Publicado em 06/08/2010 às 14h54
Uma lição ao Fluminense: a Traffic não é instituição de caridade…
Ninguém pode negar que a Traffic é democrática.
Colocou e tirou quando quis Diego Souza e Cleiton Xavier do Palmeiras.
E deixa claro que Jota Hawilla não está perseguindo o clube de seu coração.
Agora não se importou com o plano de Muricy Ramalho de fazer o Fluminense campeão brasileiro.
Surgiu a proposta do Salzburg, clube austríaco, com Alan nunca tinha ouvido falar.
Mas o garoto de 21 anos não pôde abrir a boca.
Assim como o presidente da Unimed/Rio Celso Barros.
Ou o presidente do Fluminense, Roberto Horcades.
Foi mais fácil dizer não à CBF e não ceder Muricy Ramalho do que enfrentar a Traffic.
O pacto é simples.
A investidora coloca o jogador e tira quando tiver uma oferta que considera interessante.
Alan não chorou de alegria na despedida do Fluminense.
O choro foi de quem vai enfrentar o desconhecido.
De quem não queria ir.
Muricy ficou desgostoso.
Mas ele, o jogador e os dirigentes ficaram de mãos amarradas.
Chegou a hora de parar e pensar: um clube sério nunca poderá fazer seu planejamento...
Não com jogadores que não são seus.
O constrangimento no Fluminense e a raiva de Felipão ilustram bem...
A Traffic é investidora e não instituição de caridade.
Por isso, Alan fez o que pôde ao saber que vai jogar no forte futebol austríaco: chorou...
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