Publicado em 27/06/2010 às 12h49
Lembra de 1966, Inglaterra? Agora qual é o gosto da injustiça?

Todos os jogos entre Brasil e Uruguai são a vingança da final da Copa de 1950.
E toda Inglaterra e Alemanha a revanche da decisão de 1966.
Se o Brasil só pode culpar a própria incompetência na Copa de 50, o mesmo não pode falar dos alemães.
O terceiro gol de Geoff Hurst dói até agora.
A bola bateu no travessão e reproduções digitais mostram que não entrou.
Mas foi o terceiro gol e facilitou a vitória no 4 a 2.
Só que chegou a doce hora da vingança.
Aqui na África.
Com o patrocínio uruguaio de Jorge Larrionda.
Ele não confirmou o gol de Lampard.
A bola bateu no travessão e entrou muito dentro do gol.
Martin Vasques o bandeira foi pela cegueira.
E vendeu a arbitragem do compatriota Jorge Larrionda.
Depois desse lance nítido, a Inglaterra de Capello se desmantelou.
Tomou gols e mais gols nos contragolpes.
Se tivesse empatado, não iria se abrir tanto.
E todou a histórica goleada por 4 a 1.
O gol não confirmado mudou, acabou com a partida.
Niguém sabe o que aconteceria se fosse confirmado o empate.
O gosto amargo que os ingleses sentem hoje, sabendo que terão de arrumar a mala, é o mesmo que os alemães sentiram em 1966.
É a injustiça, justa...
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