhos e dos azuis.

Dos chimangos e dos maragatos.

Os dois lados estão em festa.

No México, o Internacional vai decidir a Libertadores da América.

Fazer a primeira partida diante Chivas e de sua arma secreta, a grama sintética.

O time de Celso Roth já ganhou a batalha principal, eliminou o São Paulo e está no Mundial.

Mas a partir de hoje o que importa é ganhar a sua segunda Libertadores e empatar com eterno rival.

A equipe sabe que pode.

Os mexicanos têm uma equipe competitiva, mas irregular.

Sente a pressão de atuar em casa.

Na primeira partida da sua semifinal contra a Universidad de Chile, em casa, mereceria ter perdido.

Foi 1 a 1 com os chilenos perdendo gols incríveis.

O Chivas atuou várias vezes de forma irracional, deixando muito espaço para os contragolpes.

Basta a equipe de Celso Roth se manter concentrada, atenta que poderá vencer, e bem, o jogo de hoje.

E preparar a festa para a próxima semana no Beira-Rio.

Um absurdo a omissão da Confederação Sul-Americana de Futebol...

Deveria ter enfrentado a TV Fox, que patrocina a participação dos mexicanos na Libertadores.

Faltou coragem para brigar pelo Inter.

Não tem cabimento fazer essa final em um gramado sintético.

A Conmebol sabe que a Fox pagou muito e fechou os olhos.

Se em 2011 os mexicanos resolverem atuar na areia, é bom os sul-americanos passarem a treinar descalços.

Uma vergonha.

Mas mesmo assim, o Inter é muito favorito a ser bicampeão da Libertadores.

Mas para o lado azul o que importa é a volta do filho amado.

Renato Portaluppi é o novo treinador do Grêmio.

O Brasil inteiro o chama de Renato Gaúcho por falta de intimidade.

O presidente Duda Kroeff decidiu misturar populismo e proteção.

Ele sabe muito bem que os resultados de Portaluppi como técnico são fracos.

Uma chorada Copa do Brasil com o Fluminense, em 2007.

O vice da Libertadores em 2008.

No mesmo ano, rebaixamento com o Vasco no Brasileiro...

Mas o que importa é adoração que a torcida gremista nutre por ele.

Pelo que fez em campo.

A conquista da Libertadores de 1983.

Os dois gols contra o Hamburgo na final do Mundial, também em 1983.

Seu rosto está nas bandeiras dos apaixonados gremistas.

É o maior ídolo da história do clube.

Duda imitou Grondona, presidente da Associação Argentina de Futebol, que contratou Maradona.

O dirigente gremista tem a partir de hoje um símbolo no banco de reservas.

Renato Gaúcho tem um escudo de proteção.

A tolerância com ele será infinitamente maior do que com qualquer outro ser vivente.

E Gaúcho aceitou de pronto o convite.

Abandonou o projeto que tinha com o Bahia.

Foi além.

Pensou em levar os poucos jogadores que estavam rendendo com a equipe.

De Salvador para Porto Alegre.

Mas mudou de idéia.

Evitou tamanha crueldade.

Na primeira entrevista como novo treinador gremista, ainda em Salvador, usou uma velha tática.

Algo que desenvolveu muito bem com várias mulheres: a arte da sedução.

"Sou apaixonado pelo Grêmio.

Namoro o clube desde que sai.

Vejo todo os jogos há anos.

Tudo o que eu queria na vida era a chance de comandar o time."

Falou exatamente o maltratada torcida gremista sonhava ouvir.

Pegue a erva e a carne...

Coloque o hino bem alto na vitrola.

Hoje tem festa no Rio Grande, tchê...

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Que pena que o Brasil não pôde ver a estréia da Seleção de Mano. Foi um show…Só a TV Globo e certo alguém não gostaram…

reuters556 Que pena que o Brasil não pôde ver a estréia da Seleção de Mano. Foi um show...Só a TV Globo e certo alguém não gostaram...

Pena que só 13,69% dos lares brasileiros tenham tevê a cabo e puderam ver o jogo.

A TV Globo mostrou sua novela e desprezou a partida.

Errou feio.

A estréia de Mano Menezes no comando da seleção brasileira não foi convincente.

Foi empolgante.

Ele colocou em campo um time que honrou a tradição do nosso país, que buscou o gol a todo momento.

A vitória por 2 a 0 diante dos Estados Unidos foi injusta.

O time poderia ter vencido por 4 ou 5 a 0.

Os Estados Unidos tinham 15 jogadores que disputaram a Copa da África.

Houve até treinamento secreto para enfrentar os brasileiros.

O time da casa queria vencer.

Só que não pôde.

Por que o time que entrou em campo foi desconhecido, inesperado.

Bem diferente de uma certa equipe.

Júlio César,  Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves e Kaká; Robinho e Luís Fabiano (Nilmar).

Esse foi o Brasil que perdeu para a Holanda e foi eliminado da Copa do Mundo.

Só Daniel Alves e Robinho estavam em campo em New Jersey.

Além dos nomes, a filosofia foi completamente diferente.

Mano cumpriu a promessa e o Brasil moderno jogou como o Brasil de antigamente.

Com quatro zagueiros, dois jogadores talentosos no meio de campo, um no caminho de virar gênio.

E no ataque, três atacantes talentosos, capazes de driblar, tabelar, trocar de posição, marcar gols.

