Uma lição ao Fluminense: a Traffic não é instituição de caridade…

divulgação154 Uma lição ao Fluminense: a Traffic não é instituição de caridade...

Ninguém pode negar que a Traffic é democrática.

Colocou e tirou quando quis Diego Souza e Cleiton Xavier do Palmeiras.

E deixa claro que Jota Hawilla não está perseguindo o clube de seu coração.

Agora não se importou com o plano de Muricy Ramalho de fazer o Fluminense campeão brasileiro.

Surgiu a proposta do Salzburg, clube austríaco, com Alan nunca tinha ouvido falar.

Mas o garoto de 21 anos não pôde abrir a boca.

Assim como o presidente da Unimed/Rio Celso Barros.

Ou o presidente do Fluminense, Roberto Horcades.

Foi mais fácil dizer não à CBF e não ceder Muricy Ramalho do que enfrentar a Traffic.

O pacto é simples.

A investidora coloca o jogador e tira quando tiver uma oferta que considera interessante.

Alan não chorou de alegria na despedida do Fluminense.

O choro foi de quem vai enfrentar o desconhecido.

De quem não queria ir.

Muricy ficou desgostoso.

Mas ele, o jogador e os dirigentes ficaram de mãos amarradas.

Chegou a hora de parar e pensar: um clube sério nunca poderá fazer seu planejamento...

Não com jogadores que não são seus.

O constrangimento no Fluminense e a raiva de Felipão ilustram bem...

A Traffic é investidora e não instituição de caridade.

Por isso, Alan fez o que pôde ao saber que vai jogar no forte futebol austríaco: chorou...

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