O Brasil parecia que estava jogando em Recife.

Foi tão aplaudido quanto.

Até os torcedores americanos se renderam ao excepcional toque de bola brasileiro.

A firmeza da zaga também foi inesperada.

Uma equipe que treinou um dia e meio.

"O segredo foi que o Mano confiou na gente.

Nos deixou jogar à vontade, como fazemos no Santos", deu muito certo, falou o candidato a gênio, Ganso.

Mano fez o Brasil atuar no 4-3-3, como os melhores clubes da Europa atuam.

Teve o domínio da bola no ataque, como a campeã do mundo, a Espanha.

Só que foi agudo.

Chutou muito mais a gol, criou inúmeras chances de golear.

Isso sem contar as duas bolas na trave.

Vamos individualizar.

Victor: teve de aparecer apenas uma vez e fez uma grande defesa no final da partida.

Na sua estréia mostrou firmeza, confiança.

Mostrou a injustiça de não estar na Copa da África.

É pelo menos o segundo melhor goleiro brasileiro.

Só perde para Júlio César.

Nota: 7.

Daniel Alves: tenso demais. Era um dos mais experientes do time, mas parecia um menino.

Estava atuando na sua posição, mas foi uma surpresa desagradável.

Abaixo do nível dos companheiros.

A posição parece ser mesmo de Maicon.

Nota: 5.

Thiago Silva: firme, sereno e com personalidade.

Mesmo nos treinos na África do Sul mostrava talento para ser até titular.

Muito promissor.

Nota: 7,5.

David Luiz: foi fácil entender porque ele é ídolo no Benfica, em Portugal.

Mostrou ser um zagueiro com muitos recursos técnicos.

E até força. Foi o melhor jogador da defesa brasileira.

Excelente estreia.

Nota: 8,5.

André Santos: a certeza de ter jogador a Copa do Mundo fora por um escândalo sexual na Turquia.

Ele mostrou todo o seu potencial ofensivo.

Mostrou ser muito melhor do que Michel Bastos e Gilberto. Juntos.

Nota: 7,5.

Lucas: volante consciente. Impossível não comparar com Gilberto Silva.

Capaz de dar passes muito além do metro e meio, como seu antecessor.

Nota: 7,0.

Ramires: jogador versátil e que se firma na Seleção Brasileira.

Rouba a bola sem falta. E também tem excelente visão de jogo.

Deixou Pato de maneira indecente na frente do goleiro americano.

Tem muito potencial.

Nota: 8,0.

(Hernanes): entrou um pouco intimidado. Foi se soltando aos poucos. Terá novas chances.

Nota: 5.

Paulo Henrique Ganso: surpreendeu até seus pais.

Mostrou todo o seu talento e foi além: grande personalidade.

Com a camisa 10, foi o dono da partida.

O time o procurava.

Teve uma atuação para fazer Dunga chorar.

Atuação incrível.

Nota: 9,0.

Robinho: mostrou estar aliviado. Pôde jogar na Seleção como no Santos.

Sem a presença de Dunga, não foi robótico.

Tabelou, driblou, orientou.

Foi capitão do time de Mano Menezes.

Foi surpreendente como líder dos atacantes.

Só precisa melhorar as finalizações.

Nota: 7,0.

(Diego Tardelli): jogou pouco tempo. Procurou tabelas e dribles. Não impressionou.

Nota: 5,0.

Pato: jogar com Robinho e Neymar fará muito bem a ele.

Está visivelmente sem confiança e sem ritmo dos companheiros.

Tem talento, iniciativa. Mas precisa melhorar se quiser ser titular.

Perdeu gols inacreditáveis.

Nota: 5,5

(Jucilei): entrou em campo só para sentir o quanto pesa a camisa da Seleção. Não teve tempo para nada.

Sem nota.

(André): colaborou com o time. Poderia ter sido mais atrevido.

Está abaixo dos seus companheiros de ataque. E ainda tem rivais não convocados, como Nilmar.

Precisa amadurecer rápido ou deixará de ser chamado para a equipe principal.

Nota: 4,5.

Neymar: deu um prazer enorme ver a bola chegar aos seus pés. Confiante, produtivo e atrevido.

Foi além até do que os santistas esperavam.

O entrosamento com Ganso e Robinho o ajudou. Mas individualmente, deu um show.

Tanto na esquerda como na direita.

Fez um belo gol de cabeça, consciente.

Mostrou personalidade e ficou claro que dribles podem ser produtivos.

Não apenas para humilhar marcadores.

Nota: 9,0.

(Ederson): muita falta de sorte. Mal entrou e se contundiu. Sem nota.

(Carlos Eduardo): jogador leve, inteligente. Mas também se intimidou.

Nota: 5,5.

Mano Menezes: inteligente e muito sensível.

Aproveitou a base ofensiva do Santos. Utilizou o esquema tático mais moderno do mundo.

E encaixou os jovens jogadores talentosos buscando o gol.

Deu confiança ao time.

Sua estréia foi além do que qualquer crítico poderia estrear.

Lembrando que os Estados Unidos queriam vencer a partida.

Jogaram a sério.

Parece outro país em campo, não o de Dunga.

Mas vamos com calma porque foi apenas a estréia.

Nota: 9,0.

Que a emissora dona das transmissões da Seleção deixe a população assistir esse time jogar...

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